Casada certinha cedeu ao aluno safado

Boa noite a todos, depois de ler muitos contos eroticos por aqui, resolvi relatar minha história também, talvez um pouco longa, mas prefiro fazer com detalhes minuciosos, pois espero que gostem tanto de ler, quanto eu gostei de realiza-la, e também de escrevê-la.

Primeiramente vou me apresentar, usarei o nome de Fernanda, já que meu nome verdadeiro vou ocultar é lógico, tenho 34 anos, na verdade não sou casada no papel, mas moramos juntos já fazem 6 anos, e ao todo estamos juntos há 16, temos dois filhos pequenos, de 3 e 4 anos, sempre tivemos uma boa relação, e o que vou relatar aqui, não aconteceu por falta de amor ou carinho do meu marido, eu não procurei , jamais pensei em trair ele, então, isso simplesmente aconteceu.

Sou uma mulher normal, normal no sentido de que meu tipo físico não é de nenhuma modelo, tenho a pele branca, cabelos e olhos castanhos claros, cabelos ondulados até pra baixo dos ombros, 1,69 e altura 59kilos, seios pequenos, quadril largo, pernas grossas, e bunda grande, mas não daquelas grandes e redondinhas de academia.

Como falei, sempre tivemos uma boa relação, além de matrimonialmente falando, também somos bem resolvidos financeiramente, e temos nossa independência, meu marido é empresário, e eu trabalho em uma escola pública, na parte pedagógica, mas não sou professora, e assim, atuo em bastante contato com alunos ‘problema’, que são repetentes, ou que acabam passando dos limites com professores ou outros alunos., a grande maioria adolescentes, entre 16 e 18 anos.

Enfim, no ano passado, conheci um aluno que vinha tendo problemas de relacionamento, brigava com todo mundo, desrespeitava professores e por aí vai, até aí, nada além do que eu sempre via no meu dia a dia, acabamos nos conhecendo, conversando, e ele se mostrou um garoto agradável de se conversar, apesar do mau comportamento, era inteligente, e muito simpático, sabia conversar, e aos poucos, ele começou a frequentar minha sala, não apenas pra tratar dos problemas, mas pra conversarmos, e acabamos fazendo uma amizade.

Não sei se vcs sabem como é uma escola pública na prática? Como é o tratamento com os técnicos como eu? Os professores se acham Deuses, na maioria são doutores, e a gente, não é nada, mas com essas visitas desse aluno, e eu comecei a me sentir mais ‘importante’, e a gostar de conversar com ele, falamos sobre inúmeras coisas, e ele me contou principalmente da vida dele, de como é a família, ele mora com a mãe e dois irmãos, o pai abandonou eles, e logicamente ele por ser o mais velho, acabou meio que assumindo esse papel, sendo o ‘homem da casa’, criando muito mais experiência do que parecia ter.

Em uma dessas conversar, ele me contava sobre como o pai dele agredia ele e os irmãos, mas então chegou outros alunos com problemas, e tivemos que interromper nossa conversa, e foi quando ele pediu pra eu adicionar ele no Skype, pra podermos continuar o assunto mais tarde.

Eu acabei adicionando ele , e depois de uns dias nos cruzamos online e começamos a conversar, e assim fomos conversando, e ele aos poucos se aproximava de mim, e com o tempo, passou a me elogiar, falar que eu era inteligente, e também uma mulher bonita, e eu passei a gostar daquilo

Até que um dia conversando com ele, ele começou a pedir uma foto minha, disse que adoraria me ver produzida, maquiada, que eu não me produzia na escola, eu falei que não, que não iria mandar, ele disse que entendia, mas que só queria me ver de um jeito diferente, e depois de quase uma hora de papo, ele me convenceu e eu mandei

Ele me elogiou muito, falando que eu era linda, uma mulher charmosa, e eu me senti bem com aquilo, então uns dias depois, novamente nos encontramos no Skype, isto em um sábado, e então depois de um pouco de conversa, ele me mandou uma foto, de uma cachoeira, um lugar coisa mais linda, eu conheço o lugar, e ele falou que estava lá com uns amigos, e pouco depois, me mandou uma foto dele, de sunga, fiquei completamente sem jeito, e acabei cortando o assunto, mas confesso que fiquei com aquilo na cabeça, imaginando o que aquele garoto estava imaginando para ter me mandado aquela foto.

Dias depois, em uma noite durante a semana, meu marido saiu jogar com uns amigos, e eu entrei no Skype e fui conversando com o menino, não deu muito tempo e ele logo começou a me pedir foto novamente, até que mais tarde, isso já depois das 23hs, ele conseguiu me convencer a mandar uma foto de biquíni pra ele

Eu mandei, e novamente ele me elogiou, e falou q eu era gostosa, nossa, ler aquilo, sei lá, me ativou, mas logo meu marido chegou, e eu saí correndo do Skype.

Depois disso, nossas conversas ficaram mais frequentes, eu entrava quase toda noite, e sempre deixava brechas pra ele me elogiar, e em algumas desses vezes, novamente mandei fotos de biquíni pra ele, e aos poucos fomos falando sobre sexo, não fazer sexo, mas sobre nossas vidas sexuais, e ele me contou que já tinha tido várias experiências, até por ter crescido meio que sozinho, e ao pensar, concluí que aquele menino tinha mais experiências sexuais do que eu, com 34 anos.

Eu ficava curiosa com ele, e aquelas conversas me empolgavam, e eu já trabalhava pensando em chegar em casa e entrar no Skype pra falar com ele, mesmo que com o marido em casa, eu entrava, mas obviamente me controlava, e conversava discretamente com ele.

Então, novamente eu entrei em uma noite que meu marido foi pro futebol, e fiquei conversando com ele até quase meia noite, mandei várias fotos de biquíni, ele me elogiando, eu bebendo vinho, rindo e conversando com ele, e ele acabou me mandando fotos dele, de cueca, de bermuda, e eu fiz algo que há muitos anos não fazia, antes que meu marido chegasse, corri pro banho, e me masturbei, pensando naquele menino me elogiando, e em como estava sendo bom ser elogiada e desejada, pois no meu íntimo eu sabia, que aquele garoto estava me desejando.

Mas no dia seguinte eu refleti sobre aquilo tudo, e pra mim já era uma loucura, conversar com um menino, mandar fotos pra ele, e mais, me excitar com aquilo a ponto de ter me masturbado, confesso que no dia seguinte evitei ele, fechei minha sala, me senti envergonhada.

Mas ao chegar em casa, entrei no Skype e ele tinha deixado um recado, com uma foto dele de cueca, segurando o volume pro lado, parecendo levemente duro, e com uma pontinha aparecendo, e dizendo que ele tinha adorado o papo da noite anterior, e que se eu quisesse, ele estaria online novamente

Fiquei apreensiva com aquilo, mas não entrei no Skype, então no dia seguinte novamente evitei ele, mas a noite, não me contive, e enquanto o marido dormia, eu levantei, falei pra ele que ia concluir um trabalho, e fui pro PC falar com o menino.

Novamente mandei fotos, e ele me elogiou, bastante, me excitei e novamente comecei a me tocar, criei coragem e pedi pra ele me mostrar mais, mas ele não mostrava, ele mandava fotos, aos poucos, de bermuda, de cueca, as vezes fazendo volume, mas sempre se escondendo.

