A esposa linda do meu cliente

Meu apelido desde moleque é John.

Atualmente tenho trinta e uns anos.

Tenho 1,75 e peso 74 kg. Cabelos e olhos castanhos, tenho o corpo atlético e gosto muito de esporte. A parte que mais curto em meu corpo é o meu pênis. As garotas também. Ele não é muito grande e nem pequeno, 18 cm mas o charme está no seu formato. Glande bem robusta e um bocadinho grosso na extensão.

O que narro a seguir aconteceu de verdade nos seus mínimos detalhes.

Eu trabalho como programador de sistema freelancer.

Fui selecionado por uma empresa de software a instalar um programa para um cliente na cidade de Maringá – PR

Geralmente quando faço deslocamentos para outra cidade as despesas correm por conta do cliente. Hotel, refeição, etc…. Porém, estava havendo vários eventos na cidade no período que cheguei e os hotéis estavam todos lotados.

O cliente que havia contratado o serviço era um casal que possuía uma micro empresa.

Seus nomes (fictícios) eram Artur, 30 anos e Gabriela, 25 anos.

Eu levaria de 3 a 5 dias para implantar o sistema que eles haviam comprado.

O casal acolheu-me em sua residência por não haver possibilidade de me hospedar em hotéis.

A princípio eu fiquei contrariado mas não havia outra possibilidade, a não ser que adiássemos a implantação do programa, mas como eu já me encontrava na cidade eu acabei aceitando.

O quarto era bem confortável e eles muito simpáticos, me deixaram bem a vontade.

A Gabriela, sua esposa, era de uma beleza singular. Corpo bem torneado, seios bem firmes se destacando na sua camiseta. Cintura fina, deixando o sua bundinha empinada. Seu rosto possuía uma combinação perfeita entre orelhas, nariz, lábios e maçãs do rosto. Tudo em volta de uma cabeleira negra e ondulada.

Não tinha quem não olhasse mais de uma vez pra ela.

O meu trabalho se daria em duas etapas. Implantaria o programa no pc de sua residência e nos pcs do escritório.

Antes de começar eu pedi licença para tomar um banho, depois vesti uma bermuda e uma camiseta. Maringá é uma cidade muito quente queria ficar a vontade.

Geralmente quando uso calça ou bermuda apertada o volume do meu pau fica bem destacado.

Comecei a trabalhar primeiro no escritório, eram dois computadores que formariam uma rede com o pc na residência.

Arthur pediu pra sua esposa me levar até o local enquanto ele faria umas visitas comerciais naquela tarde.

O escritório ficava a 20 minutos da residência, Gabriela retirou seu carro da garagem e pomo-nos a caminho. Enquanto dirigia ela contava-me um pouco sobre sua cidade, que era muito arborizada e se destacava pelo agronegócio.

Numa curva a esquerda que ela entrou rápida demais, ela foi reduzir a marcha e pegou no meu joelho, ao invés do câmbio. Ela pediu desculpas e ficou envergonhada. Pra amenizar eu lhe disse que é normal nosso corpo ir na direção contrária da curva, fazendo-nos errar o câmbio.

Fiquei a tarde toda sozinho implantando o sistema. Gabriela voltou a sua residência.

No final da tarde o Arthur veio me buscar. Aquela seria a primeira noite que iria dormir em sua casa. Confesso que sou um bocado tímido nessas ocasiões mas eles eram muito simpáticos e me deixaram bem a vontade.

Me contaram parte de seu relacionamento, quando se conheceram, noivaram e casaram.

Também contei parte da minha vida pra descontrair e deixar o ambiente mais agradável.

Gabriela estava usando uma bermuda bem colada ao corpo, era difícil ter que desviar meus olhos toda vez que ela se levantava. Arthur me ofereceu uma dose de whisky que eu recusei mas aceitei uma cerveja.

Percebi que o Arthur tomou várias doses e se não fosse sua esposa ele teria tomado mais.

Fui dormir aquela noite pensando no corpo da Gabriela, que morena linda e gostosa.

Fiquei com inveja do Arthur.

No dia seguinte logo pela manhã eu e o Arthur fomos pro escritório e continuei implantando o sistema até a hora do almoço. Como o Arthur saiu em visita comercial sua esposa veio me buscar para almoçar na casa deles.

