Conto erótico professora gostosa fode com nerd cacetudo

Oi tudo bem pessoal? Depois de muito tempo lendo os relatos eróticos de várias pessoas decidi compartilhar a minha aqui. Me chamo Rafael e hoje irei relatar com todos vocês o dia em que eu acabei transando com minha professora da faculdade. Minha professora é bem jovem, morena, com corpo tatuado, peitos siliconados, bumbum empinado, bem depiladinha toda gostosinha.

Enfim a gente sempre teve uma certa intimidade e eu sabia que ela era solteira. Eu também sou solteiro e sempre tive tesão e vontade de transar com ela. Acontece que ela nunca tinha me dado alguma demonstração de que eu teria chances. Em uma sexta feira a noite fiquei por último e decidi conversar com ela até que para minha surpresa ela me perguntou se eu tinha planos para aquela hora. Eu disse que não e ela então me perguntou se eu queria conhecer um barzinho novo que abriu perto da escola. Ela disse que iria ela e algumas amigas e amigos e eu então não vi nada demais e decidi ir. Chegamos no barzinho e lá tinha alguns amigos dela. Ficamos nesse local por umas duas horas porém eu quase não bebi, fiquei mais na coca. Ela por sua vez bebeu bastante e ficou visivelmente embriagada.

Ela bem soltinha acabou falando pra mim que sempre sentiu tesão por mim. Me disse que sempre foi afim de ficar comigo porém sempre esperou que eu tomasse a iniciativa e eu nada fiz. Educadamente ela me chamou de fraco kkkk mais isso pouco importa. Chamei ela pra irmos embora e ela toda assanhada me abraçou e assim saímos do local. Assim que entramos no carro não é que ela mudou completamente seu comportamento! Ela sorriu olhou pra mim e disse:

– Gostou do meu showzinho?

Caralho eu olhei bem pra ela sem acreditar no que estava acontecendo. Foi quando ela me disse que não estava bêbada aquilo tudo era apenas pra não dar na cara. E antes que eu falasse algo ela me deu um beijo suave e gostoso que me deixou de pau duro na mesma hora. Abracei seu corpo e senti seu perfume gostoso enquanto beijava aquela boca macia e gostosa. Rapidamente liguei o carro e saímos do local indo direto pra um motel. Assim que chegamos fui direto pro chuveiro e ela veio atrás. Ali tomamos um banho quente e gostoso onde beijei e chupei todo aquele corpinho gostoso que ela tem.

Transei com minha professora safada

A peguei no colo e a levei pra cama onde ela se deitou e tive uma visão linda de todo seu corpo nu. Seus seios lindos, seu corpo todo perfeito e aquele olhar de safada que mexe comigo. Não perdi tempo e fui logo beijando todo seu corpo começando por sua boca e fui descendo bem devagar beijando seu pescoço fazendo com que ela se contorcesse toda de tesão. Quando cheguei em sua barriguinha dei leves mordidas e notei quando ela gemeu e pediu pra que eu chupasse sua bucetinha. Não perdi tempo e fui direto em sua pepeka gostosa. Ela estava perfeitinha, toda cheirosinha e bem molhadinha de tesão. Passei então a língua bem devagar por toda sua buceta e quando cheguei em seu clitóris ficando passando a língua em volta e brincando com ele. Fiquei por uns cinco minutos chupando sua bucetinha gostosa.

Foi quando ela pediu pra que eu a fodesse gostoso. Eu já estava com pau duro, latejando de tesão e bem pedi pra que ela me chupasse. Naquele tesão todo tudo oque eu queria era penetra-la bem gostoso. Pedi pra que ela ficasse de quatro e assim a gostosa fez. Nossa ela tinha uma bunda linda, toda empinadinha e bem gostosa. Tudo ficou ainda mais gostoso quando ela toda empinada olhou pra trás e disse:

– Vai safado, me fode vai, soca esse pau gostoso em mim vai.

Não pensei duas vezes e coloquei meu pau duro na portinha da sua buceta. Fui forçando bem devagar até que senti todo meu cacete socado dentro daquela xoxota quente e gostosa. Passei a socar com ainda mais força quando ela passou a gemer mais alto pedindo pra que eu metesse tudo em sua bunda gostosa. Aquela mulher nua sabia realmente como foder gostoso. Eu metia em sua buceta, puxava seus cabelos e dava tapas em sua bunda gostosa a fazendo gemer algo de prazer. A safada gemia e pedia a todo momento que eu metesse com força de verdade. A muito tempo eu não fodida uma bucetinha gostosa e molhada como aquela. Não demorou muito quando ela deu uma gozada deliciosa enquanto eu empurrava meu cacete todo em sua bunda linda.

Pouco tempo depois dela gozar eu pedi pra que ela sentasse e galopasse gostoso na minha rola. Não deu outra, a safada rebolava demais sempre gemendo alto e querendo que eu socasse até o talo. Acabei não me aguentando e falei que iria gozar. Foi quando a safada se colocou de joelhos na minha frente e eu então dei um banho de porra em seu rostinho de lerda. Ela sorriu e disse que aquela tinha a transa que ela precisava. Desde esse dia pra cá nos tornamos bons amantes e transamos sempre que podemos. Espero que tenham curtido pois logo terei mais um conto erótico professora sacana que sabe como meter gostoso.

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Rapidinha no capô do carro

Me identificarei como Eliseu.

Sou um cara normal, 167m, 77kg, corpo de gente que adora uma cervejinha no final de semana.
A alguns anos me relaciono de forma casual consensual com alguém que irei chamar de Alexandra.
Uma mulher de seus 1,75m, branca, cabelos pretos, boca grande e lábios deliciosos. Carnuda e gostosa.

Ela é grande amiga de uma grande amiga e isso nos tornou grandes amigos também. Hoje fazemos parte de um grupo de amigos que vez ou outra nos encontramos. 99% das vezes que isso acontece, eu e Alexandra transamos.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Já somam quase 6 anos que esse sexo acontece. Entre idas e vindas, desentendimentos e frustrações, hoje temos a nossa situação bem resolvida. Eu moro no Rio e ela em outro país sul-americano. Mesmo com essa distância, sempre que dá nos encontramos e é praticamente impossível evitar o desejo do nosso sexo.

Eu e ela temos uma química muito forte. Desde o beijo até a última gozada. Além de tudo, temos gosto pela sacanagem e por um sexo safado. O que torna a química mais forte e os desejos ainda maiores.
Gostamos na cama de praticamente tudo igual. O sexo com tons de perversidade e um alto grau de safadeza nos define muito bem.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Temos diversas situações pra relatar. A que trago hoje é de uma vez que reuni esse grupo de amigos aqui na minha casa.
Eu estava voltando de 2 anos morando em outro estado, longe do Rio. A Alexandra morava no Rio ainda e veio também.
Foi uma época que eu andava saudoso dos nossos hábitos aqui e sentia falta do calor das nossas mulheres também. Sentia muita falta dos beijos quentes e do sexo gostoso que tinha com Alexandra.