Os dias passaram, e vieram as férias de final de ano, e nós as vezes conversando, e confesso que eu me excitando com ele, e então, logo no começo do ano, aconteceu de meu marido viajar, como meus filhos também estavam em férias, despachei eles pra casa de minha mãe pra ficarem junto com os primos, e obviamente, decidi entrar no Skype, já disposta a me masturbar com ele novamente

Começamos a conversar, isso eram umas 19hs já, eu havia chegado da academia, nem tinha tomado banho, e entrei, comecei falar com ele, e caí na besteira de falar que meu marido havia viajado, ele começou a me atormentar, dizer que queria me ver com a roupa de academia, e eu já empolgada, fiz oq ele pediu, mostrei foto com a roupa de academia pra ele, e comecei a ficar ainda mais empolgada, e ele me provocando, mostrei as fotos de top e calça leggin, e então ele abriu a câmera dele, e foi me mostrando o corpo, sem camisa o sem vergonha, mexia no calção, e dizia que eu de leggin estava deixando ele excitado, eu pedi pra ver….e ele não mostrava, mas me provocava, e baixava a bermuda, mostrando a cueca, depois subia e dizia que não ia mostrar.

Assim ele foi me provocando, eu dizendo que nem tinha tomado banho, e ele então falou que antes de eu ir ele iria me mostrar…e foi baixando, mas não mostrava, ele puxava a bermuda e a cueca um pouco pra baixo, mostrava uma partezinha, e subia de volta, e então falou que se eu tava mesmo sozinha, ele podia me mostrar, era só eu deixar ele vir até aqui em casa

Gelei com aquilo, mas pensei, e falei que não, que ele era maluco em propor aquilo, e falei que eu ia sair e combinamos de falar depois.

Fui pro banho, eu estava quente, queria me tocar, mas também queria olhar ele, acabei me masturbando, mas não gozei, e isso só piorou as coisas, eu estava curiosa em ver ele, queria ver mais, saí do banho, e voltei pro computador, começamos nos falar, e pedi pra ele abrir a câmera, e ele falou que não, que ele tinha tomado banho, e que se eu quisesse, ele ia sair pra ir no mercado, e passaria correndo pela minha casa.

Fiquei pensativa lógico, mas falei que não, e ele se despediu, e disse q ia no mercado e depois me chamava, eu peguei uma dose de amarula e comecei a tomar, só de pijama pela casa, esperando ele voltar e conversarmos mais, então uns 20 minutos depois, me chamou denovo, e disse q tava perto da minha rua já, nessa hora eu tremi, ele falou q era pra eu deixar ele entrar rapidinho, eu pensei, muito, e acabei falando pra ele entrar, mas correndo, pra nenhum vizinho ver.

Eu assustada, abri o portão correndo, e fiz ele entrar rápido, pra ninguém ver, perguntei se a mãe dele não ia ficar preocupada se ele demorasse, e então ele me disse q não tinha problema, que ela tinha avisado ela que ia no mercado, e podia demorar uns minutos a mais.

Depois de conversarmos um pouco no hall de entrada de casa, eu fui indo pra sala, falei pra ele que eu tava vendo televisão, quando me virei pra ir, ele segurou na minha mão, e disse pra eu esperar, que ele não tinha vindo ali pra ver TV.

Eu tremi na hora, ele me segurando a mão, me fez virar pra ele, e em pé, no meio da entrada de casa, me puxou pra perto dele, e veio me beijar, eu não tive como segurar, e retribuí o beijo, logo estávamos colados nos beijando de língua, eu estava com um shortinho e blusinha de pijama, senti as mãos dele me abraçando, me tocando nas costas, enquanto nos beijamos em pé, ele me alisava as costas, e logo desceu pra minha bunda, o short era levezinho, facilitava pra eu sentir a mão dele apertando minhas adegas.

Eu parei o beijo, me afastei um pouco, e falei pra ele parar, que aquilo era , que tínhamos passado dos limites, ele sorriu, e falou que era pra eu ficar relaxada, que ele só ia me mostrar o que tinha prometido, eu tremi e falei que não, que era melhor ele ir embora, que não podia fazer aquilo

Ele parado em pé me olhando, falou que tudo bem, mas que ele estava ali pra me mostrar o que eu tinha ficado curiosa no Skype, e mesmo eu falando que não podia, que já era tarde, que alguém podia ter visto ele entrar em casa, ele apenas riu, e me falou que se alguém viu, ,não ia saber oq ele estava fazendo ali dentro, e que eu tinha pedido tanto no Skype, então era a oportunidade pra olhar ele, eu não sabia o que dizer, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele segurando na bermuda, foi puxando ela pra baixo, logico que meus olhos desceram, foi inevitável

Ele puxou a bermuda e ficou com a cueca no meio do caminho, e viu que eu tava olhando, deu um passo pra frente, pegou denovo na minha mão, e falou que era pra eu ficar tranquila, e aproveitar pra olhar pra ele, enquanto ele me olhava, pôs minha mão na borda da cueca dele, e com a mão dele sobre a minha foi puxando pra baixo, devagar, e eu encarando e olhando ele ficando nu, em pé na minha frente, forçando minha mão pra baixo puxando a cueca dele, e logo o pau dele veio pra fora, matando a minha curiosidade, era um belo pau, moreno, com pele, nada assim descomunal, mas grande, maior que o marido, e principalmente mais grosso, e com a cabeça completamente melada.

Eu olhei…encarei ele, sem falar nada, ele ainda segurando a minha mão que estava na borda da cueca, tirou ela e levou em direção ao pau dele, eu estava fora de mim, nem contestei, e deixei, segurei nele, aquela sensação, de segurar um pau diferente, mais grosso, estava quentinho, ele me olhando, nos aproximamos e nos beijamos denovo

Eu beijei ele com mais vontade que na primeira vez, e minha mão entre nós dois, segurando o pinto dele, eu apertava, sentindo ele mais grosso e duro a cada segundo, ele com as duas mãos livres, passou pelas alças da minha blusinha, e derrubou elas, fazendo minha blusinha descer pro meio da barriga, revelando meus seios, que apesar de pequenos, estavam demonstrando como eu tava arrepiada

O beijo de língua se transformou em beijos dele no meu pescoço, eu já tava arrepiada, fiquei ainda mais, sem tirar a mão do pau dele, que eu já sentia quase duro, e eu já não evitava fazer movimentos leves palhetando ele

Ele desceu a boca do pescoço e abocanhou um peito meu, sem tirar as mãos da minha bunda, meus seios são pequenos, então logico que cabia tudo na boca dele, ficou assim um tempo, e a mão na minha bunda foi pra borda do shortinho, e só senti ele puxando pra baixo,,,,e o pau dele escapando da minha mao

Eu falei pra ele parar, que não podíamos ir adiante, ele não falou nada, me virou de costas pra ele, e me puxou contra o corpo dele, eu com o shortinho abaixado até as coxas, ele disse que não ia fazer nada demais, que só queria se esfregar em mim

Eu estava nervosa com aquilo, mas sabia que devia isso a ele, e então puxei ele pra sala, e enquanto caminhava, tirei meu shortinho, e fui puxando ele, eolhando o pau dele, como era lindo, chegamos na sala, eu falei pra ele que não podia penetrar, que era só pra esfregar, e fiquei de costas pra ele, ele atras, colocou o pau entre minhas coxas, e ficou esfregando!

