Primeira suruba na boate de swing

Tudo bem com vocês? Meu nome é Daniel e hoje irei compartilhar com todos vocês mais um daqueles contos de orgias que sei que todos vocês gostam. Eu e minha esposa somos casado a mais de uma década rsrs e somos adeptos ao swing, troca de casais, ménage a trois e outras coisas. Frequentamos uma boate de swing porém a gente nunca tinha feito nada na boate até esse dia. Fomos convidados pra uma festa que seria o ” baile de máscaras ” que prometia bastante. A festa aconteceu em um sábado a noite. Bom o dia chegou e nos arrumamos e fomos em destino a festa. Assim que chegamos no local notamos que a noite prometia. Muita gente bonita, mulheres gostosas, homens bonitos, enfim a noite mostrava que iria ser perfeita.

Entramos pra boate e lá vimos que tinha vários conhecidos nossos. Dentre eles tinham dois casais que a gente estava de olho a muitos meses. A gente já tentou marcar várias vezes para fazermos trocas de casais porém a agenda nunca batia. A festa foi rolando e quando percebemos já estávamos beijando geral. Eu beijava várias outras esposas e minha mulher também estava quase sempre beijando outras meninas e rapazes. Em uma dessas brincadeiras foi quando recebemos o convite:

– Vai ter uma resenha no espaço reservado, bora pra lá?continua depois da publicidade

O convite partiu nada mais nada menos do que dos dois casais que queríamos a meses. Aceitamos na lata e fomos para os quartos reservados. Quando chegamos no local nossa surpresa foi ainda maior. Pensávamos que seriam a gente e no máximo mais uns 3 ou 4 casais, porém no local tinha cerca de uns 10 a 12 casais e todos bem soltinhos.

Gangbang entre casais liberais

A galera estava bem animada e antes mesmo que a gente falasse algo já tinha uma morena linda me beijando. Nos beijamos gostoso e quando olhei pro lado minha esposa já estava segurando um pau duro nas mãos enquanto beijava um amigo. Aquilo tudo me deixou muito excitado e logo estava pelado e para minha surpresa a esposa de um daqueles casais veio até mim. A gostosa sem falar nada se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar gostoso. Aquela boca macia me chupava gostoso e com muito tesão. Com uma de suas mãos ela segurava firme meu cacete enquanto com a outra acariciava minhas bolas.

Peguei a safada e a coloquei de quatro apoiada em uma poltrona, coloquei a camisinha e empurrei gostoso naquela buceta molhada. Comecei a bombar devagar sentindo meu cacete invadindo aquela buceta quente e apertadinha. Quando olhei pro lado minha mulher estava cavalgando no cacete de um safado enquanto chupava mais um e segurava o cacete de outro com a outra mão. Quando percebi uma amiga se aproximou de mim e colocou a buceta da minha cara para que eu a chupasse enquanto metida na buceta gostosa daquela outra sacana. Eu metia gostoso, chupava buceta, apertava os peitos e minha esposa do mesmo jeito aproveitando tudo sendo bem fodida por aqueles safados.

Logo minha esposa e mais uma safada que eu nunca tinha visto antes estavam de quatro na minha frente. Eu metia gostoso em uma bucetinha, tirava e metia na outra. Outra hora levava o cacete duro pra uma outra safada chupar tudo. Ficamos o resto da noite nessa putaria gostosa. Essa foi uma das melhores transas que tivemos. Nos proximos contos eroticos orgias eu termino esse relato. Espero que todos comentem pois assim saberei se devo continuar.

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Conto erótico professora gostosa fode com nerd cacetudo

Oi tudo bem pessoal? Depois de muito tempo lendo os relatos eróticos de várias pessoas decidi compartilhar a minha aqui. Me chamo Rafael e hoje irei relatar com todos vocês o dia em que eu acabei transando com minha professora da faculdade. Minha professora é bem jovem, morena, com corpo tatuado, peitos siliconados, bumbum empinado, bem depiladinha toda gostosinha.

Enfim a gente sempre teve uma certa intimidade e eu sabia que ela era solteira. Eu também sou solteiro e sempre tive tesão e vontade de transar com ela. Acontece que ela nunca tinha me dado alguma demonstração de que eu teria chances. Em uma sexta feira a noite fiquei por último e decidi conversar com ela até que para minha surpresa ela me perguntou se eu tinha planos para aquela hora. Eu disse que não e ela então me perguntou se eu queria conhecer um barzinho novo que abriu perto da escola. Ela disse que iria ela e algumas amigas e amigos e eu então não vi nada demais e decidi ir. Chegamos no barzinho e lá tinha alguns amigos dela. Ficamos nesse local por umas duas horas porém eu quase não bebi, fiquei mais na coca. Ela por sua vez bebeu bastante e ficou visivelmente embriagada.

Ela bem soltinha acabou falando pra mim que sempre sentiu tesão por mim. Me disse que sempre foi afim de ficar comigo porém sempre esperou que eu tomasse a iniciativa e eu nada fiz. Educadamente ela me chamou de fraco kkkk mais isso pouco importa. Chamei ela pra irmos embora e ela toda assanhada me abraçou e assim saímos do local. Assim que entramos no carro não é que ela mudou completamente seu comportamento! Ela sorriu olhou pra mim e disse:

– Gostou do meu showzinho?

Caralho eu olhei bem pra ela sem acreditar no que estava acontecendo. Foi quando ela me disse que não estava bêbada aquilo tudo era apenas pra não dar na cara. E antes que eu falasse algo ela me deu um beijo suave e gostoso que me deixou de pau duro na mesma hora. Abracei seu corpo e senti seu perfume gostoso enquanto beijava aquela boca macia e gostosa. Rapidamente liguei o carro e saímos do local indo direto pra um motel. Assim que chegamos fui direto pro chuveiro e ela veio atrás. Ali tomamos um banho quente e gostoso onde beijei e chupei todo aquele corpinho gostoso que ela tem.

Transei com minha professora safada

A peguei no colo e a levei pra cama onde ela se deitou e tive uma visão linda de todo seu corpo nu. Seus seios lindos, seu corpo todo perfeito e aquele olhar de safada que mexe comigo. Não perdi tempo e fui logo beijando todo seu corpo começando por sua boca e fui descendo bem devagar beijando seu pescoço fazendo com que ela se contorcesse toda de tesão. Quando cheguei em sua barriguinha dei leves mordidas e notei quando ela gemeu e pediu pra que eu chupasse sua bucetinha. Não perdi tempo e fui direto em sua pepeka gostosa. Ela estava perfeitinha, toda cheirosinha e bem molhadinha de tesão. Passei então a língua bem devagar por toda sua buceta e quando cheguei em seu clitóris ficando passando a língua em volta e brincando com ele. Fiquei por uns cinco minutos chupando sua bucetinha gostosa.

Foi quando ela pediu pra que eu a fodesse gostoso. Eu já estava com pau duro, latejando de tesão e bem pedi pra que ela me chupasse. Naquele tesão todo tudo oque eu queria era penetra-la bem gostoso. Pedi pra que ela ficasse de quatro e assim a gostosa fez. Nossa ela tinha uma bunda linda, toda empinadinha e bem gostosa. Tudo ficou ainda mais gostoso quando ela toda empinada olhou pra trás e disse:

– Vai safado, me fode vai, soca esse pau gostoso em mim vai.

Não pensei duas vezes e coloquei meu pau duro na portinha da sua buceta. Fui forçando bem devagar até que senti todo meu cacete socado dentro daquela xoxota quente e gostosa. Passei a socar com ainda mais força quando ela passou a gemer mais alto pedindo pra que eu metesse tudo em sua bunda gostosa. Aquela mulher nua sabia realmente como foder gostoso. Eu metia em sua buceta, puxava seus cabelos e dava tapas em sua bunda gostosa a fazendo gemer algo de prazer. A safada gemia e pedia a todo momento que eu metesse com força de verdade. A muito tempo eu não fodida uma bucetinha gostosa e molhada como aquela. Não demorou muito quando ela deu uma gozada deliciosa enquanto eu empurrava meu cacete todo em sua bunda linda.

