Primeira vez na casa de swing

Eu estou respeitando bastante a quarentena, então infelizmente nessa época eu quase não apronto. As situações que conto são de antes da quarentena. Espero que tudo se normalize em breve para eu poder aprontar mais e contar coisas novas aqui!

Lembrando que minha única rede social é o twitter, então se vocês quiserem manter contato comigo, me sigam lá! @sommelierdenude Eu posto fotos minhas e fotos das minhas aventuras também 😉

Esse conto será como foi minha primeira experiência numa casa de swing.

Eu e Rafael (nome fictício) somos um casal de mente bem aberta. Antes de quarentena, sempre íamos em casas de swing por vários motivos, dentre eles o ambiente costuma ser muito melhor do que em balada normal! Me sinto mais respeitada… Gosto muito!

Na primeira vez que fomos, eu estava um pouco nervosa, estava frio naquela noite e eu estava bem ansiosa porque não tinha ideia do que esperar! Rafa estava ansioso também.

Combinamos de sermos livres lá para fazermos o que quiséssemos, mas caso um faça algo que o outro não goste, era pra avisar com códigos que usamos: fazemos carinho na mão um do outro quando tá tudo bem, e quando estamos aprontando algo que o outro não tá gostando, a gente dá batidinhas no ombro do outro. Isso tem funcionado muito bem conosco.

Chegando lá, era uma balada bem legal. A música alta me contagiava e, depois de algumas cervejas, eu já estava dançando e aproveitando a noite!

Uns minutos depois, Rafa falou no meu ouvido:

– Luna, aquele casal ali tá te comendo com os olhos.

Eu ri e olhei para o casal sem nem disfarçar.

Era um casal muito bonito, também jovem, de mais ou menos a nossa idade. Eles dançavam lentamente, o rapaz por trás da garota, e realmente me olhavam com desejo e cochichavam entre eles. Eu pisquei e mandei um beijinho para eles, bem safada mesmo!

Rafael me puxou até lá e começamos a conversar. Descobrimos que o casal estava interessado em apenas nos olhar por enquanto, e quem sabe algo a mais numa próxima oportunidade.

Nós quatro subimos para o segundo andar, onde ficavam os ambientes para swing. Chegando na primeira sala, já coloquei Rafael sentado no sofá e pedi para o casal somente observar.

Sentei no colo de Rafael, de frente para ele, fazendo o possível que minha boceta protegida pela calcinha ficasse bem encaixadinha em seu pau dentro da calça jeans. Empinei a bunda, deixando o vestido subir de propósito, e ficando só com o fio dental enterrado no rabo que qualquer um ali podia ver se quisesse. Rebolei, me mostrando mesmo. Já estava molhada só por isso.

Beijei Rafael até quase ficar sem fôlego, descendo para o pescoço e levantando um pouco sua camiseta até conseguir beijar sua barriga gostosa. Cheguei no zíper da calça e dei um sorriso safado para Rafa, que sorriu de volta e piscou para o casal que nos observava.

Abri o zíper da calça e tirei aquele pau gostoso para fora, já com a cabeça babada de tesão. Meti com tudo dentro da minha boca, tirando um gemido de Rafael, e engoli até onde eu conseguia. Inclinei minha cabeça pra trás, fazendo sucção com a boca naquele pau gostoso até a cabeça e engolindo toda a extensão do pau novamente. Ele gemeu novamente de prazer.

O rapaz do casal já estava com seu pau na mão batendo uma punheta nos olhando, enquanto a garota mordia os lábios de desejo. Chamei ela para me ajudar a chupar e ela aceitou. A garota sentou do lado de Rafael e o beijou enquanto eu o chupava, aquilo era muito gostoso. Eu sorri e a beijei, demos um beijo triplo enquanto o namorado dela batia uma punheta nos olhando.

Alguns solteiros e casais ficaram em volta nos observando e isso só nos deixou com mais tesão ainda. A nossa nova amiga sugava o pau de Rafael quase tão bem quanto eu, ele gemia e empurrava a cabeça dela para ela engolir ainda mais pau, até que ele falou que estava quase gozando. Eu e ela começamos a chupar o pau ao mesmo tempo, cada uma dava uma chupada e íamos revezando, até que ele não aguentou e jorrou porra na minha cara. Eu abri a boca e engoli tudinho, como sempre. Adoro engolir porra.

Viramos amigos desse casal e sempre aprontamos juntos. Quero logo que essa quarentena acabe para voltar a aprontar!

Espero que tenham gostado! Me sigam no twitter @sommelierdenude para ver fotinhos!!

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Namorada querendo ir ao Swing

Olá pessoal!! Me chamo Felipe, recentemente terminei um relacionamento de 5 anos com uma das parceiras sexuais mais “inspiradoras” que já tive. Resolvi compartilhar algumas de nossas histórias. Sempre líamos os contos juntos, agora que moramos em países diferentes vamos escrever alguns rsrsrs.

Hoje vou contar como iniciamos nossa vida no Swing. Desculpem o relato longo. Me empolguei um pouco rsrsrs

Como escrevi acima, me chamo Felipe, tenho 28 anos. Negro, 1,80 m de altura; 70 Kg… Minha parceira, Katarina, mesma idade, morena, cabelos cacheados. 1,68 m de altura. Apesar de ser “gordinha” era muito gostosa. Coxas grossas, um rabo de dar inveja a qualquer uma, peitos pequenos, mas bem durinhos.

Sempre fomos muito ativos na cama. Desde o dia que nos conhecemos, num show do Titãs, aqui em Salvador. Nem chegamos a ir pra casa, ou motel. Transamos freneticamente no fundo do carro. Sempre rolou essa química com a gente.

Fazíamos quase de tudo na cama. Aliás, não só na cama… No sofá… no chão da sala… na mesa da cozinha… no quintal… em piscina de hotéis… no meio do mato em trilhas que fazíamos… Bastava surgir o tesão, não conseguíamos resistir.

Depois de 2 anos juntos, começamos a quase morar no apartamento dela, pois ela morava sozinha. Após uns meses o sexo começou a se tornar rotina, precisávamos inovar de alguma forma. Uma coisa que Kat sempre teve vontade de fazer, mas eu até então não concordava era sexo a três. Mesmo com ela e mais uma mulher, ela sussurrava que tinha umas amigas que poderiam aceitar enquanto falávamos do assunto. Nunca concordei, pois sabia que se ela pedisse para dar pra outro cara na minha frente eu teria que concordar.

Certa noite após bebermos muito, ela estava praticando fazer drinks a base de Rum (Cuba Libre, Mojito…), fomos fazer sexo no terraço do prédio dela. Muito louco de tesão, durante um anal delicioso ela me convenceu a irmos a uma casa de Swing.

No dia seguinte ela acordou cobrando a promessa que fiz. Me assustou quando me mostrou que tinha tudo combinado pra irmos naquela noite. Foi quando me dei conta que minha putinha queria ser putinha de vários outros. Ela saiu e disse que ia comprar umas coisas para a noite.

Chegando no horário combinado para sairmos ela começou a se arrumar. À tarde ela tinha ido comprar um vestido: Azulzinho, bem fino, dava pra ver a calcinha enterrada no rabo. Sem sutiã. O vestido era bem curto, quando ela sentou para colocar o salto alto dava pra ver a calcinha desenhando aquela buceta linda. Não aguentei quando vi a calcinha vermelha de renda manchada. Minha putinha já estava com tesão só em colocar a roupa. Não consegui me segurar. Agarrei aquele tesão de mulher, joguei minha puta no sofá e comecei a chupar aquela buceta. Ela tinha até colocado um óleo com gosto de tuti-fruti, me lembro como hoje. Enquanto chupava ela gemia e perguntava: Vc quer ver sua puta se exibindo hoje? Como estava morrendo de tesão falei que estava doido. E realmente estava.

Não lembro de ter tirado a calcinha dela, mas quando ela gozou fodi ela com muita força. Por estar morrendo de tesão não demorou muito. 10 minutos já tinha enchido a buceta de minha puta de porra.

Nesse dia resolvemos não ir mais à casa de Swing, mas fomos dar uma volta. Tínhamos lido um relato aqui no site sobre um casal que foi a um posto de gasolina se exibir. Fizemos o mesmo. Depois que saímos de casa ela se deu conta que estava sem calcinha, ia voltar pra pegar. Mas já estávamos na garagem do prédio. Falei pra deixar pra lá. Ela deu uma risada sacana e pediu pra eu entrar no carro, do lado do carona. Ela jogou o banco pra trás e sentou no meu pau que já estava duro aquela hora. Demos mais uma no carro, e como eu estava de perna bamba ela foi dirigindo.

O vestido era muito curto, a buceta estava praticamente visível. Fomos pra um bairro distante do nosso, mais pro suburbio de Salvador, não queríamos encontrar nenhum conhecido. Paramos num posto que estava cheio de gente bebendo na loja de conveniência. Logo de cara vi que o frentista deu uma olhada pra dentro do carro e viu as coxas grossas de minha putinha. Saímos do carro, eu acabei indo ao banheiro e a deixei abastecendo o carro. Quando voltei ela estava com a bunda toda pra fora, pois deixou a carteira dentro do carro e estava pegando pela janela. Literalmente a buceta levantada pra fora. Até fiquei observando de longe, pois ela estava muito gostosa. Tinham 3 frentistas olhando a buceta molhada de minha putinha. E eu cheio de orgulho dando um tempo longe, escondido. Quando ela tirou a cabeça do carro com o cartão na mão eu voltei. Dei um chupão nela segurando aquela bunda enorme apertada pelo vestido. Pagamos e voltamos pra casa. Fudemos mais umas duas vezes até cairmos no sono.

Desculpem o relato longo, mas precisava contar esta parte antes de passar para nossas noites em casas de swing pelo Brasil. Se possível mandem um feedback. Este conto eu fiz sozinho, Katarina está de mudança, não está podendo participar por enquanto. Amanhã vou contar como foi no dia seguinte na casa de Swing.

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Coroa gordão comeu a chefinha e o marido

Estava é uma história sobre perseverança e insistência. Devo admitir que não fosse acreditar que ainda pudesse acontecer. Trabalho numa firma faz quase 15 anos. Esta história começou há quase 13 anos. Quando a Adélia entrou como estagiária aqui, ela tinha uns 20 anos na época.

Nessa época, eu me tornei amigo de um zelador que já trabalhava há uns 12 anos na firma. Um, na época, quase cinquentão gente boa chamado seu Arnaldo. Ele tinha um físico de urso entroncado e barrigudo mesmo. Era calvo e estava ficando bastante grisalho, barba e bigode cheios, mas de altura mediana.

— Você viu a nova estagiária? Adélia o nome dela. Hoje, ela tá foda de tão gostosa.

— Cuidado, seu Arnaldo, que ela é sobrinha do maior sócio.

— Não sabia disso. Será que chamar ela de dona Adélia ou doutora Adélia?

— Acho que não. Ela parece bem humilde.

— Ela não deu trela ainda e, sabendo disso agora, eu que não sou doido de arriscar sem ter certeza e pegar uma justa causa.

— E tu acha que teria chance?

— Tem duas secretárias daqui do prédio que até eu já passei a vara. Então acho que consigo sim.

— Hahaha! Duvido, seu Arnaldo. Sou capaz de apostar um engradado de cerveja que tu nunca come ela.

Ele riu, mas aceitou a aposta. Valeria até o momento de ele sair do emprego, ou ser saído. Selamos a aposta com um cumprimento e saí, rindo da safadeza do tiozinho.

Claro que ela era gostosíssima, claro que ela nunca deu condição para ele, apenas achava engraçado o tiozinho babão. Ele também não era idiota de se expor demais e fazê-la perder a paciência dela. Transitava na linha tênue entre ser um tiozinho engraçado e uma demissão por justa causa.

Adélia tinha longos cabelos escuros e lisos e oleosos, que iam até a altura do umbigo. Seus eram seios enormes e macios. Ela tinha pernas e bunda discretos. Seu nariz era afunilado e sua pele bronzeada parecia bastante macia.

Toda hora, o zelador aparecia para dar uma massagem nos ombros da Adélia, quando na verdade tanto eu quanto ela sabíamos bem onde ele queria massagear. As mãos firmes com os dedos no trapézio da morena. Ela suspirou.

— Tá tensa hoje, dona Adélia?

— Não é nada demais.

— Nós dois sabemos que isso vai acabar em sexo, por que não pulamos logo para essa parte?

Olhei para Adélia, esperando uma reação. O cacete duro na calça na expectativa. Seu rosto não demonstrou nenhuma reação. Apenas respondeu.

— Estou esperando um homem de verdade, que encha minha bucetinha de esperma. Não um gordo feio e velho que nem você.

Depois dessa, Arnaldo se calou até aparecer esse homem que ela mencionou.

Henrique.

Ele veio de um estado do Centro-Oeste, para trabalhar conosco na firma. Era um ano mais velho que a Adélia, talvez dois. Nunca decorei. Logo, o Arnaldo também começou a fazer seus avanços no próprio Henrique. Foi quando descobrimos que o zelador era bi e já tinha comido o cuzinho do antigo porteiro, seu Malaquias.

Uma vez, quando estávamos apenas os três, o Henrique cometeu o erro de comentar que estava surpreso como o porteiro tinha gostado tanto de dar a bunda para o Arnaldo. Então, o zelador respondeu a ele:

— Um dia, você também vai experimentar. Vou te ver gozando com a minha pica na bunda. Ninguém deixa de gostar depois que experimenta.

Henrique não disse nada. Eu tinha ficado em dúvida se ele tinha caído em curiosidade ou não. Pouco depois, ele e Adélia começaram a namorar.

Depois de formada, Adélia foi efetivada e fez algumas especializações no exterior. Isso, aliado ao fato de ser sobrinha de um dos sócios, fez com ela se tornasse minha chefa quando tinha uns 27 anos. O cargo de chefia não intimidou o Arnaldo, que continuou “tentando” a chefinha com propostas de experimentar os prazeres do sexo casual com um coroa barrigudo. Adélia sempre ria. Ninguém levava o tiozinho a sério.

Certa vez, nós três voltamos a ficar os três até altas horas para terminar um trabalho. Eu saí para o corredor, vendo o seu Arnaldo entrar na sala para começar a limpar, enquanto Adélia e Henrique arrumavam suas coisas. Consegui escutar o tiozinho aproveitar a pseudoprivacidade.

— Estamos acabando já, seu Arnaldo — disse Adélia.

— Adélia, quando você e o Henrique vão resolver dar o cuzinho para mim? — perguntou o zelador.

— Acho que você não vai ter este prazer — respondeu Adélia.

Seu Arnaldo não desistiu.

— Henrique, eu sei que você está louco para chupar meu pau e dar o seu cuzinho virgem para mim. Apenas está com vergonha pela Adélia. Podemos ir, com anuência dela, para um motel. Dormimos juntos e, na privacidade, você daria o cu bem gostoso para um macho.

Henrique apenas respondeu:

— Acho que você não vai ter este prazer.

Adélia e Henrique casaram quando ela tinha 29. Quando os dois voltaram da lua de mel, teve uma festinha na firma e todos foram convidados, inclusive o seu Arnaldo. Eu era o único fora do trio que sabia dos avanços do tiozinho, por isso fiquei alerta quando vi os três conversando num canto da festa.

— … e eu sonhei que eu comia o Henrique.

— Tem esposa, comeu algumas pessoas aqui do prédio e ainda quer comer o meu cu. Você é doente, amigo — respondeu Henrique e os três riram.

— Você teria vontade de dar para um balofo feioso assim, Henrique? — perguntou Adélia.

— Nunca.

— Eu iria adorar sentir meu pau entrando neste cu virgem. Você iria amar ser possuído e a Adélia não ia deixar de te amar por isso. Seria muito mais que uma foda. Ao te deflorar, teríamos uma conexão para sempre.

Os três riram mais uma vez.

— Ainda vou comer seu cu e a bucetinha da sua mulher — brincou o zelador. — É uma promessa.

— Que você não vai cumprir — sentenciou Adélia.

— Eu sei que vocês têm curiosidade, mas também têm medo — retrucou Arnaldo. — Garanto que, depois desse dia, vocês não vão mais saber viver sem isso.

Um ano se passou.

No aniversário de Henrique, Adélia e Henrique convidaram os colegas mais próximos para passar um fim de semana em seu sítio. Era grande e com uma boa piscina. Tanto eu quanto Arnaldo fomos chamados. Apesar de ser um zelador, trabalhava tanto tempo conosco que era visto como o tiozão simpático da firma.