Ele esfregou um pouco, e falou pra eu me ajeitar no sofá, falei que não, que não ia transar com ele, que aquilo já era demais ele falou pra então pelo menos deixar ele gozar, eu falei pra ele se masturbar, mas pra não demorar muito.

Ele insistiu, falou que já que estava ali, podíamos ir até o final, falei que não, que eu não iria trair o meu marido, e nessa hora já tinha me virado de frente pra ele, conversando, ele de bermuda abaixada, e eu sem shortinho, e com a blusinha pra baixo dos seios .

Ele falou pra eu deixar de ser medrosa, e pegou na minha mão e novamente levou até o pau dele, e disse pra olhar como estava duro, e novamente nos aproximamos, frente a frente, e a mao dele desa vez tocou na minha pepeka

Eu não aguentei e comecei a punhetar ele, no início leve, depois mais rapido..acelerando, então ele pediu pra eu punhetar ele de costas, ele queria gozar em cima da minha bunda, eu olhei pra ele, e vi que ele não ia desistir, e então virei, ainda segurando no pau dele e puhetando

Eu masturbava ele, as vezes parava, e colocava o pau dele entre minhas coxas, esfregando em mim, fazendo ele sentir como eu tava melada, e com a outra mao eu mesma me tocava, ficando mais louca ainda

As vezes eu esfregava ele na porta da minha bucetinha, estava molhada demais, deixava a cabeça dele molhada tbm, e depois voltava a punhetar ele, ele segurando na minha bunda, dizendo que eu era linda, que era gostosa, e eu lógico adorando ouvir aquilo, ficando louca, queria gozar com aquilo.

Então eu fui pra frente, e me escorei na parede da lareira que temos na sala, e puxei ele perto de mim, eu me esfregava, ora com o dedo, ora com o pau dele, estava alucinada, com aquela esfregação, e puxei ele, encaixando, e forcei o quadril pra trás, ele percebeu e forçou o dele pra frente, fazendo entrar o pau na minha bucetinha.

Soltei um gemido, senti cada centímetro dele dentro de mim, fiquei louca, e ele começou a mexer, mesmo eu não querendo que aquilo continuasse, não conseguia parar, eu me alisava e ele enfiava, não demorou nem 3 minutos e eu começei a gozar com ele fazendo isso, tive que ir pra frente, e sair do pau dele, fiquei completamente trêmula.

Me afastei dele….com um sentimento de culpa….olhei pra ele…..ele sorrindo, com o pau melado, minha buceta tinha deixado ele todo babado, e ele se punhetando, pediu pra continuar, falei que não….que já tinhamos feito demais, e ele falou que tbm merecia gozar, e pediu pra eu pelo menos punhetar pra ele, e eu realmente sabia que ele estava certo, e era justo que ele gozasse tbm, então me aproximei, e segurei no pau dele, e voltei a punhetar pra ele

Ele começou a falar que eu era gostosa, que ele tava louco, que tinha adorado enfiar na minha buceta, que queria mais, eu falando que não, mas sabendo que ele tinha razão, tinha sido gostoso, estava ficando acesa com aquilo denovo

Ele insistiu que queria enfiar denovo, eu falei que não, que aquilo era loucura, que nem devia ter acontecido, ele disse q não importava, que queria gozar comigo, e pediu pra eu virar pra ele gozar no meu bumbum, eu ate pensei em virar denovo, mas eu imaginei q ele ia começar a esfregar denovo, e eu não aguentaria sem deixar ele enfiar, então falei que não, que era pra ele gozar nos meus seios

Apesar dos protestos dele, eu me agachei na frente dele, e fiquei eu mesma punhetando pra ele, sei bem que existia o risco de que se deixasse ele se masturbar, iria direcionar a gozada pro meu rosto…então eu mesma continuei pra evitar isso

Ele passou a mão no meu cabelo, falou que eu era linda, e pediu pra eu dar um beijo no pau dele, falei q não, é disse pra ele gozar logo, ele insistiu, falou q era só um beijo, eu ri do jeito dele, parei a punheta , puxei a pele do pau dele pra trás, sebnti aquele cheiro de excitação subir, e dei um beijo nele, na cabeça um beijo de alguns segundos, o suficiente pra sentir o gostinho de melado dele, ele riu..e eu continuei a masturbar ele…..que começou a gemer, e eu senti q ele começou a tremer e ficar ofegante

Quando eu senti ele ofegante, aproximei meu corpo do pau dele, e quando punhetava estragava a cabeça dele nos meus seios, ele gemeu, e eu logo senti ele gozando, espirrando os jatos nos meus seios

Ele rindo, mexendo no.pau, e eu ainda ali agachada sentindo o cheiro dele, do esperma dele, me levantei, dei um selinho nele, e fui no lavabo pegar papel. Me limpei e alcancei pra ele limpar o pau dele, , e então falei pra ele que ele tinha que ir, e que jamais alguém na escola podia desconfiar disso…ele falou q lógico, mas que tinha adorado, e pediu se nos veríamos denovo, eu falei que não sabia, e que era tarde, praticamente expulsando ele de casa, ele se vestiu e foi.

Espero que tenham gostado dessa primeira parte, e que comentem o que acharam, vou adorar ler, e responder cada um dos comentários.

Decidi dividir em capítulos, para não ficar longo e exaustivo pra quem lê.

Beijos

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Sexo na quarentena – Meu cunhado dotado arrombou meu cuzinho

A pandemia desse vírus está causando um desastre jamais visto. A TV e internet só falando nisso. Em isolamento, o jeito é ler contos aqui no site. Que acaba aumentando a libido e vontade de transar. Infelizmente, não dá para estocar amantes. Principalmente para casada como eu, com marido que não é de bater ponto em casa, com casos extraconjugais confirmados.

Ainda bem que tem o irmãozinho do meu esposo, com quem tenho um caso secreto. Com tanto desejo e vontade que até me fez aposentar o vibrador, meu companheiro de muitos anos. Ultimamente, o garoto que vive com meus sogros, sem aulas na faculdade, vem todos os dias em casa. Quando ninguém está vendo, ele me agarra, fica encoxando, engatando como um cachorro tarado tentando pegar uma cadela no cio.

Uma coisa que ele sempre cobiçou foi meu cuzinho. Que ainda é virgem, já que quando meu marido tentou, a dor ou meu medo, sei lá, foi tão aterrador que nunca mais deixei. Com Pedrinho, irmão do meu marido então, nem pensar. Seu falo tem a forma de berinjela invertida, grossa na ponta e já dói só de pensar aquilo entrando no meu fiofó.

Para quem já leu meus outros relatos, sabe que tenho 31 anos, alta, castanha clara com cabelos tingidos ora de loira, ora de ruiva. Marido 15 anos mais velho e dois filhos. A empresa do meu esposo deu férias coletivas e para ele, está sendo sendo insuportável ficar em casa. Coisa que deve estar acontecendo em muitos lares.