Sentamos a mesa e Gabriela perguntou se eu queria tomar uma cerveja eu agradeci mas recusei. Ela perguntou-me se eu não tenho o hábito de beber todos os dias, eu disse que aprecio cerveja mas no fim de semana.

Ela então me confidenciou que o Arthur bebe todas as noites e não tem limites.

Que eles já haviam se separado uma vez por esse motivo. Eu não sabia o que dizer então fiquei apenas ouvindo-a se queixar.

As vezes cruzávamos os olhares mas nada que me desse esperanças de mudar o rumo da conversa e tentar uma sedução. Mas mantinha uma esperança por que ela é deliciosa demais.

Restante do dia correu normal, a noite ficamos de prosa mais uma vez e o marido dela bebericou muitas doses de whisky, quando Gabriela percebeu que ele já estava falando mole ela cochichou no seu ouvido pra ele parar.

No dia seguinte eu comecei ia instalar o programa no pc da residência e foi preciso comprar umas peças de acessórios e aumentar a memória. O trabalho já estava quase terminado.

Era uma sexta feira e o casal costumava se reunir com amigos pra relaxar e tomar umas.

Eles me convidaram e eu pra não ficar sozinho na residência deles aceitei.

Chegamos numa espécie de mansão com característica de chácara de um casal de amigo deles, o som ambiente e muitos comes e bebes estavam rolando solto.

Era um pessoal muito divertido e logo me deixaram a vontade.

Haviam muitas garotas bonitas desacompanhadas no ambiente e com frequência eu notava uns olhares, meio que disfarçados, na minha cintura. Porém meus olhos tinha apenas uma direção… Gabriela.

Depois que a bebida começa a fazer efeito as tirações de sarros mais ousadas começaram aparecer. Um grupinho de amigos do Arthur perguntou a ele se ele tinha arrumado um amante pra sua esposa, porque ele não dava mais no coro. Eu estava na roda.

Puts… eu não sabia onde enfiar a cara. Morri de vergonha, mesmo me sentindo a vontade, eu não tinha toda essa intimidade nem com eles nem com o casal. Gabriela veio em meu socorro, ela depositou sua mão em meu ombro e confirmou que era verdade. Fez isso pra que a brincadeira fluísse sem mal estar.

Ufa… respirei aliviado.

Porém, uma das garotas parabenizou ela, dizendo que ela estava bem servida, apontando o dedo para o meu pau.

Eu que estava me recompondo do primeiro susto agora fiquei ruborizado.

Todos caíram na gargalhada de novo e eu ri também mas, morrendo de vergonha de novo.

Depois dessa brincadeira eu cai na dança com as meninas que estavam sozinhas.

Uma me cantou na cara dura. Eu estava me divertindo muito e notei que a Gabriela me secava como se estivesse meio enciumada. Quando acabou a música ela veio em nossa direção e pediu pra amiga que era pra parar de dar em cima do amante dela. Agora ela iria dançar comigo. Sorrimos todos pela sua brincadeira e passamos a dançar.

Ela fitou-me nos olhos e perguntou se eu estava me divertindo. Acenei que sim com a cabeça. Mas lhe disse que poderia ser melhor se fosse eu o seu companheiro. Arrisquei.

Senti uma breve alegria iluminar seu rosto mas ela advertiu que se ficássemos muito tempo juntos, eles pensariam que estaria rolando algo mesmo entre nós.

Entendi o recado, ela não queria se expor e nem expor o marido, mas senti que ela havia deixado uma brecha. Era questão de oportunidade pra tê-la em meu braços.

Continuei me divertindo, participando de rodas de bate papo até as duas da manhã.

E foi por essa hora que o Arthur já não conseguia mais parar em pé, enxugou todas, fez a maior mistureba de bebida. Gabriela dessa vez não ficou controlando o marido, deixou ele entornar todas.

Foi então que ela me procurou e me deixou a par da situação. Me prontifiquei a leva-lo até o carro mas antes nos despedimos do pessoal. O rosto do seu marido estava vermelho e suado.

Não falava coisa com coisa. Coloquei ele deitado no banco de trás e rumamos sentido sua residência. No caminho trocamos alguns olhares diferentes dos até então e ela fez questão de errar a marcha algumas vezes, levando sua mão até o meu pau.