Pouco tempo depois dela gozar eu pedi pra que ela sentasse e galopasse gostoso na minha rola. Não deu outra, a safada rebolava demais sempre gemendo alto e querendo que eu socasse até o talo. Acabei não me aguentando e falei que iria gozar. Foi quando a safada se colocou de joelhos na minha frente e eu então dei um banho de porra em seu rostinho de lerda. Ela sorriu e disse que aquela tinha a transa que ela precisava. Desde esse dia pra cá nos tornamos bons amantes e transamos sempre que podemos. Espero que tenham curtido pois logo terei mais um conto erótico professora sacana que sabe como meter gostoso.

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Rapidinha no capô do carro

Me identificarei como Eliseu.

Sou um cara normal, 167m, 77kg, corpo de gente que adora uma cervejinha no final de semana.
A alguns anos me relaciono de forma casual consensual com alguém que irei chamar de Alexandra.
Uma mulher de seus 1,75m, branca, cabelos pretos, boca grande e lábios deliciosos. Carnuda e gostosa.

Ela é grande amiga de uma grande amiga e isso nos tornou grandes amigos também. Hoje fazemos parte de um grupo de amigos que vez ou outra nos encontramos. 99% das vezes que isso acontece, eu e Alexandra transamos.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Já somam quase 6 anos que esse sexo acontece. Entre idas e vindas, desentendimentos e frustrações, hoje temos a nossa situação bem resolvida. Eu moro no Rio e ela em outro país sul-americano. Mesmo com essa distância, sempre que dá nos encontramos e é praticamente impossível evitar o desejo do nosso sexo.

Eu e ela temos uma química muito forte. Desde o beijo até a última gozada. Além de tudo, temos gosto pela sacanagem e por um sexo safado. O que torna a química mais forte e os desejos ainda maiores.
Gostamos na cama de praticamente tudo igual. O sexo com tons de perversidade e um alto grau de safadeza nos define muito bem.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Temos diversas situações pra relatar. A que trago hoje é de uma vez que reuni esse grupo de amigos aqui na minha casa.
Eu estava voltando de 2 anos morando em outro estado, longe do Rio. A Alexandra morava no Rio ainda e veio também.
Foi uma época que eu andava saudoso dos nossos hábitos aqui e sentia falta do calor das nossas mulheres também. Sentia muita falta dos beijos quentes e do sexo gostoso que tinha com Alexandra.

A gente não precisava combinar nada. Ela chegaria e entre trocas de olhares, bebidas, risadas e conversa, a gente já sabia que a noite terminaria em sexo.

Essa vez tinha um ingrediente especial: saudade. Além da vontade de sempre, uma pitada de saudade daquela boca e daquela buceta me enlouquecia.

Ela chegou junto com alguns amigos e tratamos de botar o papo em dia. Foi um dos dias que menos consegui disfarçar a vontade que estava dela. No meio da resenha, já estava sentado do lado dela, meio que abraçado com ela. A gente já sabia como a noite iria terminar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A resenha foi acabando e os amigos indo embora. Ela ficaria pra ir embora mais tarde, como sempre, éramos os últimos.

Como estava recém chegado ao Rio de novo, estava na casa da minha mãe e aquele dia, era uma das noites que não iríamos pra motel.

A gente se pegava em qualquer lugar. Temos uma infinidade de fodas no meu carro. Ela acompanhou todas as trocas de carro que fiz e fudemos gostoso dentro de todos eles.

Quando todos foram embora e ficamos a sós, sem necessidade de conter a vontade, nos entregamos aos beijos safados que a gente dava. Era gostoso, molhado. Meu pau fica duro na hora. Não consigo beijá-la sem acariciar sua buceta, mesmo por cima da roupa ou metendo dois ou três dedos nela, brincando com o grelinho, bem gostoso.
Não foi diferente. A gente se beijava e se tocava com tesão. Eu na buceta dela e ela no meu pau.
O clima de putaria entre nós é a coisa mais deliciosa que existe.

Eram por volta de 23h e a gente estava se pegando na porta da minha casa, encostado no carro do meu inquilino, da casa de trás. A casa é no final de uma rua fechada e essa hora, não tinha mais ninguém na rua. Mas a probabilidade de ser visto ali era bem grande, o que aumentava ainda mais o tesão dessa brincadeira.

Entre os beijos safados e a sacanagem que a gente fazia, eu já estava chupando seus peitos enquanto ela me batia uma punheta e gemia no meu ouvido.
Eu amo aqueles peitos. Adoro senti-la cavalgando de frente pra mim, enquanto esfrego minha cara nos peitos dela. Chupo, lambo, mordo os mamilos e gozo gostoso pensando neles.
Eu já estava louco de tesão chupando os peitos dela, quando ela se abaixa e engole meu pau, sem pestanejar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ela chupa um pau como poucas. É disparado um dos 3 melhores boquetes que já ganhei na vida. Eu adoro o boquete dela.
Meu pau estava latejando na sua boca e ela não parava de chupar. Chupava me olhando, com aquela cara de puta que só ela sabe fazer. Ao mesmo tempo, falava umas putarias gostosas que me enlouquecem.

A gente estava na rua e tínhamos consciência disso. Mas, o tesão falou mais alto. Coloquei ela sobre o capô do carro do inquilino, puxei sua calcinha pro lado e meti de uma vez só, o meu pau naquela buceta. Que já estava ensopada de tanto tesão.
Eu metia com vontade, ela mandava meter mais. Eu alternava tapas gostosos naquela cara de safada, coisa que a gente adora, com puxões de cabelo e beijos safados.

O sexo entre a gente é sempre intenso e daquela vez não era diferente. Estar na rua, com chances de ser visto, deixava tudo ainda mais gostoso e safado, do jeito que a gente ama fuder.

Fizemos ali, na rua, uma rapidinha gostosa que infelizmente foi interrompida por um portão abrindo e a gente tentando se recompor, antes do flagrante.

Ela precisava ir. Trocamos mais alguns beijos e terminamos a noite imaginando a gozada que, dessa vez, não conseguimos dar. Mas, que daríamos com juros no próximo encontro.
Coisa que conto, numa próxima oportunidade.

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Meu Cunhado comeu o cu da minha mulher

Heloísa, minha mulher, é muito parecida com sua irmã Helena. Helô tem 42 anos e Helena 40. Ambas com cabelos ondulados e castanhos puxados para o ruivo. Parecem-se em quase tudo e, apesar de magras, têm seios redondos e grandes sem serem exagerados, pernas bem torneadas e se há uma diferença é quanto à bunda da minha cunhada que é mais cheia e arrebitada. Não tem como não olhar e ficar com aqueles desejos inconfessáveis.
Sou Wilson e tenho 48 anos e meu concunhado Arthur, bem mais jovem, tem 41. E a diferença entre nós não é só essa. Nas vezes em que tomamos banho juntos pude perceber que o pau de Arthur é enorme, comprido e grosso. Assustador mesmo. Meu pau tem 15 cm, o que é normal e o pau do meu concunhado deve ter pelo menos 20 cm. Quando na praia, de sunga, Arthur chama a atenção pelo volume e as mulheres olham disfarçadamente e algumas nem escondem o interesse.

Um dia perguntei para minha mulher se ela e a irmã conversavam sobre sexo e se Helena contava o que faziam, essas coisas que despertam curiosidade. Eu gosto de comer o cuzinho de Helô, embora não seja sua preferência, mas ela já se acostumou e quando eu quero não tenho dificuldade em enrabá-la, o que adoro. Minha curiosidade era se Arthur também comia o cu de Helena, se ela aguentava aquela tora no cuzinho.
Eu e ele, por vezes, falávamos de nossos pulinhos fora dos casamentos ou das aventuras de solteiros, mas nunca tive coragem de perguntar se Arthur comia o rabinho de Helena, dona de uma bunda bonita e apetitosa. Helô me disse que sua irmã e Arthur não transavam anal porque nas vezes em que ele tentou a havia machucado e acabaram por desistir dessa variação sexual.