Como foram confirmados alguns casos em nossa cidade, meus sogros que estão no grupo de risco, resolveram se isolar mais na chácara que temos no município vizinho, bem menor e por enquanto, ainda livre de contaminação. Meu marido adorou a ideia, já que junto com o pai, estão ampliando a casa. Como esquecemos várias coisas em casa, fiquei de ir buscar. Meu marido então, mandou que seu irmãozinho fosse junto para me ajudar. Tadinho, nem sabe o que está facilitando.

Mal chegamos, já fomos pelados para a cama, onde mãos e bocas trabalharam sem parar um no outro. Após essas preliminares, lá estava eu, deitada de costas, pernas abertas, pronta para receber meu cunhadinho dentro de mim. Ele já veio todo tarado, enfiando a vara grossa, que desliza raspando nas minhas carnes íntimas, enchendo a perseguida de forma justa, esticando a pele da entrada ao máximo.

Se durante anos, usei um consolo de borracha, ter Pedrinho como amante foi muito melhor. Senti-lo dentro de mim, de forma pulsante, com calor humano e seu corpo grudado no meu, proporcionou bons orgasmos e satisfação sexual. Como estava acontecendo agora, uma vez mais. Ele metendo com vontade e eu embaixo, aparando suas estocadas, a bocetinha esfolada pelo entra e sai. Ambos respirando alto, pulmões à toda em busca do ar para tamanha cópula.

Como sempre, fomos para a segunda fase. A de eu buscar novos orgasmos sendo possuída de quatro. Ter ele metendo por trás, possibilita que seus dedos possam manipular meu grelho, causando uma onda de choques genitais. Invariavelmente, com gozos infinitos. Acabei chegando a um clímax tão forte que me deixou mole, exausta. Nem percebi quando o safadinho estava enfiando o dedo indicador no meu cuzinho.

Já fez isso outras vezes e na hora, minha vontade foi de como sempre, mandar ele parar com aquilo. Todavia, senti algo diferente, esquisito. Relaxei e deixei que continuasse. O cunhado iniciou um puxa empurra agora até prazeroso. Confiante pela falta de reação de minha parte, ousou mais, colocando agora dois dedos. Eu ali quieta, imóvel, tomada por novas sensações, deixando ele avançar.

– Berta, deixa eu comer teu cuzinho, deixa.

– Ah, não Pedrinho. Não quero, dói demais!

– Ah, Berta, só um pouquinho. Se eu colocar, já gozo em seguida. Deve ser gostoso demais!

– Tá louco, Pedrinho. Teu pinto é grosso demais. Isso nem entra aí atrás!

– Entra sim, Berta. Olha, vamos tentar assim. Eu fico parado e você vem por cima controlando, tá bom? Se doer você mesmo para. Tá bom?

O garoto foi até a cozinha e trouxe um monte de margarina na mão esquerda. Com a mão direita, ficou passando no pinto, deixando ele todo melecado. Com certeza, já tinha planejado isso mentalmente. Veio untando margarina gelada no meu cuzinho também, empurrando para dentro com a ponta do dedo. Deitou de costas na cama e chamou:

– Vem!

Como fiquei indecisa, pensando se ia ou não, ele repetiu o chamado:

– Vem! Não tenha medo! Muitas mulheres fazem e gostam.

Ainda cheia de dúvidas, coloquei as pernas em volta do seu quadril, e fui descendo. Pedrinho segurava a ¨berinjela¨, mantendo apontada para cima. Quando a ponta rombuda encostou no anelzinho, a piscadela no cu foi instintivo. Fui sentando, sentindo o cilindro grosso forçando a entrada. Baixei um pouco mais e a esticada das pregas ardeu. Algo suportável que não impediu que eu continuasse. Até que a cabeçorra entrou!

Uau! Foi uma fisgada de dor. Parei até de respirar, os ombros retesaram. Todo pavor voltou. Fiquei imobilizada e pensei em desistir. Tudo que pensei na hora foi que era pura besteira o que estava fazendo. Se outras mulheres faziam ou não era problema delas. Se as atrizes pornôs aguentavam verdadeiros monstros no rabo, para mim tanto fazia como fez. O cu que estava sendo invadido era meu. E estava doendo!

Parar foi bom. Fez me acostumar com a invasão, além da dor ter diminuído bastante. Pisquei o fiofó e senti algo totalmente novo. De estar com o cu totalmente preenchido. Diferente de quando a gente evacua. Ao sentar mais, a coisa entrava ao invés de só sair. Mesmo arfando, passei a descer mais e mais. O cunhadinho por baixo, empurrava o quadril para cima, fazendo com que sua berinjela entrasse mais e mais. Ficamos assim, nessa brincadeira que laceava meu cuzinho virgem.

Eu já subia e descia com vontade. Até a dor era prazerosa. Com as mãos, tocava siririca enquanto me empalava na vara do garoto. Ele me empurrou e só percebi o que ele queria ao já termos mudado de posição. Eu novamente de quatro, com travesseiros no ventre. Pedrinho me enrabando de quatro, por trás, na posição de macho dominante. Isso permitia que ele metesse fundo, o que me deixava até com falta de ar. Acabei gemendo em agonia, ao ser sodomizada de forma animalesca.

– Que cu gostoso! Ahh, que cu apertado! Quente, ahh, quente, gostoso, gostoso ahh, demais!

Pedrinho resfolegava grudado nas minhas ancas. Eu sentia dor mas também, que um orgasmo estava a caminho. Fiquei tocando o grelo freneticamente, até que ele chegou. Forte, intenso como nunca senti. Tudo embaixo piscou. Desabei trazendo junto Pedrinho, engatado em mim. Eu ali esborrachada como uma boneca inflável e ele, metendo, metendo e metendo. Foi quando a dor ficou forte, insuportável. Passei a gritar para ele parar, para ele tirar. Para minha sorte, ele então gozou. Ejaculou sem parar, enchendo minhas tripas de gala. Soltou todo seu peso em minhas costas. O falo grosso enterrado até o fundo das minhas entranhas.

Minha primeira reação foi fazer força, como estivesse evacuando. Sim, eu estava cagando a ferramenta dele. Que continuava dura e ia sendo expulsa do meu cuzinho judiado. Ao ir ao banheiro, senti melhor a dor. Que me fez andar meio de lado. No espelho vi o estrago. Um buracão como jamais eu tinha visto…

Doeu sim. Mas foi incrivelmente prazeroso. No momento, não quero repetir. Mas com certeza, vou fazer de novo. Quem sabe com alguém com um pinto mais fino…

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Conto erótico professora gostosa fode com nerd cacetudo

Oi tudo bem pessoal? Depois de muito tempo lendo os relatos eróticos de várias pessoas decidi compartilhar a minha aqui. Me chamo Rafael e hoje irei relatar com todos vocês o dia em que eu acabei transando com minha professora da faculdade. Minha professora é bem jovem, morena, com corpo tatuado, peitos siliconados, bumbum empinado, bem depiladinha toda gostosinha.

Enfim a gente sempre teve uma certa intimidade e eu sabia que ela era solteira. Eu também sou solteiro e sempre tive tesão e vontade de transar com ela. Acontece que ela nunca tinha me dado alguma demonstração de que eu teria chances. Em uma sexta feira a noite fiquei por último e decidi conversar com ela até que para minha surpresa ela me perguntou se eu tinha planos para aquela hora. Eu disse que não e ela então me perguntou se eu queria conhecer um barzinho novo que abriu perto da escola. Ela disse que iria ela e algumas amigas e amigos e eu então não vi nada demais e decidi ir. Chegamos no barzinho e lá tinha alguns amigos dela. Ficamos nesse local por umas duas horas porém eu quase não bebi, fiquei mais na coca. Ela por sua vez bebeu bastante e ficou visivelmente embriagada.