Então, enquanto todos se divertiam, da varanda eu assistia tudo. Lá estava seu Arnaldo na beira da piscina, tomando sua cerveja, suadinho de calor. Camisa aberta, short curto, havaianas ao lado do sofá.

Nossa chefinha usava um maiô preto comportado na bunda, mas decotado nos seios. Ela chegou à beira da piscina, toalha na mão direita. Comentou com Arnaldo que não sabia que ele estava ali. Mais que depressa, o barrigudo disse que iria sair para ela ficar à vontade. Adélia respondeu que não precisava, ela só iria tomar um solzinho. Arnaldo aproveitou e perguntou onde o maridão dela estava. Ela sorriu e respondeu que ele deveria estar na churrasqueira do outro lado da casa, com o resto do pessoal.

Acabou que Adélia não viu a cara de felicidade no coroa gorducho quando ela se virou para colocar a toalha na mesinha. Ele ficou mais que alegre pela visão da bunda que ela proporcionou sem querer. Vi que o gordão levou a mão ao pau por cima da calça. Ficou lá parado, só olhando o espetáculo que Adélia lhe proporcionava. Até que ela cansou e foi nadar um pouquinho.

Após umas entradas e saídas na piscina, com o maiô e os cabelos molhadinhos, até o meu pau estava começando a endurecer. O seu Arnaldo, por sua vez, estava quase tenho um enfarte com a visão. Adélia se virava para ele ocasionalmente e ele tentava disfarçar de um modo engraçado. Não demorou muito para ele sumir dali. Sabia que tinha ido para o mato, se esconder atrás de alguma árvore para se masturbar.

Horas passaram e, no final da tarde, quando ele já havia voltado há um tempinho, foi a vez do Henrique querer usar um pouco a piscina enquanto a esposinha fazia outra coisa na casa. Antes que entrasse na piscina, de longe eu vi o seu Arnaldo se aproximar do colega e o massagear os ombros sorrindo.

— Antes de nadar, devia passar protetor solar. Você passou o dia todo perto das brasas do churrasco. Se misturar com o cloro da piscina, vai ficar todo pimentão queimado.

O coroa gorducho deu um tapinha de leve na bunda do colega, que se deitou de costas. O zelador ele então pegou o frasco de protetor solar deu uma esguichada na mão e começou a passá-lo

— Você tem mesmo um corpinho lindo por trás. Sempre te disse isso.

As mãos grandes e peludas do zelador deslizaram pelos ombros do meu colega até sua cintura. Quando ele tocou na bunda de Henrique, tive a impressão de ter visto meu amigo soltar uma expressão de prazer. Ele empinou a bunda e Arnaldo continuou aplicando o protetor lá. Então, colocou uma das mãos dentro da sunga do amigo.

— Seu safado, eu não sou como o Malaquias ou o Robson — suspirou Henrique.

Seu Arnaldo tirou a mão de dentro da sunga de Henrique, se debruçou sobre o corpo do amigo e disse no ouvido dele.

— Sei que você não é o Robson. Você é muito mais gostoso do que ele. E, pelo que senti no meu dedo, seu cuzinho realmente é virgem e muito apertadinho. Você é uma conquista muito valiosa para não ser tentada.

Henrique não conseguiu articular nenhuma palavra, permaneceu parado e calado, completamente passivo. Arnaldo o abraçou por trás, colando seu corpo ao dele.

— Nós dois sabemos que é questão de tempo para eu te comer.

Então, o zelador gorducho se levantou e saiu, deixando meu amigo sozinho na beira da piscina.

De noite, com todos dormindo, eu e Arnaldo estávamos vendo um filme na TV. Então, vemos Adélia aparecer na sala. Ela parou na porta.

— Estou com insônia. O que estão assistindo?

Minha chefinha estava vestida com uma camisola bem curta, de malha muito fina, descalça, e os bicos dos seios muito empinados marcando o tecido da camisolinha.

Dissemos o nome do filme, era um inédito para ela, que veio se sentar ao nosso lado no sofá. Reparei que podíamos ver sua calcinha da forma como se sentou. Tanto eu quanto Arnaldo estávamos apenas o calção folgado de pijama, de malha cinza e fina. O meu cacete começou a se avolumar involuntariamente sob o tecido.

Durante alguns minutos assistimos ao filme. A protagonista lembrava muito a Adélia. Então quando chegou nas cenas de sexo, meu pau foi ficando maior e elevando a malha do pijama. Arrisquei uma olhadela de lado para a chefinha, com medo dela perceber e vi que ela estava com a boca entreaberta, a respiração um pouco mais intensa. Também estava excitada.

— O que achou? — perguntou Arnaldo, para Adélia, se referindo à cena de sexo.

— O cara tava com muita vontade mesmo.

— Com uma mulher dessas, tão parecida com você, eu não pensava duas vezes. Comia mesmo! Mesmo agora que estou velho, gordo e Virei tiozão.

— Mas tem umas que gostam de tiozão — falei, tentando animar nosso amigo.

— Tu é casado. E a dona Shirley? — perguntou Adélia.

— Sim, mas a Shirley não tem mais vontade. E ela só reclama, nem uma rapidinha eu consigo.

— Por isso que tu vive procurando um buraco para meter? — perguntei.

— Não qualquer buraco. Tem uns bem especiais. Tem uma bucetinha que meu sonho é encher de esperma — respondeu Arnaldo, coçando sua barriga volumosa e olhando para Adélia.

— Olha lá, hein? Eu sou mulher casada e de respeito. E sua chefa. — Mas ela falou sorrindo.

— Não veja problema nenhum nisso. Meu sonho é comer o cu de um marido depois de foder a sua esposa.

— Você é gay? — perguntou Adélia.

— Ué? Cu não é cu? Eu comeria os dois. É o meu sonho.

Adélia observou calada. Nada disse. Meu pau deu solavancos imaginando a cena e eu procurei me ajeitar no sofá para ver se encontrava um jeito de disfarçar.

Meses depois, veio uma revelação importante no que começou com um chopinho inocente com a nossa chefinha gostosa. Demorou, mas o zelador tinha conseguido convencê-la a tomar uns goles com a gente sem o marido depois do expediente.

Claro que todos sabiam que ela era casada e fiel, mas simpatizava com o zelador e me tratava como melhor amigo. Parecia que Arnaldo havia descartado de vez a possibilidade de comer ela e o marido. Com o passar dos goles, a conversa se tornou cada vez mais íntima e nos desafiamos em um joguinho. O perdedor teria que responder uma coisa “que nunca contou a ninguém”. Os dois toparam meu desafio. Arnaldo venceu e Adélia perdeu.

— Você e seu marido já compartilharam alguma fantasia bissexual? — perguntou.

Fiquei esperando a cara de repulsa dela, que não veio. Primeiro, veio o silêncio pensativo, por fim respondeu.

— Sabe quando vocês, homens, pensam em uma mulher trepando com outra? Fantasiam com isso, batem punheta com isso?

— Sim.

— Claro.

— Até o Henrique já me sondou a respeito — admitiu Adélia. — Nunca pensaram que nós, mulheres, temos essa fantasia também? De ver dois homens transando?

— Sério?

— Pois temos. Eu morro de tesão de ver.

Ela hesitou, tomou mais um gole da cerveja e continuou.

— Uma vez combinamos que, se acontecesse, eu escolheria o outro homem, um desconhecido de nós dois, de uma cidade vizinha que nunca veríamos novamente, e iríamos a um motel com ele.

— Eu poderia resolver essa tua fantasia sem que precisassem de todo esse esquema — ofereceu o coroa.

— Você é nosso amigo, a gente se conhece há anos e eu sou chefa — disse Adélia.

— E eu desejo os dois desde a primeira vez que os vi. Pense em como esse envolvimento emocional aumentaria o prazer.

— Você sabe que isso acabaria de vez com a nossa amizade, né?

— Pelo contrário, nossa amizade se tornaria mais sólida e especial.

— Você é casado.

— E você também.

Um ano passou. Certa noite, eu, Henrique e Adélia tivemos que ficar até quase meia-noite para terminar uma entrega. Decidimos comemorar o sucesso do esforço com um mini happy-hour regado a vinho e chamamos o seu Arnaldo, que também estava trabalhando naquele horário.

Com mais algumas taças de vinho, Adélia foi se soltando mais, e começou a perguntar sobre bissexualidade para Arnaldo, já que soube que ele havia comido o porteiro Malaquias e iniciado um estagiário.

— O sexo com um homem ou com uma mulher é diferente, mas se encaixa. Adoro comer mulheres, chupar, penetrar. Mas também curto transar com homens.

— Prefere ser passivo ou ativo? — perguntou Henrique, soltinho pelo vinho.

— Ser o ativo, mas se você quiser experimentar, sugiro que seja os dois até saber o que prefere ou se quer ter os dois juntos. Se quiser eu falo com o Robson, o estagiário, o cuzinho rosado dele é um bom começo para ti.

Henrique calou-se. Adélia parecia ter sua curiosidade aguçada e pediu mais detalhes, o que o zelador já tinha feito, com quem, como era.

Arnaldo explicou tudo e reservou-se o direito de não revelar mais nomes por uma questão da privacidade dos parceiros. Que a maioria tinha sido no passado e não transava com ninguém desde o estagiário. Mas garantiu que, com o tempo, aprendeu o que dava prazer para homens e mulheres.

Adélia trocava olhares com Henrique e Arnaldo. Imaginei que ela devia realmente estar ficando curiosa. O zelador foi tomando a iniciativa e começou a roçar sua perna na perna da chefinha e disse:

— Se vocês estiverem interessados, sabem muito bem que posso iniciá-los nesse mundo. Com discrição. Ninguém saberá.

Adélia respondeu que estava ficando tarde e encerrou o happy hour.

Alguns meses depois, eu estava no escritório da Adélia discutindo um tema quando o zelador entrou e começou a limpar um sujo do chão. Súbito, Arnaldo pôs as mãos nos ombros da nossa chefinha, como que para surpreender, e começou a massagem. Adélia fechou os olhos momentaneamente, recuperou a compostura e voltou a conversar comigo. Alguns momentos de massagem e Adélia já estava cedendo certas interjeições surdas.

— Fala logo hoje que você quer me comer e vamos acabar com essa massagem — disse ela.

— E tomar justa causa?

— Se eu disse que pode dizer, é seguro.

As mãos relaxaram dele e subiram pela nuca lentamente. Em vez dela escapar da massagem, se permitiu ficar sem qualquer arrependimento.

— Sou uma mulher casada, lembra?

— Não há nenhum problema — respondeu seu Arnaldo. — Eu também sou casado. Não estou querendo um casamento. E não tenho problema em comer marido e mulher.

Adélia suspirou.

— Nunca cheguei a comer um casal ao mesmo tempo — continuou o zelador. — Seria uma nova experiência, ainda mais com dois amigos.

Adélia olhava para mim, com vergonha e hesitação.

— Por que nós dois? Por que sempre nós dois? Tem tanto casal por aí.

— Um casal jovem, lindo, gostoso. Desde que conheço vocês, sempre tive curiosidade de ver os dois nus, sempre fiquei imaginando como era a sua buceta, o pau dele e os seus cuzinhos.

— Pensei que fôssemos amigos.

— Justamente por sermos amigos há tantos e tantos anos. Imagine todo o envolvimento emocional. Não seria apenas uma transa. No momento em que vocês se entregassem a mim, nós três sabemos que será um caminho sem volta. Um mundo novo de descobertas para vocês. Não está interessada, nem curiosa?

Adélia não estava e, mais uma vez, Arnaldo saiu sem conseguir saciar seu desejo.

Uma noite, estava terminando de arrumar minhas coisas. Henrique já tinha descido. Eu olhei na direção do escritório da chefinha. Ela e Arnaldo estavam sozinhos outra vez. Claro que Arnaldo estava louco de vontade de massageá-la de novo, mas nada fez. Fiquei surpreso ao descobrir que ela também estava a fim.

— Faz aquela massagem esperta de novo, seu Arnaldo? — pediu Adélia. Entendi que ela gostava daquele pequeno joguinho, de vê-lo rondando, mas cortar suas expectativas. Enquanto ele não cruzasse alguma linha, iria deixá-lo fazer as massagens.

O zelador obedeceu, se aproximou dela, que estava relaxada e começou a massagear os ombros da chefinha.

— Que gostoso, seu Arnaldo! Essas patas de urso escondem mãos de anjo.

Arnaldo soltou um sorriso. Adélia ficou ainda mais à vontade na cadeira, de olhos fechados, apenas sentindo os toques dele. Sua respiração parecia profunda, serena.

— Isso! — respondeu ela, jogando a cabeça para trás.

Arnaldo deslizou suas mãos do pescoço para os ombros, até os braços. Adélia já estava ficando toda ouriçada. Então, o tiozinho soltou risada, parou a massagem, pegou a vassoura e o balde e saiu.

Parecia que, aos poucos, Arnaldo ia vencendo a resistência do casal.

Um dia, quando Adélia já tinha 32 anos e o Arnaldo era um sessentão, nós descobrimos que faria 25 anos da presença dele na firma. Era um dos funcionários mais longevos e queridos por todos, que não conheciam seu lado taradão. Fizemos uma festinha para ele, que foi comemorada mesmo com sua ausência, por ter sido acometido por uma forte gripe que o derrubou por uma semana.

Adélia e Henrique acharam isso triste e, quando ele melhor decidiram convidá-lo para uma comemoração particular no apartamento deles. E decidiram me chamar também, uma vez que era o amigo mais próximo de todos os três ao longo dos anos.

Naquela sexta de noite, fui para a casa dos meus amigos. Inventei em casa que era um madrugadão para entregar tudo até as seis da manhã do sábado e teria que dormir no quarto de hóspedes deles. Chegando lá, sou recebido pelo casal muito simpático.

— Nós gostamos muito do seu Arnaldo, mas você sabe, o único que sabe, que ele tem suas… excentricidades — justificou Adélia. — Queríamos você conosco que a sua presença pode inibir ele de encher muito o saco.

Não que tenha demorado muito. Assim que o seu Arnaldo chegou, cumprimentou todos, sentou-se no sofá e, tal qual um tiozão do pavê, soltou:

— Queria deixar bem claro que, esta noite, eu vou dar e, mas apenas comer vocês dois.

Nós quatro soltamos uma risada e começando a papear a comemoração pelos 25 anos do Arnaldo na firma. As horas foram passando. A comida e a bebida também. A conversa continuava boa e decidimos jogar pôquer.

Arnaldo era péssimo no jogo e perdia todas as fichas logo de cara.

— Eu não quero mais jogar com ficha. Sou ruim demais nisso — disse o tiozão coroa.

— Mas já vamos parar? — resmungou Henrique.

— A gente pode apostar outra coisa, chega de fichas.

— Micos, dinheiro de verdade… — sugeri.

— Que tal strip-pôquer? Quem perder tira uma peça de roupa — sugeriu Arnaldo.

Depois de algumas queixas da Adélia, ela concordou. Continuamos jogando e Arnaldo continuou perdendo. Perdeu as meias, as calças e a cueca, ficando com o cacete de fora. Era um pau bem pentelhudo, cheio de pentelhos grisalhos, veia para caralho e uma cabeçona rosada. Adélia e Henrique olharam e, por um momento, ficaram nervosos, engolindo a seco e tremendo na base.

— Se você perder a camisa, acaba o jogo para ti — disse Henrique.

— Já que é tudo ou nada, poderíamos dobrar a aposta? Quem perder a próxima, tira tudo? — sugeriu Arnaldo.

— Eu tenho uma ideia melhor — disse Adélia. — Vamos elevar a aposta para o tudo ou nada mesmo. Se você vencer a próxima rodada, nós aceitamos transar com você esta noite. Se você perder, nunca mais nos pede isso.

— Parece justo. Topo.

— E eu? — perguntei.

— Também quer nos comer? — brincou Adélia.

— Se ele vencer e eu ficar em segundo, quero assistir e filmar.

— Sempre soube que você torcia por isso! — disse Henrique.

— Amigos, amigos, boquetes à parte — disse Adélia. — Se você ficar perder para gente, vai ter que chupar ele agora na nossa frente.

— Justo.

Começamos a rodada final. Eram dois sofás, um de frente para outro, e uma mesinha de centro. De um lado, eu e Arnaldo. Do outro, Adélia e Henrique. Eu estava concentrado no jogo, mas Arnaldo não parava de olhar para o casal.

Os dois perceberam e resolveram jogar o jogo dele. Eles abriram as pernas, deixando a imaginação de Arnaldo completar o que estava por baixo das roupas. Arnaldo respondeu, descruzando as pernas e deixando aparecer o seu pau ereto. Ficamos surpresos com a ousadia dele.