Arthur é bem discreto e jamais tocou nesse assunto comigo, perguntando se eu comia o cu de Helô, mas ele deve ter percebido que eu tinha essa preferência. Quando estávamos juntos na praia, olhando outras mulheres, eu manifestava essa tendência e elogiava os bumbuns que desfilavam aos nossos olhos. Ele nada dizia, até que uma vez se queixou que como seu pau é grande, as mulheres evitavam dar o cu para ele. Nada me disse sobre sua esposa Helena e eu, que já sabia de suas tentativas frustradas, só pude comentar que “comer um cuzinho de mulher é bom demais”.
Helena é mais séria que Helô, que é mais extrovertida, expansiva e brincalhona. Helô e Arthur têm mais intimidades que eu com Helena, até porque sempre tive um tesão especial por minha cunhada que nunca me deu uma abertura apesar dos meus olhares insistentes para ela e para sua atraente bunda. Já Helô e Arthur até pareciam irmãos, tamanho o afeto entre eles, não faltando abraços e outras formas de carinho sem malícia.
Numa de nossas conversas durante uma trepada eu falei a Helô que Arthur gosta de comer um cu mas tem dificuldades devido ao tamanho de seu pau. Isso parece que despertou em Helô um misto de curiosidade e tesão. Ela perguntou se era assim tão grande o pau do cunhado. Dei uma risada e disse que nunca vi o pau dele duro e que nem quero ver. E perguntei se Helô gostaria de ver.

Foi então que minha mulher me contou que por três ou quatro vezes Arthur a abraçara por trás (ele começara com esse costume recentemente) e ela pode sentir seu cacete volumoso tocar sua bunda, o que, confessou ela, a deixava excitada. Perguntei então o que aconteceria se um dia Arthur fizesse alguma proposta direta a ela e Helô disse com ar misterioso: “Aí eu iria pensar” e sorriu com ar de mulher safada que eu desconhecia. E emendou: “E você, o que faria? Iria brigar com ele?” Respondi que não, que até seria interessante se isso acontecesse.
Helô olhou para mim fixamente e perguntou: “Você quer mesmo que isso aconteça? Quer mesmo que eu e experimente o pau do Arthur? E se eu gostar?” Aquela conversa me deixou mais tesudo que nunca e ao invés de responder virei Helô de costas, passei gel em meu pau e a penetrei no cuzinho. Quando estava todinho dentro dela disse ao seu ouvido: “Pode dar para ele sim e espero que você goste e aguente a roda dela nesse cuzinho delicioso que você tem”.

Helô, que estava interessadíssima naquela experiência, se insinuou junto a Arthur que sem perda de tempo a convidou para sair na sexta-feira à tarde. Helô trabalhava até às 14 horas e marcaram encontro quando ela saísse do trabalho. Ela me contou do encontro e aprovei a aventura, recomendando que levasse gel para o caso de ele não levar. Isto porque Arthur não iria querer comer só a buceta de minha mulher.
O que se passou no motel naquela tarde foi Helô quem me relatou. Contou que Arthur lhe disse que sempre sentiu tesão por ela mas o medo das consequências era grande e por isso nunca a assediara antes, mas que ultimamente o desejo se tornara incontrolável, etc. etc. Ficaram nus e Helô olhou admirada para o pau de Arthur, passando a acariciá-lo como se fosse um brinquedo e depois colocou a boca nele chupando-o e percebendo que o pau parecia crescer ainda mais.

Arthur estava tesudo, abriu as pernas de Helô e começou a possuí-la. Minha mulher sentiu o volume enorme dentro dela enquanto ele chupava seus seios Arthur não demorou a gozar. Helô, por sua vez, não conseguia se concentrar porque seu pensamento era um só: o pau de Arthur entrando por trás, em sua bunda. Mesmo assim ela simulou ter gozado junto com ele para não desapontá-lo.
Descansaram algum tempo tomando uma cerveja e Helô voltou a acariciar o pau de Arthur. Ao perceber que ele começava a endurecer novamente, Helô virou-se de bruços sem nada dizer. Arthur passou a beijar as costas da cunhada, sua bunda e seu ânus. Ela instintivamente colocou travesseiros sob seu corpo e Arthur sabendo o que Helô estava lhe oferecendo, então encostou seu pau em seu cuzinho enquanto abria-lhe as nádegas com as mãos.
Helô sentiu aquele pau enorme machucando seu cuzinho enquanto entrava pouco a pouco com a ajuda do gel. Parecia romper toda ela. Helô não conteve alguns gritinhos de dor mas não pediu para o cunhado parar. Ajudava como podia mexendo a bunda e achando a posição ideal, onde a dor fosse menor. Em pouco tempo o pau de Arthur estava todo enterrado dentro de Helô que delirava de prazer e de dor. A dor foi diminuindo e o prazer aumentando e como Arthur já havia gozado antes, pode controlar melhor o momento da ejaculação, isto apesar do tesão que o dominava.

Arthur mordia as costas de Helô, os ombros e seus dedos não saíam de sua bucetinha toda melada. Depois de 15 minutos comendo Helô daquele jeito, repetindo o tirar e meter o pau no cu de minha mulher, ele disse: “Cunhada, não aguento mais. Vou gozar”. E gozaram juntos naquela foda deliciosa. Helô foi ao banheiro e percebeu que seu anel estava bastante aberto, totalmente laceado pelo rombo que o pau de Arthur lhe provocara.
Helô ligou para mim enquanto Arthur se vestia e disse só uma frase: “Amor, foi delicioso.” Ao chegar em casa vi que Helô estava sorridente, feliz como uma menina que ganha viagem para a Disney. Perguntei se ele comera seu cuzinho e se doera muito. “Doeu sim, mas adorei, amor”, ela respondeu. “Acho que o Arthur também gostou e vai querer mais vezes”, completou. “Por mim tudo bem”, respondi, “mas agora vou querer também comer minha cunhada Helena”. Helô sorriu e disse: “Boa sorte com minha irmãzinha. Sei que você quer muito comer a bundinha dela…”

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Me tornei corno e não sei o que fazer

Olá leitores.

Se você tem ou já teve vontade de ser corno veja o que aconteceu comigo…

Somos casados a 11 anos, até tivemos uma certa curiosidade logo no início sobre troca de casais, más ficou somente na conversa mesmo.
Sempre que fazíamos amor eu ja imaginava alguém beijando e tirando a roupa dela, puxando a calcinha de lado e chupando a bucetinha depiladinha que ela tem, isso eu ja ficava louco de tanto tesão…

Minha esposa sempre gostou de homens mais de idade, e cabelos grisalhos.

No início deste ano eu vi uma troca de msg no watsaap dela com  um cara mais velho, cabelos grisalhos, 55 anos, (ela me disse) e nas msgs havia conversas não tão pesadas mas com certa intimidade, isso já me deu um ciúme enorme, tirei perguntas dela, é claro que ela ficou brava e disse que não era nada demais.
Más fiquei desconfiado e comecei a investigar os dois…
Pra resumir, eu clonei o whatsapp dela e vi as conversas dela com ele, descobri que estão saindo a 4 anos, fiquei sem chão, e pra piorar o filho que temos de dois anos é filho dele….
Eu ainda fiquei monitorando as conversas deles por duas semanas,..Me senti muito mal em ser enganado.

Uma coisa é você imaginar sua esposa sendo fodida bem gostoso por outro macho, outra coisa é isso acontecer de verdade, é totalmente diferente.
Então eu decidi abrir “o jogo” com ela e disse que havia descoberto tudo, ela negou, más como eu tinha as conversas e havia feito a impressão eu mostrei a ela todas as msgs, ele pegou começou a ler e começou a chorar, não fiz escândalo, ele me pedindo perdão e eu só o ódio.
Minha vontade era de sumir, ela pediu pra eu pensar, dar um tempo e não fazer nada de cabeça quente.

Continuei ainda em casa, mas sem dormir com ela. A raiva foi diminuído até que comecei a lembrar que eu sempre tive o tesão de imaginar ela com outro sendo fodida bem gostoso por outro, isso fez a minha imaginação ficar a mil, já estava sentido um misto de ciúme, raiva e tesão imaginando como começou, quando, e onde eles fodiam, nisso ja comecei a bater punheta mesmo ainda não conversando com ela, pois estava ainda com raiva, e gozei como animal em uma punheta imaginando ela debaixo dele sentindo o cacete do cara que comeu ela entrar e sair melado da bucetinha dela apertadinha e depilada.