A gente não precisava combinar nada. Ela chegaria e entre trocas de olhares, bebidas, risadas e conversa, a gente já sabia que a noite terminaria em sexo.

Essa vez tinha um ingrediente especial: saudade. Além da vontade de sempre, uma pitada de saudade daquela boca e daquela buceta me enlouquecia.

Ela chegou junto com alguns amigos e tratamos de botar o papo em dia. Foi um dos dias que menos consegui disfarçar a vontade que estava dela. No meio da resenha, já estava sentado do lado dela, meio que abraçado com ela. A gente já sabia como a noite iria terminar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A resenha foi acabando e os amigos indo embora. Ela ficaria pra ir embora mais tarde, como sempre, éramos os últimos.

Como estava recém chegado ao Rio de novo, estava na casa da minha mãe e aquele dia, era uma das noites que não iríamos pra motel.

A gente se pegava em qualquer lugar. Temos uma infinidade de fodas no meu carro. Ela acompanhou todas as trocas de carro que fiz e fudemos gostoso dentro de todos eles.

Quando todos foram embora e ficamos a sós, sem necessidade de conter a vontade, nos entregamos aos beijos safados que a gente dava. Era gostoso, molhado. Meu pau fica duro na hora. Não consigo beijá-la sem acariciar sua buceta, mesmo por cima da roupa ou metendo dois ou três dedos nela, brincando com o grelinho, bem gostoso.
Não foi diferente. A gente se beijava e se tocava com tesão. Eu na buceta dela e ela no meu pau.
O clima de putaria entre nós é a coisa mais deliciosa que existe.

Eram por volta de 23h e a gente estava se pegando na porta da minha casa, encostado no carro do meu inquilino, da casa de trás. A casa é no final de uma rua fechada e essa hora, não tinha mais ninguém na rua. Mas a probabilidade de ser visto ali era bem grande, o que aumentava ainda mais o tesão dessa brincadeira.

Entre os beijos safados e a sacanagem que a gente fazia, eu já estava chupando seus peitos enquanto ela me batia uma punheta e gemia no meu ouvido.
Eu amo aqueles peitos. Adoro senti-la cavalgando de frente pra mim, enquanto esfrego minha cara nos peitos dela. Chupo, lambo, mordo os mamilos e gozo gostoso pensando neles.
Eu já estava louco de tesão chupando os peitos dela, quando ela se abaixa e engole meu pau, sem pestanejar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ela chupa um pau como poucas. É disparado um dos 3 melhores boquetes que já ganhei na vida. Eu adoro o boquete dela.
Meu pau estava latejando na sua boca e ela não parava de chupar. Chupava me olhando, com aquela cara de puta que só ela sabe fazer. Ao mesmo tempo, falava umas putarias gostosas que me enlouquecem.

A gente estava na rua e tínhamos consciência disso. Mas, o tesão falou mais alto. Coloquei ela sobre o capô do carro do inquilino, puxei sua calcinha pro lado e meti de uma vez só, o meu pau naquela buceta. Que já estava ensopada de tanto tesão.
Eu metia com vontade, ela mandava meter mais. Eu alternava tapas gostosos naquela cara de safada, coisa que a gente adora, com puxões de cabelo e beijos safados.

O sexo entre a gente é sempre intenso e daquela vez não era diferente. Estar na rua, com chances de ser visto, deixava tudo ainda mais gostoso e safado, do jeito que a gente ama fuder.

Fizemos ali, na rua, uma rapidinha gostosa que infelizmente foi interrompida por um portão abrindo e a gente tentando se recompor, antes do flagrante.

Ela precisava ir. Trocamos mais alguns beijos e terminamos a noite imaginando a gozada que, dessa vez, não conseguimos dar. Mas, que daríamos com juros no próximo encontro.
Coisa que conto, numa próxima oportunidade.

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Sexo no parque: no piquenique há sobremesa

– Não vai beber o vinho? Daqui a pouco vai virar vinagre na sua mão, Carlos.

– Eu vou. Só não consigo parar de olhar para você.

Assim estava o nosso delicioso piquenique no parque com poucas pessoas naquela tarde. Lara me fascinava. Pele branca como a neve, olhos bem penetrantes, uma boca linda. Vez ou outra eu passeava com a mão pelos seus cabelos naturalmente lisos, e ela deixava seu rosto para que minha mão e meus dedos passeassem por ele. Meu coração batia forte a cada vez que ela me olhava, cada vez que seus dedos cruzavam com os meus, cada vez que ela citava o meu nome. Eu tentava deixar minha mente no momento, mas era praticamente impossível. Minha mente sempre partia para uma visão de nós dois em um altar. Sim. Eu queria me casar com aquela mulher, e eu estava criando coragem para puxar as alianças.

Ela notou que eu estava nervoso. Já tínhamos um bom tempo de namoro. Tempo o bastante para conhecermos um o jeito do outro. Ela me olhava e passava com a mão no meu rosto tentando descobrir o que eu queria dizer. Eu me negava, baixava o rosto, tímido, nervoso. Nunca tinha me visto tão nervoso assim! Nem na minha primeira vez eu tinha ficado dessa forma. A pressão me tomava o peito. Engoli o vinho de uma vez só que estava na taça, me ajoelhei na frente dela e ela tomou um susto.

Eu nunca tinha ficado bêbado tão rápido daquela forma. Cacei a caixa aveludada do meu bolso e ela me olhando sem entender realmente nada do que acontecia. Quando eu a tirei e ela viu, notei que a respiração dela também tinha completamente mudado. Ela estava desenfreada, os olhos olhando para minhas mãos e sempre evitando os meus, minhas pernas bambas, ela com a taça de vinho quase para derrubar todo o líquido e eu, abrindo a caixa, disse:

– Lara, casa comigo?

Ela simplesmente desmoronou em lágrimas e eu também. Eu, tremendo, tirei o anel da caixa azul de veludo e o coloquei em seu dedo. Ela, me olhando, com os olhos clareados pelas lágrimas, me disse:

– Você quer isso mesmo, Carlos…

– Quero! E quero muito! Casa comigo?

– Caso! Caso hoje e caso sempre!

Beijamo-nos como se fosse à primeira vez. A abracei forte, e ela também. Nossos lábios não se desgrudaram um minuto. Nossas línguas se cruzavam de forma harmoniosa, um buscando ao outro. Não éramos mais duas pessoas, mas sim apenas um sentimento escancarado e gostoso. Não paramos de nos beijar nem com os primeiros pingos de água anunciando a chuva que estava por vir. Minhas mãos a acariciavam o rosto de leve, e secava suas lágrimas que se confundiam com as gotas de chuva.

A chuva apertava e as pessoas corriam para sair da chuva. Como não tinha onde se esconder, a grande maioria foi embora, enquanto nós dois nos mantivemos por lá. Pouco nos preocupávamos com a roupa encharcada, com o que trouxemos que estava se molhando por completo, com a chuva que batia forte. No mundo apenas existia eu e ela.

