Meu Cunhado comeu o cu da minha mulher

Heloísa, minha mulher, é muito parecida com sua irmã Helena. Helô tem 42 anos e Helena 40. Ambas com cabelos ondulados e castanhos puxados para o ruivo. Parecem-se em quase tudo e, apesar de magras, têm seios redondos e grandes sem serem exagerados, pernas bem torneadas e se há uma diferença é quanto à bunda da minha cunhada que é mais cheia e arrebitada. Não tem como não olhar e ficar com aqueles desejos inconfessáveis.
Sou Wilson e tenho 48 anos e meu concunhado Arthur, bem mais jovem, tem 41. E a diferença entre nós não é só essa. Nas vezes em que tomamos banho juntos pude perceber que o pau de Arthur é enorme, comprido e grosso. Assustador mesmo. Meu pau tem 15 cm, o que é normal e o pau do meu concunhado deve ter pelo menos 20 cm. Quando na praia, de sunga, Arthur chama a atenção pelo volume e as mulheres olham disfarçadamente e algumas nem escondem o interesse.

Um dia perguntei para minha mulher se ela e a irmã conversavam sobre sexo e se Helena contava o que faziam, essas coisas que despertam curiosidade. Eu gosto de comer o cuzinho de Helô, embora não seja sua preferência, mas ela já se acostumou e quando eu quero não tenho dificuldade em enrabá-la, o que adoro. Minha curiosidade era se Arthur também comia o cu de Helena, se ela aguentava aquela tora no cuzinho.
Eu e ele, por vezes, falávamos de nossos pulinhos fora dos casamentos ou das aventuras de solteiros, mas nunca tive coragem de perguntar se Arthur comia o rabinho de Helena, dona de uma bunda bonita e apetitosa. Helô me disse que sua irmã e Arthur não transavam anal porque nas vezes em que ele tentou a havia machucado e acabaram por desistir dessa variação sexual.

Arthur é bem discreto e jamais tocou nesse assunto comigo, perguntando se eu comia o cu de Helô, mas ele deve ter percebido que eu tinha essa preferência. Quando estávamos juntos na praia, olhando outras mulheres, eu manifestava essa tendência e elogiava os bumbuns que desfilavam aos nossos olhos. Ele nada dizia, até que uma vez se queixou que como seu pau é grande, as mulheres evitavam dar o cu para ele. Nada me disse sobre sua esposa Helena e eu, que já sabia de suas tentativas frustradas, só pude comentar que “comer um cuzinho de mulher é bom demais”.
Helena é mais séria que Helô, que é mais extrovertida, expansiva e brincalhona. Helô e Arthur têm mais intimidades que eu com Helena, até porque sempre tive um tesão especial por minha cunhada que nunca me deu uma abertura apesar dos meus olhares insistentes para ela e para sua atraente bunda. Já Helô e Arthur até pareciam irmãos, tamanho o afeto entre eles, não faltando abraços e outras formas de carinho sem malícia.
Numa de nossas conversas durante uma trepada eu falei a Helô que Arthur gosta de comer um cu mas tem dificuldades devido ao tamanho de seu pau. Isso parece que despertou em Helô um misto de curiosidade e tesão. Ela perguntou se era assim tão grande o pau do cunhado. Dei uma risada e disse que nunca vi o pau dele duro e que nem quero ver. E perguntei se Helô gostaria de ver.

Foi então que minha mulher me contou que por três ou quatro vezes Arthur a abraçara por trás (ele começara com esse costume recentemente) e ela pode sentir seu cacete volumoso tocar sua bunda, o que, confessou ela, a deixava excitada. Perguntei então o que aconteceria se um dia Arthur fizesse alguma proposta direta a ela e Helô disse com ar misterioso: “Aí eu iria pensar” e sorriu com ar de mulher safada que eu desconhecia. E emendou: “E você, o que faria? Iria brigar com ele?” Respondi que não, que até seria interessante se isso acontecesse.
Helô olhou para mim fixamente e perguntou: “Você quer mesmo que isso aconteça? Quer mesmo que eu e experimente o pau do Arthur? E se eu gostar?” Aquela conversa me deixou mais tesudo que nunca e ao invés de responder virei Helô de costas, passei gel em meu pau e a penetrei no cuzinho. Quando estava todinho dentro dela disse ao seu ouvido: “Pode dar para ele sim e espero que você goste e aguente a roda dela nesse cuzinho delicioso que você tem”.

Helô, que estava interessadíssima naquela experiência, se insinuou junto a Arthur que sem perda de tempo a convidou para sair na sexta-feira à tarde. Helô trabalhava até às 14 horas e marcaram encontro quando ela saísse do trabalho. Ela me contou do encontro e aprovei a aventura, recomendando que levasse gel para o caso de ele não levar. Isto porque Arthur não iria querer comer só a buceta de minha mulher.
O que se passou no motel naquela tarde foi Helô quem me relatou. Contou que Arthur lhe disse que sempre sentiu tesão por ela mas o medo das consequências era grande e por isso nunca a assediara antes, mas que ultimamente o desejo se tornara incontrolável, etc. etc. Ficaram nus e Helô olhou admirada para o pau de Arthur, passando a acariciá-lo como se fosse um brinquedo e depois colocou a boca nele chupando-o e percebendo que o pau parecia crescer ainda mais.

Arthur estava tesudo, abriu as pernas de Helô e começou a possuí-la. Minha mulher sentiu o volume enorme dentro dela enquanto ele chupava seus seios Arthur não demorou a gozar. Helô, por sua vez, não conseguia se concentrar porque seu pensamento era um só: o pau de Arthur entrando por trás, em sua bunda. Mesmo assim ela simulou ter gozado junto com ele para não desapontá-lo.
Descansaram algum tempo tomando uma cerveja e Helô voltou a acariciar o pau de Arthur. Ao perceber que ele começava a endurecer novamente, Helô virou-se de bruços sem nada dizer. Arthur passou a beijar as costas da cunhada, sua bunda e seu ânus. Ela instintivamente colocou travesseiros sob seu corpo e Arthur sabendo o que Helô estava lhe oferecendo, então encostou seu pau em seu cuzinho enquanto abria-lhe as nádegas com as mãos.
Helô sentiu aquele pau enorme machucando seu cuzinho enquanto entrava pouco a pouco com a ajuda do gel. Parecia romper toda ela. Helô não conteve alguns gritinhos de dor mas não pediu para o cunhado parar. Ajudava como podia mexendo a bunda e achando a posição ideal, onde a dor fosse menor. Em pouco tempo o pau de Arthur estava todo enterrado dentro de Helô que delirava de prazer e de dor. A dor foi diminuindo e o prazer aumentando e como Arthur já havia gozado antes, pode controlar melhor o momento da ejaculação, isto apesar do tesão que o dominava.

Arthur mordia as costas de Helô, os ombros e seus dedos não saíam de sua bucetinha toda melada. Depois de 15 minutos comendo Helô daquele jeito, repetindo o tirar e meter o pau no cu de minha mulher, ele disse: “Cunhada, não aguento mais. Vou gozar”. E gozaram juntos naquela foda deliciosa. Helô foi ao banheiro e percebeu que seu anel estava bastante aberto, totalmente laceado pelo rombo que o pau de Arthur lhe provocara.
Helô ligou para mim enquanto Arthur se vestia e disse só uma frase: “Amor, foi delicioso.” Ao chegar em casa vi que Helô estava sorridente, feliz como uma menina que ganha viagem para a Disney. Perguntei se ele comera seu cuzinho e se doera muito. “Doeu sim, mas adorei, amor”, ela respondeu. “Acho que o Arthur também gostou e vai querer mais vezes”, completou. “Por mim tudo bem”, respondi, “mas agora vou querer também comer minha cunhada Helena”. Helô sorriu e disse: “Boa sorte com minha irmãzinha. Sei que você quer muito comer a bundinha dela…”

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Me tornei corno e não sei o que fazer

Olá leitores.