Por minha vez, depositava minha mão no seu joelho e voltava pra trás deslizando sobre sua coxa desnuda.

Assim que chegamos, ela me ajudou a puxar seu marido que estava inerte num sono profundo.

Depositamos ele na cama e ela passou a desnudá-lo para que ele ficasse mais a vontade.

Eu falei que iria tomar um banho mas antes, puxei-a pro corredor e beijei aquela boca deliciosa. Senti ela desabar sobre meu corpo gemendo baixinho com a respiração acelerada. Desci com uma mão acariciando suas costas até chegar na sua bundinha gostosa e segurei um seio com a outra.

Ela empurrava seu corpo contra o meu como se quisesse atravessá-lo. Beijava muito sua boca, chupava sua língua e sussurrava em seu ouvido que ela era muito gostosa e que eu queria transar com ela.

Foi difícil sair daquele enlace, Gabriela não me soltava. Ela queria ser fodida ali mesmo no corredor mas estávamos suados demais. Antes… eu queria explorar seu corpo inteiro com a minha língua.

Liguei o chuveiro e deixei a água me dar aquela sensação gostosa de frescor. Gabriela tomava banho ao mesmo tempo na suíte do casal.

Assim que terminei fui pro meu quarto coloquei apenas uma cueca de algodão e esperei…

Depois de uns 15 minutos sinto a maçaneta rodar e aparecer aquele vulto de um mulherão em chamas numa minúscula camisola branca. Ela veio ao meu encontro e se deitou por cima de mim buscando minha boca com a sua.

Estava ardente e gemia baixinho a cada toque dos meus dedos em seu corpo. Eu precisava domá-la de forma que ela não me puxasse logo para penetrar-lhe. Queria desfrutar aquele corpo com minha boca primeiro.

Não levei minha mão de imediato em sua bucetinha, fui beijando sua boca lentamente pra desacelerar um pouco. Acariciava somente suas costas falando baixinho no seu ouvido que ela era a mulher mais linda e gostosa que eu já vira.

Ela abriu os olhos e me disse que nunca desejou ninguém assim na vida dela. Eu sai debaixo dela virando seu corpo pra que ela assumisse o meu lugar. Ao seu lado voltei a beijar sua boca e fui acariciando seus seios com minha mão.

Comecei descer minha boca pela sua orelha, lambendo seu interior, descendo pro seu pescoço até chegar nos peitos e chupá-los. Revezava minha boca gulosa chupando um pouco de cada, depois apertei-os para que os bicos ficassem juntos e alternava minhas lambidas entres eles.

Sentia ela gemer baixinho como se estivesse gozando escondido. Fui descendo minha boca pela sua barriga lambendo cada centímetro dela. Parei com a minha língua no seu umbigo e penetrei-lhe várias vezes com a ponta da minha língua.

Antes de ir para o seu ventre eu me ajoelhei no meio da cama, peguei seus dois pés e levei até minha boca, deixando-a com as pernas para o ar. Comecei a beijá-los bem de levinho e depois lambia.

Eu olhava pro seu rosto e via-o contorcido com a boca entreaberta, deixando escapar suspiros de tesão da sua garganta. Uma imagem pra nunca mais esquecer. Ela é linda demais.

Fui seguindo lambendo toda extensão da sua perna até chegar com a minha boca no meio das suas coxas. Mesmo com a iluminação fraca do abajur pude ver que Gabriela tinha uma vagina bem feitinha. Os seus pequenos e grandes lábios combinavam em proporções deixando ela estufada pra fora.

Comecei a beijar e lamber o finalzinho de sua coxa em conjunção com sua bunda. Passava a língua nas dobrinhas macias. Gabriela acusava com gemidos mais intensos o tesão que minha língua proporcionava-lhe, ao lamber toda essa região.

Apoiei meus dois cotovelos ao lado do seu corpo de forma que sua bucetinha ficasse ao alcance da minha boca e passei a lamber bem devagarzinho, começando desde o seu ânus e subindo até o seu grelinho.

Gabriela gemeu mais alto tentando abafar o som em sua garganta e tremia todo o corpo.

Sua vagina era muito deliciosa a ponto de eu colocar toda ela em minha boca e ficar lambendo e pressionando os lábios. Comecei a repetir esse movimento e senti que Gabriela iria gozar.