Nossos beijos com a chuva iam ficando cada vez mais gostosos. De tempos parávamos de beijar e olhávamos um ao outro, mas nada falávamos. Apenas voltávamos a beijar, e de forma cada vez mais quente, porém amorosa. Como se fossemos um feito para o outro. Nossos corpos colados, minha mão envolvendo a mão dela, minha outra mão a acariciando o rosto. O tempo parecia ter parado para nós dois naquele momento. O tudo tinha se transformado em nada. O céu, a chuva, a grama, tudo era completamente nosso, como se tivesse sido feito para nós dois naquele momento.

Comecei a lhe acariciar o corpo. Aquela chuva me chamava a isso. Minha mão passeava pela sua pele molhada, mas quente. Ela fazia o mesmo, passando a mão pelo meu peito e me amassando a camiseta. Meus dedos lhe acariciavam os braços, o pescoço, passavam pelos seios. Deixei meus dedos pincelando seus seios de forma leve e delicada. Ela me beijava o pescoço, como que querendo mais da minha mão. Ela queria sentir o meu corpo tanto quanto eu queria sentir o dela.

A chuva, severa, não dava descanso, nos deixando a sós na grama em cima da toalha pesada que trouxemos. Eu estava amando aquele momento, e também com muito tesão pela minha noiva. Depois de uma última pincelada com os dedos pelo seu seio molhado, enchi minha mão. Ela suspirou, e me beijou forte a boca, me mordendo de leve os lábios abraçando-me forte. Eu a massageava leve, sem pressa, sentindo seu seio macio na minha mão, com o bico já intumescido.

Ela me acariciava o peito, e me beijava a boca, o pescoço, me mordiscava a orelha. Estávamos em um momento de luxuria mascarado pelo amor que estávamos sentindo um pelo outro. Ela me abraçava forte, me desejando. Um desejo forte que eu também estava tendo por ela. Eu fui a deitando sobre a toalha toda molhada pela chuva e me deitando por cima dela. Os pingos de água batiam nas minhas costas de forma severa, mas pouco me preocupava. Encaixado entre suas pernas continuei beijando sua boca e a acariciar seus seios. Ela me acariciava o rosto para tentar secar a água, mas em vão. A chuva parecia um enorme chuveiro sobre nossas cabeças. Já mal víamos coisa alguma ao nosso redor. Só mesmo a árvore que estava bem próxima a nós.

As carícias continuavam para dentro de sua blusinha, e ela permitia, sentindo minha mão quente tocando sua pele quase na mesma temperatura. Seus olhos se fechavam com as minhas carícias. Ela me abraçava querendo mais da minha mão, e eu queria mais daquele corpo delicioso da Lara. A desejava. Minha amiga, minha namorada, minha amante, minha esposa, minha mulher.

Puxei a sua blusinha e ela a tirou por completo, ficando apenas de soutien. Eu, me levantando um pouco, tirei minha camiseta e também a joguei de lado, voltando a beijá-la com vontade. A vontade aumentava, a volúpia crescia, eu já estava bem excitado pelo momento, pela forma como as coisas estavam acontecendo, e ela idem.

Tirei-lhe o soutien e comecei a mamar em seus seios. Foi uma delícia sentir a pele molhada pela chuva na minha boca. Ela sentia minha língua quente de encontro com o seu mamilo enrijecido e se contorcia, me abraçava forte, me acariciava a cabeça me chamava de meu amor. O que eram carinhos leves transformavam-se em carícias mais que sensuais, quentes, pecaminosas.

Eu mexia minha pélvis contra a dela, e ela correspondia aos movimentos. Minha boca não parava um minuto em seus seios, e ela gemia alto, querendo mais e mais. Eu já louco de tesão com aquela chuva gelada batendo no meu corpo quente, fui descendo e beijando seu corpo inteiro, até chegar entre suas coxas. Quando cheguei fui retirando a sua calça, e ela, cooperando sempre, me ajudou a tirar mais rápido. Conforme eu ia tirando, eu lhe beijava a coxa, a panturrilha, seus pés. Sentia seu corpo por completo na minha boca ávida.

Quando tirei toda sua calça, me deparei com seu corpo que recebia todas as gotas de chuva vestindo apenas a pequena calcinha. Voltei-me a ela, e por cima da calcinha a beijava, lambia, mordia. Brincava com seu sexo por cima do fino pano. Ela me apertava a cabeça com as pernas, me acariciava, se acariciava, queria tirar a calcinha para me sentir por completo e eu não deixava. Apenas brincava com sua xoxotinha molhada pela chuva, pela excitação e pela minha boca.

Depois de um bom tempo de brincadeiras deixei que tirasse a calcinha. Ela rapidamente a tirou, mas antes de eu continuar com a minha boca a chupando gostoso, ela me deu um beijo longo. Depois disso nós olhamos nos olhos, testa colada a testa, e ao mesmo tempo falamos:

– Eu amo você.

Aquilo nos fez escorrer lágrimas, mas não de tristeza, e sim de felicidade. Ela, sorrindo se deitou novamente na grama, e eu, completamente realizado com o momento, me encaixei novamente entre suas pernas e comecei a desbravar sua deliciosa xoxotinha com a língua. Lara se contorcia, gemia, aproveitava cada segundo, como eu também estava aproveitando. Os pingos de água naquele momento pareciam desaparecer nos nossos corpos. Eu já não os sentia, e ela também não. Estávamos nós dois no meio de um universo de sensações deliciosas.

Depois de muito sentir aquele mel delicioso da minha mulher, ela quis me retribuir as caricias. Pôs-me de pé abaixou a minha calça e começou a me chupar. Mas me chupava devagar, longe de ser algo completamente despudorado. Acariciava-me as bolas, beijava meu pênis, fazia questão de senti-lo inteiro com a sua boca. Ajoelhada a minha frente acariciava-me a barriga, as coxas, sempre muito carinhosa, como sempre.

Eu delirava com aquilo. Tinha escolhido completamente certo a mulher para a minha vida toda. Ela, depois de me acariciar tão deliciosamente com a boca e com suas mãos, me chamou para o seu corpo, se deitando novamente. Deitei-me por cima dela, como se estivesse a protegendo das gotas de chuva que desciam como navalhas àquele momento. Encaixei-me entre suas coxas, e a penetrei.

Encaixamo-nos perfeitamente como que se realmente fôssemos um para o outro. Eu a penetrava de forma leve, cadenciada, e ela rebolava junto, para sentir meu pau inteiro dentro dela. Eu tremia de tesão e vontade por aquela mulher. Ela, quente, me abraçava forte, me beijando a boca, enquanto meu pau ia e voltava dentro dela. Nossa vontade. Nosso desejo. Nossa vida. Nada mais existia ali naquele momento tão sublime.

Sentei-me e ela veio ao meu colo. Sentada, rebolava no meu pau de forma deliciosa, sem parar de beijar a minha boca. Nossos corpos quentes unidos transformavam-se em apenas um. Nosso amor se traduzia naquela cena. Ela me envolvendo com as pernas e rebolando no meu colo. Minha boca se enchia nos seus seios. Ela jogava a cabeça sentindo minha boca e a chuva caindo por todo seu corpo. Nossos cadenciados movimentos nos faziam gemer alto. Gemidos esses abafados pela chuva forte.