— Se controla rapaz — brincou Arnaldo, olhando para o próprio cacete.

Continuamos jogando, mas parecia que os dois olhavam direto para o pau que pulsava. Por um momento, tive a impressão de ver os bicos de Adélia durinhos como faróis acesos por sobre a roupa. Continuamos e o inacreditável aconteceu.

Adélia e Henrique perderam. Imediatamente, joguei a toalha e permiti a vitória do Arnaldo.

Imediatamente, o caralho de Arnaldo deu um solavanco, explodindo de vontade.

— Finalmente! Demorou, mas finalmente consegui pegar vocês dois! — O coroa gordo se sentia triunfante.

— Até parece que você vai conseguir dar conta de nós dois, seu tarado! — respondeu Henrique.

— Aposta é aposta — retrucou Arnaldo, passando a mão nos cabelos de amigos.

— Isso seria um escândalo na firma — disse Adélia, mais preocupada com a repercussão que com o evento.

— Minha discrição em relação aos dois sempre foi eterna e sempre vai ser — garantiu Arnaldo.

Os dois olharam para mim.

— Todos que saberão estão dentro desta sala.

O casal se olhou mais uma vez e Adélia sentenciou.

— A gente já estava falando sobre essa fantasia de outro homem um tempo. Iria acabar acontecendo um dia. Eu queria um homem mais gostoso e que aguentasse o tranco de ser nós dois ao mesmo tempo, mas já que vai ser você, quero ver se isso aguenta nos ver pelados ao menos.

Aquela atitude cúmplice do casal deixou o zelador ainda mais excitado e seu cacete pulsando. Ele se aproximou da nossa chefinha, trazendo a cabeça dela na direção dele com um dedo no queixo. Adélia o olhou por alguns segundos.

— Essa brincadeira foi longe demais…

— Nunca foi uma brincadeira. Sempre te desejei.

Ela fechou os olhos e abriu um pouco sua boquinha. Arnaldo não pensou duas vezes, enfiou sua língua entre seus lábios, e começou a beijar aquela boca tão cobiçada, entrelaçando sua língua na dela.

— É só isso que você tem a oferecer? — Adélia era dura na queda.

— Esta noite, vocês dois são meus. Vem Henrique.

No começo, Henrique hesitou.

— Esta noite, vamos terminar o que começamos naquela tarde na piscina, Henrique. Seu cuzinho já é meu. Não há por que hesitar.

— Mas…

Arnaldo tascou um beijo de língua no meu colega. Mas logo, parou de resistir e percebi que ele retribuía o beijo do zelador, os dois batalhando suas línguas dentro da boca.

— Eu nunca tinha beijado outro homem na minha vida…

— Então, me beija mais!

Henrique voltou a beijá-lo, enquanto o gordo acenava para Adélia.

— Venham os dois.

— Isso é loucura… — suspirou Adélia.

— Quanto antes sua ficha cair, Adélia, é melhor. Eu não sou a fantasia de uma noite só que vocês planejaram. Somos amigos, nos vemos todos os dias. Vocês lembrarão desta noite, de tudo que culminou neste momento, sempre que me verem. Aceite que hoje tudo mudou.

Adélia caminhou hesitando ao encontro do coroa gordão e os três começaram a se beijar, se acariciando, se pegando com vontade e tesão.

Arnaldo passou suas mãos por entre a nuca do casal e foi conduzindo ambos lentamente ao sofá. Com tesão, o coroa alisou os cabelos de Henrique e Adélia por de trás da orelha.

O meu pau já estava explodindo dentro das calças. Peguei meu celular e, cobrando minha parte do acordo, comecei a filmar o trio.

— Eu sabia que este momento aconteceria no momento que conheci os dois. Mesmo que demorasse anos — disse ele, e foi descendo ambos sem muito esforço até sua cintura, deixando Adélia e Henrique cara a cara com sua pica envergada. — No fundo, vocês dois também sabiam que iria acontecer.

— Sim… — disse Adélia, olhando para o cacete pentelhudo.

— Quero provar essas boquinhas gulosas.

De joelhos no chão, Adélia foi a primeira. Ela segurou no pau do Arnaldo, mas hesitou ao olhar para o marido.

— Liberte-se das noções de fidelidade, minha amiga. Não quero que você traia o seu marido. Pelo contrário, quero que vocês compartilhem essa experiência juntos.

Ela olhou para Henrique, sorriu e colocou o cacete na boca. Dei um zoom para não perder nada e o zelador suspirou de prazer quando sentiu as primeiras mamadas.

— Isso, chefinha… Chupe… Sinta o cacete que vai te comer…

Então, Arnaldo se virou para Henrique e disse:

— Vem, experimenta.

O zelador mostrou o pau duro e molhado da saliva de Adélia. Eu sabia que Henrique estava com tesão, sendo contagiado pela provocação do tiozão. Ele olhava para o cacete com hesitação, enquanto Adélia chupava o pau e acariciava o saco de Arnaldo, provocando um prazer enorme. Henrique estava tomado de tesão e Arnaldo provocou:

— Liberte-se das noções de moralidade que a sociedade te impôs, Henrique.

— Não sei…

— Você está com vergonha da Adélia? Não deveria. Esta é uma experiência que vocês devem compartilhar juntos.

Henrique estava balançando e todos sabíamos ele ia aceitar. O coroa ofereceu o cacete mais uma vez.

— Chupa um pouco. Imita a Adélia. Você sabe que quer, que é gostoso.

— Quem está na chuva é para se molhar — sentenciou Henrique, que se inclinou meio tímido, segurou o cacete duro e deu uma lambida como se experimentasse. Então, ele colocou a boca primeiro com certa timidez, mas logo que sentiu o pau dando uns pulinhos começou a lamber e chupar.

— Você gosta mesmo, rapaz — brincou Arnaldo. — Eu sempre soube que era questão de tempo. Aproveita, não perca a chance.

Ouvindo isso, Henrique deu umas mamadas mais firmes. Adélia passou a alternar com ele, mamando bem gostoso e Arnaldo ficou curtindo aquilo. Aos poucos, Henrique passou a chupar com vontade sentindo muito tesão.

— Me sinto feliz iniciar um amigo. Não haverá preconceitos ou rótulos entre nós agora.

Logo, o casal estava disputando cada centímetro do caralho do gordão. Adélia e Henrique alternavam entre chupar e se beijarem. A pedido do coroa, eles passaram a hora um deles subia para beijá-lo e a outra ficava chupando sua pica e assim se alternando. Arnaldo estava tão tarado de ver toda aquela cumplicidade que seu pau vibrava e dava pulos para cima.

— Isso… A partir de agora, o meu cacete é de vocês…

— Isso é tudo uma loucura… — suspirava Adélia.

— Isso era inevitável — respondia Arnaldo.

Quando era Adélia quem o chupava, ele colocava o dedo no cu dele, para provocá-lo. Os dois tentavam se beijar com o pau de Arnaldo no meio. Uma hora, ela enfiava o pau do coroa até a garganta deixando bem babado, tirava a boca e logo Henrique fazia o mesmo. Eles ficaram assim, dividindo e se deliciando com aquele pau. Eu improvisei um tripé, onde coloquei o meu celular filmando e tirava fotos com o celular da Adélia para que tivessem registros do boquete.

— Chega de preliminares. Tirem a roupa — ordenou Arnaldo, com um tapinha no cabelo de ambos.

Os dois obedeceram e começaram a se despir. Comecei a filmar quando Adélia tirou sua calcinha e seu sutiã, enquanto Henrique tirou sua bermuda e sua cueca, ficando nus na frente do Arnaldo. O coroa não conseguiu evitar o sorriso ao finalmente observar os corpos de ambos.

Henrique não tinha barriga, um corpo esguio, poucos pelos no corpo de um jeito que parecia que depilava e a bunda grande que conquistara Arnaldo.

Adélia tinha seios enormes e bicudos, de tamanho perfeito para uma espanhola, uma barriga enxuta, bundinha redonda, branca e volumosa, e um par de coxas firme. Sua bucetona inchada, de lábios volumosos, tinha pelinhos ralinhos morenos. Henrique deu um tapinha na bunda da esposa.

— Olha que coisa enorme e gostosa!

Acabamos eu e Arnaldo distraídos, olhando fixamente aquela bucetinha de pelinhos ralinhos.

— Satisfeito agora que viu minha buceta? — perguntou Adélia para mim.

— É uma buceta linda mesmo, deliciosa.

— Sempre desconfiei de você também.

Saquei o meu celular do triplé improvisada e, com a anuência dela, tirei várias fotos de seu corpinho e alguns zooms da buceta e sua rachadinha.

O cacete de Henrique estava duraço, só pela expectativa da transa. Parecia estar bem curioso. Vi quando Adélia e Henrique conduziram o coroa gordão para o quarto deles. Peguei um tripé de verdade no armário e posicionei no melhor ângulo e deixei filmando, enquanto faria os zooms e fotos por outro celular.

— Primeiro, o que eu sempre sonhei — disse o zelador.

Então, Arnaldo pegou Adélia pelo braço e a jogou na cama. Ele deslizou lentamente seu corpo pançudo sobre o dela e montou sobre a barriga, colocando seu cacete entre as tetas dela. O zelador puxou as tetas dela para o meio, fazendo um túnel com elas em torno de seu pau. E iniciou uma espanhola, bombeando seu pau entre as tetas de forma que a cabeçona vermelha do seu pau, cutucou os lábios da boca dela. Adélia de bom grado abriu a boca e levou apenas a cabeça de seu pau em sua boca e chupou com tanta força que quando ele puxou de volta para sair de sua boca, você podia ouvir um barulho alto de estalo.

Aquela brincadeira durou até ela pedir para o Henrique ficar de bruços na cama. Em seguida, Adélia pediu para que Arnaldo se sentasse perto dele e oferecesse seu pau para ele chupar. O meu colega nem hesitou e caiu de boca.

Após algum tempo observando o marido chupando o coroa, Adélia começou a beijar as costas do Henrique, descendo devagar até chegar em seu cuzinho. Ela o chupava enquanto enterrava um dedo no cu dele com ajuda de um gel, preparando o rabo dele para algo mais. A essa altura, eu já tinha baixado as calças e batia uma punheta tentando manter o silêncio para não aparecer no vídeo.

Não demorou para que Adélia chamasse o Arnaldo para comer aquele cuzinho que ela tinha preparado para ser desvirginado de vez. Arnaldo parecia muito excitado com tudo aquilo, seu pau duro dava solavancos firmes. Ele pegou uma camisinha e a colocou com o auxílio da Adélia.

— Preparado para ser iniciado de verdade?

— Sim…

Henrique se deitou com uma almofada embaixo do quadril e pediu para ser comido de frango assado. Com ajuda dela, que lambuzou o pau do coroa gordo de gel e o posicionou na entrada do cuzinho do marido.

— Sempre quis que nossa primeira foda fosse na sua cama, para que você sempre lembrasse de ti — disse Arnaldo, pincelando o buraquinho virgem. — Você vai amar ser possuído por mim.

Arnaldo começou colocando devagar, com a Adélia auxiliando e beijando ambos.

— Tá gostoso? Nem entrou nadinha e já está gemendo de tesão?

Henrique concordava gemendo.

— Enfia devagarinho, para não doer, mas enfia — mandou Adélia.

Dez anos de desejo começaram a ser consumado quando Arnaldo devagarinho colocou a cabeça na portinha e o cu de Henrique começou a aceitá-lo. Ele sentiu uma dor momentânea e passou a negar passagem, mas Arnaldo, com gentileza e experiência, se debruçou sobre o corpo do meu colega e disse calmo.

— Relaxa para eu poder entrar, Henrique. Confia em mim.

— Eu confio, mas não estou acostumado.

Arnaldo segurou as mãos dele e elas entrelaçaram.

— Então confia em mim.

Assim, ele conquistou a confiança restando do nosso colega para então penetrá-lo. Eu estava vendo meu colega ser deflorado por uma pica que o desejava há dez anos e imaginava o que passava na cabeça dos dois. Henrique relaxou mais as pregas e Arnaldo foi entrando.

— Aos poucos, você se acostuma com ela… Relaxa…

Ele ia metendo em um vai e vem bem devagarinho. Consegui ir entrando até chegar no talo, restando só o saco para fora. Quando entrou tudo, Henrique deu um gemido. Arnaldo soltou um urro, vitorioso, olhou nos olhos do seu colega e o parabenizou por ter perdido a virgindade anal.

— Você agora é minha mulherzinha — disse Arnaldo. — Meu, inteirinho meu, como sempre quis. Tomei posse do seu cuzinho com o meu caralho inteirinho no teu cuzinho.

Depois, ficou um tempo com o pau lá dentro, sem mexer e começou a beijá-lo, para que o Henrique relaxasse.

— Era como você me imaginava? — perguntou Arnaldo.

— Mais ou menos… — respondeu Henrique, ainda ofegante.

— Eu sabia que você já imaginava o meu cacete no seu cuzinho. Sempre foi uma questão de tempo.

Depois que o meu colega se acostumou, pediu para o gordão comê-lo com vontade. Arnaldo bombou bastante, até que mandou Henrique ficar de quatro. O rapaz ficou e Arnaldo agarrou bem forte na cintura dele e começou a comer com gosto e força. Henrique urrava de tesão, enquanto Arnaldo o comia.

— Adoro ouvir esses urros quando eu como o cu de alguém, mas os teus são especiais, Henrique. Desde que te conheci, sempre quis te comer.

— Então come, vai!

Com o rabo empinado, Henrique aguentou a tora daquele homenzão, enquanto ele metia no seu rabo sem pena. O barrigão batendo no traseiro do meu colega quando o cacete entrava fundo no seu cu.

— Eita rabinho gostoso, Henrique! — Arnaldo deu tapas na bunda dele, segurou pelos ombros e voltou a bombar.

— Isso! Vai! Fode!

— Esse cuzinho era tudo que imaginei!

A Adélia se acabava olhando e se masturbando. Henrique gozou primeiro, espirrando porra no chão. Vi que seu corpo amoleceu como um pneu quando perde pressão. Ele pediu para que o coroa segurasse o gozo para gozar na boca dele, porém Arnaldo não aguentou segurar e gozou fartamente na camisinha. Mas, como que para marcar território dei mais três socadas fortes no cuzinho do rapaz. Depois, o coroa tirou a camisinha e Henrique fez questão de limpar tudo, igual a Adélia tinha mostrado para ele.

Os dois caíram na cama. Arnaldo beijava e sarrava seu colega sem parar, falando como era um sonho realizado.

— Nunca vou esquecer o homem que tirou o meu cabacinho e me abriu para novas possibilidades — respondeu Henrique, completamente entregue aos beijos de Arnaldo.

— Promete que esse cuzinho é só meu e da Adélia?

— Sim…

Com uma ponta de ciúmes, Adélia entrou no meio da pegação e ficaram se pegando. Henrique já estava metendo na esposa quando o pau do coroa finalmente voltou dar sinal de vida e começar a endurecer. O casal parou a meteção e Henrique foi chupar para ajudar. Em poucos instantes, já estava duríssimo.

Agora era a vez da nossa chefa, Adélia.

Treze anos de desejos reprimidos explodiram na risada safada que Arnaldo deu, mas Adélia permanecia inabalável.

— Eu não sou meu marido. Não vou dar para um velho gordo e cansado. Se me quer, vai ter que fazer por merecer.

— Não cheguei até aqui para desistir!

Nós quatro sabíamos que era um jogo. Não sabia se a Adélia tinha esse tipo de gosto sexual ou se, após tanto tempo, quis oferecer um último desafio ao zelador. Mas a cena ficou marcada para mim e Henrique. Meu colega até saiu da frente e deixou os dois se atracarem no meio da cama.

Enquanto Arnaldo não se deixava prender, Adélia não permitia estar por baixo. O coroa tentava a todo custo agarrar os seios dela e chupar os mamilos. Por sua vez, ela tentava quanto podia enfiar um dedo no cu do zelador.

Os dois continuaram duelando pelo controle da situação. Rolou vários tapas na cara da parte dela, mamadas de seios da parte dele, imobilização e mordida das duas partes, até que a nossa chefinha finalmente foi se deixando dominar-se.

Isso aconteceu quando Arnaldo a agarrou pelos ombros de costas e começou a fazer sua massagem. Adélia foi relaxando.

— A quem você pertence esta noite?

Meio tímida pela submissão, Adélia relutava em responder. Arnaldo voltou a massagear com vontade.