Fiz esse mesmo movimento mais acima, colocando minha boca no seu grelinho e comecei lamber bem forte.

Ela agarrou minha cabeça com as duas mãos puxando-a pra si e explodiu num gozo intenso, gemendo alto.

Mantive minha boca no seu grelo pra prolongar o máximo o seu orgasmo.

Nunca chupei uma buceta antes na minha vida como o fiz com Gabriela.

Levantei meus olhos pro seu rosto e ela me olhava com uma expressão de gratidão.

Fui direto pra sua boca e beijamos ardentemente.

Depois que ela recuperou o fôlego ela me disse baixinho que era a vez dela de me dar prazer.

Pensei no marido dela dormindo no quarto ao lado. Ele é que deveria estar desfrutando daquele corpo maravilhoso da sua esposa. Mas o destino conspirou a meu favor aquele noite.

Eu voltei a ficar de barriga pra cima mas antes puxei ela e disse que o prazer que eu senti ao vê-la gozar fora mais intenso que muitos orgasmos que já provei.

Ela me deu um selinho nos lábios e um sorrisinho sapeca e começou mordiscar meu peito e lamber meus mamilos. Não tem como negar, a mulher alheia é ainda mais gostosa.

E Gabriela tinha algo de especial que é difícil descrever em palavras.

Ela foi descendo sem pressa, estava caprichando como eu havia feito com ela.

Foi varrendo com sua língua úmida e agitada até chegar com ela no enorme volume que estava sob a cueca. A cabeça por ser robusta deixava sua forma marcada na cueca e ela a colocava na sua boca mesmo por cima da cueca.

Encheu ela de beijinhos e depois subiu pra me dar um beijo e falou no meu ouvido que todas as garotas na festa queriam estar no lugar dela naquela hora. Deu outro selinho e voltou e começou enfiar a língua pela lateral da cueca, de forma que conseguia dar lambidinhas na glande.

Quando ela puxou a cueca abaixo ele saltou pra fora, ficando colado na barriga. Ela começou a lambê-lo de baixo pra cima e depois passou a lamber só a cabeça. Desceu uma mão até a base e puxou-o de encontro aos lábios… e depois abocanhou.

E começou fazer um vai e vem com sua boquinha, deixando ele penetrar até o limite que cabia nela. Eu custava a acreditar que aquela boca que tanto me encantara no primeiro dia, estava agora acariciando meu pau.

Se eu não tivesse tomado algumas cervejas eu teria gozado na hora. Mas eu tinha total controle do meu tesão.

Pedi pra ela sentar-se em cima dele e colocar sua língua na minha boca, estava doido pra sentir meu pau pulsando dentro da buceta dela. Ela encaixou e soltou um gemido forte, meu pau entrou e ocupou todo o interior daquela buceta suculenta.

Agarrei seus peitos com as mão e recebi sua língua na minha boca e deixei meu pau fazer o resto do trabalho. Depois peguei-a pelas costas e virei o seu corpo pro colchão sem deixar o meu pau sair da sua grutinha.

Fiquei por cima num papai e mamãe controlando as bombadas e vendo ela se contorcer toda.

Que rostinho lindo ela fazia, quando dava umas fincadas forte, ela já gemia antes, sabendo o que eu iria fazer. Senti sua respiração e os gemidos acelerarem e comecei a bombar forte sem parar e ela gritou de prazer novamente. Fincou suas unhas nas minhas costas puxando-me pra beija-la e abafar seus gritinhos.

Diante de uma cena tão deliciosa eu também gozei dentro dela.

Me apoiei com os cotovelos e ergui um pouco meu tórax e fiquei beijando e lambendo todo seu rosto. Depois cai do seu lado e ficamos com nossos olhos nos curtindo.

Ela abraçou meu corpo de lado e enfiou seu rosto no meu pescoço. Eu me virei de encontro a ela e puxei todo seu corpo para um longo abraço. Perguntei a ela se estava saciada ela balançou a cabeça que sim… mas depois ergueu a cabeça me olhando nos olhos e balançou que não. Rimos juntos bem baixinho e nossas bocas se encontraram de novo.

– John… eu quero mais. – sussurrou no meu ouvido.

– Olha Gabriela, infelizmente…. eu também quero continuar fodendo seu corpinho, brinquei.