Ela bem soltinha acabou falando pra mim que sempre sentiu tesão por mim. Me disse que sempre foi afim de ficar comigo porém sempre esperou que eu tomasse a iniciativa e eu nada fiz. Educadamente ela me chamou de fraco kkkk mais isso pouco importa. Chamei ela pra irmos embora e ela toda assanhada me abraçou e assim saímos do local. Assim que entramos no carro não é que ela mudou completamente seu comportamento! Ela sorriu olhou pra mim e disse:

– Gostou do meu showzinho?

Caralho eu olhei bem pra ela sem acreditar no que estava acontecendo. Foi quando ela me disse que não estava bêbada aquilo tudo era apenas pra não dar na cara. E antes que eu falasse algo ela me deu um beijo suave e gostoso que me deixou de pau duro na mesma hora. Abracei seu corpo e senti seu perfume gostoso enquanto beijava aquela boca macia e gostosa. Rapidamente liguei o carro e saímos do local indo direto pra um motel. Assim que chegamos fui direto pro chuveiro e ela veio atrás. Ali tomamos um banho quente e gostoso onde beijei e chupei todo aquele corpinho gostoso que ela tem.

Transei com minha professora safada

A peguei no colo e a levei pra cama onde ela se deitou e tive uma visão linda de todo seu corpo nu. Seus seios lindos, seu corpo todo perfeito e aquele olhar de safada que mexe comigo. Não perdi tempo e fui logo beijando todo seu corpo começando por sua boca e fui descendo bem devagar beijando seu pescoço fazendo com que ela se contorcesse toda de tesão. Quando cheguei em sua barriguinha dei leves mordidas e notei quando ela gemeu e pediu pra que eu chupasse sua bucetinha. Não perdi tempo e fui direto em sua pepeka gostosa. Ela estava perfeitinha, toda cheirosinha e bem molhadinha de tesão. Passei então a língua bem devagar por toda sua buceta e quando cheguei em seu clitóris ficando passando a língua em volta e brincando com ele. Fiquei por uns cinco minutos chupando sua bucetinha gostosa.

Foi quando ela pediu pra que eu a fodesse gostoso. Eu já estava com pau duro, latejando de tesão e bem pedi pra que ela me chupasse. Naquele tesão todo tudo oque eu queria era penetra-la bem gostoso. Pedi pra que ela ficasse de quatro e assim a gostosa fez. Nossa ela tinha uma bunda linda, toda empinadinha e bem gostosa. Tudo ficou ainda mais gostoso quando ela toda empinada olhou pra trás e disse:

– Vai safado, me fode vai, soca esse pau gostoso em mim vai.

Não pensei duas vezes e coloquei meu pau duro na portinha da sua buceta. Fui forçando bem devagar até que senti todo meu cacete socado dentro daquela xoxota quente e gostosa. Passei a socar com ainda mais força quando ela passou a gemer mais alto pedindo pra que eu metesse tudo em sua bunda gostosa. Aquela mulher nua sabia realmente como foder gostoso. Eu metia em sua buceta, puxava seus cabelos e dava tapas em sua bunda gostosa a fazendo gemer algo de prazer. A safada gemia e pedia a todo momento que eu metesse com força de verdade. A muito tempo eu não fodida uma bucetinha gostosa e molhada como aquela. Não demorou muito quando ela deu uma gozada deliciosa enquanto eu empurrava meu cacete todo em sua bunda linda.

Pouco tempo depois dela gozar eu pedi pra que ela sentasse e galopasse gostoso na minha rola. Não deu outra, a safada rebolava demais sempre gemendo alto e querendo que eu socasse até o talo. Acabei não me aguentando e falei que iria gozar. Foi quando a safada se colocou de joelhos na minha frente e eu então dei um banho de porra em seu rostinho de lerda. Ela sorriu e disse que aquela tinha a transa que ela precisava. Desde esse dia pra cá nos tornamos bons amantes e transamos sempre que podemos. Espero que tenham curtido pois logo terei mais um conto erótico professora sacana que sabe como meter gostoso.

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Transando no estacionamento com um desconhecido

Fui para uma festa e terminei aquela noite transando no estacionamento com um homem desconhecido que eu nunca tinha visto na vida.

Lá estava eu, sentada encostada na árvore perto de um parque abandonado, eu estava com fones de ouvido, ouvindo uma música qualquer. Eu estava de calça lycra bem apertadinha e um top cropped azul, que só tapava meus seios e deixava parte de minha barriguinha chapada de fora.

Estava frio, eu tinha acabado de voltar de uma festa, na qual teve uma briga com que estragou tudo! Dois caras tinham se atacado pois estavam querendo ficar com uma puta, a puta foi embora e deixou os caras na confusão, todos foram embora e os caras ainda estavam brigando.

Vi que o cara mais alto, forte e bonito, tinha machucado o sobrecílio e que estava saindo uma pequena quantidade de sangue. Já eram 05:30 da manhã e eu continuava ali, terminando minha garrafa de vodka que se encontrava pela metade. Vi um rapaz se aproximando, perambulando, quase caindo no chão frio.

Ele se aproximou e sentou-se perto de mim, eu permanecia com meus olhos fechados, e logo senti a garrafa sendo tomada de mim. Abri meus olhos e encontrei o cara da festa, gostoso e só, tomando a minha garrafa de vodka. Ele se levantou e me chamou pra cima, estendendo sua mão pra mim e logo me puxando. Ele me levou até seu carro, muito bonito na verdade. Entramos e ele começou a acelerar.

As ruas estavam desertas, oque fez com que ele fosse ainda mais rápido. Só diminuiu a velocidade, depois que chegamos a um motel longe da cidade, mas… um motel?

Ele adentrou e se identificou no portão, esperando as chaves da suíte presidencial, eu estava confusa, e perguntei a ele oque estávamos fazendo ali, ele ficou calado, é claro!

Desceu do carro e mandou eu descer também, desci e fiquei de pé. Ele disse que queria foder comigo, eu me neguei e entrei no carro, ele me puxou pra fora e me imprensou contra o capô do carro, fazendo seu pênis que já dava sinais , roçar em mim.

Transando no estacionamento

Soltei um leve gemido e senti seus beijos em meu pescoço, logo senti ele abaixando o zíper de meu cropped, que se encontrava na frente, logo revelando meu sutiã roxo. Ele jogou minha peça de roupa dentro do seu carro e fechou a porta, eu me neguei a entrar e ele não relutou.

Apenas continuou a me beijar ferozmente e a apertar meus seios por cima do sutiã. Sentia seus beijos em meus ombros, pescoços e bem acima de meus seios. Senti sua mão deslizando em minha cintura, e indo rapidamente em minha bunda, apertando-a com força e me puxando pra si, me entreguei totalmente, queria ficar transando no estacionamento.

Ele arrancou meu sutiã rapidamente e me sentou no capô do seu carro, que já amaçava um pouco com nosso peso. Apertou meus seios e os chupou fortemente, me fazendo gemer e morder meu lábios. Eu puxava seus cabelos e gemia cada vez mais, as vezes ele esfregava seus dedos por cima de minha calça na minha buceta úmida.