— A você.

— Isso mesmo. Depois de todos esses anos, a minha conquista mais valiosa.

Arnaldo continuou a massagem. Adélia se rendeu e jogou a cabeça para trás e os dois se juntaram num beijo ardente.

— A partir de hoje, nossa amizade entra em um novo patamar.

— Sim…

Com carinho, ele a ajudou a se deitar em frango assado na cama. Explodindo de tesão como estava, Arnaldo abriu com força as pernas dela, encaixou a pica na xaninha, e pincelou.

— Eu te disse que isso acabaria em sexo.

Então, ele meteu treze anos de desejo acumulado de uma vez. Adélia gritou e segurou o marido com força, o arranhando enquanto ele aproveitava para mamar seus peitões. Arnaldo a comia com certa violência, não tinha pena nenhuma de arrombar a xoxota da nossa chefa. Segurava-a pelas coxas com força e metia rápido e forte. Adélia gemia e gritava sem parar.

— Caralho, Adélia. Como você é gostosa. Aaaaah. Aaaaaaah. Aaaaaah!

Assim ficaram um pouco, até que ele pediu que Adélia ficasse de quatro para eles. A chefa obedeceu na hora. Arnaldo se posicionou atrás e tornou a meter.

— Fode. Fode. Fode. Fode. Fode. Fode.

— Isso… Aceite que, a partir de hoje, você é minha…

Henrique se posicionou na frente dela, segurou-a pelos cabelos e começou a foder sua boquinha. Meu pau doía de tanto tesão, estava tão duro, querendo apontar para o céu. Enquanto isso, Arnaldo ia metendo. Até eu podia ouvir o barulho das coxas dele batendo na bundinha dela, que era empurrada para frente com as bombadas.

— Isso… Nós três unidos… Sempre foi meu sonho transar com os ambos.

Os seios de Adélia balançavam como gelatina e Arnaldo os agarrava e chupava como se fossem. O coroa a puxou pelo abdômen e enfiou seu pau por inteiro. Adélia gemia alto, mas o som era abafado pelo pau do marido que lhe afogava, entrando na boca cada vez mais fundo, até a garganta.

Alguns minutos assim e Adélia anunciou que iria gozar. Foi quando Henrique começou a urrar deliciado com as chupadas fortes que sua esposa dava no cacete dele e entrou em gozo total, esguichando dentro da boca de Adélia que quase se engasgou com os jatos, enquanto continuava aguentando a tora do gordão, que metia sem pena.

— Estou quase gozando… — disse Arnaldo.

— Goza dentro de mim, por favor! — Implorou Adélia.

— Então aguenta aí!

Ele a empurrou contra a cama se deitou em cima dela. Deu um tapinha no traseiro dela, se apoiou com os cotovelos e a segurou pelos ombros, para que a Adélia ficasse imóvel.

— Ainda quero gozar um dia sem precisar de camisinha…

Arnaldo começou a bombar cada vez mais forte, com seu barrigão apoiado nas costas dela. Os dois pareciam animais, fodendo selvagemente, quase agressivos.

— Se prepara chefinha…

Arnaldo a agarrou com força, urrando, e devia estar injetando muita porra dentro da camisinha na xoxota dela, a enchendo a cada estocada. Como que para marcar o território, deu mais algumas estocadas bem no fundo da xoxota. Em êxtase, ele desabou com a barriga nas costas da nossa chefa, recuperando o fôlego. Parecia ter tirado anos de expectativas das costas de ambos.

Os três caíram na cama e Arnaldo logo procurou a boca de Adélia e a beijou apaixonadamente, suas línguas se entrelaçando. Os três ficaram deitados um tempo para descansar. Vi Adélia quase desfalecer, sem forças depois de gozar, respiração ofegante, gemendo, olhando para todos, sorrindo, o rosto suado e melado. Com um aceno dela, comecei a tirar do seu corpo. Sua bucetinha piscando, toda babada. Sua barriguinha subindo e descendo, num ritmo descontrolado. Seus grandes seios suados, ainda com os bicos duros. Seus lábios inchados de tesão, ainda com vestígios da porra do marido.

Adélia olhou para o zelador, seu amigo… amante… ainda ofegante com sua recém-experimentada excitação. Ela parecia ter encontrado um novo sentimento por Henrique e Arnaldo, não conseguindo mais alcançar plenamente nem por um segundo a repulsa pelo gordo que denunciava minutos antes. Eles ficaram em silêncio assim por um tempo, ainda incrédulos com aquela situação. Percebi no olhar da minha chefinha que ela achava que todos os quatro eram loucos, mas ao mesmo tempo, sabia que essa loucura estava longe de acabar.

Vi Arnaldo sair para descartar as camisinhas e esperei ele voltar ao quarto com umas cervejas que Adélia gritara para ele trazer. Nós quatro nos sentamos na cama, brindamos pela trepada e ficamos conversando na cama ainda nus. Todos satisfeitos: eles pela foda que tiveram e eu pelo show que tive o prazer de assistir e gravar.

— Gostou de dar o rabinho, Henrique?

— Você arrombou meu cu! — disse Henrique. — Puta que pariu! Está ardendo, mas foi gostoso demais!

— Estou satisfeito — disse Arnaldo. — Foi o melhor cu e a melhor buceta que comi na minha vida. Pena que não tenha comido antes.

— Foi só uma transa — respondeu Adélia. — Você apenas nos deixou curiosos o suficiente. Não seremos um trisal nem nada do tipo. Além do mais, você é casado, lembra?

— Não me importo com rótulos. Podem me chamar de amigo, amigo colorido, amante, co-marido, do que quiserem. No final, você sabe que os dois irão querer repetir a dose. Uma vez que começa, a curiosidade não deixa mais acabar.

— Talvez… Mas nada garante que será com você.

— Claro que será. Depois de todos esses anos, nós três sabemos que, se alguém os iniciaria no mundo das fantasias bissexuais, seria eu.

— Foi a primeira e única vez — sentenciou Adélia.

— Adélia, não precisa esconder do nosso amigo — disse Arnaldo, apontando para mim. — A partir de hoje, vocês foram iniciados no mundo do ménage e da bissexualidade. Serei o guia de vocês. Experimentaremos de tudo. Todas as posições, DP, inversão. O que vocês quiserem.

Adélia hesitou.

— Fora das quatro paredes, teremos a mesma relação de sempre. Também tenho uma vida lá fora. Dentro delas, vamos foder excessivamente. Tenho treze anos de gala para esporrar em ambos. Vou usar e abusar dos dois do jeito que eu quiser.

Adélia e Henrique entreolharam-se e ela respondeu:

— Certo, mas a gente te liga quando estiver a fim.

— Por mim, eu comeria vocês de novo agora mesmo — disse Arnaldo.

— Nem para deixar eu recuperar minhas pregas perdidas — brincou Henrique.

— E eu ainda vou querer ver você dando o cu para o Henrique — disse Adélia.

Nós quatro rimos muito e pedimos pizza e ficamos esperando na sala. Eu fui tomar um banho no quarto de hóspedes e Henrique fez o mesmo no principal. Adélia e Arnaldo ficaram na cama conversando. Quando o entregador chegou, peguei as pizzas e fui chamar os dois. Ela já estava cavalgando uma rapidinha no gordão.

Nesse momento, não pensei mais em nada, minha pica já estava quase rasgando o short. Sentei na cama e a abracei pela cintura.

— O que você está fazendo?

Subi minhas mãos, alisando a barriga e, segurando os peitos dela, falei em seu ouvido.

— Admita… Você desejava isso há muito tempo…

Adélia não parou de cavalgar.

— Eu sabia que você iria querer uma casquinha.

Sugando seus seios, seu Arnaldo a puxou para que ficasse deitada em cima dele.

— Para a Adélia ser completamente iniciada no mundo dos ménages ainda falta uma DP — disse Arnaldo.

— Não, eu não dou conta de dois ao mesmo tempo.

— Claro que aguenta.

Abri as nádegas dela com as mãos e passei língua lá. A Adélia tentou se desvencilhar, mas o gordão a segurou e começou a mexer seu pau de leve na buceta dela. Aos poucos, com a minha língua no cu e o pau de Arnaldo na buceta, Adélia se deixou levar, suspirando cada vez mais alto.

Fiquei ajoelhado atrás dela e coloquei um dedo naquele rabinho. Aquela bunda era mesmo espetacular. E o buraquinho era apertadinho.

— Vai dizer que, naquela noite no sítio, você não fantasiou isso também? — provoquei.

Adélia cedeu mais ao ouvir isso e coloquei o segundo dedo, abrindo devagar. Adélia gemia, sem saber se reclamava ou se gozava. Arnaldo ajudou nós abrindo mais as pernas dela.

Encostei meu cacete na entradinha do cuzinho. Senti a Adélia ficando tensa, mas Arnaldo segurou a bunda dela e deu umas bombadas. Em pouco, Adélia esqueceu a tensão, delirando. Assim, comecei a empurrar o pau dentro do cu da chefinha. Ela deu uns gritinhos, dizendo para parar. Eu parava um pouco, depois apertava de novo.

Sentia o pau do Arnaldo quase encostando no meu por dentro das entranhas dela. Aos poucos, com carinho, recuos e avanços devagar, a cabeça passou da portinha. Adélia quase não tinha mais forças, mas quando a cabeça estourou as pregas dela, ela suspirou meio aliviada.

— Safado cretino! — reclamou Adélia, que agora empurrava um pouco a bunda.

— Dar o cu para um amigo necessitado solidifica a amizade — brinquei.

Ela relaxou e ganhei espaço, até o ponto onde metade da vara já estava dentro. Animado, puxei a cabeça da chefinha para perto de mim e beijei aquela boca quentinha. Fui metendo o resto enquanto nossas línguas gladiavam. Mais um pouco e tudo entrou.

Adélia pediu uns segundos, e ficamos todos parados. Ela começou a rebolar, bem de leve, passando da dor ao prazer em segundos. Mexia devagar, ao mesmo tempo sentindo o meu pau no rabo e do Arnaldo na buceta. Ela pediu para Arnaldo abrir bem a bunda dela e me deixar comer ela à vontade. Não me fiz de rogado e comecei a me meter, primeiro devagar, depois indo mais e mais rápido.

Alternamos a velocidade das estocadas até que não aguentei e gozei em suas costas, com os jatos de porra sujando suas costas, enquanto Arnaldo gozou dentro da sua buceta e quase ao mesmo tempo.

Depois disso, comemos a pizza conversando e transferimos fotos e gravações entre o meu celular e o da Adélia. Seu Arnaldo disse que não queria agora, mas pediria à Adélia quando quisesse reassistir.

Conversamos sobre o futuro. O trio estabelecia regras. Aceitavam ser as putinhas do zelador enquanto isso se mantivesse em segredo e desde que isso se restringissem à privacidade do lar quando eles o chamassem. De vez em quando, eu receberia um vídeo novo se quisesse, em troca do segredo. Henrique queria aprender a quicar e concordava com Adélia sobre enrabar o Arnaldo um dia. Falando em enrabar, eu sugeri brincando que a Adélia me desse o rabinho uma vez por ano como presente de aniversário. Para minha surpresa, ela topou.

— Dar o cu para um amigo necessitado solidifica a amizade — respondeu ela e todos rimos, mas acho que Henrique pensou que ela estava falando dele e Arnaldo.

Depois da pizza, cada um para o seu banheiro. Sugeri que eles deveriam ter um sono a três, o que Henrique e Adélia toparam. Assim, Arnaldo adormeceu como um sultão, com o casal aconchegado ao seu corpo na cama deles.

No outro dia, nós fomos embora satisfeitos. Em casa, me permiti me acabar na punheta com os vídeos e fotos, mas tomei o cuidado de transformar para o notebook e apagar do celular. Não queria que vazasse por acidente de jeito nenhum.

No final das contas, valeu muito a pena. Durante o resto da semana seguinte, tudo pareceu normal. Nós quatro agíamos no trabalho como se absolutamente nada tivesse acontecido.

Na sexta, quando estava indo embora, seu Arnaldo me segurou pelo braço e, todo feliz, perguntou:

— A xoxota dela, conforme combinado. O cuzinho dele foi brinde. Quando a gente vai tomar o engradado de cerveja da nossa aposta?

— Tudo isso foi para ganhar a aposta???

Eu nem lembrava mais da aposta. O tiozão começou a gargalhar.

— Agora eles viciaram no meu pau, vou continuar comendo eles toda semana. Mas no começo o eu queria mesmo era só ganhar a aposta.

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Nossa aventura com o novinho na chácara!

Olá pessoal, imagino que essa quarentena está sendo complicada na vida de todos os casais, por mais que a gente sempre tente nos reinventar, as coisas começam a ficar repetitivas.

As noites de sexo com a Lola são sempre sensacionais, memoráveis. Essa mulher me deixa louco a cada vez que transamos. Mas chega um momento que queremos curtir algo diferente, algo que mude a rotina do dia a dia, de estar sempre em casa, mesmo trabalhando, mas entediado de não poder fazer nada diferente. A gente precisava fazer alguma coisa que nos tirasse desse confinamento sem correr os riscos de contrair ou propagar a Covid-19, por isso decidimos fazer um programa diferente, e que pudéssemos ir somente nós dois, pegamos uma barraca emprestada com uns amigos e fomos para uma chácara de um tio dela, a nossa ideia era ficar em uma área mais afastada da casa onde ficava a família do caseiro, assim podia ficar mais perto do rio, ter nossa privacidade e o principal, poder fazer sexo com a Lola de uma forma diferente e sem nenhum pudor, fazer ela gemer e gozar da forma que desejasse, sem pensar se alguém estava vendo ou ouvindo.

Quando chegamos na chácara ainda pela manhã de sábado, conversamos com o casal que cuidava do local, era uma família simples, Carlos e Maria um casal de mais idade e 1 filho, Pablo, um rapaz mais velho, que aparentemente tinha uns 20 e poucos anos. Eles praticamente não saíam da chácara, os mantimentos eram levados pelo Tio da Lola todos os meses, além das frutas e verduras que eram plantadas ali mesmo. Vendo isso, foi mais um motivo para ficarmos afastados, não queria gerar comentários na família sobre as nossas noites de sexo intenso, ninguém sabe ou imagina que nós transamos daquela forma quente e intensa (ás vezes selvagem mesmo). Depois das apresentações, Seu Carlos e o Pablo foram mostrar para nós onde era um bom lugar pra gente arrumar o acampamento e ficar mais à vontade. Tinham algumas árvores por perto, então escolhemos um local mais próximo dessas árvores pra poder ficar um pouco mais escondido também.

Depois de montar a barraca, que era grande, cabia umas 5 pessoas dentro, arrumar as coisas pra poder dormir, ainda era de manhã e resolvemos tomar um banho de rio, estou só de bermuda e sem camisa esperando a Lola colocar um biquíni na barraca, quando ela sai, eu olho aquela morena deslumbrante, de shortinho bem curto com aquelas coxas e bunda gostosa, e somente a parte de cima do biquíni, sem camiseta, coisa linda de ver aqueles seios fartos e deliciosos, quando levanto a cabeça e vejo que ela percebe que estou comendo ela com os olhos, nós trocamos olhares e ela sorri, ela está com aquele cabelo cacheado amarrado, fazendo um rabo de cavalo do jeito que eu adoro, sua nuca de fora é irresistível demais e por mim eu agarrava ela ali mesmo, meu pau já estava completamente duro, mas vamos ao rio para tomar banho e curtir um pouco do lugar.