Se você tem ou já teve vontade de ser corno veja o que aconteceu comigo…

Somos casados a 11 anos, até tivemos uma certa curiosidade logo no início sobre troca de casais, más ficou somente na conversa mesmo.
Sempre que fazíamos amor eu ja imaginava alguém beijando e tirando a roupa dela, puxando a calcinha de lado e chupando a bucetinha depiladinha que ela tem, isso eu ja ficava louco de tanto tesão…

Minha esposa sempre gostou de homens mais de idade, e cabelos grisalhos.

No início deste ano eu vi uma troca de msg no watsaap dela com  um cara mais velho, cabelos grisalhos, 55 anos, (ela me disse) e nas msgs havia conversas não tão pesadas mas com certa intimidade, isso já me deu um ciúme enorme, tirei perguntas dela, é claro que ela ficou brava e disse que não era nada demais.
Más fiquei desconfiado e comecei a investigar os dois…
Pra resumir, eu clonei o whatsapp dela e vi as conversas dela com ele, descobri que estão saindo a 4 anos, fiquei sem chão, e pra piorar o filho que temos de dois anos é filho dele….
Eu ainda fiquei monitorando as conversas deles por duas semanas,..Me senti muito mal em ser enganado.

Uma coisa é você imaginar sua esposa sendo fodida bem gostoso por outro macho, outra coisa é isso acontecer de verdade, é totalmente diferente.
Então eu decidi abrir “o jogo” com ela e disse que havia descoberto tudo, ela negou, más como eu tinha as conversas e havia feito a impressão eu mostrei a ela todas as msgs, ele pegou começou a ler e começou a chorar, não fiz escândalo, ele me pedindo perdão e eu só o ódio.
Minha vontade era de sumir, ela pediu pra eu pensar, dar um tempo e não fazer nada de cabeça quente.

Continuei ainda em casa, mas sem dormir com ela. A raiva foi diminuído até que comecei a lembrar que eu sempre tive o tesão de imaginar ela com outro sendo fodida bem gostoso por outro, isso fez a minha imaginação ficar a mil, já estava sentido um misto de ciúme, raiva e tesão imaginando como começou, quando, e onde eles fodiam, nisso ja comecei a bater punheta mesmo ainda não conversando com ela, pois estava ainda com raiva, e gozei como animal em uma punheta imaginando ela debaixo dele sentindo o cacete do cara que comeu ela entrar e sair melado da bucetinha dela apertadinha e depilada.

No sábado passado eu já com tesão de não ter ainda transado a mais de um mês com ela devido a raiva, e depois ter indo na casa de um casal de amigos e lá tomamos umas cervejas. Quando chegamos em casa ela veio me agarrar pegar no meu pau já duro, mas eu se fazendo de difícil, ela entrou no quarto eu fiquei sala de pau duro, passou uns 5 minutos me chamou pra entrar, eu entrei ela esta de camisola vermelha transparente curtinha com uma calcinha da mesma cor apertadinha que deixava a bucetinha dela inchadinha e socada na bunda dizendo: “vem me comer”!
E já louco de mais tesão do que raiva eu já tirei a roupa e fiquei pelado, o pau já latejando, já comecei a pensar de que jeito ele devia ter comido ela,
Já fui logo pensando ele olhando ela deitadinha esperando ele ir em cima dela, eu já fui logo abrindo a perna dela puxei a calcinha de lado, ela estava depiladinha escorrendo fui logo chupando ela e enfiando o dedo na sua bucetinha lisinha imaginando que ele teria feito o mesmo….

Eu já estava quase gozando, dai eu abri ela todinha na posição clássica “papai – mamãe ” foi colocar o pau entrou direto de tão molhada que ela estava, ela gemendo tão gostoso e rebolando feito louca debaixo de mim me beijando, eu sentindo o calor do interior de sua bucetinha mordendo meu pau, imaginei o que o comedor que a comeu e fez um filho nela o que deve ter sentindo quando a comeu a primeira vez e todas as posições que ele comeu minha esposa.

Com certeza ele se deliciou em cada milímetro no corpo dela aproveitando cada segundo, chupando ela todinha enfiando os dedos em sua bucetinha lisinha, sentindo o calor do corpo dela e a respiração dela descompassada com tesão…

Imaginando ela recebendo a pica dele de perna bem aberta, talvez uma pica maior e mais grossa na entradinha da sua bucetinha melada de tanto ele chupar, ele enfiando devagarinho e se beijando ao mesmo tempo, entrando devagarinho, ele falando que ela tem uma bucetinha apertadinha e gostosa, ela rebolando devagarzinho sentindo o peso e o calor do corpo do macho comedor e sentindo sua pica entrado e saindo devagarinho e ela dizendo : “que delicia…”

Até que começam a meter mais forte fazendo barulho que nós conhecemos, eles feito animais fudendo gostoso, ela toda meladinha sentindo um cacete diferente em sua bucetinha, mudando de posição, ela cavalgando em cima dele, de ladinho, em pé, na banheira quentinha do motel, depois devem ter ficado namorando descansando pra começar de novo, só Deus sabe quantas trepadas já tiveram, talvez eu até deva ter comido ela depois de chegar do encontro com ele, não sei…

E quem ja comeu uma casada sabe como é gostoso.

Agora estou sem direção, não sei se continuo vivendo com ela e tento esquecer o que aconteceu comendo ela imaginando ele metendo com ele e conto pra ela, ou se separo de vez.
Ela diz que não tem mais nada com ele mas tenho minhas desconfianças.

O que devo fazer? Continuo e conto que sempre tive tesão em imaginar ela com outro ou separo de uma vez?

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Meu marido pediu pra eu transar com o amigo dele

Oi sou a Júlia, e meu relato é sobre como meu marido pediu pra eu transar com o amigo dele, o Pedro. Sou baiana, mas moro no Rio há anos, morena, cabelos longos e lisos, bunda grande bem redondinha, seios médios e coxas grossas bem torneadas. Não faço a linha magrela e nem gorda, faço mais a linha gostosa, modéstia a parte. Meu marido trabalha numa grande empresa daqui, e sempre curtiu trazer os colegas de trabalho para jantar aqui em casa, alguns amigos bem próximos dele. O meu esposo se chama Bruno, nós dois temos 35 anos e somos casados há 10.

A nossa vida sexual sempre foi agitada, meu marido tem umas fantasias, mas quando envolve outra mulher, sou super ciumenta e nunca pensei em topar esse tipo de coisa, além do mais, meu negócio sempre foi sexo a dois mesmo, pra mim é uma delícia, então não precisava ninguém envolvido nisso, mas um dia uma conversa abriu mais a minha mente e despertou desejos meio inesperados em mim.

Tudo começou durante um jantar com meu marido num restaurante perto da praia. O clima tava maravilhoso e ele me perguntou na lata se eu tinha alguma fantasia não realizada. Pensei um pouco e não consegui chegar a nenhuma conclusão, e fiz a mesma pergunta pra ele, na qual a resposta foi me ver transando com outro homem ou saber que eu tava transando com outro. Fiquei chocada com a revelação e notei meu esposo meio sem graça com minha reação, acho que ele não esperou.

-Nossa! nunca imaginei que você tivesse esse fetiche, achei que você ia responder que gostaria de transar comigo e outra mulher junto.

-Também, amor! mas de uns tempos pra cá tenho fantasiado você com outro cara. Se rolar da gente achar alguém que te atraia, você teria coragem?

-Ahh amor, eu preciso pensar, não sei se teria coragem de dar para outro.

Ele disse que era tranquilo, que eu só pensasse na ideia e tal. Comecei a ver vídeos desse tipo, o marido vendo a mulher com outro cara e a ideia começou a despertar tesão em mim, nunca imaginei. Um dia meu amigo disse que o Pedro viria aqui pra casa assistir futebol com ele e me ajudou no almoço enquanto a gente conversava. Ele comentou que o Pedro tava separado da mulher e tava precisando sair pra dar uma relaxada.

Depois de umas horas ele chegou, foi super educado, trouxe uma caixa de trufas pra mim, um vinho e cervejas. A gente foi almoçar antes do jogo deles, notei que o Pedro não tirava os olhos de mim. Ele é um homem muito bonito, já grisalho, mas com a aparência jovem, não deve ter mais de 40 anos. Toda vez que eu falava algo, ele me encarava com olhar safado e sorria, o que me deixou arrepiada em alguns momentos.