Abraçados, nos mexíamos cada vez mais. Nosso gozo ficava cada vez mais próximo. Lara debruçava com a cabeça em meu ombro e rebolava cada vez mais. Eu me mexia também, sentindo meu gozo cada vez mais perto. Continuamos aquela deliciosa dança na chuva um encarando o outro. Eu via as gotas de chuva escorrendo pelo seu rosto, pingando nos seus seios que estavam colados ao meu peito. Aquilo estava tão quente e gostoso que não aguentamos, e ao mesmo tempo, nos apertamos muito mais forte e gozamos deliciosamente. Eu a enchi com meu leite quente e viscoso, e ela, rebolava para tirar cada vez mais.

Ficamos ali. Ela sentada no meu colo, com meu pau inteiro dentro dela, pulsando por aquela gozada tão gostosa. Ficamos nos encarando, aproveitando o momento tão delicioso que nos proporcionamos. Nossos corações batiam forte. As caras de desejo logo se transformavam em sorrisos por perceber o que tínhamos aprontado. Abraçamo-nos novamente:

– Te amo, Lara. Nunca vou te deixar. Jamais!

– Eu te amo, Carlos… Te amo como nunca amei homem algum.

Aquelas juras de amor me enchiam o peito de alegria. Vestimo-nos com aquelas roupas encharcadas mesmo e fomos para o carro. Felizes da vida e pouco nos preocupando com o fato de molhar o carro inteiro, iniciamos nossa volta para casa. Logo depois de pouco tempo de estrada, um clarão.

– O paciente está morrendo!

– Adrenalina! Preciso de adrenalina!

– Vamos lá! Três, dois, um, vai!

– Vamos rapaz! Fica com a gente!

Luzes passavam pela minha frente, mas eu não identificava o que era. Depois disso tudo apaguei de vez e me encontrei dentro de um hospital. Perguntei quantos dias eu tinha ficado por lá, me disseram que era a primeira vez que eu abria os olhos depois de uma semana. Olhei para os meus dedos e vi a aliança. A tirei e vi o nome Lara. Desorientado, levantei-me, sem rumo e parti a procurá-la no hospital, mas sem sucesso. Desesperado, sem conseguir pensar direito, acabei saindo de lá. Perguntava a todos lá dentro se tinham visto pela minha noiva. Sem sucesso por ninguém me passar informações, e apenas me lembrando dos últimos momentos que tínhamos passado junto, acabei saindo do hospital e peregrinei à sua procura na cidade.

Até hoje ainda a procuro, seja em outros braços, seja procurando por registros. Mantenho todos os recortes de jornal da época falando do acidente envolvendo meu carro, um ônibus e um caminhão por conta da fraca visibilidade. Desde então, mantenho a aliança no meu dedo. Minha mente, meu corpo, meu amor é apenas dela. E é com esse amor que ainda me lembro da data a qual adorávamos comemorar, que era seu aniversário.

Feliz aniversário, amor da minha vida. Esse cara aqui, apesar dos pesares, te ama e muito, e vai continuar te amando ETERNAMENTE.

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Transando no estacionamento com um desconhecido

Fui para uma festa e terminei aquela noite transando no estacionamento com um homem desconhecido que eu nunca tinha visto na vida.

Lá estava eu, sentada encostada na árvore perto de um parque abandonado, eu estava com fones de ouvido, ouvindo uma música qualquer. Eu estava de calça lycra bem apertadinha e um top cropped azul, que só tapava meus seios e deixava parte de minha barriguinha chapada de fora.

Estava frio, eu tinha acabado de voltar de uma festa, na qual teve uma briga com que estragou tudo! Dois caras tinham se atacado pois estavam querendo ficar com uma puta, a puta foi embora e deixou os caras na confusão, todos foram embora e os caras ainda estavam brigando.

Vi que o cara mais alto, forte e bonito, tinha machucado o sobrecílio e que estava saindo uma pequena quantidade de sangue. Já eram 05:30 da manhã e eu continuava ali, terminando minha garrafa de vodka que se encontrava pela metade. Vi um rapaz se aproximando, perambulando, quase caindo no chão frio.

Ele se aproximou e sentou-se perto de mim, eu permanecia com meus olhos fechados, e logo senti a garrafa sendo tomada de mim. Abri meus olhos e encontrei o cara da festa, gostoso e só, tomando a minha garrafa de vodka. Ele se levantou e me chamou pra cima, estendendo sua mão pra mim e logo me puxando. Ele me levou até seu carro, muito bonito na verdade. Entramos e ele começou a acelerar.

As ruas estavam desertas, oque fez com que ele fosse ainda mais rápido. Só diminuiu a velocidade, depois que chegamos a um motel longe da cidade, mas… um motel?

Ele adentrou e se identificou no portão, esperando as chaves da suíte presidencial, eu estava confusa, e perguntei a ele oque estávamos fazendo ali, ele ficou calado, é claro!

Desceu do carro e mandou eu descer também, desci e fiquei de pé. Ele disse que queria foder comigo, eu me neguei e entrei no carro, ele me puxou pra fora e me imprensou contra o capô do carro, fazendo seu pênis que já dava sinais , roçar em mim.

Transando no estacionamento

Soltei um leve gemido e senti seus beijos em meu pescoço, logo senti ele abaixando o zíper de meu cropped, que se encontrava na frente, logo revelando meu sutiã roxo. Ele jogou minha peça de roupa dentro do seu carro e fechou a porta, eu me neguei a entrar e ele não relutou.

Apenas continuou a me beijar ferozmente e a apertar meus seios por cima do sutiã. Sentia seus beijos em meus ombros, pescoços e bem acima de meus seios. Senti sua mão deslizando em minha cintura, e indo rapidamente em minha bunda, apertando-a com força e me puxando pra si, me entreguei totalmente, queria ficar transando no estacionamento.

Ele arrancou meu sutiã rapidamente e me sentou no capô do seu carro, que já amaçava um pouco com nosso peso. Apertou meus seios e os chupou fortemente, me fazendo gemer e morder meu lábios. Eu puxava seus cabelos e gemia cada vez mais, as vezes ele esfregava seus dedos por cima de minha calça na minha buceta úmida.

O safado parou de chupar meus seios e foi dando chupões por todo meu corpo, até chegar na barra de minha calça lycra, as arrancou e me acariciou por cima de minha calcinha, rendada e roxa. Abri minhas pernas e sentia seus dedos levemente me acariciando por cima daquele tecido. Ele puxou minha calcinha para o lado e penetrou seus 2 dedos em meu buraco, logo socando-o fortemente , me fazendo contrair e gemer alto.

O estacionamento se encontrava vazio, então não me preocupei nem um pouco em gemer loucamente, que nem uma cachorra, não me importei se alguém ia ver a gente transando no estacionamento.

Senti sua língua úmida correr sobre minha buceta, molhada e cheirosa, já imaginei que ia acabar transando no estacionamento. Ele lambia e me chupava deliciosamente, abria minha buceta com a outra mão e as vezes levava elas em meu seio, pra apertar cada um.