O safado parou de chupar meus seios e foi dando chupões por todo meu corpo, até chegar na barra de minha calça lycra, as arrancou e me acariciou por cima de minha calcinha, rendada e roxa. Abri minhas pernas e sentia seus dedos levemente me acariciando por cima daquele tecido. Ele puxou minha calcinha para o lado e penetrou seus 2 dedos em meu buraco, logo socando-o fortemente , me fazendo contrair e gemer alto.

O estacionamento se encontrava vazio, então não me preocupei nem um pouco em gemer loucamente, que nem uma cachorra, não me importei se alguém ia ver a gente transando no estacionamento.

Senti sua língua úmida correr sobre minha buceta, molhada e cheirosa, já imaginei que ia acabar transando no estacionamento. Ele lambia e me chupava deliciosamente, abria minha buceta com a outra mão e as vezes levava elas em meu seio, pra apertar cada um.

Dei um gemido alto e me contorci no capô do seu carro, gozando em seguida, sentindo minha buceta latejar e o meu líquido escorrer em minhas pernas, ele chupou o resto do meu gozo e compartilhou ele comigo, me dando um belo de um beijo.

Saí do capô do carro e abaixei toda sua roupa, chupei sua cabeça da pica e ele me puxou pra cima pelos cabelos, sussurrou alguns xingamentos e me mandou ficar de quatro. Obedeci, calada, senti sua saliva percorrer por meu buraco traseiro, o lubrificando e de vez em quando, ele ainda dava umas chupadinhas ali, oque me levava a loucura, eu segurei no capô do seu carro e empinei minha bundinha em seu rosto, vi ele se levantar e alinhar a cabeça do seu pau em meu buraco, logo adentrando o mesmo. Ele dava leves entocadas em meu cuzinho, sentia meu cu engolir cada vez mais o brinquedo daquele cara de beleza majestosa e seu pau me socava com cada vez mais força, dando chupões e mordidas em minhas costa.

Ele entocava cada vez mais forte, eu gemia ainda mais alto, arranhando a tintura de seu carro e gemendo, gemendo que nem uma vadia arrombada. E era isso que eu era, uma vadia arrombada. Ele gozou junto comigo e me fez chupar todo o seu pau, sentir nossos gostos junto, e limpar ele todinha. Até agora , eu não sabia qual era seu nome, e se duvidar, nem saberia…

O gostoso me colocou de frente, e chupou meus seios, mordendo seus bicos e as vezes apertando um lado enquanto chupava o outro.

Senti seu pau ereto novamente, e já fui abrindo minhas pernas, já me encontrava sentada no capô. Ele pediu pra que eu cuspisse na cabecinha e logo fiz, depois senti seu pau batendo em minha buceta, sem que penetrasse. Ele roçava e eu puxava seus cabelos, arranhava seus ombros, senti ele penetrar com força, sem nem se quer avisar, senti uma mistura de dor e prazer, rebolei contra seu pau, me contorcendo no capô.

Enquanto ele dava entocadas fortes, eu sentia suas bolas de encontro com parte de minha bunda, levei minha mão até meu grelo, me acariciando ali, soltando gritos cada vez mais altos, gemidos e palavrões escapavam da minha boca, eu me masturbava com um lado da mão, e o outro apertava meus seios, enquanto o meu outro seio, era tomado pela boca daquele cara gostoso.

O cara era feroz, ágil, eu sentia muito tesão. Me contorcia e sentia minha buceta contrair seu pau, movimentava meus dedos com mais força e apertava meus seios, logo chegou meu orgasmo, e ele só entocava com mais força, sem dó nenhuma, aquilo estava me rasgando e eu já não aguentava mais, esperei ele gozar em mim sem nenhuma ação, só senti seu gemido rouco e seu líquido escorrendo em minhas pernas.

Nos vestimos e ele me entregou a chave do quarto de motel, falou que se eu quisesse, poderia descansar ali, e se mandou. Nunca mais o vi, que loucura, saí para uma festa e terminei transando no estacionamento com um desconhecido, mas não me arrependo, foi muito bom.

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Gozou dentro da minha buceta branquinha

Sou a Amanda, transei com um cara que conheci no Tinder e ele gozou dentro da minha buceta branquinha deixando ela toda suja com sua porra. Conto todos detalhes abaixo.

Conheci este gato no Tinder como falei, nisto fomos para o Whatsapp e conversamos por uma semana, até que certo dia do nada ele aparece no meu Whatsapp me convidando para ir pra sua casa assistir filme, era uma sexta de chuva, eu estava em casa sem nada para fazer então decidi que ia.

Raspei minha buceta pois sabia que o que ele queria na verdade era sexo, eu logicamente iria sabendo, por isso me preparei antes, deixando lisinha, do jeito que os homens gostam.

Terminei o meu banho, fiquei cheirosa e fui para lá, quando cheguei o safado abriu a porta para mim e eu me deparei com ele vestido apenas com um short de jogar bola que dava para ver que ele estava sem cueca e de pau duro, aquilo já mexeu com meus pensamentos e ele foi além, já me levou direto para o seu quarto.

Gozou dentro

Quando entramos no quarto dele, ele me colocou na parede e me deu um beijo bem forte, de modo que seu pau duro ficou roçando na minha xoxota, eu safada que sou meti a mão e senti a pica dele, era bem grande e grossa, ele gostou e botou para fora do short para eu poder apalpar melhor.

Fiquei masturbando ele e ele me beijando por alguns minutos até que enfim ele me levou para sua cama, tirou a minha roupa e chupou a minha buceta com gosto, deixando ela bem molhadinha, ele passava a língua no meu clítoris e enfiava dois dedos dentro, eu gemia alto e ele fazia com mais força.

O safado chupou até que eu não me aguentei mais e falei para ele me foder que eu queria aquela pica dentro de mim, ele sorriu na hora, e já foi empurrando sua pica dentro de mim sem camisinha e nem nada.

A pica dele era muito gostosa, era tão grande que eu sentia ela batendo no meu útero, deixei ele me comer naquela posição por alguns minutos e depois falei que ia sentar.

Na sentada eu acabei com ele, fiquei sentando com força batendo minha bunda nas coxas dele até que ele gozou dentro de mim, me deixando cheia de sua porra, ele ficou um pouco nervoso depois que o tesão passou achando que eu poderia engravidar por ele ter gozado dentro mas acalmei ele falando que tomava remédio.

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Meu namorado e o primo dele

Meu namorado e o primo dele acabaram me comendo e foi uma experiência muito gostosa que me deixou com vontade de fazer novamente. Vou contar como tudo começou. Me chamo Nayara, tenho 28 anos já fui casada mas acabei me divorciando depois de 2 anos de casamento. Sempre fui uma mulher muito fogosa e meu marido era fraco demais na cama, então eu ficava me sentindo tão insatisfeita que isso foi acabando com nossa relação.