O rio ficava a uns 150 metros de onde a gente tinha montado a barraca. Chegamos ao local, colocamos as coisas no chão e vamos pro rio, Lola, como sempre me provocando, tira o short bem na minha frente, sorrindo, ela se abaixa e exibe aquela bunda que eu amo olhar, alisar, apertar e principalmente comer. Que tentação. Ela sabe exatamente como me provocar e me deixar louco, dou um tapa gostoso na raba dela e a chamo de gostosa, e ela sorri com malícia. Entramos no rio e a água está super gelada, e com o choque térmico, meu pau acabou desanimando um pouco, rsrs. Lola odeia água gelada, mas encorajo ela a mergulhar de uma vez, ela se aproxima de mim com o corpo arrepiado e ficamos abraçados com a água na altura do peito, dou um beijo nela, sinto o sabor da sua boca, a maciez dos seus lábios, a sua língua úmida e quente, com as mãos sinto a sua pele encostando na minha, e isso me deixa excitado novamente, nosso beijo começa a ficar cada vez mais quente, Lola tira uma de suas mãos dos meus ombros e coloca dentro da minha sunga, sente que meu pau já está ficando duro novamente e percebo, na sua respiração, o desejo dela. Seguro a sua bunda com as mãos e a pego no colo com as pernas envolta de mim, Lola coloca a calcinha do biquíni de lado e esfrega meu pau na sua vagina, seu peito sobe e desce de tão excitada, e ela me olha nos olhos, está entregue pra mim, forço o meu pau na entrada da sua boceta e sua carne se abre, com o contraste da água gelada seu sexo parece ser ainda mais quente por dentro, meu pênis está todo dentro dela agora, ouço um gemido no meu ouvido e sei que ela quer mais, nosso momento é alucinante. Começamos a fazer um movimento mais rápido, nosso frenesi aumenta, meus testículos se esfregam nela, e ela se agarra no meu ombro marcando o movimento, gememos juntos, sinto que vou explodir de tesão dentro daquela mulher, estou com a mandíbula tensionada e ela com a boca entreaberta joga a cabeça pra trás, ela se agarra em mim e sinto meu pau entrando e saindo várias vezes da sua boceta encharcada, minhas pernas tremem de tesão. Lola, como me conhece, fica gemendo no meu ouvido, pedindo pra encher ela com meu gozo, ela crava as unhas nas minhas costas e solta um grito enquanto goza pra mim, sua vagina se contrai e aumenta o meu prazer, após uma estocada brutal eu gozo pra ela também soltando o ar entre os dentes, depois mordo o seu ombro. Que prazer gozar com ela, sentir meu pau latejando e despejando todo o meu prazer dentro dessa mulher que me deixa cada vez mais louco, respiramos ofegantes.

Ela quer continuar, mas ouvimos algumas vozes e risadas se aproximando. Rapidamente nos recompomos e Lola sai da água e se deita no sol pra se aquecer, eu ainda espero alguns minutos para poder “voltar ao normal”. Nisso chega Pablo com as meninas pra brincarem ali no rio também. Acabamos ficando algumas horas na beira do rio brincando com as meninas e conversando com Pablo, que parecia ser um rapaz tranquilo, que gostava de ficar muito em casa e ajudava seus pais. Mas como todo jovem, a gente percebeu em alguns momentos como ele olhava pra Lola com um olhar de desejo. Só com a troca de olhares eu e Lola nos entendemos e começamos a rir, disfarçamos um pouco e começamos a nos ajeitar pra voltar pra barraca, nos trocar e comer alguma coisa. No caminho encontramos o Seu Carlos que nos convidou para almoçar com eles na casa, como não havíamos comido nada ainda, aceitamos. Trocamos de roupa e fomos para a casa, almoçamos e conversamos com eles, conhecemos melhor como eles foram parar ali e como conheceram o Tio da Lola dono da chácara. Entre uma palavra e outra, dava para reparar que o Pablo não tirava o olho de Lola, ela estava com um vestido leve, decotado, e que ia até quase o joelho, mas quando caminhava a gente via o movimento da bunda dela, em um certo momento ele percebeu que eu estava olhando, ficou sem graça e parou de secar minha mulher. Terminando o almoço, voltamos pra barraca pra deitar e dormir um pouco, afinal, a noite a gente queria aproveitar nosso momento e continuar o que tinha começado no rio. Conversamos um pouco sobre os olhares do Pablo, rimos bastante de como ele olhava, parece que nunca tinha visto uma mulher na frente, pensamos que poderia ser até virgem o rapaz.

Quando acordamos, já descansados, resolvemos sentar do lado de fora da barraca. Já estava no final da tarde, quase anoitecendo. A gente estava num momento diferente, completamente apaixonados e assistindo o sol se pôr e respirando ar puro. Finalmente estávamos em uma situação diferente do que a quarentena e o isolamento social estavam fazendo com a gente, precisava disso, uma outra situação, só eu e ela, mais nada de trabalho, família e estresse. Ficamos um bom tempo conversando abraçados, com ela sentada entre as minhas pernas. Voltamos para a casa somente para tomar um banho, lanchar e ‘ir dormir’, já estava noite e tinha muita coisa pra aproveitar ainda. Tomamos um banho rápido e voltamos para barraca. Lá dentro, com o frio, Lola se aconchegou em mim bem manhosa embaixo das cobertas, e começamos a nos beijar, nossos corpos esquentando, e a excitação de um clima diferente do habitual ia tomando conta de nós. Lola acaricia meu pau que já está ficando duro como ela gosta, ela sente que sai uma gotinha daquele caldinho que ela adora. Puxo seu cabelo interrompendo o beijo e peço pra ela me chupar, ela coloca a boca nele, e já sinto que está cheia de água, lambe cada pedacinho dele, punhetando ao mesmo tempo, Lola morde devagar a cabecinha do meu pau e eu deliro de tesão. Ela sabe como me deixar louco. Seguro o seu cabelo e começo a comer sua boca, sentindo a vibração do gemido dela no meu pau. Ela se deita novamente e me pede com todas as letras, “ME FODE”. Quando ouço ela me pedindo, imediatamente fico sobre ela, levanto as suas pernas e vejo seu sexo totalmente aberto pra mim, mas antes de meter e estar todo dentro dela preciso sentir seu gosto, sentir a sua excitação. Chego com o rosto perto daquela buceta, consigo sentir o seu cheiro e sentir a umidade daquele que é meu maior desejo, passo a língua na parte exterior, sentindo seu corpo arrepiar, esfrego a barba de leve na parte interna das suas coxas, e depois começo a lamber ela toda, sinto que seu clitóris está durinho e a nossa excitação só aumenta, sentir o gosto dela é uma sensação que não sei mais viver sem, adoro sentir o cheiro do seu sexo, o seu gosto e a temperatura, meu corpo se contrai de tanto tesão, quando ela pede mais uma vez, “ME FODE”. Olho bem nos olhos e enfio meu pau devagarinho na buceta dela, sinto o seu calor e ouço seu gemido em meu ouvido, faço movimentos mais fortes e mais fundo, mas ela sabe que eu estou fazendo aquilo pra deixar ela com mais vontade, não gosto de gozar antes dela. Ela me pede que eu pegue um “amigo” nosso que estava na bolsa de mão dela.

Quando procuro na barraca, eu não acho, e saio por um instante pra pegar a bolsa. Visto uma bermuda pra não correr o risco de ninguém ver, e saio com a lanterna nas mãos, quando dou de cara com Pablo, do lado de fora, delirando e se tocando sozinho, com os olhos fechados, provavelmente imaginando o que estava acontecendo lá dentro. Ele “acorda” de repente e mais uma vez fica todo sem graça por ter sido pego no flagra. Na hora me veio na cabeça uma loucura e pergunto o que ele está fazendo ali, ele todo sem graça diz que estava “passeando”, e acabou ouvindo a gente, não resistiu e decidiu ficar para ouvir até o final. Nisso a Lola me pergunta com quem estou falando e eu respondo, “COM SEU BRINQUEDO”. Pablo me olha assustado sem saber o que estava acontecendo, mas chamo ele pra entrar comigo na barraca, ele fica todo sem graça, mas não reluta, simplesmente levanta e vem atrás de mim pra dentro. Lola estava deitada de bruços, com aquela linda bunda a mostra e quando se vira pra me perguntar de novo com quem estava falando ela leva um susto ao ver Pablo ali dentro, ela me olha um pouco assustada, mas transmito a ela segurança, e de imediato ela sorri com cara de safada, fechando o olho e mordendo o lábio inferior da boca, ela já entendeu tudo o que estava acontecendo. Acabamos percebendo que o rapaz nunca tinha feito alguma coisa parecida com aquilo. Estávamos os dois ajoelhados um do lado do outro, quando a Lola se levanta e fica de quatro na frente dos dois. Ela segura o pau dele com a mão esquerda e abre a boca olhando pra mim, eu coloco o meu pau na boca dela de novo e começo a meter devagarinho segurando seu cabelo enquanto ela punheta aquele garoto que estava ali com a gente, ele delirava de tesão com aquilo tudo, acho que pensava que aquilo nunca iria acontecer um dia. Lola pega uma das camisinhas na bolsa dela e começa a colocar devagarinho no membro do Pablo, olhando bem nos olhos dele, ao mesmo tempo que pergunta se ele quer foder ela, sem conseguir pensar direito, ele sem falar nada faz que sim com a cabeça, então Lola pede que ele se deite no colchão, o olhar dele é impagável nessa hora, ela sobe nele e encaixa o pau devagarinho na sua boceta, sente ele entrando totalmente e começa a cavalgar sobre aquele garoto, na hora confesso que nunca imaginaria que aquilo poderia acontecer, não naquele lugar. Fico louco de tesão vendo a Lola cavalgando sobre ele, que se delicia com os peitos dela, acaricia, aperta, coloca-os na boca e os chupa. Eu me ajoelho ao lado deles pedindo que ela me chupe enquanto cavalga sobre ele, ela me obedece e começa novamente a me chupar, me levando ao delírio de tesão, seguro seu cabelo pra comer aquela boca gostosa, tiro meu pau e dou um beijo nela, sentindo sua boca cheia de água e de tesão por ser fodida do jeito que ela gosta, aperto sua cara e lhe dou um tapa a chamando de safada, ela ferve quando faço isso. Sinto que continuando naquele ritmo ela vai gozar e mando ele comer ela com força, que sabia o quanto ele desejava aquilo, que via a forma com que olhava e sentia tesão por ela desde cedo, vou atrás dela e seguro na sua cintura, movimentando seu corpo pra cima e pra baixo pra sentir aquele pau chegando no fundo dela, seu corpo esquenta e pelos seus gemidos sinto que seu gozo está próximo. Pablo começa a gemer mais alto, e gozando, segura as coxas da Lola, que pede que ele não pare porque quer gozar também, e seu gozo vem, seus gemidos ecoam dentro da barraca e ela cai com seu corpo sobre ele, falando que quer mais, o garoto encheu a camisinha que estava, então Lola pede que eu a coma e goze pra ela também. Eu troco de lugar com Pablo, Lola vem por cima de mim e cavalga de uma forma sensacional, sentindo meu pau duro como ela gosta, tocando no fundo da sua boceta e com aquele tesão todo que estava acumulado desde cedo, sinto que vou gozar rápido, então começo a meter seguidamente e forte, arrancando mais e mais gemidos dela, que depois de gozar a primeira vez, fica ainda mais quente, e os orgasmos vem sempre um em seguida do outro. Mais uma vez sinto que vamos gozar juntos, e seguidamente começo a fazer movimentos com o quadril pra cima e pra baixo, quando ela fica ofegante e quase sem ar sinto que vai gozar e faço um movimento mais forte e mais profundo, gozando de uma forma explosiva e ao mesmo tempo arranco um grito de prazer da Lola, suas unhas cravam no meu peito e suas pernas me pressionam com força. Fazia algum tempo que a gente não gozava naquela intensidade. Quando ela recai com o corpo sobre mim, me dá um beijo e diz que quer mais, pergunta se eu quero comer a bundinha dela, e isso é convite que se recuse? Quando ela está com tesão, ela fica insaciável e naquele momento eu tinha mais alguém pra me ajudar a apagar todo esse fogo. Olhamos para o lado e Pablo já estava punhetando ele mesmo com o pau duro novamente. Lola pega mais uma camisinha na bolsa e entrega pra ele colocar. Enquanto isso, ela vira de costas pra mim, passa um lubrificante no meu pau e de costas pra mim passa também no seu cuzinho, vejo claramente seu dedo entrar e sair lambuzado de lubrificante. Ela pega meu pau e vai sentando nele, colocando devagarinho naquela bunda deliciosa, como não fazemos anal sempre, ela tem um cuzinho bem apertadinho, as vezes ela tem dificuldade em fazer de uma vez, demora um tempinho pra acostumar. Ela se empina e cavalga sobre mim, enquanto seu cuzinho se acostuma, a dor vai virando prazer e ela geme pra mim. Depois ela deita um pouco sobre o meu corpo, rebolando e sentindo o meu pau entrando e saindo devagarinho enquanto dedilho a sua bocetinha totalmente molhada. Quando sinto que já está todo dentro, ela ainda deitada, pede para que o Pablo, que àquela altura já estava de camisinha novamente e com muito tesão, venha na frente dela e coma sua buceta enquanto eu como a sua bundinha. Ele ajoelha na frente dela, que está com as pernas abertas, oferencendo seu sexo pra ele, e a come com os olhos, como um lobo de frente pra sua presa, encaixa o pau dele na portinha e a penetra lentamente. Sinto uma pressão no meu pau, quase como se encontrasse com ele lá dentro. Lola solta um gemido e seu corpo se contrai enquanto eu a ofereço pro rapaz, ela pede pra ele começar a fuder devagarinho, até se acostumar, ele muito obediente faz do jeitinho que ela pede, entrando e saindo devagar, gemendo na frente dela, sua cara está corada de tesão, e vejo o suor escorrendo na sua face. Enquanto ele mete, passo a fazer movimentos segurando a cinturinha da Lola, tendo controle sobre aquele corpo delicioso, pra sentir o meu pau entrando e saindo também, nossos corpos estão tomados pelo tesão, estamos todos suados e quentes. Lola, que geme mais alto do que já tinha feito, rebola e faz movimentos pedindo pra meter cada vez mais forte. Começamos a fazer movimentos sincronizados e gemer todos juntos, sentindo que o prazer ali dentro está transbordando. Quando anuncio meu gozo, Lola começa a subir e descer seu quadril com mais ímpeto, começo a gemer e levanto o meu quadril, colocando meu pau ainda mais fundo, e ela grita alto de prazer junto com Pablo, que goza de novo comendo a buceta maravilhosa da MINHA GOSTOSA, ele treme e a abraça parecendo que ia cair. Continuo fodendo a bunda gostosa da Lola e encho seu cuzinho com a minha porra.

Estamos os 3 exaustos na barraca, Lola deita do meu lado e me abraça, enquanto crava seus olhos em mim, e eu digo o quanto a amo e que sempre quero proporcionar o prazer pra ela, seja só nos dois, ou com alguém. Pablo, que não é de conversar muito, nos fala que nunca tinha vivido uma experiência dessa e nos agradece a oportunidade. Nós conversamos mais um pouco de forma descontraída e ele volta pra casa dele. Eu e Lola apagamos dentro da barraca, quando acordamos já era umas 11:30 da manhã de domingo. Levantamos, comemos um lanche que a gente tinha levado, arrumamos tudo, desmontamos o acampamento e já fomos embora em seguida. Quando fomos nos despedir, reparamos que Pablo não estava e Seu Carlos informou que ele tinha ido pra gandaia e não tinha acordado ainda. Sorrimos com cumplicidade porque sabíamos muito bem a gandaia que ele foi. Quem sabe um dia não voltamos lá para repetir essa brincadeira.

Espero que tenham gostado dessa experiência de quarentena.

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Casada certinha cedeu ao aluno safado

Boa noite a todos, depois de ler muitos contos eroticos por aqui, resolvi relatar minha história também, talvez um pouco longa, mas prefiro fazer com detalhes minuciosos, pois espero que gostem tanto de ler, quanto eu gostei de realiza-la, e também de escrevê-la.

Primeiramente vou me apresentar, usarei o nome de Fernanda, já que meu nome verdadeiro vou ocultar é lógico, tenho 34 anos, na verdade não sou casada no papel, mas moramos juntos já fazem 6 anos, e ao todo estamos juntos há 16, temos dois filhos pequenos, de 3 e 4 anos, sempre tivemos uma boa relação, e o que vou relatar aqui, não aconteceu por falta de amor ou carinho do meu marido, eu não procurei , jamais pensei em trair ele, então, isso simplesmente aconteceu.

Sou uma mulher normal, normal no sentido de que meu tipo físico não é de nenhuma modelo, tenho a pele branca, cabelos e olhos castanhos claros, cabelos ondulados até pra baixo dos ombros, 1,69 e altura 59kilos, seios pequenos, quadril largo, pernas grossas, e bunda grande, mas não daquelas grandes e redondinhas de academia.

Como falei, sempre tivemos uma boa relação, além de matrimonialmente falando, também somos bem resolvidos financeiramente, e temos nossa independência, meu marido é empresário, e eu trabalho em uma escola pública, na parte pedagógica, mas não sou professora, e assim, atuo em bastante contato com alunos ‘problema’, que são repetentes, ou que acabam passando dos limites com professores ou outros alunos., a grande maioria adolescentes, entre 16 e 18 anos.