Eles foram ver o jogo, pelo menos meu marido, o Pedro fez questão de me ajudar na louça, e começou a conversar comigo me olhando de um jeito safado o tempo inteiro.

-Nossa, como você tá linda, tinha tempo que não te via, fiquei impressionado como você só fica cada vez melhor.

-Aaaahhh Pedro, gentileza sua, você também está muito bem!

Ele estava me ajudando, senti ele passar por trás de mim e sua respiração bem no meu pescoço. Fiquei arrepiada e senti que minha buceta molhou nessa hora. Ele sabia o efeito que tinha causado e aproveitou pra encostar seu corpo no meu e falar:

-Tô louco de tesão por você!

Eu não disse nada, só aumentei o contato empinando minha bunda na direção do pau dele e comecei a me movimentar, roçando naquele pau gostoso que já tava bem duro. Ele beijou meu pescoço, minha boca, até que ouvimos a voz do meu marido e ele foi correndo ao banheiro e eu respondi que ele já estava indo, a gente não queria dar bandeira.

Voltei pra sala tentando aparentar calma, eu tava muito excitada, assim que o Pedro voltou do banheiro eu tive que checar meu estado e vi que minha calcinha tava super molhada, com aquele cheiro de tesão característico. Disse ao meu marido que ia tomar um banho rapidinho e quando entrei no box comecei a me masturbar pensando no que tinha rolado na cozinha, era quase nada e me deixou desse jeito, imagina quando eu desse pra ele.

Gemi gostoso, brinquei com meu clitóris, coloquei dois dedos lá dentro e a imagem era só do Pedro me comendo, mas depois de gozar tentei segurar a onda, fui para a sala com eles e ficamos conversando no intervalo do jogo. Na saída meu marido já tava super bêbado e apagado na cama dele, fui abrir a porta para o Pedro ir embora e ele disse que tava louco de tesão, que queria me comer, mas fiquei com o maior receio e não fiz.

Os dias foram passando, ia rolar uma festa no trabalho dos dois, os caras levariam as esposas, nada de mais, uma confraternização por conta da aposentadoria de uma colega deles. Eu tava louca pra ver o Pedro novamente, me arrumei de uma mentira sexy, mas sem vulgaridade, não queria deixar meu marido com ciúmes. Chegando lá o Bruno já foi cumprimentar um grupo de amigos e beber, ouvi quando eles comentaram que o Pedro tava na sala dele e já ia descer. Ouvindo isso, avisei que ia ao banheiro e fui até a sala dele.

-Então, não vai descer pra festa?

-Oi gata! vou sim, só estava aproveitando pra resolver umas coisas aqui. Você tá um tesão hoje!

-Me arrumei assim pra te ver…

Depois que disse isso, ele sorriu sacana, se aproximou de mim, enlaçou minha cintura e me beijou. Pela primeira vez senti que sua língua gostosa tava invadindo minha boca e a sensação dava muito tesão. Minhas pernas já estavam moles, meu coração disparado, pelos arrepiados e minha buceta bem molhada.

Ele apertou minha bunda, cravou os dedos com força, enquanto me beijava. Depois parou, levantou meu vestido, tirando tudo, me deixando completamente nua. Ele me fez encostas na mesa, deu um tapa de leve na minha bunda mandando eu empinar e quando empinei senti suas mãos afastando minha calcinha e ele já de joelhos abrindo minha bunda e me chupando gostoso nessa posição.

Eu empinei, coloquei uma mão na boca enquanto a outra usava pra me apoiar na mesa. Eu tava tentando conter meus gemidos, tava com tesão demais, completamente louca, passei a rebolar bem gostoso na boca dele, ele chupava minha buceta, meu cuzinho, me penetrava com ela, me deixou cada vez mais melada. Nem preciso dizer como meu grelo tava latejado de tesão, tava louca pra sentir a rola dele me penetrando, mas a gente não tinha muito tempo.

– Me fode agora! a gente não tem muito tempo, deixa eu sentir esse pau!

Ele então botou a pica pra fora, tava dura pra caralho, ele colocou encostada na minha bunda, começou a bater com seu pau duro, me fez empinar, esfregou os dedos na minha bucetinha e começou a brincar com ela pra me deixar mais molhadinha. Eu ajudei ele abrindo com as mãos e logo o safado me penetrou gostoso, empurrou sua pica deliciosa na minha buceta e me fez gemer de prazer enquanto agarrou minha cintura e bombou com bastante força.

-Aaaaaaiii aaaii aaaiii! ai que pau gostoso, fode mais, mete forte.

-Tu gosta de pica com força ne putinha? delícia poder meter assim na sua buceta.

A gente ficou fodendo gostoso um bom tempo, ele falando mil sacanagens pra mim e eu pra ele. Ele metia tão forte que eu tinha que me segurar na mesa pra não cair, minha buceta ficou toda assada e arrombada naquele momento, mas foi tão gostoso, o perigo de alguém aparecer deixou tudo mais excitante, senti que não ia aguentar e ia gozar, falei pra ele e o sacana disse que tava perto, então tirou o pau, pediu pra eu chupar e já foi logo empurrando na minha boca. Chupei gostoso, abocanhei aquele caralho grosso pulsante e lambi as bolas dele, suguei com muito tesão e ele ficou louco.

Depois de mamar aquele caralho, ele sentou na cadeira dele e me puxou pra sentar no seu colo. Encaixei a bucetinha e comecei a cavalgar no colo dele, sentadinha de gostas, ele segurando minha cintura e minha bunda batendo forte em seu corpo. Pulei e gemi gostoso naquela vara por um bom tempo, até que ele avisou que ia gozar. No meio do tesão mandei ele gozar dentro e assim que senti aquele leite quente de macho escorrendo pela minha buceta, eu acabei gozando também.

A gente se deu conta de que ficamos uns 25 minutos ali. Resolvi me ajeitar e descer primeiro pra não dar bandeira. Depois de um tempo ele desceu, meu marido perguntou onde eu tava, eu disse que estava no banheiro ainda, que tinha sentido um mal estar. A gente curtiu a festa, eu ali relaxada e super satisfeita, até que meu marido chega pra mim e diz que o Pedro parecia muito interessado em mim. Ele perguntou se eu teria coragem de ficar com ele em sua frente, eu disse que não sabia, mas no fundo fiquei satisfeita, mal sabia meu marido que eu tinha acabado de dar para o amigo dele. Bom, o relato ficou muito grande, volto pra contar como foi que eu acabei fodendo com o Pedro, dessa vez na frente do Bruno.

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Como me tornei um corno manso