Abracei ela de novo e desci com minhas mãos pela sua bunda pra massagear sua bucetinha toda encharcada.

Fiz pressão com um dedo em seu anelzinho e senti ela fincar as unhas nas minhas costas.

Voltei a fazer pressão de novo e levei unhadas novamente.

– Ora, ora… a deliciosa da Gabi tem mais um pontinho g no corpo.

Ela riu gostoso acenando a cabeça que sim.

Como aquela região estava toda lubrificada pelo líquido que desceu da xaninha, eu passei a forçar bem devagar a entrada de um dedo naquele buraquinho.

Ela movimentou o quadril como se rebolasse pro dedo entrar mais fácil.

Ele estava quente mas apertadinho. Fiquei fazendo um vai e vem pra deixar seu esfíncter relaxado.

– Gabriela, tem certeza que você quer que eu coma o seu cuzinho também? Ele é muito apertadinho e a cabeça do meu pau pode te causar dor.

– John, eu gosto de sentir dor. Curto muito quando meu marido come o meu cu.

– Mas e se doer muito e você gritar e acordar seu marido.

– Ele não vai acordar, fica tranquilo. Se eu não aguentar eu te falo. Mas eu quero muito esse pauzão no meu cu. Já deixei ele limpinho pra você. Eu sempre desejei um pau mais grosso que do meu marido. Fica tranquilo.

Pedi pra ela chupar o meu pau e ficar deitada ao alcance de minha mão na sua bunda.

Ela se curvou de modo a alcançar meu pau com sua boca e empinou a bundinha do meu lado direito.

Voltei a sentir aquela boca gostosa me chupando e continuei dedando seu buraquinho.

Quando consegui enfiar dois dedos achei que já estava bom. Puxei ela pra cima e pedi pra ficar de 4. Ela me atendeu e inclinou até ficar com os peitos colado na cama, empinando o máximo que pode sua bundinha pra cima.

Que visão linda Gabriela me proporcionou naquele momento. A sua buceta entre as polpas da sua bunda ficava mais estufada e suculenta ainda. Eu passei a chupar o seu cuzinho e alternava minha língua também em toda sua bucetinha carnuda.

Quando ela viu que eu ia me posicionar pra penetrar, ela me mostrou um tubinho de KY que havia trazido. Então eu coloquei meu pau naquela xota molhada e passei a fazer um vai e vem devagar enquanto lubrificava o buraquinho.

Para um bom comedor de cu existe uma técnica infalível, você pode até ser bem dotado mas precisa muita paciência.

Mesmo com um pau meio robusto, já comi muito cu em SP e interior.

Pedi pra Gabriela ficar com o corpo bem relaxado e coloquei a cabeça na entrada do seu cuzinho. A desproporção da cabeçona com seu anelzinho era realmente de assustar.

Mas ai vai a técnica. Você força um pouquinho até ela sentir dor, depois recua. Espera uns 10 segundos pra esfíncter relaxar e volta a fazer pressão de novo e puxa pra fora. E vai repetindo até o buraquinho dela lacear e engolir a cabeça.

Como Gabriela fazia sexo anal com seu marido não foi difícil. Quando ela sentiu a cabeça passar doeu bastante, eu vi a expressão no seu rosto. Eu fiquei paradinho até ela começar a movimentar a bunda pra engolir mais e só aí eu comecei a cadenciar um movimento de vai e vem. Conforme ela relaxava mais eu aumentava a velocidade.

Eu puxei ela pelos cabelos pra lhe dar um beijo e vi que ela estava gostando, sentindo muito prazer. Pra apimentar um pouco, passei dar uns tapas, de leve, na bundinha dela e arrisquei algo que nem todas as mulheres gostam de ouvir.

– Isso minha putinha linda e gostosa, rebola essa bunda gostosa pro seu macho.

– Assim… você quer que sua putinha rebola assim. Fala, é assim?

– Assim mesmo minha cadelinha. Senti o pau do seu macho bem no fundo do seu cu.

Ela rebolava e eu batia mais naquela bunda.

– Ohhhh John, fode sua putinha com esse pauzão gostoso. Eu quero que você me faça sofrer com seu pintão duro. Atola tudo John, por favor eu quero tanto…

Eu fiquei doido ouvindo ela pedir. Puxei ela pelos cabelos, queria beijar a boca dela e confessar que estava apaixonado. Mas assim que ela virou o rosto pra mim ela pediu pra mim cuspir na boca dela.