Enfim, no ano passado, conheci um aluno que vinha tendo problemas de relacionamento, brigava com todo mundo, desrespeitava professores e por aí vai, até aí, nada além do que eu sempre via no meu dia a dia, acabamos nos conhecendo, conversando, e ele se mostrou um garoto agradável de se conversar, apesar do mau comportamento, era inteligente, e muito simpático, sabia conversar, e aos poucos, ele começou a frequentar minha sala, não apenas pra tratar dos problemas, mas pra conversarmos, e acabamos fazendo uma amizade.

Não sei se vcs sabem como é uma escola pública na prática? Como é o tratamento com os técnicos como eu? Os professores se acham Deuses, na maioria são doutores, e a gente, não é nada, mas com essas visitas desse aluno, e eu comecei a me sentir mais ‘importante’, e a gostar de conversar com ele, falamos sobre inúmeras coisas, e ele me contou principalmente da vida dele, de como é a família, ele mora com a mãe e dois irmãos, o pai abandonou eles, e logicamente ele por ser o mais velho, acabou meio que assumindo esse papel, sendo o ‘homem da casa’, criando muito mais experiência do que parecia ter.

Em uma dessas conversar, ele me contava sobre como o pai dele agredia ele e os irmãos, mas então chegou outros alunos com problemas, e tivemos que interromper nossa conversa, e foi quando ele pediu pra eu adicionar ele no Skype, pra podermos continuar o assunto mais tarde.

Eu acabei adicionando ele , e depois de uns dias nos cruzamos online e começamos a conversar, e assim fomos conversando, e ele aos poucos se aproximava de mim, e com o tempo, passou a me elogiar, falar que eu era inteligente, e também uma mulher bonita, e eu passei a gostar daquilo

Até que um dia conversando com ele, ele começou a pedir uma foto minha, disse que adoraria me ver produzida, maquiada, que eu não me produzia na escola, eu falei que não, que não iria mandar, ele disse que entendia, mas que só queria me ver de um jeito diferente, e depois de quase uma hora de papo, ele me convenceu e eu mandei

Ele me elogiou muito, falando que eu era linda, uma mulher charmosa, e eu me senti bem com aquilo, então uns dias depois, novamente nos encontramos no Skype, isto em um sábado, e então depois de um pouco de conversa, ele me mandou uma foto, de uma cachoeira, um lugar coisa mais linda, eu conheço o lugar, e ele falou que estava lá com uns amigos, e pouco depois, me mandou uma foto dele, de sunga, fiquei completamente sem jeito, e acabei cortando o assunto, mas confesso que fiquei com aquilo na cabeça, imaginando o que aquele garoto estava imaginando para ter me mandado aquela foto.

Dias depois, em uma noite durante a semana, meu marido saiu jogar com uns amigos, e eu entrei no Skype e fui conversando com o menino, não deu muito tempo e ele logo começou a me pedir foto novamente, até que mais tarde, isso já depois das 23hs, ele conseguiu me convencer a mandar uma foto de biquíni pra ele

Eu mandei, e novamente ele me elogiou, e falou q eu era gostosa, nossa, ler aquilo, sei lá, me ativou, mas logo meu marido chegou, e eu saí correndo do Skype.

Depois disso, nossas conversas ficaram mais frequentes, eu entrava quase toda noite, e sempre deixava brechas pra ele me elogiar, e em algumas desses vezes, novamente mandei fotos de biquíni pra ele, e aos poucos fomos falando sobre sexo, não fazer sexo, mas sobre nossas vidas sexuais, e ele me contou que já tinha tido várias experiências, até por ter crescido meio que sozinho, e ao pensar, concluí que aquele menino tinha mais experiências sexuais do que eu, com 34 anos.

Eu ficava curiosa com ele, e aquelas conversas me empolgavam, e eu já trabalhava pensando em chegar em casa e entrar no Skype pra falar com ele, mesmo que com o marido em casa, eu entrava, mas obviamente me controlava, e conversava discretamente com ele.

Então, novamente eu entrei em uma noite que meu marido foi pro futebol, e fiquei conversando com ele até quase meia noite, mandei várias fotos de biquíni, ele me elogiando, eu bebendo vinho, rindo e conversando com ele, e ele acabou me mandando fotos dele, de cueca, de bermuda, e eu fiz algo que há muitos anos não fazia, antes que meu marido chegasse, corri pro banho, e me masturbei, pensando naquele menino me elogiando, e em como estava sendo bom ser elogiada e desejada, pois no meu íntimo eu sabia, que aquele garoto estava me desejando.

Mas no dia seguinte eu refleti sobre aquilo tudo, e pra mim já era uma loucura, conversar com um menino, mandar fotos pra ele, e mais, me excitar com aquilo a ponto de ter me masturbado, confesso que no dia seguinte evitei ele, fechei minha sala, me senti envergonhada.

Mas ao chegar em casa, entrei no Skype e ele tinha deixado um recado, com uma foto dele de cueca, segurando o volume pro lado, parecendo levemente duro, e com uma pontinha aparecendo, e dizendo que ele tinha adorado o papo da noite anterior, e que se eu quisesse, ele estaria online novamente

Fiquei apreensiva com aquilo, mas não entrei no Skype, então no dia seguinte novamente evitei ele, mas a noite, não me contive, e enquanto o marido dormia, eu levantei, falei pra ele que ia concluir um trabalho, e fui pro PC falar com o menino.

Novamente mandei fotos, e ele me elogiou, bastante, me excitei e novamente comecei a me tocar, criei coragem e pedi pra ele me mostrar mais, mas ele não mostrava, ele mandava fotos, aos poucos, de bermuda, de cueca, as vezes fazendo volume, mas sempre se escondendo.

Os dias passaram, e vieram as férias de final de ano, e nós as vezes conversando, e confesso que eu me excitando com ele, e então, logo no começo do ano, aconteceu de meu marido viajar, como meus filhos também estavam em férias, despachei eles pra casa de minha mãe pra ficarem junto com os primos, e obviamente, decidi entrar no Skype, já disposta a me masturbar com ele novamente

Começamos a conversar, isso eram umas 19hs já, eu havia chegado da academia, nem tinha tomado banho, e entrei, comecei falar com ele, e caí na besteira de falar que meu marido havia viajado, ele começou a me atormentar, dizer que queria me ver com a roupa de academia, e eu já empolgada, fiz oq ele pediu, mostrei foto com a roupa de academia pra ele, e comecei a ficar ainda mais empolgada, e ele me provocando, mostrei as fotos de top e calça leggin, e então ele abriu a câmera dele, e foi me mostrando o corpo, sem camisa o sem vergonha, mexia no calção, e dizia que eu de leggin estava deixando ele excitado, eu pedi pra ver….e ele não mostrava, mas me provocava, e baixava a bermuda, mostrando a cueca, depois subia e dizia que não ia mostrar.

Assim ele foi me provocando, eu dizendo que nem tinha tomado banho, e ele então falou que antes de eu ir ele iria me mostrar…e foi baixando, mas não mostrava, ele puxava a bermuda e a cueca um pouco pra baixo, mostrava uma partezinha, e subia de volta, e então falou que se eu tava mesmo sozinha, ele podia me mostrar, era só eu deixar ele vir até aqui em casa

Gelei com aquilo, mas pensei, e falei que não, que ele era maluco em propor aquilo, e falei que eu ia sair e combinamos de falar depois.

Fui pro banho, eu estava quente, queria me tocar, mas também queria olhar ele, acabei me masturbando, mas não gozei, e isso só piorou as coisas, eu estava curiosa em ver ele, queria ver mais, saí do banho, e voltei pro computador, começamos nos falar, e pedi pra ele abrir a câmera, e ele falou que não, que ele tinha tomado banho, e que se eu quisesse, ele ia sair pra ir no mercado, e passaria correndo pela minha casa.

Fiquei pensativa lógico, mas falei que não, e ele se despediu, e disse q ia no mercado e depois me chamava, eu peguei uma dose de amarula e comecei a tomar, só de pijama pela casa, esperando ele voltar e conversarmos mais, então uns 20 minutos depois, me chamou denovo, e disse q tava perto da minha rua já, nessa hora eu tremi, ele falou q era pra eu deixar ele entrar rapidinho, eu pensei, muito, e acabei falando pra ele entrar, mas correndo, pra nenhum vizinho ver.

Eu assustada, abri o portão correndo, e fiz ele entrar rápido, pra ninguém ver, perguntei se a mãe dele não ia ficar preocupada se ele demorasse, e então ele me disse q não tinha problema, que ela tinha avisado ela que ia no mercado, e podia demorar uns minutos a mais.

Depois de conversarmos um pouco no hall de entrada de casa, eu fui indo pra sala, falei pra ele que eu tava vendo televisão, quando me virei pra ir, ele segurou na minha mão, e disse pra eu esperar, que ele não tinha vindo ali pra ver TV.

Eu tremi na hora, ele me segurando a mão, me fez virar pra ele, e em pé, no meio da entrada de casa, me puxou pra perto dele, e veio me beijar, eu não tive como segurar, e retribuí o beijo, logo estávamos colados nos beijando de língua, eu estava com um shortinho e blusinha de pijama, senti as mãos dele me abraçando, me tocando nas costas, enquanto nos beijamos em pé, ele me alisava as costas, e logo desceu pra minha bunda, o short era levezinho, facilitava pra eu sentir a mão dele apertando minhas adegas.

Eu parei o beijo, me afastei um pouco, e falei pra ele parar, que aquilo era , que tínhamos passado dos limites, ele sorriu, e falou que era pra eu ficar relaxada, que ele só ia me mostrar o que tinha prometido, eu tremi e falei que não, que era melhor ele ir embora, que não podia fazer aquilo

Ele parado em pé me olhando, falou que tudo bem, mas que ele estava ali pra me mostrar o que eu tinha ficado curiosa no Skype, e mesmo eu falando que não podia, que já era tarde, que alguém podia ter visto ele entrar em casa, ele apenas riu, e me falou que se alguém viu, ,não ia saber oq ele estava fazendo ali dentro, e que eu tinha pedido tanto no Skype, então era a oportunidade pra olhar ele, eu não sabia o que dizer, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele segurando na bermuda, foi puxando ela pra baixo, logico que meus olhos desceram, foi inevitável

Ele puxou a bermuda e ficou com a cueca no meio do caminho, e viu que eu tava olhando, deu um passo pra frente, pegou denovo na minha mão, e falou que era pra eu ficar tranquila, e aproveitar pra olhar pra ele, enquanto ele me olhava, pôs minha mão na borda da cueca dele, e com a mão dele sobre a minha foi puxando pra baixo, devagar, e eu encarando e olhando ele ficando nu, em pé na minha frente, forçando minha mão pra baixo puxando a cueca dele, e logo o pau dele veio pra fora, matando a minha curiosidade, era um belo pau, moreno, com pele, nada assim descomunal, mas grande, maior que o marido, e principalmente mais grosso, e com a cabeça completamente melada.

Eu olhei…encarei ele, sem falar nada, ele ainda segurando a minha mão que estava na borda da cueca, tirou ela e levou em direção ao pau dele, eu estava fora de mim, nem contestei, e deixei, segurei nele, aquela sensação, de segurar um pau diferente, mais grosso, estava quentinho, ele me olhando, nos aproximamos e nos beijamos denovo

Eu beijei ele com mais vontade que na primeira vez, e minha mão entre nós dois, segurando o pinto dele, eu apertava, sentindo ele mais grosso e duro a cada segundo, ele com as duas mãos livres, passou pelas alças da minha blusinha, e derrubou elas, fazendo minha blusinha descer pro meio da barriga, revelando meus seios, que apesar de pequenos, estavam demonstrando como eu tava arrepiada

O beijo de língua se transformou em beijos dele no meu pescoço, eu já tava arrepiada, fiquei ainda mais, sem tirar a mão do pau dele, que eu já sentia quase duro, e eu já não evitava fazer movimentos leves palhetando ele

Ele desceu a boca do pescoço e abocanhou um peito meu, sem tirar as mãos da minha bunda, meus seios são pequenos, então logico que cabia tudo na boca dele, ficou assim um tempo, e a mão na minha bunda foi pra borda do shortinho, e só senti ele puxando pra baixo,,,,e o pau dele escapando da minha mao

Eu falei pra ele parar, que não podíamos ir adiante, ele não falou nada, me virou de costas pra ele, e me puxou contra o corpo dele, eu com o shortinho abaixado até as coxas, ele disse que não ia fazer nada demais, que só queria se esfregar em mim

Eu estava nervosa com aquilo, mas sabia que devia isso a ele, e então puxei ele pra sala, e enquanto caminhava, tirei meu shortinho, e fui puxando ele, eolhando o pau dele, como era lindo, chegamos na sala, eu falei pra ele que não podia penetrar, que era só pra esfregar, e fiquei de costas pra ele, ele atras, colocou o pau entre minhas coxas, e ficou esfregando!

Ele esfregou um pouco, e falou pra eu me ajeitar no sofá, falei que não, que não ia transar com ele, que aquilo já era demais ele falou pra então pelo menos deixar ele gozar, eu falei pra ele se masturbar, mas pra não demorar muito.

Ele insistiu, falou que já que estava ali, podíamos ir até o final, falei que não, que eu não iria trair o meu marido, e nessa hora já tinha me virado de frente pra ele, conversando, ele de bermuda abaixada, e eu sem shortinho, e com a blusinha pra baixo dos seios .

Ele falou pra eu deixar de ser medrosa, e pegou na minha mão e novamente levou até o pau dele, e disse pra olhar como estava duro, e novamente nos aproximamos, frente a frente, e a mao dele desa vez tocou na minha pepeka

Eu não aguentei e comecei a punhetar ele, no início leve, depois mais rapido..acelerando, então ele pediu pra eu punhetar ele de costas, ele queria gozar em cima da minha bunda, eu olhei pra ele, e vi que ele não ia desistir, e então virei, ainda segurando no pau dele e puhetando

Eu masturbava ele, as vezes parava, e colocava o pau dele entre minhas coxas, esfregando em mim, fazendo ele sentir como eu tava melada, e com a outra mao eu mesma me tocava, ficando mais louca ainda

As vezes eu esfregava ele na porta da minha bucetinha, estava molhada demais, deixava a cabeça dele molhada tbm, e depois voltava a punhetar ele, ele segurando na minha bunda, dizendo que eu era linda, que era gostosa, e eu lógico adorando ouvir aquilo, ficando louca, queria gozar com aquilo.

Então eu fui pra frente, e me escorei na parede da lareira que temos na sala, e puxei ele perto de mim, eu me esfregava, ora com o dedo, ora com o pau dele, estava alucinada, com aquela esfregação, e puxei ele, encaixando, e forcei o quadril pra trás, ele percebeu e forçou o dele pra frente, fazendo entrar o pau na minha bucetinha.

Soltei um gemido, senti cada centímetro dele dentro de mim, fiquei louca, e ele começou a mexer, mesmo eu não querendo que aquilo continuasse, não conseguia parar, eu me alisava e ele enfiava, não demorou nem 3 minutos e eu começei a gozar com ele fazendo isso, tive que ir pra frente, e sair do pau dele, fiquei completamente trêmula.

Me afastei dele….com um sentimento de culpa….olhei pra ele…..ele sorrindo, com o pau melado, minha buceta tinha deixado ele todo babado, e ele se punhetando, pediu pra continuar, falei que não….que já tinhamos feito demais, e ele falou que tbm merecia gozar, e pediu pra eu pelo menos punhetar pra ele, e eu realmente sabia que ele estava certo, e era justo que ele gozasse tbm, então me aproximei, e segurei no pau dele, e voltei a punhetar pra ele

Ele começou a falar que eu era gostosa, que ele tava louco, que tinha adorado enfiar na minha buceta, que queria mais, eu falando que não, mas sabendo que ele tinha razão, tinha sido gostoso, estava ficando acesa com aquilo denovo

Ele insistiu que queria enfiar denovo, eu falei que não, que aquilo era loucura, que nem devia ter acontecido, ele disse q não importava, que queria gozar comigo, e pediu pra eu virar pra ele gozar no meu bumbum, eu ate pensei em virar denovo, mas eu imaginei q ele ia começar a esfregar denovo, e eu não aguentaria sem deixar ele enfiar, então falei que não, que era pra ele gozar nos meus seios

Apesar dos protestos dele, eu me agachei na frente dele, e fiquei eu mesma punhetando pra ele, sei bem que existia o risco de que se deixasse ele se masturbar, iria direcionar a gozada pro meu rosto…então eu mesma continuei pra evitar isso

Ele passou a mão no meu cabelo, falou que eu era linda, e pediu pra eu dar um beijo no pau dele, falei q não, é disse pra ele gozar logo, ele insistiu, falou q era só um beijo, eu ri do jeito dele, parei a punheta , puxei a pele do pau dele pra trás, sebnti aquele cheiro de excitação subir, e dei um beijo nele, na cabeça um beijo de alguns segundos, o suficiente pra sentir o gostinho de melado dele, ele riu..e eu continuei a masturbar ele…..que começou a gemer, e eu senti q ele começou a tremer e ficar ofegante

Quando eu senti ele ofegante, aproximei meu corpo do pau dele, e quando punhetava estragava a cabeça dele nos meus seios, ele gemeu, e eu logo senti ele gozando, espirrando os jatos nos meus seios

Ele rindo, mexendo no.pau, e eu ainda ali agachada sentindo o cheiro dele, do esperma dele, me levantei, dei um selinho nele, e fui no lavabo pegar papel. Me limpei e alcancei pra ele limpar o pau dele, , e então falei pra ele que ele tinha que ir, e que jamais alguém na escola podia desconfiar disso…ele falou q lógico, mas que tinha adorado, e pediu se nos veríamos denovo, eu falei que não sabia, e que era tarde, praticamente expulsando ele de casa, ele se vestiu e foi.