No sábado passado eu já com tesão de não ter ainda transado a mais de um mês com ela devido a raiva, e depois ter indo na casa de um casal de amigos e lá tomamos umas cervejas. Quando chegamos em casa ela veio me agarrar pegar no meu pau já duro, mas eu se fazendo de difícil, ela entrou no quarto eu fiquei sala de pau duro, passou uns 5 minutos me chamou pra entrar, eu entrei ela esta de camisola vermelha transparente curtinha com uma calcinha da mesma cor apertadinha que deixava a bucetinha dela inchadinha e socada na bunda dizendo: “vem me comer”!
E já louco de mais tesão do que raiva eu já tirei a roupa e fiquei pelado, o pau já latejando, já comecei a pensar de que jeito ele devia ter comido ela,
Já fui logo pensando ele olhando ela deitadinha esperando ele ir em cima dela, eu já fui logo abrindo a perna dela puxei a calcinha de lado, ela estava depiladinha escorrendo fui logo chupando ela e enfiando o dedo na sua bucetinha lisinha imaginando que ele teria feito o mesmo….

Eu já estava quase gozando, dai eu abri ela todinha na posição clássica “papai – mamãe ” foi colocar o pau entrou direto de tão molhada que ela estava, ela gemendo tão gostoso e rebolando feito louca debaixo de mim me beijando, eu sentindo o calor do interior de sua bucetinha mordendo meu pau, imaginei o que o comedor que a comeu e fez um filho nela o que deve ter sentindo quando a comeu a primeira vez e todas as posições que ele comeu minha esposa.

Com certeza ele se deliciou em cada milímetro no corpo dela aproveitando cada segundo, chupando ela todinha enfiando os dedos em sua bucetinha lisinha, sentindo o calor do corpo dela e a respiração dela descompassada com tesão…

Imaginando ela recebendo a pica dele de perna bem aberta, talvez uma pica maior e mais grossa na entradinha da sua bucetinha melada de tanto ele chupar, ele enfiando devagarinho e se beijando ao mesmo tempo, entrando devagarinho, ele falando que ela tem uma bucetinha apertadinha e gostosa, ela rebolando devagarzinho sentindo o peso e o calor do corpo do macho comedor e sentindo sua pica entrado e saindo devagarinho e ela dizendo : “que delicia…”

Até que começam a meter mais forte fazendo barulho que nós conhecemos, eles feito animais fudendo gostoso, ela toda meladinha sentindo um cacete diferente em sua bucetinha, mudando de posição, ela cavalgando em cima dele, de ladinho, em pé, na banheira quentinha do motel, depois devem ter ficado namorando descansando pra começar de novo, só Deus sabe quantas trepadas já tiveram, talvez eu até deva ter comido ela depois de chegar do encontro com ele, não sei…

E quem ja comeu uma casada sabe como é gostoso.

Agora estou sem direção, não sei se continuo vivendo com ela e tento esquecer o que aconteceu comendo ela imaginando ele metendo com ele e conto pra ela, ou se separo de vez.
Ela diz que não tem mais nada com ele mas tenho minhas desconfianças.

O que devo fazer? Continuo e conto que sempre tive tesão em imaginar ela com outro ou separo de uma vez?

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Meu marido pediu pra eu transar com o amigo dele

Oi sou a Júlia, e meu relato é sobre como meu marido pediu pra eu transar com o amigo dele, o Pedro. Sou baiana, mas moro no Rio há anos, morena, cabelos longos e lisos, bunda grande bem redondinha, seios médios e coxas grossas bem torneadas. Não faço a linha magrela e nem gorda, faço mais a linha gostosa, modéstia a parte. Meu marido trabalha numa grande empresa daqui, e sempre curtiu trazer os colegas de trabalho para jantar aqui em casa, alguns amigos bem próximos dele. O meu esposo se chama Bruno, nós dois temos 35 anos e somos casados há 10.

A nossa vida sexual sempre foi agitada, meu marido tem umas fantasias, mas quando envolve outra mulher, sou super ciumenta e nunca pensei em topar esse tipo de coisa, além do mais, meu negócio sempre foi sexo a dois mesmo, pra mim é uma delícia, então não precisava ninguém envolvido nisso, mas um dia uma conversa abriu mais a minha mente e despertou desejos meio inesperados em mim.

Tudo começou durante um jantar com meu marido num restaurante perto da praia. O clima tava maravilhoso e ele me perguntou na lata se eu tinha alguma fantasia não realizada. Pensei um pouco e não consegui chegar a nenhuma conclusão, e fiz a mesma pergunta pra ele, na qual a resposta foi me ver transando com outro homem ou saber que eu tava transando com outro. Fiquei chocada com a revelação e notei meu esposo meio sem graça com minha reação, acho que ele não esperou.

-Nossa! nunca imaginei que você tivesse esse fetiche, achei que você ia responder que gostaria de transar comigo e outra mulher junto.

-Também, amor! mas de uns tempos pra cá tenho fantasiado você com outro cara. Se rolar da gente achar alguém que te atraia, você teria coragem?

-Ahh amor, eu preciso pensar, não sei se teria coragem de dar para outro.

Ele disse que era tranquilo, que eu só pensasse na ideia e tal. Comecei a ver vídeos desse tipo, o marido vendo a mulher com outro cara e a ideia começou a despertar tesão em mim, nunca imaginei. Um dia meu amigo disse que o Pedro viria aqui pra casa assistir futebol com ele e me ajudou no almoço enquanto a gente conversava. Ele comentou que o Pedro tava separado da mulher e tava precisando sair pra dar uma relaxada.

Depois de umas horas ele chegou, foi super educado, trouxe uma caixa de trufas pra mim, um vinho e cervejas. A gente foi almoçar antes do jogo deles, notei que o Pedro não tirava os olhos de mim. Ele é um homem muito bonito, já grisalho, mas com a aparência jovem, não deve ter mais de 40 anos. Toda vez que eu falava algo, ele me encarava com olhar safado e sorria, o que me deixou arrepiada em alguns momentos.

Eles foram ver o jogo, pelo menos meu marido, o Pedro fez questão de me ajudar na louça, e começou a conversar comigo me olhando de um jeito safado o tempo inteiro.

-Nossa, como você tá linda, tinha tempo que não te via, fiquei impressionado como você só fica cada vez melhor.

-Aaaahhh Pedro, gentileza sua, você também está muito bem!

Ele estava me ajudando, senti ele passar por trás de mim e sua respiração bem no meu pescoço. Fiquei arrepiada e senti que minha buceta molhou nessa hora. Ele sabia o efeito que tinha causado e aproveitou pra encostar seu corpo no meu e falar:

-Tô louco de tesão por você!

Eu não disse nada, só aumentei o contato empinando minha bunda na direção do pau dele e comecei a me movimentar, roçando naquele pau gostoso que já tava bem duro. Ele beijou meu pescoço, minha boca, até que ouvimos a voz do meu marido e ele foi correndo ao banheiro e eu respondi que ele já estava indo, a gente não queria dar bandeira.

Voltei pra sala tentando aparentar calma, eu tava muito excitada, assim que o Pedro voltou do banheiro eu tive que checar meu estado e vi que minha calcinha tava super molhada, com aquele cheiro de tesão característico. Disse ao meu marido que ia tomar um banho rapidinho e quando entrei no box comecei a me masturbar pensando no que tinha rolado na cozinha, era quase nada e me deixou desse jeito, imagina quando eu desse pra ele.

Gemi gostoso, brinquei com meu clitóris, coloquei dois dedos lá dentro e a imagem era só do Pedro me comendo, mas depois de gozar tentei segurar a onda, fui para a sala com eles e ficamos conversando no intervalo do jogo. Na saída meu marido já tava super bêbado e apagado na cama dele, fui abrir a porta para o Pedro ir embora e ele disse que tava louco de tesão, que queria me comer, mas fiquei com o maior receio e não fiz.

Os dias foram passando, ia rolar uma festa no trabalho dos dois, os caras levariam as esposas, nada de mais, uma confraternização por conta da aposentadoria de uma colega deles. Eu tava louca pra ver o Pedro novamente, me arrumei de uma mentira sexy, mas sem vulgaridade, não queria deixar meu marido com ciúmes. Chegando lá o Bruno já foi cumprimentar um grupo de amigos e beber, ouvi quando eles comentaram que o Pedro tava na sala dele e já ia descer. Ouvindo isso, avisei que ia ao banheiro e fui até a sala dele.

-Então, não vai descer pra festa?

-Oi gata! vou sim, só estava aproveitando pra resolver umas coisas aqui. Você tá um tesão hoje!

-Me arrumei assim pra te ver…

Depois que disse isso, ele sorriu sacana, se aproximou de mim, enlaçou minha cintura e me beijou. Pela primeira vez senti que sua língua gostosa tava invadindo minha boca e a sensação dava muito tesão. Minhas pernas já estavam moles, meu coração disparado, pelos arrepiados e minha buceta bem molhada.