Confesso que nunca tinha recebido um pedido desse antes e olha que já sai com cada cachorra quente pra caralho.

Eu fiquei mais doido ainda porque, esse pedido mostrou-me o grau de cumplicidade entre nós.

Salivei minha boca e cuspi de lado meio no rosto meio na boca e já dei um beijo em seguida.

Ela começou a esfregar o grelinho e gemer baixinho, sufocando a voz rouca cheio desejos.

– Fode meu cuzinho, fode. Bate na minha bunda. Caralho, meu cu tá doendo, mas eu to gostando John. Mete na sua putinha com força. Mete sem dó que eu gosto. Porra que delícia dar o cu pra você. Nunca fui fodida tão forte assim.

– Senti o pau do seu macho arrombando seu cuzinho cadelinha.

Agarrei a cintura dela e comecei a estocar meu pau naquele túnel apertado o mais forte que podia. Nessa altura não tava nem ai se o corno bêbado do seu marido nos escutássemos.

– Toma sua cadelinha, engole meu pau inteiro no seu cuzinho. Era desse jeito que você queria ser fodida, não era?

Senti Gabriela soluçar num choro baixinho. Pensei em diminuir a intensidade daquela foda mas estava enganado.

Gabriela realmente estava chorando de dor mas estava adorando, e quando começou a berrar pra eu não parar, percebi que estava gozando igual cadela no cio.

Foram muitos gritos entre choro e gemidos, porém, a expressão de tesão naquele rostinho suado deixou-me orgulhoso.

Assim que ela gozou eu puxei seus joelhos pra trás e fiz ela deitar e continuei bombando meu pau com força até gozar também.

Ela ficou um pouquinho mais agarrada a mim e depois me deu um beijo e foi pro seu quarto.

Por volta das 08 da manhã eu acordei eu fui terminar a instalação. Ela já estava acordada fazendo um café. Perguntei do seu marido e ela informou que ele só vai acordar lá pras 10 horas.

Puxei ela pra mim e dei um beijo bem gostoso. Ela correspondeu e apertou seu corpo no meu.

Mas disse pra pararmos de correr risco a toa.

Eu disse que ainda estava com vontade de fodê-la.

Ela disse que também estava e teve uma ideia, como minha pasta estava no carro do marido dela, nós podíamos descer e transar na garagem. Se ele acordasse daria pra ouvir a porta do banheiro ou a da cozinha se abrindo.

Ela foi pegar a chave do carro do marido e fomos nós pra garagem. Como corríamos contra o tempo não teve tempo de preliminar não. Eu tirei o pau pra fora e ela se agachou e começou a chupar.

Ele já estava meio duro foi rapidinho o contato daquela boca pra deixar no ponto.

Virei ela de costa e ela já puxou a calcinha de lado, estava molhadinha. Assim que encostei ela empurrou a bunda pra trás e encaixou. Agarrei os peitos dela por cima do sutiã mesmo e comecei a fodê-la.

Pra nós gozarmos rápido eu passei a bombar sem parar, mergulhava meu pau no fundo da xana dela e voltava. Senti que ela ia gozar puxei sua cabeça pra trás e tapei sua boca. Tremeu todo o corpo e gozou gostoso. Depois foi minha vez mas eu queria gozar na boca dela, era o único lugar que ainda não tinha recebido minha porra.

Falei baixinho no seu ouvido que o seu macho queria encher a boca da putinha dele de porra. Ela obedeceu na hora, se ajoelhou e começou chupar.

Gabriela sabia chupar como chupar um pau. Sua língua inquieta só parava de lamber a cabeça do meu pau quando ela tentava abocanhá-lo ou quando chupava minhas bolas.

O que me dava mais tesão era ver a baba que escapava de sua boca e caia no chão.

Quando comecei a gozar naquela boquinha quente e úmida ela não deixou escapar nenhuma gota de porra.

Ela olhava pros meus olhos com uma feição de felicidade estampada no rosto.

Que fome de rola sua boca tinha.

Pegamos minha pasta e voltamos para tomar café.

Por volta das 11 horas seu marido acordou numa ressaca braba.

Eu já tinha terminado o serviço, me despedi deles e cai na estrada.

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