Espero que tenham gostado dessa primeira parte, e que comentem o que acharam, vou adorar ler, e responder cada um dos comentários.

Decidi dividir em capítulos, para não ficar longo e exaustivo pra quem lê.

Beijos

Continuar lendo Casada certinha cedeu ao aluno safado

Primeiro anal

Olá a todos, este é o meu primeiro conto (dependendo do feedback, o último). Sou de Manaus-Am, por razões óbvias, irei mudar nomes, porque aqui em Manaus, todo mundo é ex de todo mundo.

Devido a quarentena, faculdade parada, trabalho parado, confinamento em casa, mente desocupada, acabei descobrindo este site e me deliciei com vários relatos. Muitos deles maravilhosos e ricos em detalhes, agradeço alguns autores por me proporcionar maravilhosas punhetas.

Conto digitado pelo celular, perdão por alguns erros.

Vamos aos fatos.

O fato narrado aconteceu em Novembro do ano passado (2019), estou compartilhando ele agora pelo fato de conhecer este site esses meses e por que foi algo marcante pra min.

Tenho 22 anos e sou industriário (trabalhador da indústria) do polo industrial de Manaus, fazia um curso técnico em uma escola técnica federal de Manaus, com duração de 2 anos, já estava em meus últimos meses e no fim do cursos. Havia feito muitas amizades com pessoas boas e maravilhosas. Entre elas, Thaís, (fictício) 19 anos, uma moreninha de 1,60mtrs de altura, por volta de uns 50kg, a típica baixinha moreninha, peitos pequenos iguais a uma maçã, bunda média, redonda e carnuda, cabelos encaracolados, dona de um olhar penetrante e uma boquinha carnuda e muito gostosinha, totalmente virgem, enfim, uma delícia de ninfeta.

Pais evangélicos, mais não daqueles muito controladores, atentos as atitudes da filha, mas, bastante mente aberta e legais. Ela tinha sim suas obrigações com eles, mais em alguns quesitos eram liberais com ela.

Eu sou branco, 1,77mtrs de altura e 90kg, gordo, 15 cm normal, nada grande avantajado como lí em alguns relatos (Sad), olhos e cabelos castanhos.

Nós dois conversávamos bastante, tínhamos muito em comum, eu e ela adoramos o mundo da tecnologia e games, animes e etc (nerd e geek). Fazíamos muitos trabalhos da escola juntos, devido ao meu trabalho, as vezes me “escorava” nela para obtenção de notas. Com o passar do tempo, notei que ela era a pessoa que eu mais conversava e consequentemente, por ela ser um pouco tímida e eu ser seu grande amigo, notei que ela me via com outros olhos. Suas mensagens era diárias perguntando sobre o meu dia e meu trabalho. Na escola, não desgrudavamos. Minhas saídas paras festas noturnas costumava incomodar ela, sentia ciúmes de eu ficar alguém.

Eu nunca fui um pegador ao longo dos meus 22 anos de vida, eu tive apenas 3 namoradas, na média de 2 anos cada relação e infelizmente nenhuma delas me permitiu me deliciar num belo anal. Com ao qual eu vinha cada dia, mês e ano me alimentando pelo porno e me saciando nas punhetas. Me perguntando quando iria ser o dia em que eu finalmente iria encher um cú de esperma.

Ao contrário dela, eu não conseguia sentir nenhum sentimento por ela, ao não ser pela amizade e pelo tesão de querer foder ela (tinha uma paixão mal resolvida).

Em um final de semana conversando, ela tomou coragem e se declarou pra min. Conversamos sobre seus sentimentos e sobre os “meus”. Ela me disse que me amava e passava o dia todo pensando em min. Caímos no assunto sexo, trocamos nudes, conversamos obscenidade e pude perceber o quanto ela era gostosíssima e quão burro eu seria se deixasse essa oportunidade passar. Adquirimos muita intimidade durante os meses passados.

Na segunda acordei pensando nela e no seu corpinho gostoso, me deliciei numa bela punheta e pensei.

“- Nunca tive uma virgem, tem uma louca por min, gostosinha, não irei perder a oportunidade.”

Na terça acordei atrasado para a escola e havia uma prova (trabalhava no segundo turno 15h às 23h então estudava de manhã) então fui com o carro do meu pai pra escola. Tivemos o dia normal eu e ela, conversamos e etc, começou uma chuva bem forte perto do final da aula, então disse:

” – Thaís eu vim de carro hj, quer uma carona até o terminal #?”

Thaís: ” – Sim, está chovendo muito, não tenho sombrinha, pelo visto vai custar a passar e eu vou me molhar todinha até eu chegar na parada.”

Seguimos até o carro.

Thaís: “- acordou atrasado hj de novo?”

Eu: ” – sim, tinha muita produção ontem e acordei quebrado.”

Thaís: ” – imaginei, vc não me respondeu.”

Eu: ” – não é porque eu não te respondi que eu deixei de pensar em vc”

Ela começou a rir e olhou nos meus olhos. Passei a mão nas suas coxas gostosas até próximo a sua virilha.

Eu: ” – Vc é maravilhosa, perfeita, inteligente, o corpos mais gostoso que eu já vi, seu cheiro, sua boca me deixam alucinado.

Peguei sua mão e levei até meu cacete.

Eu: ” – olha o estado que vc me deixa, as suas fotos nuas mostram que essa farda esconde muita coisa.”

Avançamos um ao outro e nos beijamos loucamente, nossa, que boca, que lábios, bem molhadinhos, queria sugar a energia dela a todo custo. Mãos apalpando tudo que eu tinha direito, nos seios da ninfeta virgem, na bunda e o pau pulsando debaixo das calças.

Nos recompomos, pois estávamos no estacionamento da instituição ainda e seguimos, estava sem dinheiro pra motel, pois os últimos trocados havia posto gasolina no carro e queria tirar a virgindade dela no meu quarto.

Mais é claro que não deixaria ela sair “ilesa” dali.

No caminho de casa, tinham um conjunto habitacional em construção, muitas ruas desertas e com a chuva o lugar era perfeito pra uma pegação.

Estacionei em um lugar deserto e começamos a pegação.

Botei ela no meu colo e beijei sua boca maravilhosa e gostosa, sentindo cada pedacinho dos seus lábios carnudos, enquanto uma mão se deliciava nos seus seios e os outra na sua bunda. Tirei sua blusa, seu sutiã e mamei deliciosamente nos seios, redondos, durinhos, iguais a uma maçã, chupava com muita vontade.

Thaís: “- AAAAAAAAH Q GOSTOSO, HUUUUUUUM”

Abaixei o banco do passageiro, tirei sua calça, já dominado pelo tesão, tirei sua linda calcinha e apreciei/admirei sua linda bucetinha, com pequenos lábios vaginais, ela com as duas mãos no rosto, acho que por vergonha. Cai de boca, chupei sua linda buceta e massageava seus seios, involuntariamente ela pressionava minha cabeça contra seu sexo, levantou o quadril e rebolava na minha boca.

Os gemidos da ninfeta dentro do carro eram abafados pela forte chuva que caia lá fora, acelerei os movimentos no seu grelo, sugava seus lábios e néctar. Seus gemidos foram ficando mais altos.

Thaís: “- AAAAAAAH, AAAI Q GOOOOOSTOS, PFVR, NAAAAAAAO PAAAAARA, SSHHHHHHHHH AAAAAAAAAHHHHHH HUUUUUUUUUUUUUUMM”

A ninfeta havia gozado, me deliciei até a última gota do seu néctar dos deuses. Enfim, pude apreciar sua cara de satisfação.

Mas,era minha vez, me sentei, tirei minha calça e liberei meu cacete, duríssimo, com a cabeça brilhosa com o pré-gozo. Balancei pra novinha minha caceta pra ela:

Eu: “- Vem, vem mamar teu homem, chupa essa piroca, vem sentir o gosto do teu macho.”

Ela ficou de 4 no banco do passageiro, com os pezinhos um em cima do outro e o rabo gostoso pra cima, nossa q visão. Segurei meu pau pela base, segurei ela pelos cabelos e mandei engolir.

Sem muita experiência, seus dentes roçavam um pouco em min, lhe dei instruções do que fazer e ela foi acertando. Diversas vezes nossos olhos se cruzavam, minha cara de satisfação não negava a sorte que eu estava tendo e ter uma ninfeta gostosinha me mamando, sua boca quente e molhada me davam um prazer indescritível, forçava a cabeça dela para baixo para tentar engolir o máximo do meu membro, subia babando mais. Estava me segurando ao máximo para não acabar e secar minhas bolas.

Já estava no limite daquela visão.

Subi o banco do passageiro e avancei pra frente os dois bancos deixando um pequeno espaço na parte traseira.

Eu:”- Fica de 4 aqui, fica de joelho no assoalho e deita o teu rostinho aqui no banco, empina esse cúzão.”

Tive a melhor visão, totalmente exposta, o rabo pra cima suas preguinhas virgem, seu rabo piscando e sua buceta ensopada brilhando.

Não resistir, cai de boca novamente, revezando entre o cú e a buceta. Com atenção especial no rabão, eu estava decidido que ela não sairia dali sem tomar pica no cú, eu iria estrear aquele cú e eu finalmente iria satisfazer minha vontade de encher um rabo com meu esperma.

Chupava, metia um dedo, babava bem, deixei bem lubrificado. Quando meus dedos e minha língua entravam sem resistência.

Finalmente, eu iria enfim, saciar minha vontade de comer um rabão. Após anos de punheta, minha vez tinha chego, nada iria atrapalhar aquilo.

Botei as mãozinhas dela pra trás, abrindo bem as bandas da bunda, queria ver e entrar todo. Melei a minha pica e mirei no seu cú.

Thaís:”- HUUUUUUUUUUUUUUMM, SHHHHSHHSHHHHHHHH AAAAAAAAR”

Quando encostei a cabeça no cú e pressionei, sentir uma descarga elétrica percorrer por toda a minha espinha, foi sensacional.

Forcei bem e a cabeça passou.

Thaís:”- AAAAI AIAIAIIAI, CALMA, DEVAGAR, PORFAVOR. DEVAGAR.”

Retirei meu membro, salivei bastante o cú e meu pau e forcei de novo.

Com uma mão eu segurava a base, com a outra passei em volta da barriga dela, massageando seu sexo, para relaxa-lá mais.

Thaís:”- AAAAAAAAAAH, ISSOOOOOOO, NOSSA, Q GOSTOSO, PRFVR DEVAGAR, BEM DEVAGARINHO”

Foi difícil atender esse pedido, nossa Sra, minha vontade era de literalmente, cravar minha estaca e enfiar tudo de uma vez. Mais alí eu teria todo o tempo do mundo para saciar aquilo que eu tanto quis.

Fui descendo e empurrando devagarinho, sentindo centímetro por centímetro daquele cú, quente, apertadíssimo, vendo meu pau literalmente ser mastigado. Uma sensação única, revirei meus olhos, não podia acreditar, finalmente. E que cú meus amigos. Tive que me segurar pra não me deleitar na hora. Parei por alguns minutos para me recompor, deixar a vontade de gozar passar e claro, pra ela se acostumar tbm.

Logo voltei a empurrar e finalmente, eu estava todo atolado dentro da novinha. Meu membro pulsava, eu sentia seu rabo macio e carnudo na minha virilha. Estava maravilhado com aquilo, na sorte que eu estava tendo, na visão que eu tinha. Sensacional.

Eu:”- AAAAAAH TOMA PICA NO CÚ SUA RABUDINHA, AAAAAH Q GOSTOSO, PUTAQUEOARIU FINALMENTE EU TÔ COMENDO UM RABÃO.”

THAIS:”- ISSO, ISSOOO SSHHHHHHHHHHH AH QUE GOSTOSO, NOSSA, QUE GOOOOOSTOSO”.”

Eu nao conseguir ia resistir por muito tempo, eu estava me esforçando muito, tudo contribuía para o meu gozo. O som da chuva, o carro exalando a sexo, literalmente cheirando a sexo, o balançar do carro, uma novinha gostosinha submissa a minha vontade. Eu estava no paraíso e no meu limite.

Socava fundo e com força, o som era maravilhoso

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

THAÍS:”- AAAAAI, ISSO, NAO PAAAARA, TA MUITO BOM”

EU:”- EU VOU GOOOZAR, FINALMENTE, EU VOU ENCHER TEU CÚ DE PORRA, AAAAAAAAAAAH Q DELICIIIIIIIIIIIIIAIIAIAAAAAA.”

FINALMENTE. FINALMENTE. Eu havia feito um anal e que anal. Com a piroca toda dentro eu sentir meu esperma sair, sentir minha alma sair na última gota de esperma, sentir aquele rabo maravilhoso drenar toda energia vital do meu corpo, aquele rabo gostoso, maravilhoso, quente, apertado.

Ela estava freneticamente massageando a buceta, quando ela finalmente gozou pela segunda vez, comigo atolado no seu rabo.

Thaís:”- AAAAAAAAAH SSSSHSHHHHHHH HHH HUUUUUUUM.”

Estávamos exaustos, suados, plenamente satisfeitos. Ali não era e nem local para tirar sua virgindade da buceta, com mais conforto e outro local eu faria aquilo.

E assim foi a melhor experiência que eu tive até hj. Desculpe se ficou muito longo.

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Sexo na quarentena – Meu cunhado dotado arrombou meu cuzinho

A pandemia desse vírus está causando um desastre jamais visto. A TV e internet só falando nisso. Em isolamento, o jeito é ler contos aqui no site. Que acaba aumentando a libido e vontade de transar. Infelizmente, não dá para estocar amantes. Principalmente para casada como eu, com marido que não é de bater ponto em casa, com casos extraconjugais confirmados.

Ainda bem que tem o irmãozinho do meu esposo, com quem tenho um caso secreto. Com tanto desejo e vontade que até me fez aposentar o vibrador, meu companheiro de muitos anos. Ultimamente, o garoto que vive com meus sogros, sem aulas na faculdade, vem todos os dias em casa. Quando ninguém está vendo, ele me agarra, fica encoxando, engatando como um cachorro tarado tentando pegar uma cadela no cio.

Uma coisa que ele sempre cobiçou foi meu cuzinho. Que ainda é virgem, já que quando meu marido tentou, a dor ou meu medo, sei lá, foi tão aterrador que nunca mais deixei. Com Pedrinho, irmão do meu marido então, nem pensar. Seu falo tem a forma de berinjela invertida, grossa na ponta e já dói só de pensar aquilo entrando no meu fiofó.

Para quem já leu meus outros relatos, sabe que tenho 31 anos, alta, castanha clara com cabelos tingidos ora de loira, ora de ruiva. Marido 15 anos mais velho e dois filhos. A empresa do meu esposo deu férias coletivas e para ele, está sendo sendo insuportável ficar em casa. Coisa que deve estar acontecendo em muitos lares.

Como foram confirmados alguns casos em nossa cidade, meus sogros que estão no grupo de risco, resolveram se isolar mais na chácara que temos no município vizinho, bem menor e por enquanto, ainda livre de contaminação. Meu marido adorou a ideia, já que junto com o pai, estão ampliando a casa. Como esquecemos várias coisas em casa, fiquei de ir buscar. Meu marido então, mandou que seu irmãozinho fosse junto para me ajudar. Tadinho, nem sabe o que está facilitando.