Ele apertou minha bunda, cravou os dedos com força, enquanto me beijava. Depois parou, levantou meu vestido, tirando tudo, me deixando completamente nua. Ele me fez encostas na mesa, deu um tapa de leve na minha bunda mandando eu empinar e quando empinei senti suas mãos afastando minha calcinha e ele já de joelhos abrindo minha bunda e me chupando gostoso nessa posição.

Eu empinei, coloquei uma mão na boca enquanto a outra usava pra me apoiar na mesa. Eu tava tentando conter meus gemidos, tava com tesão demais, completamente louca, passei a rebolar bem gostoso na boca dele, ele chupava minha buceta, meu cuzinho, me penetrava com ela, me deixou cada vez mais melada. Nem preciso dizer como meu grelo tava latejado de tesão, tava louca pra sentir a rola dele me penetrando, mas a gente não tinha muito tempo.

– Me fode agora! a gente não tem muito tempo, deixa eu sentir esse pau!

Ele então botou a pica pra fora, tava dura pra caralho, ele colocou encostada na minha bunda, começou a bater com seu pau duro, me fez empinar, esfregou os dedos na minha bucetinha e começou a brincar com ela pra me deixar mais molhadinha. Eu ajudei ele abrindo com as mãos e logo o safado me penetrou gostoso, empurrou sua pica deliciosa na minha buceta e me fez gemer de prazer enquanto agarrou minha cintura e bombou com bastante força.

-Aaaaaaiii aaaii aaaiii! ai que pau gostoso, fode mais, mete forte.

-Tu gosta de pica com força ne putinha? delícia poder meter assim na sua buceta.

A gente ficou fodendo gostoso um bom tempo, ele falando mil sacanagens pra mim e eu pra ele. Ele metia tão forte que eu tinha que me segurar na mesa pra não cair, minha buceta ficou toda assada e arrombada naquele momento, mas foi tão gostoso, o perigo de alguém aparecer deixou tudo mais excitante, senti que não ia aguentar e ia gozar, falei pra ele e o sacana disse que tava perto, então tirou o pau, pediu pra eu chupar e já foi logo empurrando na minha boca. Chupei gostoso, abocanhei aquele caralho grosso pulsante e lambi as bolas dele, suguei com muito tesão e ele ficou louco.

Depois de mamar aquele caralho, ele sentou na cadeira dele e me puxou pra sentar no seu colo. Encaixei a bucetinha e comecei a cavalgar no colo dele, sentadinha de gostas, ele segurando minha cintura e minha bunda batendo forte em seu corpo. Pulei e gemi gostoso naquela vara por um bom tempo, até que ele avisou que ia gozar. No meio do tesão mandei ele gozar dentro e assim que senti aquele leite quente de macho escorrendo pela minha buceta, eu acabei gozando também.

A gente se deu conta de que ficamos uns 25 minutos ali. Resolvi me ajeitar e descer primeiro pra não dar bandeira. Depois de um tempo ele desceu, meu marido perguntou onde eu tava, eu disse que estava no banheiro ainda, que tinha sentido um mal estar. A gente curtiu a festa, eu ali relaxada e super satisfeita, até que meu marido chega pra mim e diz que o Pedro parecia muito interessado em mim. Ele perguntou se eu teria coragem de ficar com ele em sua frente, eu disse que não sabia, mas no fundo fiquei satisfeita, mal sabia meu marido que eu tinha acabado de dar para o amigo dele. Bom, o relato ficou muito grande, volto pra contar como foi que eu acabei fodendo com o Pedro, dessa vez na frente do Bruno.

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Sexo no parque: no piquenique há sobremesa

– Não vai beber o vinho? Daqui a pouco vai virar vinagre na sua mão, Carlos.

– Eu vou. Só não consigo parar de olhar para você.

Assim estava o nosso delicioso piquenique no parque com poucas pessoas naquela tarde. Lara me fascinava. Pele branca como a neve, olhos bem penetrantes, uma boca linda. Vez ou outra eu passeava com a mão pelos seus cabelos naturalmente lisos, e ela deixava seu rosto para que minha mão e meus dedos passeassem por ele. Meu coração batia forte a cada vez que ela me olhava, cada vez que seus dedos cruzavam com os meus, cada vez que ela citava o meu nome. Eu tentava deixar minha mente no momento, mas era praticamente impossível. Minha mente sempre partia para uma visão de nós dois em um altar. Sim. Eu queria me casar com aquela mulher, e eu estava criando coragem para puxar as alianças.

Ela notou que eu estava nervoso. Já tínhamos um bom tempo de namoro. Tempo o bastante para conhecermos um o jeito do outro. Ela me olhava e passava com a mão no meu rosto tentando descobrir o que eu queria dizer. Eu me negava, baixava o rosto, tímido, nervoso. Nunca tinha me visto tão nervoso assim! Nem na minha primeira vez eu tinha ficado dessa forma. A pressão me tomava o peito. Engoli o vinho de uma vez só que estava na taça, me ajoelhei na frente dela e ela tomou um susto.

Eu nunca tinha ficado bêbado tão rápido daquela forma. Cacei a caixa aveludada do meu bolso e ela me olhando sem entender realmente nada do que acontecia. Quando eu a tirei e ela viu, notei que a respiração dela também tinha completamente mudado. Ela estava desenfreada, os olhos olhando para minhas mãos e sempre evitando os meus, minhas pernas bambas, ela com a taça de vinho quase para derrubar todo o líquido e eu, abrindo a caixa, disse:

– Lara, casa comigo?

Ela simplesmente desmoronou em lágrimas e eu também. Eu, tremendo, tirei o anel da caixa azul de veludo e o coloquei em seu dedo. Ela, me olhando, com os olhos clareados pelas lágrimas, me disse:

– Você quer isso mesmo, Carlos…

– Quero! E quero muito! Casa comigo?

– Caso! Caso hoje e caso sempre!

Beijamo-nos como se fosse à primeira vez. A abracei forte, e ela também. Nossos lábios não se desgrudaram um minuto. Nossas línguas se cruzavam de forma harmoniosa, um buscando ao outro. Não éramos mais duas pessoas, mas sim apenas um sentimento escancarado e gostoso. Não paramos de nos beijar nem com os primeiros pingos de água anunciando a chuva que estava por vir. Minhas mãos a acariciavam o rosto de leve, e secava suas lágrimas que se confundiam com as gotas de chuva.

A chuva apertava e as pessoas corriam para sair da chuva. Como não tinha onde se esconder, a grande maioria foi embora, enquanto nós dois nos mantivemos por lá. Pouco nos preocupávamos com a roupa encharcada, com o que trouxemos que estava se molhando por completo, com a chuva que batia forte. No mundo apenas existia eu e ela.

Nossos beijos com a chuva iam ficando cada vez mais gostosos. De tempos parávamos de beijar e olhávamos um ao outro, mas nada falávamos. Apenas voltávamos a beijar, e de forma cada vez mais quente, porém amorosa. Como se fossemos um feito para o outro. Nossos corpos colados, minha mão envolvendo a mão dela, minha outra mão a acariciando o rosto. O tempo parecia ter parado para nós dois naquele momento. O tudo tinha se transformado em nada. O céu, a chuva, a grama, tudo era completamente nosso, como se tivesse sido feito para nós dois naquele momento.

Comecei a lhe acariciar o corpo. Aquela chuva me chamava a isso. Minha mão passeava pela sua pele molhada, mas quente. Ela fazia o mesmo, passando a mão pelo meu peito e me amassando a camiseta. Meus dedos lhe acariciavam os braços, o pescoço, passavam pelos seios. Deixei meus dedos pincelando seus seios de forma leve e delicada. Ela me beijava o pescoço, como que querendo mais da minha mão. Ela queria sentir o meu corpo tanto quanto eu queria sentir o dela.

A chuva, severa, não dava descanso, nos deixando a sós na grama em cima da toalha pesada que trouxemos. Eu estava amando aquele momento, e também com muito tesão pela minha noiva. Depois de uma última pincelada com os dedos pelo seu seio molhado, enchi minha mão. Ela suspirou, e me beijou forte a boca, me mordendo de leve os lábios abraçando-me forte. Eu a massageava leve, sem pressa, sentindo seu seio macio na minha mão, com o bico já intumescido.