Passei a me divertir mais, coisa que não podia fazer porque meu marido era bem ciumento, e comecei a conhecer outros homens, mas nunca tinha sido nada demais, até que conheci o Bruno, um rapaz de 19 anos, bem mais novo do que eu, o que me deixou com um certo receio de conhece-lo. A gente acabou se encontrando em um samba que tem em um barzinho, eu estava com minhas amigas e ele ficou me olhando com cara de safado a noite inteira. Eu fiquei bem interessada, o jeito dele era de homem safado, o que me deixava bem curiosa pra saber mais daquele garoto.

Ele se aproximou, perguntou meu nome, ficamos conversando e depois ele disse que estava com o primo e com uns amigos. Logo o primo dele se aproximou, achei os dois bem parecidos e bem gatos! morenos, cabelos lisos e olhos cor de mel, os caras são muito gostosos e eu fiquei louca de tesão pelos dois, não sei se era efeito da bebida, ou se eu estava me tornando cada vez mais safada. Nessa mesma noite ele me convidou pra ir até seu carro, no estacionamento ao lado do barzinho, e lá dentro conversamos mais um pouco, mas acabamos deixando o papo de lado e começamos a beijar.

O beijo da gente se encaixou bem gostoso, foi uma delícia, comecei a ficar molhadinha com os amassos gostosos que a gente deu. Ele ficou mais ousado, passou as mãos pelo meu corpo, me fez abrir as pernas e levantando um pouco do meu vestido, ele passou a tocar minha buceta por cima da calcinha. Quando me sentiu molhada ele ficou mais eufórico, afastou a peça que eu usava e passou a melas os dedos com a lubrificação.

Eu abri bem minhas pernas pra ele, ajudei a tirar minha calcinha, ele colocou uma camisinha e eu acabei sentando no colo dele. Comecei a rebolar na sua pica gostosa, foi uma delícia, a gente começou a meter gostoso, ele passou as mãos nos meus seios, me deixou doida de tesão, comecei a gemer baixinho bem putinha pra ele, e o safado adorou. Ele falou o quanto minha buceta é gostosa e apertadinha, apertou minha bunda e me fazia rebolar gostoso no seu pau.

Não demoramos nessa posição, logo eu estava de quatro no banco de trás recebendo a pica dele todinha na minha buceta, não demorei pra gozar e ele também não. Foi bem gostoso e depois disso começamos a namorar firme. Era bom demais nesse comecinho, sexo todos os dias, várias vezes, eu nunca transei tanto e me senti satisfeita na vida como com o Bruno, esses novinhos sabem direitinho como fazer gostoso.

A gente saia todos os dias ou fazíamos algo lá no meu apartamento. O primo dele passou a acompanhar a gente, o nome dele é Roberto. O Beto vivia com a gente, um dia acabamos bebendo demais, comecei a ficar soltinha e comecei a dançar na sala de casa, rebolar bem gostoso na frente dos dois. Eles me olhavam vidrados, eu resolvi arriscar e comecei a sentar no colo do meu namorado e rebolar em cima dele, e logo seu pau ficou duro.

O primo safado ficou olhando com a maior cara de tesão, até que sinalizei com o dedo pra ele se aproximar. Ele veio e comecei a passar a mão nele na frente do meu namorado. Até hoje não sei que doideira foi essa, mas tirei sua pica pra fora e comecei a chupar enquanto meu namorado via tudo. Ele ficou louco, senti seu pau crescer cada vez mais encostado na minha bunda.

Ele me fez levantar, colocou sua pica pra fora, afastou minha calcinha e começou a me comer gostoso enquanto eu chupava o primo dele. Foi um tesão, quiquei gostoso, chupei aquele pau e o primo dele não aguentou, começou a socar o pau na minha boca e acabou gozando, me dando todo seu leite gostoso e quentinho. Depois de um tempo o Bruno também gozou dentro da minha bucetinha, achei gostoso demais ser a puta de dois e levar porra assim.

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Seduzido pela mãe do meu amigo

Esse relato é real, e vou contar como fui seduzido pela mãe do meu melhor amigo, que vou chamar de Rodrigo, aqui. O meu nome é Cleiton, tenho 20 anos hoje, sou magro, branco, 1,75 de altura, cabelos lisos e pretos, e aparento ter menos do que minha idade real, por isso sofri um bocado pra conseguir mulher na época dos 18 anos. As garotas da minha idade sempre queriam aqueles caras mais velhos, e eu acabava ficando na maior seca ou me contentava em pegar as garotas que não eram tão bonitas.

Nunca me imaginei pegando uma mulher mais velha, nunca tinha pensado sobre o assunto, apesar que as vezes via cada coroa bonita da porra pelas ruas. O Rodrigo é um amigo que conheci na época da escola, e ele morava com o pai, já que a mãe dele era casada e tinha ido morar com o marido em outro estado. Nunca tinha conhecido ela, pois ele sempre viajava para passar as férias onde ela morava, então eu só havia visto a coroa dele por fotos que ele mostrava.

Depois de um tempo a coroa se separou e resolveu voltar pra cá, onde ficaria perto do filho e tudo mais. Meu amigo ficou empolgadão, disse que a mãe dele era super moderna, diferente do pai dele que sempre foi mais rígido. Quando ficou tudo pronto e ela veio pra cá, fui conhecer a mãe dele durante um almoço perto da nossa faculdade. Eu fiquei impactado com o corpo da mulher. Apesar de ter uns 50 anos, ela ainda tava super gostosa, coxas grossas, cabelos longos e loiros, pele bronzeada, seios grandes que pude perceber que eram silicone, e uma cintura perfeita.

Nessa hora mudei todos meus conceitos, cumprimentei a dona Luciana, mas ela me deu logo bronca pelo dona, disse pra eu ficar a vontade e chamar ela só pelo nome. O almoço foi animado, notei que ela não tirava os olhos de mim, e nem eu conseguia tirar dela. A mulher além de gata, é divertida e cheirosa. No fim do almoço ela disse que tava bem feliz do filho dela ter um amigo tão maduro ao lado. Fiquei feliz com o elogio e fiquei naquela tara por ela. Sempre dava um jeito de perguntar ao Rodrigo sobre a mãe dele, até que ele tirou uma brincadeira.

-Ih cara, se você tiver a fim da minha mãe é bom pular fora hein? ela não gosta de moleque não hahahaha.

-Sai fora mano, só achei sua mãe gente boa!

A gente começou a zoar, fomos pra aula e no meu celular recebi a ligação de um número estranho. Quando atendi era a mãe do Rodrigo. Tomei um susto danado, a coroa disse que queria conversar comigo pra fazer uma surpresa para o filho, mas que eu não poderia contar nada pra ele sobre isso. Até aí beleza, mas ela queria que eu fosse na casa dela, e na hora marcada apareci. Disse ao Rodrigo que tinha um compromisso qualquer e fui até lá crente que ela tava preparando algo pra ele.

Chegando lá estranhei a roupa dela. A mulher tava só de shortinho, daqueles de academia e uma blusinha bem colada ao corpo. Dava pra ver pelo short, sua buceta toda marcada e bem inchadinha, era difícil tirar os olhos daquele capuzão de fusca. Ela sorria com cara de safada, como se esse fosse o efeito que quisesse causar mesmo.

Ela me pediu pra sentar, disse que queria comprar um presente para o filho e não sabia o que era. Na hora saquei que tudo aquilo era só uma desculpa pra eu ir até lá. Ela me ofereceu uma cerveja, não tinha o hábito de beber, mas pra não fazer feio aceitei. Comecei a dar um gole, e depois da primeira latinha, ela começou a passar a mão no meu braço, na minha perna. Ela tava querendo. Apesar de tímido, eu passei a mão de volta na mãe do meu amigo.