Mal chegamos, já fomos pelados para a cama, onde mãos e bocas trabalharam sem parar um no outro. Após essas preliminares, lá estava eu, deitada de costas, pernas abertas, pronta para receber meu cunhadinho dentro de mim. Ele já veio todo tarado, enfiando a vara grossa, que desliza raspando nas minhas carnes íntimas, enchendo a perseguida de forma justa, esticando a pele da entrada ao máximo.

Se durante anos, usei um consolo de borracha, ter Pedrinho como amante foi muito melhor. Senti-lo dentro de mim, de forma pulsante, com calor humano e seu corpo grudado no meu, proporcionou bons orgasmos e satisfação sexual. Como estava acontecendo agora, uma vez mais. Ele metendo com vontade e eu embaixo, aparando suas estocadas, a bocetinha esfolada pelo entra e sai. Ambos respirando alto, pulmões à toda em busca do ar para tamanha cópula.

Como sempre, fomos para a segunda fase. A de eu buscar novos orgasmos sendo possuída de quatro. Ter ele metendo por trás, possibilita que seus dedos possam manipular meu grelho, causando uma onda de choques genitais. Invariavelmente, com gozos infinitos. Acabei chegando a um clímax tão forte que me deixou mole, exausta. Nem percebi quando o safadinho estava enfiando o dedo indicador no meu cuzinho.

Já fez isso outras vezes e na hora, minha vontade foi de como sempre, mandar ele parar com aquilo. Todavia, senti algo diferente, esquisito. Relaxei e deixei que continuasse. O cunhado iniciou um puxa empurra agora até prazeroso. Confiante pela falta de reação de minha parte, ousou mais, colocando agora dois dedos. Eu ali quieta, imóvel, tomada por novas sensações, deixando ele avançar.

– Berta, deixa eu comer teu cuzinho, deixa.

– Ah, não Pedrinho. Não quero, dói demais!

– Ah, Berta, só um pouquinho. Se eu colocar, já gozo em seguida. Deve ser gostoso demais!

– Tá louco, Pedrinho. Teu pinto é grosso demais. Isso nem entra aí atrás!

– Entra sim, Berta. Olha, vamos tentar assim. Eu fico parado e você vem por cima controlando, tá bom? Se doer você mesmo para. Tá bom?

O garoto foi até a cozinha e trouxe um monte de margarina na mão esquerda. Com a mão direita, ficou passando no pinto, deixando ele todo melecado. Com certeza, já tinha planejado isso mentalmente. Veio untando margarina gelada no meu cuzinho também, empurrando para dentro com a ponta do dedo. Deitou de costas na cama e chamou:

– Vem!

Como fiquei indecisa, pensando se ia ou não, ele repetiu o chamado:

– Vem! Não tenha medo! Muitas mulheres fazem e gostam.

Ainda cheia de dúvidas, coloquei as pernas em volta do seu quadril, e fui descendo. Pedrinho segurava a ¨berinjela¨, mantendo apontada para cima. Quando a ponta rombuda encostou no anelzinho, a piscadela no cu foi instintivo. Fui sentando, sentindo o cilindro grosso forçando a entrada. Baixei um pouco mais e a esticada das pregas ardeu. Algo suportável que não impediu que eu continuasse. Até que a cabeçorra entrou!

Uau! Foi uma fisgada de dor. Parei até de respirar, os ombros retesaram. Todo pavor voltou. Fiquei imobilizada e pensei em desistir. Tudo que pensei na hora foi que era pura besteira o que estava fazendo. Se outras mulheres faziam ou não era problema delas. Se as atrizes pornôs aguentavam verdadeiros monstros no rabo, para mim tanto fazia como fez. O cu que estava sendo invadido era meu. E estava doendo!

Parar foi bom. Fez me acostumar com a invasão, além da dor ter diminuído bastante. Pisquei o fiofó e senti algo totalmente novo. De estar com o cu totalmente preenchido. Diferente de quando a gente evacua. Ao sentar mais, a coisa entrava ao invés de só sair. Mesmo arfando, passei a descer mais e mais. O cunhadinho por baixo, empurrava o quadril para cima, fazendo com que sua berinjela entrasse mais e mais. Ficamos assim, nessa brincadeira que laceava meu cuzinho virgem.

Eu já subia e descia com vontade. Até a dor era prazerosa. Com as mãos, tocava siririca enquanto me empalava na vara do garoto. Ele me empurrou e só percebi o que ele queria ao já termos mudado de posição. Eu novamente de quatro, com travesseiros no ventre. Pedrinho me enrabando de quatro, por trás, na posição de macho dominante. Isso permitia que ele metesse fundo, o que me deixava até com falta de ar. Acabei gemendo em agonia, ao ser sodomizada de forma animalesca.

– Que cu gostoso! Ahh, que cu apertado! Quente, ahh, quente, gostoso, gostoso ahh, demais!

Pedrinho resfolegava grudado nas minhas ancas. Eu sentia dor mas também, que um orgasmo estava a caminho. Fiquei tocando o grelo freneticamente, até que ele chegou. Forte, intenso como nunca senti. Tudo embaixo piscou. Desabei trazendo junto Pedrinho, engatado em mim. Eu ali esborrachada como uma boneca inflável e ele, metendo, metendo e metendo. Foi quando a dor ficou forte, insuportável. Passei a gritar para ele parar, para ele tirar. Para minha sorte, ele então gozou. Ejaculou sem parar, enchendo minhas tripas de gala. Soltou todo seu peso em minhas costas. O falo grosso enterrado até o fundo das minhas entranhas.

Minha primeira reação foi fazer força, como estivesse evacuando. Sim, eu estava cagando a ferramenta dele. Que continuava dura e ia sendo expulsa do meu cuzinho judiado. Ao ir ao banheiro, senti melhor a dor. Que me fez andar meio de lado. No espelho vi o estrago. Um buracão como jamais eu tinha visto…

Doeu sim. Mas foi incrivelmente prazeroso. No momento, não quero repetir. Mas com certeza, vou fazer de novo. Quem sabe com alguém com um pinto mais fino…

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Mulher casada da minha igreja

Tinha uma mulher casada da minha igreja que a gente sempre conversava de boa, nome dela era Fabiana até que as conversas foram ficando quente e começamos ter intimidade, falar muita sacanagem, trocas fotos e até chamada de vídeo.

Uma quinta-feira que era meu aniversário, eu tava dando uma volta na rua, e trocando mensagem com ela, dai ela disse que tava saindo pra buscar uma pizza que tinha pedido, na hora já pensei na maldade.

Perguntei se ela náo tava afim de se encontrar comigo e me dar um presente de aniversário, nem que fosse dar uns beijos, ela relutou porque disse que as filhas estavam esperando a pizza, e que não ia dar.

Nisso eu tava com meu carro atrás do dela, mandei uma mensagem e disse: “Me segue” a danada me seguiu mesmo, levei ela em um loteamente novo que tinha na época.

Chegando lá começamos nos beijar, ela com pressa, mas tava muito bom, coloquei a mão por baixo da saia dela e senti a calcinha toda molhada enquanto beijava, não pensei duas vezes, baixei a calcinha dela e sentei ela no capô e comecei chupar aquela buceta, ela gemia gostoso de mais, e ela era muito gostosa e safada. Do nada ela levantou dizendo que precisava ir embora.

Fomos nos beijar pra se despedir e ficamos um bom tempo beijando, dei aquela puxada na cintura e comecei apertar a bunda e fazer movimentos, dei uma afastadinha e abri minha calça discretamente, nisso peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela só deu uma olhada safada pra mim e tascou um belo beijo, antes que eu tivesse qualquer reação ela abaixou e começou me chupar,

Que boquete foi aquele, o melhor da minha vida, ela chupava com tanta vontade… nisso ela parou por um instante subiu e começou me beijar enquanto me punhetava, não peesi a oportunidade, levantei a sai dela, abaixei a calcinha e encostei ela no carro, ela se virou dizendo que precisava ir embora, mas eu tasquei um beijo que ela ficou desconcertada, virou e disse mete logo que eu não aguento mais.

Que foda foi aquela, uma rapidinha, mas uma das melhores foda da minha vida.

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Primeira suruba na boate de swing

Tudo bem com vocês? Meu nome é Daniel e hoje irei compartilhar com todos vocês mais um daqueles contos de orgias que sei que todos vocês gostam. Eu e minha esposa somos casado a mais de uma década rsrs e somos adeptos ao swing, troca de casais, ménage a trois e outras coisas. Frequentamos uma boate de swing porém a gente nunca tinha feito nada na boate até esse dia. Fomos convidados pra uma festa que seria o ” baile de máscaras ” que prometia bastante. A festa aconteceu em um sábado a noite. Bom o dia chegou e nos arrumamos e fomos em destino a festa. Assim que chegamos no local notamos que a noite prometia. Muita gente bonita, mulheres gostosas, homens bonitos, enfim a noite mostrava que iria ser perfeita.

Entramos pra boate e lá vimos que tinha vários conhecidos nossos. Dentre eles tinham dois casais que a gente estava de olho a muitos meses. A gente já tentou marcar várias vezes para fazermos trocas de casais porém a agenda nunca batia. A festa foi rolando e quando percebemos já estávamos beijando geral. Eu beijava várias outras esposas e minha mulher também estava quase sempre beijando outras meninas e rapazes. Em uma dessas brincadeiras foi quando recebemos o convite:

– Vai ter uma resenha no espaço reservado, bora pra lá?continua depois da publicidade

O convite partiu nada mais nada menos do que dos dois casais que queríamos a meses. Aceitamos na lata e fomos para os quartos reservados. Quando chegamos no local nossa surpresa foi ainda maior. Pensávamos que seriam a gente e no máximo mais uns 3 ou 4 casais, porém no local tinha cerca de uns 10 a 12 casais e todos bem soltinhos.

Gangbang entre casais liberais

A galera estava bem animada e antes mesmo que a gente falasse algo já tinha uma morena linda me beijando. Nos beijamos gostoso e quando olhei pro lado minha esposa já estava segurando um pau duro nas mãos enquanto beijava um amigo. Aquilo tudo me deixou muito excitado e logo estava pelado e para minha surpresa a esposa de um daqueles casais veio até mim. A gostosa sem falar nada se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar gostoso. Aquela boca macia me chupava gostoso e com muito tesão. Com uma de suas mãos ela segurava firme meu cacete enquanto com a outra acariciava minhas bolas.

Peguei a safada e a coloquei de quatro apoiada em uma poltrona, coloquei a camisinha e empurrei gostoso naquela buceta molhada. Comecei a bombar devagar sentindo meu cacete invadindo aquela buceta quente e apertadinha. Quando olhei pro lado minha mulher estava cavalgando no cacete de um safado enquanto chupava mais um e segurava o cacete de outro com a outra mão. Quando percebi uma amiga se aproximou de mim e colocou a buceta da minha cara para que eu a chupasse enquanto metida na buceta gostosa daquela outra sacana. Eu metia gostoso, chupava buceta, apertava os peitos e minha esposa do mesmo jeito aproveitando tudo sendo bem fodida por aqueles safados.

Logo minha esposa e mais uma safada que eu nunca tinha visto antes estavam de quatro na minha frente. Eu metia gostoso em uma bucetinha, tirava e metia na outra. Outra hora levava o cacete duro pra uma outra safada chupar tudo. Ficamos o resto da noite nessa putaria gostosa. Essa foi uma das melhores transas que tivemos. Nos proximos contos eroticos orgias eu termino esse relato. Espero que todos comentem pois assim saberei se devo continuar.

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Conto erótico professora gostosa fode com nerd cacetudo

Oi tudo bem pessoal? Depois de muito tempo lendo os relatos eróticos de várias pessoas decidi compartilhar a minha aqui. Me chamo Rafael e hoje irei relatar com todos vocês o dia em que eu acabei transando com minha professora da faculdade. Minha professora é bem jovem, morena, com corpo tatuado, peitos siliconados, bumbum empinado, bem depiladinha toda gostosinha.

Enfim a gente sempre teve uma certa intimidade e eu sabia que ela era solteira. Eu também sou solteiro e sempre tive tesão e vontade de transar com ela. Acontece que ela nunca tinha me dado alguma demonstração de que eu teria chances. Em uma sexta feira a noite fiquei por último e decidi conversar com ela até que para minha surpresa ela me perguntou se eu tinha planos para aquela hora. Eu disse que não e ela então me perguntou se eu queria conhecer um barzinho novo que abriu perto da escola. Ela disse que iria ela e algumas amigas e amigos e eu então não vi nada demais e decidi ir. Chegamos no barzinho e lá tinha alguns amigos dela. Ficamos nesse local por umas duas horas porém eu quase não bebi, fiquei mais na coca. Ela por sua vez bebeu bastante e ficou visivelmente embriagada.

Ela bem soltinha acabou falando pra mim que sempre sentiu tesão por mim. Me disse que sempre foi afim de ficar comigo porém sempre esperou que eu tomasse a iniciativa e eu nada fiz. Educadamente ela me chamou de fraco kkkk mais isso pouco importa. Chamei ela pra irmos embora e ela toda assanhada me abraçou e assim saímos do local. Assim que entramos no carro não é que ela mudou completamente seu comportamento! Ela sorriu olhou pra mim e disse:

– Gostou do meu showzinho?

Caralho eu olhei bem pra ela sem acreditar no que estava acontecendo. Foi quando ela me disse que não estava bêbada aquilo tudo era apenas pra não dar na cara. E antes que eu falasse algo ela me deu um beijo suave e gostoso que me deixou de pau duro na mesma hora. Abracei seu corpo e senti seu perfume gostoso enquanto beijava aquela boca macia e gostosa. Rapidamente liguei o carro e saímos do local indo direto pra um motel. Assim que chegamos fui direto pro chuveiro e ela veio atrás. Ali tomamos um banho quente e gostoso onde beijei e chupei todo aquele corpinho gostoso que ela tem.

Transei com minha professora safada

A peguei no colo e a levei pra cama onde ela se deitou e tive uma visão linda de todo seu corpo nu. Seus seios lindos, seu corpo todo perfeito e aquele olhar de safada que mexe comigo. Não perdi tempo e fui logo beijando todo seu corpo começando por sua boca e fui descendo bem devagar beijando seu pescoço fazendo com que ela se contorcesse toda de tesão. Quando cheguei em sua barriguinha dei leves mordidas e notei quando ela gemeu e pediu pra que eu chupasse sua bucetinha. Não perdi tempo e fui direto em sua pepeka gostosa. Ela estava perfeitinha, toda cheirosinha e bem molhadinha de tesão. Passei então a língua bem devagar por toda sua buceta e quando cheguei em seu clitóris ficando passando a língua em volta e brincando com ele. Fiquei por uns cinco minutos chupando sua bucetinha gostosa.

Foi quando ela pediu pra que eu a fodesse gostoso. Eu já estava com pau duro, latejando de tesão e bem pedi pra que ela me chupasse. Naquele tesão todo tudo oque eu queria era penetra-la bem gostoso. Pedi pra que ela ficasse de quatro e assim a gostosa fez. Nossa ela tinha uma bunda linda, toda empinadinha e bem gostosa. Tudo ficou ainda mais gostoso quando ela toda empinada olhou pra trás e disse:

– Vai safado, me fode vai, soca esse pau gostoso em mim vai.

Não pensei duas vezes e coloquei meu pau duro na portinha da sua buceta. Fui forçando bem devagar até que senti todo meu cacete socado dentro daquela xoxota quente e gostosa. Passei a socar com ainda mais força quando ela passou a gemer mais alto pedindo pra que eu metesse tudo em sua bunda gostosa. Aquela mulher nua sabia realmente como foder gostoso. Eu metia em sua buceta, puxava seus cabelos e dava tapas em sua bunda gostosa a fazendo gemer algo de prazer. A safada gemia e pedia a todo momento que eu metesse com força de verdade. A muito tempo eu não fodida uma bucetinha gostosa e molhada como aquela. Não demorou muito quando ela deu uma gozada deliciosa enquanto eu empurrava meu cacete todo em sua bunda linda.

Pouco tempo depois dela gozar eu pedi pra que ela sentasse e galopasse gostoso na minha rola. Não deu outra, a safada rebolava demais sempre gemendo alto e querendo que eu socasse até o talo. Acabei não me aguentando e falei que iria gozar. Foi quando a safada se colocou de joelhos na minha frente e eu então dei um banho de porra em seu rostinho de lerda. Ela sorriu e disse que aquela tinha a transa que ela precisava. Desde esse dia pra cá nos tornamos bons amantes e transamos sempre que podemos. Espero que tenham curtido pois logo terei mais um conto erótico professora sacana que sabe como meter gostoso.

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