Tenho 41 anos, minha esposa (Simone) tem 34, ela é morena clara, cabelos compridos, 1,67 uns 59 ou 60 kg. Seios de médios para grandes, porém firmes, coxas grossas, quadril largo, bunda bem avantajada, arrebitada, malha bastante. Bucetuda, com a buceta geralmente depilada. Ela realmente é aquele tipo de mulher que chama a atenção dos homens, pelo seu corpo e também pelo seu andar rebolativo.
Somos casados há 11 anos e de uns tempos para cá, comecei a ficar com vontade de ver minha mulher com outro homem na cama, de preferência bem-dotado. Não sou avantajado, tenho apenas 15 cm de pau e sempre que alugava filmes pornô, procurava por aqueles em que os atores são super-dotados, tanto no tamanho, como na grossura. Observava que minha esposa adorava assistir esses filmes e depois de assisti-los trepava muito melhor, com mais vontade.
Comecei a conversar com ela sobre isso, dizendo-lhe que tinha vontade de ver ela dando bem gostoso pra um homem pauzudo. No começo ela relutou, mas de tanto eu insistir ela acabou gostando da idéia e disse que se um dia pintasse uma chance, quem sabe…
Passei a incentivá-la a usar roupas bem justas e curtas, decotadas, pra provocar os outros. Só deixava que ela usasse calcinhas fio-dental, daquelas que ficam bem atoladas na bunda e que não cobrem quase nada da buceta. Quando saíamos, pedia que ela fosse na frente rebolando, só pra ver os outros olharem pra bunda da minha mulher, acho uma uma delicia ficar observando os outros olhando pra minha esposa, desejando-a.
Fiquei cada vez com mais vontade de ver ela fodendo com outro e tratei de fazer alguma coisa para que isso se tornasse realidade. Ela trabalha num banco e vivia me dizendo que um colega de trabalho dela sempre ficava elogiando-a, enfim, vivia cantando minha esposa. Uma amiga dela havia contado pra ela que ele (Renato) era bem dotado e que inclusive quando tinha saído com ele não conseguiu trepar direito devido ao tamanho e a grossura do pau dele.
Assim que ela acabou de me contar isso eu praticamente implorei pra ela que desse papo pra ele e que se estivesse afim, saísse com ele e metesse bem gostoso, porque essa era minha fantasia. Notei que os olhos dela brilharam, acho que ela já estava dando bola pra ele, mas queria uma aprovação de minha parte.
No dia seguinte ela me disse que o Renato a havia convidado pra saírem depois do trabalho e me perguntou o que eu achava. Eu lhe disse que era tudo o que eu queria e que ela fosse bem provocante pra não deixar essa oportunidade escapar. No dia seguinte ela foi trabalhar com uma blusinha super decotada, que deixava aparecer quase metade dos seus seios, sem sutiã, uma calça branca bem apertada, que realçava bem o bundão arrebitado e uma minúscula calcinha fio dental toda atolada na bunda, que aparecia por baixo da calça branca. Eu pedi pra ela que se acontecesse alguma coisa entre eles, se eles chegassem a trepar, eu queria que assim que acabassem, que ela voltasse pra casa sem tomar banho, pra me contar e mostrar o que ele tinha feito com ela. A noite fiquei esperando que ela voltasse. Lá pelas onze da noite tocou o interfone e fui atender, era ela que tinha chegado em casa de carona com ele, eu fui abrir a porta, ela deu tchau pra ele, ele abanou a mão pra mim, jogou um beijo pra ela, que entrou e eu lhe perguntei como tinha sido a noite deles. Ela me disse que eles tinham ido a um motel e que ela não tinha resistido e realmente acabou dando pra ele, disse que nunca tinha mamado tanto um pau como o dele, falou que o pau dele é como a amiga dela tinha contado, muito grande e grosso, que mal cabia na boca devido à grossura, como nos filmes que nos tínhamos assistido e que tinham trepado bastante, disse isso e me deu um beijo. Senti gosto de porra na boca da minha esposa, perguntei a ela se ele tinha gozado na sua boca e ela me disse que na volta pra casa ela veio mamando no pau dele até ele gozar novamente. Me perguntou se eu estava bravo por isso, eu disse que não, que estava adorando sentir gosto de pau de outro na boca da minha esposa querida.
Ela me abraçou e então tirou a roupa e ficou só de calcinha, me mostrando as marcas de chupadas que ele tinha deixado nos seios, no pescoço e no bumbum dela. Isso me deixou com um tesão danado. Como viu que eu estava com tesão, me perguntou se eu não queria ver como ele tinha deixado a bucetinha da minha esposa, não resisti e pedi pra ela tirar a calcinha. Ela deitou-se no sofá e pediu pra eu tirar sua calcinha, tirei rapidamente e tive uma visão maravilhosa da bucetinha dela, estava bem vermelha e muito inchada. Ela me pediu pra colocar os dedos e ver o estrago que ele tinha feito, comecei a passar os dedos e realmente estava bem larguinha e toda ensopada ainda. Perguntei a ela se tinha deixado ele gozar dentro, ela me disse que não queria, mas que na hora, com o pau dele todo atolado na buceta, empurrando tudo e tirando, ela não conseguiu resistir e pediu pra ele encher ela de porra pra ela mostrar pra mim quando chegasse em casa. Eu estava a mil, e ela me perguntou se eu estava contente de saber que minutos antes minha esposa tinha me corneado com um pauzudo, se eu estava feliz de saber que um pauzão de verdade tinha comido gostoso a bucetinha da minha esposa, eu disse que estava super feliz. Então ela me disse que ainda estava com tesão e me perguntou se eu teria coragem de chupar a buceta dela do jeito que ela estava, toda melecada. Não resisti e caí de boca, chupei muito, deixei a buceta da minha mulher completamente seca. Ela deitada no sofá, de pernas totalmente arreganhadas, empurrando minha cabeça contra sua buceta, me agradecendo por ter deixado ela meter com outro, dizendo que tinha adorado meter com um pauzudo e me mandando chupar sua buceta toda ensopada. Enquanto eu chupava ela ficava me chamando de corno manso e me falava que eu não sabia como ela tinha gostado de receber o pauzão do Renato inteiro na buceta e dizia que na próxima vez que fosse trepar com o Renato, queria que eu visse bem de perto….
Quando fomos deitar trepamos muito gostoso, só que a buceta dela estava bem larga, meu pau ficava flutuando, ela ria da situação e dizia que de agora em diante eu teria de me acostumar a comer a buceta dela assim bem larga, porque ela não iria mais se contentar apenas com meu pauzinho e não iria mais parar de me por chifres com homens pauzudos.
Foi assim que minha mulher começou a trepar com outro e fez de mim um corno manso muito feliz.

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Iniciando o corno do meu marido.

Sou Giuly, uma morena gostosa como podem ver na foto.Tenho 29 anos, 5 anos de casada. Meu marido sempre me diz que tenho um rabo delicioso e, que é pouco um homem só aproveitar de suas delicias. Sempre resisti a idéia de me entregar a outro homem mas, ele está cada vez querendo mais ver minha buceta arregaçada por outro pau que não seja o dele.

Neste ultimo fim de semana, pela primeira vez comecei a pensar com interesse no assunto e me excitava muito com a idéia.

Chamei meu marido e disse que a partir daquele momento ele estaria iniciando o seu desejo de ser corno. Sem entender nada, foi fazendo o que eu queria e, preparamos tudo para tirar algumas fotos(duas anexas). Fui fazendo poses, tirando a roupa e dixando ele fotografar à vontade, minha bunda, peitos e bocetinha.

Ao final estavamos com tanto tesão que ele quiz me chupar, mas neste dia só de ele tocar a lingua no meu grelinho já comecei a gemer e, ele sentindo o meu tesão, começou a enfiar um dedo no meu cuzinho(adoro!). Gozei desesperadamente e depois fiz nele um delicioso boquete. Quando senti sua pica latejar em minha boca me preparei e não deixei cair nenhuma gota de porra engolindo tudinho.

Depois disso, falei que ia postar as fotos na NET,para saber a opinião sobre a qualidade do meu rabinho.Com isso ele ficou novamente muito exitado e fodeu minha buceta com muito prazer fazendo ela ficar escorrendo porra por um bom tempo. Aguardo comentários e sugestões sobre como fazer meu marido, futuro corno, feliz.

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Deixei o personal excitado: Me vinguei do meu marido!

Toda vez que a gente está junto, ele vê uma mulher com shortinho ou calça de academia e fica reparando e ainda tem a coragem de me dizer as vezes que tá “marcando” tudo. Resolvi dar o troco!!

Meu personal me disse que eu precisava fazer avaliação física pra acompanhar o resultado da evolução do meu corpo.. aí eu pensei em me vingar do meu esposo e assim eu fiz, não sei pq, mas fiz uma loucura que eu nem acredito..

Comprei uma calcinha que é aberta na frente, ela apenas tem o elástico e aperta bastante a minha ppka fazendo ela ficar bem inchada, como não tem pano na parte da frente ela cresce bastante.. Junto com um shortinho branco que eu tenho que fica quase transparente, fico bem “bucetuda” do jeito que meu marido gosta de ver.

Como a avaliação física é feita em uma sala privada, só eu e o personal, eu resolvi fazer isso pra deixá-lo excitado e me sentir vingada por todas as vezes que meu marido olha a ppka de outras..

Me vinguei do corno do meu marido!

Cheguei na academia e disse: quero fazer avaliação hoje! O personal sorriu e disse, ok, troca de roupa e fica só de short e top ou biquíni na sala que em 15 minutos eu vou entrar pra fazer sua avaliação física.

Coloquei a calcinha que é aberta na frente, o shortinho branco e um top .