Dei um gemido alto e me contorci no capô do seu carro, gozando em seguida, sentindo minha buceta latejar e o meu líquido escorrer em minhas pernas, ele chupou o resto do meu gozo e compartilhou ele comigo, me dando um belo de um beijo.

Saí do capô do carro e abaixei toda sua roupa, chupei sua cabeça da pica e ele me puxou pra cima pelos cabelos, sussurrou alguns xingamentos e me mandou ficar de quatro. Obedeci, calada, senti sua saliva percorrer por meu buraco traseiro, o lubrificando e de vez em quando, ele ainda dava umas chupadinhas ali, oque me levava a loucura, eu segurei no capô do seu carro e empinei minha bundinha em seu rosto, vi ele se levantar e alinhar a cabeça do seu pau em meu buraco, logo adentrando o mesmo. Ele dava leves entocadas em meu cuzinho, sentia meu cu engolir cada vez mais o brinquedo daquele cara de beleza majestosa e seu pau me socava com cada vez mais força, dando chupões e mordidas em minhas costa.

Ele entocava cada vez mais forte, eu gemia ainda mais alto, arranhando a tintura de seu carro e gemendo, gemendo que nem uma vadia arrombada. E era isso que eu era, uma vadia arrombada. Ele gozou junto comigo e me fez chupar todo o seu pau, sentir nossos gostos junto, e limpar ele todinha. Até agora , eu não sabia qual era seu nome, e se duvidar, nem saberia…

O gostoso me colocou de frente, e chupou meus seios, mordendo seus bicos e as vezes apertando um lado enquanto chupava o outro.

Senti seu pau ereto novamente, e já fui abrindo minhas pernas, já me encontrava sentada no capô. Ele pediu pra que eu cuspisse na cabecinha e logo fiz, depois senti seu pau batendo em minha buceta, sem que penetrasse. Ele roçava e eu puxava seus cabelos, arranhava seus ombros, senti ele penetrar com força, sem nem se quer avisar, senti uma mistura de dor e prazer, rebolei contra seu pau, me contorcendo no capô.

Enquanto ele dava entocadas fortes, eu sentia suas bolas de encontro com parte de minha bunda, levei minha mão até meu grelo, me acariciando ali, soltando gritos cada vez mais altos, gemidos e palavrões escapavam da minha boca, eu me masturbava com um lado da mão, e o outro apertava meus seios, enquanto o meu outro seio, era tomado pela boca daquele cara gostoso.

O cara era feroz, ágil, eu sentia muito tesão. Me contorcia e sentia minha buceta contrair seu pau, movimentava meus dedos com mais força e apertava meus seios, logo chegou meu orgasmo, e ele só entocava com mais força, sem dó nenhuma, aquilo estava me rasgando e eu já não aguentava mais, esperei ele gozar em mim sem nenhuma ação, só senti seu gemido rouco e seu líquido escorrendo em minhas pernas.

Nos vestimos e ele me entregou a chave do quarto de motel, falou que se eu quisesse, poderia descansar ali, e se mandou. Nunca mais o vi, que loucura, saí para uma festa e terminei transando no estacionamento com um desconhecido, mas não me arrependo, foi muito bom.

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Gozou dentro da minha buceta branquinha

Sou a Amanda, transei com um cara que conheci no Tinder e ele gozou dentro da minha buceta branquinha deixando ela toda suja com sua porra. Conto todos detalhes abaixo.

Conheci este gato no Tinder como falei, nisto fomos para o Whatsapp e conversamos por uma semana, até que certo dia do nada ele aparece no meu Whatsapp me convidando para ir pra sua casa assistir filme, era uma sexta de chuva, eu estava em casa sem nada para fazer então decidi que ia.

Raspei minha buceta pois sabia que o que ele queria na verdade era sexo, eu logicamente iria sabendo, por isso me preparei antes, deixando lisinha, do jeito que os homens gostam.

Terminei o meu banho, fiquei cheirosa e fui para lá, quando cheguei o safado abriu a porta para mim e eu me deparei com ele vestido apenas com um short de jogar bola que dava para ver que ele estava sem cueca e de pau duro, aquilo já mexeu com meus pensamentos e ele foi além, já me levou direto para o seu quarto.

Gozou dentro

Quando entramos no quarto dele, ele me colocou na parede e me deu um beijo bem forte, de modo que seu pau duro ficou roçando na minha xoxota, eu safada que sou meti a mão e senti a pica dele, era bem grande e grossa, ele gostou e botou para fora do short para eu poder apalpar melhor.

Fiquei masturbando ele e ele me beijando por alguns minutos até que enfim ele me levou para sua cama, tirou a minha roupa e chupou a minha buceta com gosto, deixando ela bem molhadinha, ele passava a língua no meu clítoris e enfiava dois dedos dentro, eu gemia alto e ele fazia com mais força.

O safado chupou até que eu não me aguentei mais e falei para ele me foder que eu queria aquela pica dentro de mim, ele sorriu na hora, e já foi empurrando sua pica dentro de mim sem camisinha e nem nada.

A pica dele era muito gostosa, era tão grande que eu sentia ela batendo no meu útero, deixei ele me comer naquela posição por alguns minutos e depois falei que ia sentar.

Na sentada eu acabei com ele, fiquei sentando com força batendo minha bunda nas coxas dele até que ele gozou dentro de mim, me deixando cheia de sua porra, ele ficou um pouco nervoso depois que o tesão passou achando que eu poderia engravidar por ele ter gozado dentro mas acalmei ele falando que tomava remédio.

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Fiz sexo com minha colega de serviço

Transei com minha colega de trabalho que é uma linda mulher gostosa que adora uma bom sexo amador de verdade. Sei que todos curtem contos pornográficos e tenho certeza que vão adorarem esse meu conto erótico com fotos amadoras. O dia em que transe com minha colega de serviço.

Tudo teve início em 2016, quando passei em um concurso público. Fui trabalhar em uma cidade com quase oito mil habitantes. Assim que comecei a trabalhar nessa empresa, reparei uma funcionária de corpo lindo, toda gostosa. Ela tinha seus 21 anos, 1.70 de altura, uma bunda de parar o trânsito, boca carnuda, olhar penetrante, um par de seios sem igual, enfim toda gostosona. Na época eu não tinha habilitação e todas às vezes que necessitava fazer alguma viagem, eu tinha que pedir alguma outra pessoa pra me levar. Tinha vezes que ficava até sem graça de ficar sempre importunando as pessoas. Meu patrão me chamou e me disse pra tirar férias e aproveitar e tirar a CNH foi o que fiz.

Tirei as férias e corri atrás de tudo. Quando voltei das férias tinha habilitação e não precisava mais importunar as pessoas. Certo dia estavam todos da equipe no lanche conversando e no meio da conversa rolou um papo sobre sacanagens. Eu então disse que não tinha coisa melhor do que chupar uma buceta em especial quando e melzinho escorrer na boca. Nesse momento vi minha colega de serviço no canto do refeitório, ela ficou toda vermelha e deu uma leve mordida nos lábios, isso me deixou louco de tesão. Depois desse dia sempre nos reunimos e batíamos aquele papo descontraído e sempre com assunto envolvendo as safadezas.