-Eu gostei de você no primeiro dia que te vi, acredita?

-Eu também goostei muito da senhora.

-Opa! vamos parar de me chamar de senhora? a gente tá se dando tão bem, você tá até de pau duro.

Ela botou meu pau pra fora e começou a chupar. Fiquei sem reação, só consegui relaxar e curtir essa gata mamando na minha rola. A boca dela é uma delícia, a mulher é safada pra caralho. Ela me olhava com aquele jeito de puta, engolia meu cacete e eu ficava com a cabeça do pau latejando de vontade.

-Que pica gostosa, deixa eu passar o dia todo chupando.

-Chupa com vontade, engole meu pau!

Ela começou a lamber a cabeça da minha pica, me deixou bem excitado e eu não aguentei mais.

-Preciso te comer agora, não tô aguentando!

-Vem cá, então!

Me aproximei dela, tirei a roupa da gostosam vi seus peitos enormes pularem na minha direção, depois fui tirando o resto, o shortinho, a calcinha e logo vi ela completamente nua e toda gostosa. Ela também tirou minhas roupas, a gente se abraçou, beijamos gostoso e ela ia pegando no meu pau e eu apertando aquela bunda gostosa, metendo a mão dentro e estimulando o cuzinho dela com meus dedos. A safada gemeu bem gostoso, agarrou meu pau, ficou na punheta, até que joguei ela na cama, fiz ela abrir bem aquelas pernas e me ajoelhei diante da sua buceta toda melada.

Comecei a chupar e ela foi me ensinando como gostava. Nunca vi uma sensação tão boa, enfiar a língua numa buceta é realmente uma delícia. Ela gemeu e se contorceu todinha, então percebi que estava no caminho certo. Tentei não parecer apressado, embora minhas bolas já estivessem doendo de tesão. Ela logo me puxou pra cima dela e com cara de safada pediu pra eu meter. Subi em cima da coroa, encaixei meu pau e começamos um vai e vem bem safado.

Ela me apertava com as pernas, arranhava minhas costas, chegava até a doer, meu pau entrava muito gostoso na sua buceta apertada. Entrava bem fundo, eu tava louco de tesão.

-Que buceta gostosa, caralho! quero enfiar minha pica todinha!

-Aaaaiii, faz assim que eu fico louca, me fode assim vai, mete esse pau gostoso no fundo da minha bucetinha.

Comecei a meter mais forte, ela gemia, me mordia, me xingava de filho da puta e outros nomes sacanas. Não aguentei avisei que ia gozar desse jeito e foi uma delícia sentir minha porra escorrendo pela buceta dela. Enchi ela de porra mesmo. Ficamos agarradinhos namorando sem roupa como um casal, até que meu pau ficou duro novamente e ela me deixou comer aquele cu delicioso.

Meti no cu dela até deixar a coroa arrombada, ela ficou de quatro rebolando e gemendo, falava que tava doendo mas não queria parar. Gozei gostoso pra ela, foi um tesão. Deixei o cu da mãe do meu amigo arrombado, comi ela outra vez nesse mesmo dia e o Rodrigo nem sonha que volta e meia eu pego a mãe dele.

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Segredinhos das evangélicas

Não podemos banalizar existem evangélicas sérias essas eu admiro e respeito, mas o relato a seguir desvenda o mundo secreto das falsas evangélicas.

Primeiramente uma falsa evangélica vai na igreja não para orar ou adorar a Deus, mas sim para arrumar marido ou namorado, isso porque a religião só permite sexo se casar, então as falsas evangélicas pensam mais em sexo do que as que se dizem putinhas.

É fácil identificar porque geralmente elas ficam sorrindo do nada, usam saias coladinhas e salto alto, algumas até são mais ousadas e abusam dos decotes e mini saias.

Sua intensão é só uma arrumar um marido ou namorado para liberar os seus desejos pois estão quase explodindo de tesão. Algumas tem tanto tesão que acabam saindo com os pastores ou membros da sua igreja não consegue esperar para fazer do jeito que a religião permite.

Masturbação para elas é normal geralmente acontece na hora do banho se acariciam enfiam os dedinhos na bucetinha e gozam imaginando homens.

Quer ser um mestre em identificar uma falsa evangélica aqui vão as dicas para você ser um expert no assunto. Primeira dica sorri do nada, segunda dica usa salto alto saia coladinha e um decotinho, terceira dica, estão sempre em grupinhos batendo papo, quarta dica olham pra vc com carinha de safada, quinta dica estão sempre com celular na mão.

Provavelmente muitas pessoas sabem disso mas acobertam porque imagina não é gostoso estar cercado de garotas assim safadinhas camufladas de evangélicas até os pastores gostam. Porém as que são sérias merecem respeito, mas essas falsas que são santinhas do pau oco, o que merecem é uma boa foda para gozar gostoso e assumir suas fantasias mais enlouquecidas.

Uma falsa evangélica nem o Diabo quer porque uma hora é santa outra hora é puta confundiu o Diabo então ele chega para Deus e diz Deus assim não dá ela não sabe se é puta ou se é santa nem para levar para o inferno vai dar.

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Fim de Semana em Ilhabela

Minha esposa fará 41 anos, Negra, 1,80m, pernas longas e torneadas, seios médios, bunda redondinha, apesar do tamanho dela ela tem uma bucetinha apertadinha…
Anteriormente tínhamos participado de uma festa de casamento onde minha deliciosa esposa havia sido comida pelo dono do sítio onde havia sido realizada a festa, depois de comer minha esposa o nosso novo amigo J. nos convidou para sua casa de praia em Ilhabela.

Estávamos ansiosos em chegar no lugar, saímos cedo de São Paulo, e pelo caminho J. nos ligou pois estava ansioso em possuir minha negra novamente, dessa vez sem pressa, por um fim de semana inteiro.

Chegando no endereço que J. havia passado, ficamos admirados pois sua casa mais parecia uma mansão Hollywoodiana, uma vista maravilhosa para o mar incluindo uma enorme piscina com borda infinita, deixamos nossas coisas no quarto reservado por J. com uma bela varanda também com vista para o mar. Como ainda era manhã, J. nos recepcionou com um belo café da manhã, tinha empregados para cada função, mas eles sempre discretos quase não se notava a presença deles.
Minha esposa estava lindíssima, trajava uma saia indiana e blusa de alcinha, e uma sandália baixinha, que destacava seu lindo pezinho, J. então disse que havia comprado alguns presentes para minha esposa, e que estavam em nosso quarto estavam em ordem para que ela utilizasse de acordo com a numeração nas caixas, nossa confesso que a curiosidade bateu forte em saber o que J. havia planejado para o fim de semana. Enfim la foi minha esposa para o quarto enquanto continuávamos a tomar o café da manhã, de repente, ela aparece com uma saída de banho branco, e por baixo um biquíni minúsculo, também branco e uma sandália muito parecida com a da festa de casamento, (presentinhos para ela), nossa como ficou gostosa minha negra naqueles trajes, J. ficou sem palavras por um instante e falou para ela ficar à vontade na piscina aquecida.

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