Ele entrou, abriu a minha ficha no computador, me mandou pesar e depois veio medir meus percentuais de gordura como é normal em toda avaliação física..

Mediu de cima pra baixo, quando ele se ajoelhou pra medir meu bumbum e minha coxa eu já estava bem excitada, e percebi que ele estava de olho na minha bucetinha, foi então que eu comecei a ficar mais excitada e me sentia uma puta praticamente colocando a buceta na boca do personal,

Ele se levantou e anotou as medidas, eu já estava com o coração acelerado e pegando fogo! Me deu uma vontade de fazer ele se ajoelhar dnv pra olhar de perto outra vez , e pronto, pensei rápido e disse: queria te pedir uma coisa mais fico sem graça!

Ele: me diz , não precisa ter vergonha.

Eu: Tenho uma gordurinha localizada e gostaria que você olhasse de perto e me passasse algum exercício mais localizado..

Ele: tudo bem, me diz aonde?

Eu: Fica na posição que você estava antes de joelho, vou apontar pra você pq fico sem graça.

Ele se ajoelhou e ficou com o olho diretamente na minha bcta e me perguntou: aonde é ?

Apontei pra minha bucetinha e olhei pra ele.

Ele sorriu e disse: esse exercício não pode ser feito aqui na academia, somente em ambiente privado..

Acabamos a avaliação, troquei de roupa e treinei e depois fui pra casa, chegando em casa pegando fogo!!

Fui abraçar meu marido e ele me disse: me deixa assistir o jogo . Me banhei, coloquei uma roupa e deitei. Me masturbei quatro vezes pensando em como meu Personal me desejou e aquelas mãos grandes e morenas chegaram bem perto da minha bucetinha apertada e rosinha.

Espero que vocês gostem, quero contar logo como eu errei achando que “treinar” com esse personal moreno e forte iria deixar minha bucetinha menos inchada e foi justamente o contrário..

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A esposa linda do meu cliente

Meu apelido desde moleque é John.

Atualmente tenho trinta e uns anos.

Tenho 1,75 e peso 74 kg. Cabelos e olhos castanhos, tenho o corpo atlético e gosto muito de esporte. A parte que mais curto em meu corpo é o meu pênis. As garotas também. Ele não é muito grande e nem pequeno, 18 cm mas o charme está no seu formato. Glande bem robusta e um bocadinho grosso na extensão.

O que narro a seguir aconteceu de verdade nos seus mínimos detalhes.

Eu trabalho como programador de sistema freelancer.

Fui selecionado por uma empresa de software a instalar um programa para um cliente na cidade de Maringá – PR

Geralmente quando faço deslocamentos para outra cidade as despesas correm por conta do cliente. Hotel, refeição, etc…. Porém, estava havendo vários eventos na cidade no período que cheguei e os hotéis estavam todos lotados.

O cliente que havia contratado o serviço era um casal que possuía uma micro empresa.

Seus nomes (fictícios) eram Artur, 30 anos e Gabriela, 25 anos.

Eu levaria de 3 a 5 dias para implantar o sistema que eles haviam comprado.

O casal acolheu-me em sua residência por não haver possibilidade de me hospedar em hotéis.

A princípio eu fiquei contrariado mas não havia outra possibilidade, a não ser que adiássemos a implantação do programa, mas como eu já me encontrava na cidade eu acabei aceitando.

O quarto era bem confortável e eles muito simpáticos, me deixaram bem a vontade.

A Gabriela, sua esposa, era de uma beleza singular. Corpo bem torneado, seios bem firmes se destacando na sua camiseta. Cintura fina, deixando o sua bundinha empinada. Seu rosto possuía uma combinação perfeita entre orelhas, nariz, lábios e maçãs do rosto. Tudo em volta de uma cabeleira negra e ondulada.

Não tinha quem não olhasse mais de uma vez pra ela.

O meu trabalho se daria em duas etapas. Implantaria o programa no pc de sua residência e nos pcs do escritório.

Antes de começar eu pedi licença para tomar um banho, depois vesti uma bermuda e uma camiseta. Maringá é uma cidade muito quente queria ficar a vontade.

Geralmente quando uso calça ou bermuda apertada o volume do meu pau fica bem destacado.

Comecei a trabalhar primeiro no escritório, eram dois computadores que formariam uma rede com o pc na residência.

Arthur pediu pra sua esposa me levar até o local enquanto ele faria umas visitas comerciais naquela tarde.

O escritório ficava a 20 minutos da residência, Gabriela retirou seu carro da garagem e pomo-nos a caminho. Enquanto dirigia ela contava-me um pouco sobre sua cidade, que era muito arborizada e se destacava pelo agronegócio.

Numa curva a esquerda que ela entrou rápida demais, ela foi reduzir a marcha e pegou no meu joelho, ao invés do câmbio. Ela pediu desculpas e ficou envergonhada. Pra amenizar eu lhe disse que é normal nosso corpo ir na direção contrária da curva, fazendo-nos errar o câmbio.

Fiquei a tarde toda sozinho implantando o sistema. Gabriela voltou a sua residência.

No final da tarde o Arthur veio me buscar. Aquela seria a primeira noite que iria dormir em sua casa. Confesso que sou um bocado tímido nessas ocasiões mas eles eram muito simpáticos e me deixaram bem a vontade.

Me contaram parte de seu relacionamento, quando se conheceram, noivaram e casaram.

Também contei parte da minha vida pra descontrair e deixar o ambiente mais agradável.

Gabriela estava usando uma bermuda bem colada ao corpo, era difícil ter que desviar meus olhos toda vez que ela se levantava. Arthur me ofereceu uma dose de whisky que eu recusei mas aceitei uma cerveja.

Percebi que o Arthur tomou várias doses e se não fosse sua esposa ele teria tomado mais.

Fui dormir aquela noite pensando no corpo da Gabriela, que morena linda e gostosa.

Fiquei com inveja do Arthur.

No dia seguinte logo pela manhã eu e o Arthur fomos pro escritório e continuei implantando o sistema até a hora do almoço. Como o Arthur saiu em visita comercial sua esposa veio me buscar para almoçar na casa deles.

Sentamos a mesa e Gabriela perguntou se eu queria tomar uma cerveja eu agradeci mas recusei. Ela perguntou-me se eu não tenho o hábito de beber todos os dias, eu disse que aprecio cerveja mas no fim de semana.

Ela então me confidenciou que o Arthur bebe todas as noites e não tem limites.

Que eles já haviam se separado uma vez por esse motivo. Eu não sabia o que dizer então fiquei apenas ouvindo-a se queixar.

As vezes cruzávamos os olhares mas nada que me desse esperanças de mudar o rumo da conversa e tentar uma sedução. Mas mantinha uma esperança por que ela é deliciosa demais.

Restante do dia correu normal, a noite ficamos de prosa mais uma vez e o marido dela bebericou muitas doses de whisky, quando Gabriela percebeu que ele já estava falando mole ela cochichou no seu ouvido pra ele parar.

No dia seguinte eu comecei ia instalar o programa no pc da residência e foi preciso comprar umas peças de acessórios e aumentar a memória. O trabalho já estava quase terminado.

Era uma sexta feira e o casal costumava se reunir com amigos pra relaxar e tomar umas.

Eles me convidaram e eu pra não ficar sozinho na residência deles aceitei.

Chegamos numa espécie de mansão com característica de chácara de um casal de amigo deles, o som ambiente e muitos comes e bebes estavam rolando solto.

Era um pessoal muito divertido e logo me deixaram a vontade.

Haviam muitas garotas bonitas desacompanhadas no ambiente e com frequência eu notava uns olhares, meio que disfarçados, na minha cintura. Porém meus olhos tinha apenas uma direção… Gabriela.

Depois que a bebida começa a fazer efeito as tirações de sarros mais ousadas começaram aparecer. Um grupinho de amigos do Arthur perguntou a ele se ele tinha arrumado um amante pra sua esposa, porque ele não dava mais no coro. Eu estava na roda.