Durante mais um dia de trabalho cheguei a empresa cedo e vi a safada toda sexy, de tirar o folego de qualquer homem. Fui direto pra minha sala liguei o computador e de repente quem entra na minha sala. Ela, estava usando um vestido preto colado ao corpo, um deslumbre total. Ela veio me perguntando se estava ocupado e se poderia levá-la na fazenda do chefe para assinar uns documentos. Eu como já era habilitado não perdi tempo. Peguei a chave do carro da empresa e partimos.

No caminho a estrada de terra cheia de buraco e lombadas o carro balançava muito e o seu vestido sempre dava aquela subidinha. Ela puxava pra baixo, e minha caceta ficou a viagem toda em tempo de explodir dentro da cueca, mas foi uma viagem sem muita conversa. Chegamos entregamos os documentos e logo retornamos.

No caminho de volta ela me pergunta sobre o assunto que tínhamos conversado na empresa. Eu nessa hora fingi que não sabia qual assunto que ela estava se referindo. Ela então disse meio sem graça que era sobre a chupada de buceta. Nesse momento meu pau ficou duro na hora. Eu respirei e então a respondi falando que era um das maravilhas do mundo ver um corpo retorcendo enquanto uma língua massageava e chupava uma bucetinha gostosa. Ela ficou toda vermelha e sem palavras. Foi então que eu percebi que ela disfarçadamente apertou os seios sem dizer uma palavra.

Fiz sexo com minha colega gostosa

Nisso ela pediu para passarmos na casa de um tio para pegar uma encomenda para sua mãe. Nesse momento começou a chover e fomos até a casa do tio dela. Fizemos todo o caminho em silêncio porém notei que ela olhava para minhas pernas disfarçadamente. Chegando na casa de seus tios não tinha ninguém, todos tinham ido a cidade. Ela então pega o celular e liga pra seu tio,perguntando onde estava a encomenda de sua mãe. Do outro lado o cara disse que iria demorar na cidade e que a chave estava debaixo do tapete. Nós então entramos e fomos a cozinha pegar a encomenda, mas chegando lá, ela abaixou pra pegar a encomenda e o seu vestido subiu aparecendo uma pequena parte de sua bunda fiquei alucinado com aquela vista.

Decidi ajudá-la e nesse momento passei por trás dela e esfreguei meu cacete em sua bunda. Ela rapidamente se virou e disse que nunca tinha sido chupada direito por um homem e que ficou dias só pensando naquelas palavras que tinha dito no lanche. Eu então fui mais fundo e perguntei:

– Seu namorado nunca te chupou?

Fiz sexo com minha colega de serviço

Transei com minha colega de trabalho que é uma linda mulher gostosa que adora uma bom sexo amador de verdade. Sei que todos curtem contos pornográficos e tenho certeza que vão adorarem esse meu conto erótico com fotos amadoras. O dia em que transe com minha colega de serviço.

Tudo teve início em 2016, quando passei em um concurso público. Fui trabalhar em uma cidade com quase oito mil habitantes. Assim que comecei a trabalhar nessa empresa, reparei uma funcionária de corpo lindo, toda gostosa. Ela tinha seus 21 anos, 1.70 de altura, uma bunda de parar o trânsito, boca carnuda, olhar penetrante, um par de seios sem igual, enfim toda gostosona. Na época eu não tinha habilitação e todas às vezes que necessitava fazer alguma viagem, eu tinha que pedir alguma outra pessoa pra me levar. Tinha vezes que ficava até sem graça de ficar sempre importunando as pessoas. Meu patrão me chamou e me disse pra tirar férias e aproveitar e tirar a CNH foi o que fiz.

Tirei as férias e corri atrás de tudo. Quando voltei das férias tinha habilitação e não precisava mais importunar as pessoas. Certo dia estavam todos da equipe no lanche conversando e no meio da conversa rolou um papo sobre sacanagens. Eu então disse que não tinha coisa melhor do que chupar uma buceta em especial quando e melzinho escorrer na boca. Nesse momento vi minha colega de serviço no canto do refeitório, ela ficou toda vermelha e deu uma leve mordida nos lábios, isso me deixou louco de tesão. Depois desse dia sempre nos reunimos e batíamos aquele papo descontraído e sempre com assunto envolvendo as safadezas.

Durante mais um dia de trabalho cheguei a empresa cedo e vi a safada toda sexy, de tirar o folego de qualquer homem. Fui direto pra minha sala liguei o computador e de repente quem entra na minha sala. Ela, estava usando um vestido preto colado ao corpo, um deslumbre total. Ela veio me perguntando se estava ocupado e se poderia levá-la na fazenda do chefe para assinar uns documentos. Eu como já era habilitado não perdi tempo. Peguei a chave do carro da empresa e partimos.continua depois da publicidade

No caminho a estrada de terra cheia de buraco e lombadas o carro balançava muito e o seu vestido sempre dava aquela subidinha. Ela puxava pra baixo, e minha caceta ficou a viagem toda em tempo de explodir dentro da cueca, mas foi uma viagem sem muita conversa. Chegamos entregamos os documentos e logo retornamos.

No caminho de volta ela me pergunta sobre o assunto que tínhamos conversado na empresa. Eu nessa hora fingi que não sabia qual assunto que ela estava se referindo. Ela então disse meio sem graça que era sobre a chupada de buceta. Nesse momento meu pau ficou duro na hora. Eu respirei e então a respondi falando que era um das maravilhas do mundo ver um corpo retorcendo enquanto uma língua massageava e chupava uma bucetinha gostosa. Ela ficou toda vermelha e sem palavras. Foi então que eu percebi que ela disfarçadamente apertou os seios sem dizer uma palavra.

Fiz sexo com minha colega gostosa

Nisso ela pediu para passarmos na casa de um tio para pegar uma encomenda para sua mãe. Nesse momento começou a chover e fomos até a casa do tio dela. Fizemos todo o caminho em silêncio porém notei que ela olhava para minhas pernas disfarçadamente. Chegando na casa de seus tios não tinha ninguém, todos tinham ido a cidade. Ela então pega o celular e liga pra seu tio,perguntando onde estava a encomenda de sua mãe. Do outro lado o cara disse que iria demorar na cidade e que a chave estava debaixo do tapete. Nós então entramos e fomos a cozinha pegar a encomenda, mas chegando lá, ela abaixou pra pegar a encomenda e o seu vestido subiu aparecendo uma pequena parte de sua bunda fiquei alucinado com aquela vista.

Decidi ajudá-la e nesse momento passei por trás dela e esfreguei meu cacete em sua bunda. Ela rapidamente se virou e disse que nunca tinha sido chupada direito por um homem e que ficou dias só pensando naquelas palavras que tinha dito no lanche. Eu então fui mais fundo e perguntei:

– Seu namorado nunca te chupou?continua depois da publicidade

– Já sim mais ele não gosta. Diz que é meio nojento.