Ela me acariciava o peito, e me beijava a boca, o pescoço, me mordiscava a orelha. Estávamos em um momento de luxuria mascarado pelo amor que estávamos sentindo um pelo outro. Ela me abraçava forte, me desejando. Um desejo forte que eu também estava tendo por ela. Eu fui a deitando sobre a toalha toda molhada pela chuva e me deitando por cima dela. Os pingos de água batiam nas minhas costas de forma severa, mas pouco me preocupava. Encaixado entre suas pernas continuei beijando sua boca e a acariciar seus seios. Ela me acariciava o rosto para tentar secar a água, mas em vão. A chuva parecia um enorme chuveiro sobre nossas cabeças. Já mal víamos coisa alguma ao nosso redor. Só mesmo a árvore que estava bem próxima a nós.

As carícias continuavam para dentro de sua blusinha, e ela permitia, sentindo minha mão quente tocando sua pele quase na mesma temperatura. Seus olhos se fechavam com as minhas carícias. Ela me abraçava querendo mais da minha mão, e eu queria mais daquele corpo delicioso da Lara. A desejava. Minha amiga, minha namorada, minha amante, minha esposa, minha mulher.

Puxei a sua blusinha e ela a tirou por completo, ficando apenas de soutien. Eu, me levantando um pouco, tirei minha camiseta e também a joguei de lado, voltando a beijá-la com vontade. A vontade aumentava, a volúpia crescia, eu já estava bem excitado pelo momento, pela forma como as coisas estavam acontecendo, e ela idem.

Tirei-lhe o soutien e comecei a mamar em seus seios. Foi uma delícia sentir a pele molhada pela chuva na minha boca. Ela sentia minha língua quente de encontro com o seu mamilo enrijecido e se contorcia, me abraçava forte, me acariciava a cabeça me chamava de meu amor. O que eram carinhos leves transformavam-se em carícias mais que sensuais, quentes, pecaminosas.

Eu mexia minha pélvis contra a dela, e ela correspondia aos movimentos. Minha boca não parava um minuto em seus seios, e ela gemia alto, querendo mais e mais. Eu já louco de tesão com aquela chuva gelada batendo no meu corpo quente, fui descendo e beijando seu corpo inteiro, até chegar entre suas coxas. Quando cheguei fui retirando a sua calça, e ela, cooperando sempre, me ajudou a tirar mais rápido. Conforme eu ia tirando, eu lhe beijava a coxa, a panturrilha, seus pés. Sentia seu corpo por completo na minha boca ávida.

Quando tirei toda sua calça, me deparei com seu corpo que recebia todas as gotas de chuva vestindo apenas a pequena calcinha. Voltei-me a ela, e por cima da calcinha a beijava, lambia, mordia. Brincava com seu sexo por cima do fino pano. Ela me apertava a cabeça com as pernas, me acariciava, se acariciava, queria tirar a calcinha para me sentir por completo e eu não deixava. Apenas brincava com sua xoxotinha molhada pela chuva, pela excitação e pela minha boca.

Depois de um bom tempo de brincadeiras deixei que tirasse a calcinha. Ela rapidamente a tirou, mas antes de eu continuar com a minha boca a chupando gostoso, ela me deu um beijo longo. Depois disso nós olhamos nos olhos, testa colada a testa, e ao mesmo tempo falamos:

– Eu amo você.

Aquilo nos fez escorrer lágrimas, mas não de tristeza, e sim de felicidade. Ela, sorrindo se deitou novamente na grama, e eu, completamente realizado com o momento, me encaixei novamente entre suas pernas e comecei a desbravar sua deliciosa xoxotinha com a língua. Lara se contorcia, gemia, aproveitava cada segundo, como eu também estava aproveitando. Os pingos de água naquele momento pareciam desaparecer nos nossos corpos. Eu já não os sentia, e ela também não. Estávamos nós dois no meio de um universo de sensações deliciosas.

Depois de muito sentir aquele mel delicioso da minha mulher, ela quis me retribuir as caricias. Pôs-me de pé abaixou a minha calça e começou a me chupar. Mas me chupava devagar, longe de ser algo completamente despudorado. Acariciava-me as bolas, beijava meu pênis, fazia questão de senti-lo inteiro com a sua boca. Ajoelhada a minha frente acariciava-me a barriga, as coxas, sempre muito carinhosa, como sempre.

Eu delirava com aquilo. Tinha escolhido completamente certo a mulher para a minha vida toda. Ela, depois de me acariciar tão deliciosamente com a boca e com suas mãos, me chamou para o seu corpo, se deitando novamente. Deitei-me por cima dela, como se estivesse a protegendo das gotas de chuva que desciam como navalhas àquele momento. Encaixei-me entre suas coxas, e a penetrei.

Encaixamo-nos perfeitamente como que se realmente fôssemos um para o outro. Eu a penetrava de forma leve, cadenciada, e ela rebolava junto, para sentir meu pau inteiro dentro dela. Eu tremia de tesão e vontade por aquela mulher. Ela, quente, me abraçava forte, me beijando a boca, enquanto meu pau ia e voltava dentro dela. Nossa vontade. Nosso desejo. Nossa vida. Nada mais existia ali naquele momento tão sublime.

Sentei-me e ela veio ao meu colo. Sentada, rebolava no meu pau de forma deliciosa, sem parar de beijar a minha boca. Nossos corpos quentes unidos transformavam-se em apenas um. Nosso amor se traduzia naquela cena. Ela me envolvendo com as pernas e rebolando no meu colo. Minha boca se enchia nos seus seios. Ela jogava a cabeça sentindo minha boca e a chuva caindo por todo seu corpo. Nossos cadenciados movimentos nos faziam gemer alto. Gemidos esses abafados pela chuva forte.

Abraçados, nos mexíamos cada vez mais. Nosso gozo ficava cada vez mais próximo. Lara debruçava com a cabeça em meu ombro e rebolava cada vez mais. Eu me mexia também, sentindo meu gozo cada vez mais perto. Continuamos aquela deliciosa dança na chuva um encarando o outro. Eu via as gotas de chuva escorrendo pelo seu rosto, pingando nos seus seios que estavam colados ao meu peito. Aquilo estava tão quente e gostoso que não aguentamos, e ao mesmo tempo, nos apertamos muito mais forte e gozamos deliciosamente. Eu a enchi com meu leite quente e viscoso, e ela, rebolava para tirar cada vez mais.

Ficamos ali. Ela sentada no meu colo, com meu pau inteiro dentro dela, pulsando por aquela gozada tão gostosa. Ficamos nos encarando, aproveitando o momento tão delicioso que nos proporcionamos. Nossos corações batiam forte. As caras de desejo logo se transformavam em sorrisos por perceber o que tínhamos aprontado. Abraçamo-nos novamente:

– Te amo, Lara. Nunca vou te deixar. Jamais!

– Eu te amo, Carlos… Te amo como nunca amei homem algum.

Aquelas juras de amor me enchiam o peito de alegria. Vestimo-nos com aquelas roupas encharcadas mesmo e fomos para o carro. Felizes da vida e pouco nos preocupando com o fato de molhar o carro inteiro, iniciamos nossa volta para casa. Logo depois de pouco tempo de estrada, um clarão.

– O paciente está morrendo!

– Adrenalina! Preciso de adrenalina!

– Vamos lá! Três, dois, um, vai!

– Vamos rapaz! Fica com a gente!

Luzes passavam pela minha frente, mas eu não identificava o que era. Depois disso tudo apaguei de vez e me encontrei dentro de um hospital. Perguntei quantos dias eu tinha ficado por lá, me disseram que era a primeira vez que eu abria os olhos depois de uma semana. Olhei para os meus dedos e vi a aliança. A tirei e vi o nome Lara. Desorientado, levantei-me, sem rumo e parti a procurá-la no hospital, mas sem sucesso. Desesperado, sem conseguir pensar direito, acabei saindo de lá. Perguntava a todos lá dentro se tinham visto pela minha noiva. Sem sucesso por ninguém me passar informações, e apenas me lembrando dos últimos momentos que tínhamos passado junto, acabei saindo do hospital e peregrinei à sua procura na cidade.