Puts… eu não sabia onde enfiar a cara. Morri de vergonha, mesmo me sentindo a vontade, eu não tinha toda essa intimidade nem com eles nem com o casal. Gabriela veio em meu socorro, ela depositou sua mão em meu ombro e confirmou que era verdade. Fez isso pra que a brincadeira fluísse sem mal estar.

Ufa… respirei aliviado.

Porém, uma das garotas parabenizou ela, dizendo que ela estava bem servida, apontando o dedo para o meu pau.

Eu que estava me recompondo do primeiro susto agora fiquei ruborizado.

Todos caíram na gargalhada de novo e eu ri também mas, morrendo de vergonha de novo.

Depois dessa brincadeira eu cai na dança com as meninas que estavam sozinhas.

Uma me cantou na cara dura. Eu estava me divertindo muito e notei que a Gabriela me secava como se estivesse meio enciumada. Quando acabou a música ela veio em nossa direção e pediu pra amiga que era pra parar de dar em cima do amante dela. Agora ela iria dançar comigo. Sorrimos todos pela sua brincadeira e passamos a dançar.

Ela fitou-me nos olhos e perguntou se eu estava me divertindo. Acenei que sim com a cabeça. Mas lhe disse que poderia ser melhor se fosse eu o seu companheiro. Arrisquei.

Senti uma breve alegria iluminar seu rosto mas ela advertiu que se ficássemos muito tempo juntos, eles pensariam que estaria rolando algo mesmo entre nós.

Entendi o recado, ela não queria se expor e nem expor o marido, mas senti que ela havia deixado uma brecha. Era questão de oportunidade pra tê-la em meu braços.

Continuei me divertindo, participando de rodas de bate papo até as duas da manhã.

E foi por essa hora que o Arthur já não conseguia mais parar em pé, enxugou todas, fez a maior mistureba de bebida. Gabriela dessa vez não ficou controlando o marido, deixou ele entornar todas.

Foi então que ela me procurou e me deixou a par da situação. Me prontifiquei a leva-lo até o carro mas antes nos despedimos do pessoal. O rosto do seu marido estava vermelho e suado.

Não falava coisa com coisa. Coloquei ele deitado no banco de trás e rumamos sentido sua residência. No caminho trocamos alguns olhares diferentes dos até então e ela fez questão de errar a marcha algumas vezes, levando sua mão até o meu pau.

Por minha vez, depositava minha mão no seu joelho e voltava pra trás deslizando sobre sua coxa desnuda.

Assim que chegamos, ela me ajudou a puxar seu marido que estava inerte num sono profundo.

Depositamos ele na cama e ela passou a desnudá-lo para que ele ficasse mais a vontade.

Eu falei que iria tomar um banho mas antes, puxei-a pro corredor e beijei aquela boca deliciosa. Senti ela desabar sobre meu corpo gemendo baixinho com a respiração acelerada. Desci com uma mão acariciando suas costas até chegar na sua bundinha gostosa e segurei um seio com a outra.

Ela empurrava seu corpo contra o meu como se quisesse atravessá-lo. Beijava muito sua boca, chupava sua língua e sussurrava em seu ouvido que ela era muito gostosa e que eu queria transar com ela.

Foi difícil sair daquele enlace, Gabriela não me soltava. Ela queria ser fodida ali mesmo no corredor mas estávamos suados demais. Antes… eu queria explorar seu corpo inteiro com a minha língua.

Liguei o chuveiro e deixei a água me dar aquela sensação gostosa de frescor. Gabriela tomava banho ao mesmo tempo na suíte do casal.

Assim que terminei fui pro meu quarto coloquei apenas uma cueca de algodão e esperei…

Depois de uns 15 minutos sinto a maçaneta rodar e aparecer aquele vulto de um mulherão em chamas numa minúscula camisola branca. Ela veio ao meu encontro e se deitou por cima de mim buscando minha boca com a sua.

Estava ardente e gemia baixinho a cada toque dos meus dedos em seu corpo. Eu precisava domá-la de forma que ela não me puxasse logo para penetrar-lhe. Queria desfrutar aquele corpo com minha boca primeiro.

Não levei minha mão de imediato em sua bucetinha, fui beijando sua boca lentamente pra desacelerar um pouco. Acariciava somente suas costas falando baixinho no seu ouvido que ela era a mulher mais linda e gostosa que eu já vira.

Ela abriu os olhos e me disse que nunca desejou ninguém assim na vida dela. Eu sai debaixo dela virando seu corpo pra que ela assumisse o meu lugar. Ao seu lado voltei a beijar sua boca e fui acariciando seus seios com minha mão.

Comecei descer minha boca pela sua orelha, lambendo seu interior, descendo pro seu pescoço até chegar nos peitos e chupá-los. Revezava minha boca gulosa chupando um pouco de cada, depois apertei-os para que os bicos ficassem juntos e alternava minhas lambidas entres eles.

Sentia ela gemer baixinho como se estivesse gozando escondido. Fui descendo minha boca pela sua barriga lambendo cada centímetro dela. Parei com a minha língua no seu umbigo e penetrei-lhe várias vezes com a ponta da minha língua.

Antes de ir para o seu ventre eu me ajoelhei no meio da cama, peguei seus dois pés e levei até minha boca, deixando-a com as pernas para o ar. Comecei a beijá-los bem de levinho e depois lambia.

Eu olhava pro seu rosto e via-o contorcido com a boca entreaberta, deixando escapar suspiros de tesão da sua garganta. Uma imagem pra nunca mais esquecer. Ela é linda demais.

Fui seguindo lambendo toda extensão da sua perna até chegar com a minha boca no meio das suas coxas. Mesmo com a iluminação fraca do abajur pude ver que Gabriela tinha uma vagina bem feitinha. Os seus pequenos e grandes lábios combinavam em proporções deixando ela estufada pra fora.

Comecei a beijar e lamber o finalzinho de sua coxa em conjunção com sua bunda. Passava a língua nas dobrinhas macias. Gabriela acusava com gemidos mais intensos o tesão que minha língua proporcionava-lhe, ao lamber toda essa região.

Apoiei meus dois cotovelos ao lado do seu corpo de forma que sua bucetinha ficasse ao alcance da minha boca e passei a lamber bem devagarzinho, começando desde o seu ânus e subindo até o seu grelinho.

Gabriela gemeu mais alto tentando abafar o som em sua garganta e tremia todo o corpo.

Sua vagina era muito deliciosa a ponto de eu colocar toda ela em minha boca e ficar lambendo e pressionando os lábios. Comecei a repetir esse movimento e senti que Gabriela iria gozar.

Fiz esse mesmo movimento mais acima, colocando minha boca no seu grelinho e comecei lamber bem forte.

Ela agarrou minha cabeça com as duas mãos puxando-a pra si e explodiu num gozo intenso, gemendo alto.

Mantive minha boca no seu grelo pra prolongar o máximo o seu orgasmo.

Nunca chupei uma buceta antes na minha vida como o fiz com Gabriela.

Levantei meus olhos pro seu rosto e ela me olhava com uma expressão de gratidão.

Fui direto pra sua boca e beijamos ardentemente.

Depois que ela recuperou o fôlego ela me disse baixinho que era a vez dela de me dar prazer.

Pensei no marido dela dormindo no quarto ao lado. Ele é que deveria estar desfrutando daquele corpo maravilhoso da sua esposa. Mas o destino conspirou a meu favor aquele noite.

Eu voltei a ficar de barriga pra cima mas antes puxei ela e disse que o prazer que eu senti ao vê-la gozar fora mais intenso que muitos orgasmos que já provei.

Ela me deu um selinho nos lábios e um sorrisinho sapeca e começou mordiscar meu peito e lamber meus mamilos. Não tem como negar, a mulher alheia é ainda mais gostosa.

E Gabriela tinha algo de especial que é difícil descrever em palavras.

Ela foi descendo sem pressa, estava caprichando como eu havia feito com ela.

Foi varrendo com sua língua úmida e agitada até chegar com ela no enorme volume que estava sob a cueca. A cabeça por ser robusta deixava sua forma marcada na cueca e ela a colocava na sua boca mesmo por cima da cueca.

Encheu ela de beijinhos e depois subiu pra me dar um beijo e falou no meu ouvido que todas as garotas na festa queriam estar no lugar dela naquela hora. Deu outro selinho e voltou e começou enfiar a língua pela lateral da cueca, de forma que conseguia dar lambidinhas na glande.