Nesse momento eu não resisti. A joguei em cima da mesa da cozinha e comecei a beijá-la. Seus lábios estavam em brasas, sua pele estava toda trêmula e quente, ela gaguejava e eu comecei a passar a mão sobre suas pernas. Fui subido até o encontro de sua bucetinha e quando cheguei nela me espantei. Ela estava sem calcinha, levantei o vestido e sua bucetinha estava chorando de excitação, toda depiladinha um encanto de buceta. Não perdi tempo e cai de boca, comecei a lamber toda aquela pepeka linda. Ela se contorcia e me empurava, mas segurei seus quadris e só língua e mais linguada, ela começou a gemer baixinho, e foi me puxando minha cabeça ao encontro da sua vulva, apertava suas coxas em minha cabeça e eu dando um trato que nunca tinha tido. Então me veio a mente:

– Vou levá-la ao delírio.

Ela foi aumentando o volume dos gemidos, então peguei um pano de prato e a entreguei para abafar os gemidos e não teve jeito era excitação demais. Enfiei um dedo em sua bucetinha e veio a jorrada de gozo em minha boca. Eu não parei, ela ficou em transe, seu corpo começou a tremer por total, e ela me dizia:

– Ai que delicia, não sabia que era tão gostoso assim. Me chupa mais vai, que deliciaaaaa. O corno do meu namorado não tem coragem de fazer isso comigo, não para, tá gostoso demais que língua gostosa, continue por favor.

Fiquei ali me deliciando naquela bucetinha e via seu corpo todo se retorcendo, então tirei meu pau pra fora e coloquei em sua boca, ela começou a mamar feito uma louca, e tornou a dizer que nunca o namorado tinha feito isso tão gostoso.Fiquei com o dedo acariciando seu clitóris e ela teve outro gozo. Nesse momento ela mordeu meu pau, que dor gostosa. Ela continuou me punhetando e me chupava loucamente, então eu disse que iria gozar em sua boca, não aguentei e jorrei todo gozo em sua boca. Ela não não engoliu mas lambuzou todo meu pau com minha porra quente. Nos arrumamos, pegamos a encomenda e fomos embora. Porém chegando a certa altura a chuva começou forte e não se enxergava nada a nossa frente. Tive que encostar o carro, esperando que a chuva desse uma aliviada. Ela disse que foi incrível o que tinha ocorrido na casa do tio e queria mais.

Nesse momento meu cacete ficou na hora e ela veio e abriu minha calça colocou-o pra fora e começou a punhetar e deu uma gostosa sugada. A safada então veio e passou sua perna sobre mim e encaixou sua bucetinha na minha pica que a essa altura estava enxarcada de tesão e foi deslizando sua bucetinha apertadinha na minha rola.

– Come gostoso essa bucetinha, coloca essa pica gostosa dentro de mim pois meu namorado agora será um corninho. Vai fode gostoso vai safado.

E meti naquela bucetinha linda e molhada de tesão. Eu metia forte até ela se contorcer toda no banco traseiro do carro. Coloquei meu dedo na entrada de seu cuzinho, ela se desviou olhando pra trás. Eu porém não recuei e continue flexionando, nesse momento o seu corpo começou a se retorcer mais, sua bunda num vai e vem frenético, engolindo cada centímetro de minha rola. Segurei-a pelos cabelos e ela pegou minha mão e direcionou meu polegar ao cuzinho apertado me dizendo:

– Me fode, coloca o dedo no meu cuzinho enquanto fode minha xoxotinha e me faz gozar de novo.

Dei várias estocadas fortes e então ela me disse que iria gozar, veio outra jorrada de gozo sobre o banco do carro que ficou todo molhado e ela me dizia:

– Que delíciaaaaa, que delíciaaaaa, não para, ohhh que delícia.

Nesse momento não aguentei mais, e disse a ela que iria gozar.

– Goza meu gostoso, goza na bucetinha dessa putinha que tanto tu desejou, enche ela com essa porra gostosa e quente.

Eu então gozei como nunca, enchi aquela buceta de porra! Logo depois ficamos ali abraçados por algum tempo, nos ajeitamos, e fomos embora. Chegando no serviço corri pra minha sala quando meu celular toca chegando uma mensagem.

Muito obrigada pela transa gostosa, espero que tenhamos mais viagens assim. Ah adorei também o seu dedinho.

Depois desse dia, sempre nos encontramos pelos corredores da empresa e agimos como se nada tivesse acontecido. Logo compartilho com todos vocês como comi seu cuzinho pela primeira vez. Espero que tenham gostado do conto erótico de como transei com minha colega gostosa.

A seguir algumas fotos amadoras de sexo nossas.

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Seduzido pela mãe do meu amigo

Esse relato é real, e vou contar como fui seduzido pela mãe do meu melhor amigo, que vou chamar de Rodrigo, aqui. O meu nome é Cleiton, tenho 20 anos hoje, sou magro, branco, 1,75 de altura, cabelos lisos e pretos, e aparento ter menos do que minha idade real, por isso sofri um bocado pra conseguir mulher na época dos 18 anos. As garotas da minha idade sempre queriam aqueles caras mais velhos, e eu acabava ficando na maior seca ou me contentava em pegar as garotas que não eram tão bonitas.

Nunca me imaginei pegando uma mulher mais velha, nunca tinha pensado sobre o assunto, apesar que as vezes via cada coroa bonita da porra pelas ruas. O Rodrigo é um amigo que conheci na época da escola, e ele morava com o pai, já que a mãe dele era casada e tinha ido morar com o marido em outro estado. Nunca tinha conhecido ela, pois ele sempre viajava para passar as férias onde ela morava, então eu só havia visto a coroa dele por fotos que ele mostrava.

Depois de um tempo a coroa se separou e resolveu voltar pra cá, onde ficaria perto do filho e tudo mais. Meu amigo ficou empolgadão, disse que a mãe dele era super moderna, diferente do pai dele que sempre foi mais rígido. Quando ficou tudo pronto e ela veio pra cá, fui conhecer a mãe dele durante um almoço perto da nossa faculdade. Eu fiquei impactado com o corpo da mulher. Apesar de ter uns 50 anos, ela ainda tava super gostosa, coxas grossas, cabelos longos e loiros, pele bronzeada, seios grandes que pude perceber que eram silicone, e uma cintura perfeita.

Nessa hora mudei todos meus conceitos, cumprimentei a dona Luciana, mas ela me deu logo bronca pelo dona, disse pra eu ficar a vontade e chamar ela só pelo nome. O almoço foi animado, notei que ela não tirava os olhos de mim, e nem eu conseguia tirar dela. A mulher além de gata, é divertida e cheirosa. No fim do almoço ela disse que tava bem feliz do filho dela ter um amigo tão maduro ao lado. Fiquei feliz com o elogio e fiquei naquela tara por ela. Sempre dava um jeito de perguntar ao Rodrigo sobre a mãe dele, até que ele tirou uma brincadeira.

-Ih cara, se você tiver a fim da minha mãe é bom pular fora hein? ela não gosta de moleque não hahahaha.