Até hoje ainda a procuro, seja em outros braços, seja procurando por registros. Mantenho todos os recortes de jornal da época falando do acidente envolvendo meu carro, um ônibus e um caminhão por conta da fraca visibilidade. Desde então, mantenho a aliança no meu dedo. Minha mente, meu corpo, meu amor é apenas dela. E é com esse amor que ainda me lembro da data a qual adorávamos comemorar, que era seu aniversário.

Feliz aniversário, amor da minha vida. Esse cara aqui, apesar dos pesares, te ama e muito, e vai continuar te amando ETERNAMENTE.

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Transando no estacionamento com um desconhecido

Fui para uma festa e terminei aquela noite transando no estacionamento com um homem desconhecido que eu nunca tinha visto na vida.

Lá estava eu, sentada encostada na árvore perto de um parque abandonado, eu estava com fones de ouvido, ouvindo uma música qualquer. Eu estava de calça lycra bem apertadinha e um top cropped azul, que só tapava meus seios e deixava parte de minha barriguinha chapada de fora.

Estava frio, eu tinha acabado de voltar de uma festa, na qual teve uma briga com que estragou tudo! Dois caras tinham se atacado pois estavam querendo ficar com uma puta, a puta foi embora e deixou os caras na confusão, todos foram embora e os caras ainda estavam brigando.

Vi que o cara mais alto, forte e bonito, tinha machucado o sobrecílio e que estava saindo uma pequena quantidade de sangue. Já eram 05:30 da manhã e eu continuava ali, terminando minha garrafa de vodka que se encontrava pela metade. Vi um rapaz se aproximando, perambulando, quase caindo no chão frio.

Ele se aproximou e sentou-se perto de mim, eu permanecia com meus olhos fechados, e logo senti a garrafa sendo tomada de mim. Abri meus olhos e encontrei o cara da festa, gostoso e só, tomando a minha garrafa de vodka. Ele se levantou e me chamou pra cima, estendendo sua mão pra mim e logo me puxando. Ele me levou até seu carro, muito bonito na verdade. Entramos e ele começou a acelerar.

As ruas estavam desertas, oque fez com que ele fosse ainda mais rápido. Só diminuiu a velocidade, depois que chegamos a um motel longe da cidade, mas… um motel?

Ele adentrou e se identificou no portão, esperando as chaves da suíte presidencial, eu estava confusa, e perguntei a ele oque estávamos fazendo ali, ele ficou calado, é claro!

Desceu do carro e mandou eu descer também, desci e fiquei de pé. Ele disse que queria foder comigo, eu me neguei e entrei no carro, ele me puxou pra fora e me imprensou contra o capô do carro, fazendo seu pênis que já dava sinais , roçar em mim.

Transando no estacionamento

Soltei um leve gemido e senti seus beijos em meu pescoço, logo senti ele abaixando o zíper de meu cropped, que se encontrava na frente, logo revelando meu sutiã roxo. Ele jogou minha peça de roupa dentro do seu carro e fechou a porta, eu me neguei a entrar e ele não relutou.

Apenas continuou a me beijar ferozmente e a apertar meus seios por cima do sutiã. Sentia seus beijos em meus ombros, pescoços e bem acima de meus seios. Senti sua mão deslizando em minha cintura, e indo rapidamente em minha bunda, apertando-a com força e me puxando pra si, me entreguei totalmente, queria ficar transando no estacionamento.

Ele arrancou meu sutiã rapidamente e me sentou no capô do seu carro, que já amaçava um pouco com nosso peso. Apertou meus seios e os chupou fortemente, me fazendo gemer e morder meu lábios. Eu puxava seus cabelos e gemia cada vez mais, as vezes ele esfregava seus dedos por cima de minha calça na minha buceta úmida.

O safado parou de chupar meus seios e foi dando chupões por todo meu corpo, até chegar na barra de minha calça lycra, as arrancou e me acariciou por cima de minha calcinha, rendada e roxa. Abri minhas pernas e sentia seus dedos levemente me acariciando por cima daquele tecido. Ele puxou minha calcinha para o lado e penetrou seus 2 dedos em meu buraco, logo socando-o fortemente , me fazendo contrair e gemer alto.

O estacionamento se encontrava vazio, então não me preocupei nem um pouco em gemer loucamente, que nem uma cachorra, não me importei se alguém ia ver a gente transando no estacionamento.

Senti sua língua úmida correr sobre minha buceta, molhada e cheirosa, já imaginei que ia acabar transando no estacionamento. Ele lambia e me chupava deliciosamente, abria minha buceta com a outra mão e as vezes levava elas em meu seio, pra apertar cada um.

Dei um gemido alto e me contorci no capô do seu carro, gozando em seguida, sentindo minha buceta latejar e o meu líquido escorrer em minhas pernas, ele chupou o resto do meu gozo e compartilhou ele comigo, me dando um belo de um beijo.

Saí do capô do carro e abaixei toda sua roupa, chupei sua cabeça da pica e ele me puxou pra cima pelos cabelos, sussurrou alguns xingamentos e me mandou ficar de quatro. Obedeci, calada, senti sua saliva percorrer por meu buraco traseiro, o lubrificando e de vez em quando, ele ainda dava umas chupadinhas ali, oque me levava a loucura, eu segurei no capô do seu carro e empinei minha bundinha em seu rosto, vi ele se levantar e alinhar a cabeça do seu pau em meu buraco, logo adentrando o mesmo. Ele dava leves entocadas em meu cuzinho, sentia meu cu engolir cada vez mais o brinquedo daquele cara de beleza majestosa e seu pau me socava com cada vez mais força, dando chupões e mordidas em minhas costa.

Ele entocava cada vez mais forte, eu gemia ainda mais alto, arranhando a tintura de seu carro e gemendo, gemendo que nem uma vadia arrombada. E era isso que eu era, uma vadia arrombada. Ele gozou junto comigo e me fez chupar todo o seu pau, sentir nossos gostos junto, e limpar ele todinha. Até agora , eu não sabia qual era seu nome, e se duvidar, nem saberia…

O gostoso me colocou de frente, e chupou meus seios, mordendo seus bicos e as vezes apertando um lado enquanto chupava o outro.

Senti seu pau ereto novamente, e já fui abrindo minhas pernas, já me encontrava sentada no capô. Ele pediu pra que eu cuspisse na cabecinha e logo fiz, depois senti seu pau batendo em minha buceta, sem que penetrasse. Ele roçava e eu puxava seus cabelos, arranhava seus ombros, senti ele penetrar com força, sem nem se quer avisar, senti uma mistura de dor e prazer, rebolei contra seu pau, me contorcendo no capô.

Enquanto ele dava entocadas fortes, eu sentia suas bolas de encontro com parte de minha bunda, levei minha mão até meu grelo, me acariciando ali, soltando gritos cada vez mais altos, gemidos e palavrões escapavam da minha boca, eu me masturbava com um lado da mão, e o outro apertava meus seios, enquanto o meu outro seio, era tomado pela boca daquele cara gostoso.

O cara era feroz, ágil, eu sentia muito tesão. Me contorcia e sentia minha buceta contrair seu pau, movimentava meus dedos com mais força e apertava meus seios, logo chegou meu orgasmo, e ele só entocava com mais força, sem dó nenhuma, aquilo estava me rasgando e eu já não aguentava mais, esperei ele gozar em mim sem nenhuma ação, só senti seu gemido rouco e seu líquido escorrendo em minhas pernas.

Nos vestimos e ele me entregou a chave do quarto de motel, falou que se eu quisesse, poderia descansar ali, e se mandou. Nunca mais o vi, que loucura, saí para uma festa e terminei transando no estacionamento com um desconhecido, mas não me arrependo, foi muito bom.

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Gozou dentro da minha buceta branquinha

Sou a Amanda, transei com um cara que conheci no Tinder e ele gozou dentro da minha buceta branquinha deixando ela toda suja com sua porra. Conto todos detalhes abaixo.

Conheci este gato no Tinder como falei, nisto fomos para o Whatsapp e conversamos por uma semana, até que certo dia do nada ele aparece no meu Whatsapp me convidando para ir pra sua casa assistir filme, era uma sexta de chuva, eu estava em casa sem nada para fazer então decidi que ia.

Raspei minha buceta pois sabia que o que ele queria na verdade era sexo, eu logicamente iria sabendo, por isso me preparei antes, deixando lisinha, do jeito que os homens gostam.