Quando ela puxou a cueca abaixo ele saltou pra fora, ficando colado na barriga. Ela começou a lambê-lo de baixo pra cima e depois passou a lamber só a cabeça. Desceu uma mão até a base e puxou-o de encontro aos lábios… e depois abocanhou.

E começou fazer um vai e vem com sua boquinha, deixando ele penetrar até o limite que cabia nela. Eu custava a acreditar que aquela boca que tanto me encantara no primeiro dia, estava agora acariciando meu pau.

Se eu não tivesse tomado algumas cervejas eu teria gozado na hora. Mas eu tinha total controle do meu tesão.

Pedi pra ela sentar-se em cima dele e colocar sua língua na minha boca, estava doido pra sentir meu pau pulsando dentro da buceta dela. Ela encaixou e soltou um gemido forte, meu pau entrou e ocupou todo o interior daquela buceta suculenta.

Agarrei seus peitos com as mão e recebi sua língua na minha boca e deixei meu pau fazer o resto do trabalho. Depois peguei-a pelas costas e virei o seu corpo pro colchão sem deixar o meu pau sair da sua grutinha.

Fiquei por cima num papai e mamãe controlando as bombadas e vendo ela se contorcer toda.

Que rostinho lindo ela fazia, quando dava umas fincadas forte, ela já gemia antes, sabendo o que eu iria fazer. Senti sua respiração e os gemidos acelerarem e comecei a bombar forte sem parar e ela gritou de prazer novamente. Fincou suas unhas nas minhas costas puxando-me pra beija-la e abafar seus gritinhos.

Diante de uma cena tão deliciosa eu também gozei dentro dela.

Me apoiei com os cotovelos e ergui um pouco meu tórax e fiquei beijando e lambendo todo seu rosto. Depois cai do seu lado e ficamos com nossos olhos nos curtindo.

Ela abraçou meu corpo de lado e enfiou seu rosto no meu pescoço. Eu me virei de encontro a ela e puxei todo seu corpo para um longo abraço. Perguntei a ela se estava saciada ela balançou a cabeça que sim… mas depois ergueu a cabeça me olhando nos olhos e balançou que não. Rimos juntos bem baixinho e nossas bocas se encontraram de novo.

– John… eu quero mais. – sussurrou no meu ouvido.

– Olha Gabriela, infelizmente…. eu também quero continuar fodendo seu corpinho, brinquei.

Abracei ela de novo e desci com minhas mãos pela sua bunda pra massagear sua bucetinha toda encharcada.

Fiz pressão com um dedo em seu anelzinho e senti ela fincar as unhas nas minhas costas.

Voltei a fazer pressão de novo e levei unhadas novamente.

– Ora, ora… a deliciosa da Gabi tem mais um pontinho g no corpo.

Ela riu gostoso acenando a cabeça que sim.

Como aquela região estava toda lubrificada pelo líquido que desceu da xaninha, eu passei a forçar bem devagar a entrada de um dedo naquele buraquinho.

Ela movimentou o quadril como se rebolasse pro dedo entrar mais fácil.

Ele estava quente mas apertadinho. Fiquei fazendo um vai e vem pra deixar seu esfíncter relaxado.

– Gabriela, tem certeza que você quer que eu coma o seu cuzinho também? Ele é muito apertadinho e a cabeça do meu pau pode te causar dor.

– John, eu gosto de sentir dor. Curto muito quando meu marido come o meu cu.

– Mas e se doer muito e você gritar e acordar seu marido.

– Ele não vai acordar, fica tranquilo. Se eu não aguentar eu te falo. Mas eu quero muito esse pauzão no meu cu. Já deixei ele limpinho pra você. Eu sempre desejei um pau mais grosso que do meu marido. Fica tranquilo.

Pedi pra ela chupar o meu pau e ficar deitada ao alcance de minha mão na sua bunda.

Ela se curvou de modo a alcançar meu pau com sua boca e empinou a bundinha do meu lado direito.

Voltei a sentir aquela boca gostosa me chupando e continuei dedando seu buraquinho.

Quando consegui enfiar dois dedos achei que já estava bom. Puxei ela pra cima e pedi pra ficar de 4. Ela me atendeu e inclinou até ficar com os peitos colado na cama, empinando o máximo que pode sua bundinha pra cima.

Que visão linda Gabriela me proporcionou naquele momento. A sua buceta entre as polpas da sua bunda ficava mais estufada e suculenta ainda. Eu passei a chupar o seu cuzinho e alternava minha língua também em toda sua bucetinha carnuda.

Quando ela viu que eu ia me posicionar pra penetrar, ela me mostrou um tubinho de KY que havia trazido. Então eu coloquei meu pau naquela xota molhada e passei a fazer um vai e vem devagar enquanto lubrificava o buraquinho.

Para um bom comedor de cu existe uma técnica infalível, você pode até ser bem dotado mas precisa muita paciência.

Mesmo com um pau meio robusto, já comi muito cu em SP e interior.

Pedi pra Gabriela ficar com o corpo bem relaxado e coloquei a cabeça na entrada do seu cuzinho. A desproporção da cabeçona com seu anelzinho era realmente de assustar.

Mas ai vai a técnica. Você força um pouquinho até ela sentir dor, depois recua. Espera uns 10 segundos pra esfíncter relaxar e volta a fazer pressão de novo e puxa pra fora. E vai repetindo até o buraquinho dela lacear e engolir a cabeça.

Como Gabriela fazia sexo anal com seu marido não foi difícil. Quando ela sentiu a cabeça passar doeu bastante, eu vi a expressão no seu rosto. Eu fiquei paradinho até ela começar a movimentar a bunda pra engolir mais e só aí eu comecei a cadenciar um movimento de vai e vem. Conforme ela relaxava mais eu aumentava a velocidade.

Eu puxei ela pelos cabelos pra lhe dar um beijo e vi que ela estava gostando, sentindo muito prazer. Pra apimentar um pouco, passei dar uns tapas, de leve, na bundinha dela e arrisquei algo que nem todas as mulheres gostam de ouvir.

– Isso minha putinha linda e gostosa, rebola essa bunda gostosa pro seu macho.

– Assim… você quer que sua putinha rebola assim. Fala, é assim?

– Assim mesmo minha cadelinha. Senti o pau do seu macho bem no fundo do seu cu.

Ela rebolava e eu batia mais naquela bunda.

– Ohhhh John, fode sua putinha com esse pauzão gostoso. Eu quero que você me faça sofrer com seu pintão duro. Atola tudo John, por favor eu quero tanto…

Eu fiquei doido ouvindo ela pedir. Puxei ela pelos cabelos, queria beijar a boca dela e confessar que estava apaixonado. Mas assim que ela virou o rosto pra mim ela pediu pra mim cuspir na boca dela.

Confesso que nunca tinha recebido um pedido desse antes e olha que já sai com cada cachorra quente pra caralho.

Eu fiquei mais doido ainda porque, esse pedido mostrou-me o grau de cumplicidade entre nós.

Salivei minha boca e cuspi de lado meio no rosto meio na boca e já dei um beijo em seguida.

Ela começou a esfregar o grelinho e gemer baixinho, sufocando a voz rouca cheio desejos.

– Fode meu cuzinho, fode. Bate na minha bunda. Caralho, meu cu tá doendo, mas eu to gostando John. Mete na sua putinha com força. Mete sem dó que eu gosto. Porra que delícia dar o cu pra você. Nunca fui fodida tão forte assim.

– Senti o pau do seu macho arrombando seu cuzinho cadelinha.

Agarrei a cintura dela e comecei a estocar meu pau naquele túnel apertado o mais forte que podia. Nessa altura não tava nem ai se o corno bêbado do seu marido nos escutássemos.

– Toma sua cadelinha, engole meu pau inteiro no seu cuzinho. Era desse jeito que você queria ser fodida, não era?

Senti Gabriela soluçar num choro baixinho. Pensei em diminuir a intensidade daquela foda mas estava enganado.