-Sai fora mano, só achei sua mãe gente boa!

A gente começou a zoar, fomos pra aula e no meu celular recebi a ligação de um número estranho. Quando atendi era a mãe do Rodrigo. Tomei um susto danado, a coroa disse que queria conversar comigo pra fazer uma surpresa para o filho, mas que eu não poderia contar nada pra ele sobre isso. Até aí beleza, mas ela queria que eu fosse na casa dela, e na hora marcada apareci. Disse ao Rodrigo que tinha um compromisso qualquer e fui até lá crente que ela tava preparando algo pra ele.

Chegando lá estranhei a roupa dela. A mulher tava só de shortinho, daqueles de academia e uma blusinha bem colada ao corpo. Dava pra ver pelo short, sua buceta toda marcada e bem inchadinha, era difícil tirar os olhos daquele capuzão de fusca. Ela sorria com cara de safada, como se esse fosse o efeito que quisesse causar mesmo.

Ela me pediu pra sentar, disse que queria comprar um presente para o filho e não sabia o que era. Na hora saquei que tudo aquilo era só uma desculpa pra eu ir até lá. Ela me ofereceu uma cerveja, não tinha o hábito de beber, mas pra não fazer feio aceitei. Comecei a dar um gole, e depois da primeira latinha, ela começou a passar a mão no meu braço, na minha perna. Ela tava querendo. Apesar de tímido, eu passei a mão de volta na mãe do meu amigo.

-Eu gostei de você no primeiro dia que te vi, acredita?

-Eu também goostei muito da senhora.

-Opa! vamos parar de me chamar de senhora? a gente tá se dando tão bem, você tá até de pau duro.

Ela botou meu pau pra fora e começou a chupar. Fiquei sem reação, só consegui relaxar e curtir essa gata mamando na minha rola. A boca dela é uma delícia, a mulher é safada pra caralho. Ela me olhava com aquele jeito de puta, engolia meu cacete e eu ficava com a cabeça do pau latejando de vontade.

-Que pica gostosa, deixa eu passar o dia todo chupando.

-Chupa com vontade, engole meu pau!

Ela começou a lamber a cabeça da minha pica, me deixou bem excitado e eu não aguentei mais.

-Preciso te comer agora, não tô aguentando!

-Vem cá, então!

Me aproximei dela, tirei a roupa da gostosam vi seus peitos enormes pularem na minha direção, depois fui tirando o resto, o shortinho, a calcinha e logo vi ela completamente nua e toda gostosa. Ela também tirou minhas roupas, a gente se abraçou, beijamos gostoso e ela ia pegando no meu pau e eu apertando aquela bunda gostosa, metendo a mão dentro e estimulando o cuzinho dela com meus dedos. A safada gemeu bem gostoso, agarrou meu pau, ficou na punheta, até que joguei ela na cama, fiz ela abrir bem aquelas pernas e me ajoelhei diante da sua buceta toda melada.

Comecei a chupar e ela foi me ensinando como gostava. Nunca vi uma sensação tão boa, enfiar a língua numa buceta é realmente uma delícia. Ela gemeu e se contorceu todinha, então percebi que estava no caminho certo. Tentei não parecer apressado, embora minhas bolas já estivessem doendo de tesão. Ela logo me puxou pra cima dela e com cara de safada pediu pra eu meter. Subi em cima da coroa, encaixei meu pau e começamos um vai e vem bem safado.

Ela me apertava com as pernas, arranhava minhas costas, chegava até a doer, meu pau entrava muito gostoso na sua buceta apertada. Entrava bem fundo, eu tava louco de tesão.

-Que buceta gostosa, caralho! quero enfiar minha pica todinha!

-Aaaaiii, faz assim que eu fico louca, me fode assim vai, mete esse pau gostoso no fundo da minha bucetinha.

Comecei a meter mais forte, ela gemia, me mordia, me xingava de filho da puta e outros nomes sacanas. Não aguentei avisei que ia gozar desse jeito e foi uma delícia sentir minha porra escorrendo pela buceta dela. Enchi ela de porra mesmo. Ficamos agarradinhos namorando sem roupa como um casal, até que meu pau ficou duro novamente e ela me deixou comer aquele cu delicioso.

Meti no cu dela até deixar a coroa arrombada, ela ficou de quatro rebolando e gemendo, falava que tava doendo mas não queria parar. Gozei gostoso pra ela, foi um tesão. Deixei o cu da mãe do meu amigo arrombado, comi ela outra vez nesse mesmo dia e o Rodrigo nem sonha que volta e meia eu pego a mãe dele.

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A mesa de poker

Eu estava voltando para casa depois de uma noite não muito empolgante de sexta-feira. Mesma balada, mesmas músicas, pessoas e cantadas de sempre. Algumas conversas e risadas me distraíram até quase o amanhecer, nem sei por que, demorei tanto para voltar para casa.

Passei em frente a um estabelecimento, que eu nem sabia o que era direito. Já havia visto alguma movimentação de homens ali, pensei que fosse uma zona, mas nunca vi mulheres então, não fazia ideia e agora não havia mais ninguém pela rua.

Vi que a luz estava acesa e havia um homem arrumando as coisas lá dentro, barulho de arrastos de cadeiras, então ele sai com as alguns cinzeiros e esvazia-os nos vasos de plantas da calçada. Por que ele faria isso? Isso poderia fazer mal às plantas, não? Mas ok.

Foi exatamente na hora que eu passei e aquela cinza levantou e eu senti aquele cheiro bom, cheiro de charuto e cigarro, eu nem sei por que eu gosto tanto desse cheiro, eu nunca fumei, nem sei como é, mas eu amo esse cheiro, mais até do que cheiro de gasolina.

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O som do tesão

O som do tesão

Aquele tesão repentino, que vem com força total nas horas mais inapropriadas. Estava no meio do expediente e não conseguia mais se concentrar em nada. Era aquela risada gostosa dele. Estava ouvindo aquelas músicas que ele havia cantado para ela um dia e lembrou da risada safada que ele dava quando queria atentar ela. Sentia sua buceta pulsando e não via a hora de sair dali e ir para casa atrás daquela voz que tanto mexia com ela.

Tentou ligar para ele, sem sucesso. Ele devia estar ocupado, naquela correria diária que era seu trabalho. Estava cada vez mais ansiosa. Nem esperou dar seu horário. Dez minutos antes já estava correndo para casa. Não via a hora de ouvi-lo e senti-lo.

Não houve tempo para cumprimentos ou perguntas de como havia sido o dia de ambos. Ele estava sentado no sofá zapeando a programação da TV quando ela entrou em casa. Mal teve tempo de pensar e ela já tirou o controle de sua mão, subiu em seu colo e o agarrou. Sentia sua boca na dele. O calor de seu corpo era tanto que ele podia sentir através de suas roupas. Seu tesão era mais do que evidente. Nunca havia visto ela assim. Rapidamente seu pau endureceu. Ela percebeu e rebolava em cima dele. Pressionava seu corpo sobre o dele. Queria senti-lo mais e mais.

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