Terminei o meu banho, fiquei cheirosa e fui para lá, quando cheguei o safado abriu a porta para mim e eu me deparei com ele vestido apenas com um short de jogar bola que dava para ver que ele estava sem cueca e de pau duro, aquilo já mexeu com meus pensamentos e ele foi além, já me levou direto para o seu quarto.

Gozou dentro

Quando entramos no quarto dele, ele me colocou na parede e me deu um beijo bem forte, de modo que seu pau duro ficou roçando na minha xoxota, eu safada que sou meti a mão e senti a pica dele, era bem grande e grossa, ele gostou e botou para fora do short para eu poder apalpar melhor.

Fiquei masturbando ele e ele me beijando por alguns minutos até que enfim ele me levou para sua cama, tirou a minha roupa e chupou a minha buceta com gosto, deixando ela bem molhadinha, ele passava a língua no meu clítoris e enfiava dois dedos dentro, eu gemia alto e ele fazia com mais força.

O safado chupou até que eu não me aguentei mais e falei para ele me foder que eu queria aquela pica dentro de mim, ele sorriu na hora, e já foi empurrando sua pica dentro de mim sem camisinha e nem nada.

A pica dele era muito gostosa, era tão grande que eu sentia ela batendo no meu útero, deixei ele me comer naquela posição por alguns minutos e depois falei que ia sentar.

Na sentada eu acabei com ele, fiquei sentando com força batendo minha bunda nas coxas dele até que ele gozou dentro de mim, me deixando cheia de sua porra, ele ficou um pouco nervoso depois que o tesão passou achando que eu poderia engravidar por ele ter gozado dentro mas acalmei ele falando que tomava remédio.

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Como me tornei um corno manso

Tenho 41 anos, minha esposa (Simone) tem 34, ela é morena clara, cabelos compridos, 1,67 uns 59 ou 60 kg. Seios de médios para grandes, porém firmes, coxas grossas, quadril largo, bunda bem avantajada, arrebitada, malha bastante. Bucetuda, com a buceta geralmente depilada. Ela realmente é aquele tipo de mulher que chama a atenção dos homens, pelo seu corpo e também pelo seu andar rebolativo.
Somos casados há 11 anos e de uns tempos para cá, comecei a ficar com vontade de ver minha mulher com outro homem na cama, de preferência bem-dotado. Não sou avantajado, tenho apenas 15 cm de pau e sempre que alugava filmes pornô, procurava por aqueles em que os atores são super-dotados, tanto no tamanho, como na grossura. Observava que minha esposa adorava assistir esses filmes e depois de assisti-los trepava muito melhor, com mais vontade.
Comecei a conversar com ela sobre isso, dizendo-lhe que tinha vontade de ver ela dando bem gostoso pra um homem pauzudo. No começo ela relutou, mas de tanto eu insistir ela acabou gostando da idéia e disse que se um dia pintasse uma chance, quem sabe…
Passei a incentivá-la a usar roupas bem justas e curtas, decotadas, pra provocar os outros. Só deixava que ela usasse calcinhas fio-dental, daquelas que ficam bem atoladas na bunda e que não cobrem quase nada da buceta. Quando saíamos, pedia que ela fosse na frente rebolando, só pra ver os outros olharem pra bunda da minha mulher, acho uma uma delicia ficar observando os outros olhando pra minha esposa, desejando-a.
Fiquei cada vez com mais vontade de ver ela fodendo com outro e tratei de fazer alguma coisa para que isso se tornasse realidade. Ela trabalha num banco e vivia me dizendo que um colega de trabalho dela sempre ficava elogiando-a, enfim, vivia cantando minha esposa. Uma amiga dela havia contado pra ela que ele (Renato) era bem dotado e que inclusive quando tinha saído com ele não conseguiu trepar direito devido ao tamanho e a grossura do pau dele.
Assim que ela acabou de me contar isso eu praticamente implorei pra ela que desse papo pra ele e que se estivesse afim, saísse com ele e metesse bem gostoso, porque essa era minha fantasia. Notei que os olhos dela brilharam, acho que ela já estava dando bola pra ele, mas queria uma aprovação de minha parte.
No dia seguinte ela me disse que o Renato a havia convidado pra saírem depois do trabalho e me perguntou o que eu achava. Eu lhe disse que era tudo o que eu queria e que ela fosse bem provocante pra não deixar essa oportunidade escapar. No dia seguinte ela foi trabalhar com uma blusinha super decotada, que deixava aparecer quase metade dos seus seios, sem sutiã, uma calça branca bem apertada, que realçava bem o bundão arrebitado e uma minúscula calcinha fio dental toda atolada na bunda, que aparecia por baixo da calça branca. Eu pedi pra ela que se acontecesse alguma coisa entre eles, se eles chegassem a trepar, eu queria que assim que acabassem, que ela voltasse pra casa sem tomar banho, pra me contar e mostrar o que ele tinha feito com ela. A noite fiquei esperando que ela voltasse. Lá pelas onze da noite tocou o interfone e fui atender, era ela que tinha chegado em casa de carona com ele, eu fui abrir a porta, ela deu tchau pra ele, ele abanou a mão pra mim, jogou um beijo pra ela, que entrou e eu lhe perguntei como tinha sido a noite deles. Ela me disse que eles tinham ido a um motel e que ela não tinha resistido e realmente acabou dando pra ele, disse que nunca tinha mamado tanto um pau como o dele, falou que o pau dele é como a amiga dela tinha contado, muito grande e grosso, que mal cabia na boca devido à grossura, como nos filmes que nos tínhamos assistido e que tinham trepado bastante, disse isso e me deu um beijo. Senti gosto de porra na boca da minha esposa, perguntei a ela se ele tinha gozado na sua boca e ela me disse que na volta pra casa ela veio mamando no pau dele até ele gozar novamente. Me perguntou se eu estava bravo por isso, eu disse que não, que estava adorando sentir gosto de pau de outro na boca da minha esposa querida.
Ela me abraçou e então tirou a roupa e ficou só de calcinha, me mostrando as marcas de chupadas que ele tinha deixado nos seios, no pescoço e no bumbum dela. Isso me deixou com um tesão danado. Como viu que eu estava com tesão, me perguntou se eu não queria ver como ele tinha deixado a bucetinha da minha esposa, não resisti e pedi pra ela tirar a calcinha. Ela deitou-se no sofá e pediu pra eu tirar sua calcinha, tirei rapidamente e tive uma visão maravilhosa da bucetinha dela, estava bem vermelha e muito inchada. Ela me pediu pra colocar os dedos e ver o estrago que ele tinha feito, comecei a passar os dedos e realmente estava bem larguinha e toda ensopada ainda. Perguntei a ela se tinha deixado ele gozar dentro, ela me disse que não queria, mas que na hora, com o pau dele todo atolado na buceta, empurrando tudo e tirando, ela não conseguiu resistir e pediu pra ele encher ela de porra pra ela mostrar pra mim quando chegasse em casa. Eu estava a mil, e ela me perguntou se eu estava contente de saber que minutos antes minha esposa tinha me corneado com um pauzudo, se eu estava feliz de saber que um pauzão de verdade tinha comido gostoso a bucetinha da minha esposa, eu disse que estava super feliz. Então ela me disse que ainda estava com tesão e me perguntou se eu teria coragem de chupar a buceta dela do jeito que ela estava, toda melecada. Não resisti e caí de boca, chupei muito, deixei a buceta da minha mulher completamente seca. Ela deitada no sofá, de pernas totalmente arreganhadas, empurrando minha cabeça contra sua buceta, me agradecendo por ter deixado ela meter com outro, dizendo que tinha adorado meter com um pauzudo e me mandando chupar sua buceta toda ensopada. Enquanto eu chupava ela ficava me chamando de corno manso e me falava que eu não sabia como ela tinha gostado de receber o pauzão do Renato inteiro na buceta e dizia que na próxima vez que fosse trepar com o Renato, queria que eu visse bem de perto….
Quando fomos deitar trepamos muito gostoso, só que a buceta dela estava bem larga, meu pau ficava flutuando, ela ria da situação e dizia que de agora em diante eu teria de me acostumar a comer a buceta dela assim bem larga, porque ela não iria mais se contentar apenas com meu pauzinho e não iria mais parar de me por chifres com homens pauzudos.
Foi assim que minha mulher começou a trepar com outro e fez de mim um corno manso muito feliz.

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