Gabriela realmente estava chorando de dor mas estava adorando, e quando começou a berrar pra eu não parar, percebi que estava gozando igual cadela no cio.

Foram muitos gritos entre choro e gemidos, porém, a expressão de tesão naquele rostinho suado deixou-me orgulhoso.

Assim que ela gozou eu puxei seus joelhos pra trás e fiz ela deitar e continuei bombando meu pau com força até gozar também.

Ela ficou um pouquinho mais agarrada a mim e depois me deu um beijo e foi pro seu quarto.

Por volta das 08 da manhã eu acordei eu fui terminar a instalação. Ela já estava acordada fazendo um café. Perguntei do seu marido e ela informou que ele só vai acordar lá pras 10 horas.

Puxei ela pra mim e dei um beijo bem gostoso. Ela correspondeu e apertou seu corpo no meu.

Mas disse pra pararmos de correr risco a toa.

Eu disse que ainda estava com vontade de fodê-la.

Ela disse que também estava e teve uma ideia, como minha pasta estava no carro do marido dela, nós podíamos descer e transar na garagem. Se ele acordasse daria pra ouvir a porta do banheiro ou a da cozinha se abrindo.

Ela foi pegar a chave do carro do marido e fomos nós pra garagem. Como corríamos contra o tempo não teve tempo de preliminar não. Eu tirei o pau pra fora e ela se agachou e começou a chupar.

Ele já estava meio duro foi rapidinho o contato daquela boca pra deixar no ponto.

Virei ela de costa e ela já puxou a calcinha de lado, estava molhadinha. Assim que encostei ela empurrou a bunda pra trás e encaixou. Agarrei os peitos dela por cima do sutiã mesmo e comecei a fodê-la.

Pra nós gozarmos rápido eu passei a bombar sem parar, mergulhava meu pau no fundo da xana dela e voltava. Senti que ela ia gozar puxei sua cabeça pra trás e tapei sua boca. Tremeu todo o corpo e gozou gostoso. Depois foi minha vez mas eu queria gozar na boca dela, era o único lugar que ainda não tinha recebido minha porra.

Falei baixinho no seu ouvido que o seu macho queria encher a boca da putinha dele de porra. Ela obedeceu na hora, se ajoelhou e começou chupar.

Gabriela sabia chupar como chupar um pau. Sua língua inquieta só parava de lamber a cabeça do meu pau quando ela tentava abocanhá-lo ou quando chupava minhas bolas.

O que me dava mais tesão era ver a baba que escapava de sua boca e caia no chão.

Quando comecei a gozar naquela boquinha quente e úmida ela não deixou escapar nenhuma gota de porra.

Ela olhava pros meus olhos com uma feição de felicidade estampada no rosto.

Que fome de rola sua boca tinha.

Pegamos minha pasta e voltamos para tomar café.

Por volta das 11 horas seu marido acordou numa ressaca braba.

Eu já tinha terminado o serviço, me despedi deles e cai na estrada.

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Doce vingança

Muitas vezes quando somos enganados preparamos aquela doce vingança, porque a mulher que imaginávamos, nos deu a volta, ou em termos populares nos passou a perna.

Eu costumo dizer que quando uma mulher te engana a melhor coisa a fazer é se fingir de desentendido e atacar na hora certa com a resposta a altura.

O rapaz era assim um cara do bem apaixonado, enquanto sua amada saia com vários homens quebrando seu coração todos os dias. Revoltado com a situação preparou uma doce vingança, fingia não saber, e fazia de conta que acreditava nela, enquanto ela toda feliz pensando que o enganava, ele se divertia com a situação.

Deixou de ter um coração mole e sonhador, agora era fera a espreita só esperando o momento certo. Um dia disse ele, usarei todas as fodas secretas dela a meu favor, e a sua cara de espanto, será a melhor parte, pensou que ia me fazer de bobo a vida inteira, coitadinha.

Sendo assim sua doce vingança baseava-se em um dia, chantagear sua amada a ponto de faze-la querer transar não mais por amor, mais sim para ser submissa, ou vazava todas suas tramóias. Por muito tempo o rapaz esperava, planejava, até o dia da sua felicidade.

Porém a sorte estava do seu lado, pois a sua amada, começou a sentir um tesão enorme por ele, quando descobriu o quanto ele se esforçou por saber quem ela era realmente. Os dois se encontraram um dia, beijos, abraços, e uma transa cheia de amor, tesão, e fantasias.

O que era para ser uma vingança tornou-se amor, os dois passaram a namorar. Outro dia vi o rapaz chateado, perguntei o que houve a vagabunda, está soltando a marmita de novo pra fora, devia ter a chantageado, e depois pulado fora, pois eh não adianta para algumas mulheres o pau dos outros é sempre melhor do que o seu.

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Minha esposa e o motorista – Conto de corno

Sou casado a um bom tempo, no inicio foi uma maravilha, muito tesão e todo de um casal recém casados.

O tempo foi passando e ficamos na rotina, minha mulher linda, gostosa, bumbum grande, coxas grossas e buceta bem apertadinha, gosta de shortinho, seios bicudos, lindos, sou louco de ciúmes dela…

Fomos morar numa cidade do interior quando chegou uns amigos de uma outra cidade para passar uns dias na casa de seus pais. Foi ai que a  (minha esposa) foi la com eles, onde e conheceu um rapaz  que se encantou por ela…

A nossa amiga falou pra oeste rapaza que ela é casada e logo ele ficou indiferente, sabendo que não tinha chances.

A minha esposa chegou em casa e me falou que a nossa amiga lhe contara que o rapaz tava afim dela, não dei ouvidos, mas vi que a minha esposa passou a frequentar a casa de nossa amiga mais vezes e sempre de shortinho e de blusinha top sem sutiã, com os bicos dos seios bem visíveis.

A noite minha esposa só faltava me matar de tanto tesão…

Notei que ela fantasiava o cara e isso a deixava louca de tesão, vendo isso acontecer, me aproximei dele e fiz amizade, o convidei pra pescar e fomos, eu a minha esposa e o rapaz. La no rio o cara colocou uma sunga apertada e causou um volume e eu olhava a safada da minha esposa como reagia, ela só faltava pular em cima do cara, mas se contia..

Voltamos a noite e o rapaz foi dormir lá em casa no quarto de hóspede e deixei ela a vontade, quando fomos dormir ela me atacou, estava toda melada de tanto tesão, transei com ela e fingi dormir, ela saiu devagarzinho e foi no quarto verificar se o rapaz dormia e sai atrás sem ela perceber, e lá dava pra vez pela janela quando ela começou beijar o rapaz que e de repente a abraçou e começaram a transar, ela gemia e era uma loucura.

Quando treparam bastante eu voltei para o quarto sem ninguém perceber e fingi dormindo. Ela chegou, cansada e deitou se ao meu lado e dormiu.

Pala manha, quando acordamos, ela ficou de calcinha e com uma camisa minha, aparecendo a silhueta dos seios e o bumbum, um tesão de mulher…

Sentei a mesa pra tomar o café e o rapaz também chegou, perguntei pra ele; o que achava dela?

Ele respondeu; uma mulher bonita.

Sem que ela soubesse, falei pra ele que gostaria de ver ela transando com outro homem, ele falou;

Nunca tinha visto um homem querendo ver a esposa transando com outro. Depois chamei ela e disse; Amor você poderia abrir a blusa, e ela fingindo vergonha ficou toda vermelha e disse; aqui? Agora?

Falei; sim, pra nosso amigo ver como você é linda.

Ela obedeceu e falei pra ele, tira o short, ele desconfiado ficou calado. eu falei; só estamos nós aqui e ninguém vai ficar sabendo. Ele tirou o short e vim um pau que tinha uns 22 cm e uns 10 cm de grossura.

Pedi que ela fosse e secasse naquele pau e ela foi, olhei aquilo todo entrando nela, os seios dela estavam duros de tesão e eu fiquei excitado e comecei me masturbar.

Depois daquele dia ele ficou trabalhando pra mim e morando aqui em casa.

Ate hoje ele esta com nós fudendo minha linda esposa.
Chupando a bucetinha dela e comendo o rabinho dela.

A unica exigência minha é que os amigos nossos não saibam.

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