Casada certinha cedeu ao aluno safado

Boa noite a todos, depois de ler muitos contos eroticos por aqui, resolvi relatar minha história também, talvez um pouco longa, mas prefiro fazer com detalhes minuciosos, pois espero que gostem tanto de ler, quanto eu gostei de realiza-la, e também de escrevê-la.

Primeiramente vou me apresentar, usarei o nome de Fernanda, já que meu nome verdadeiro vou ocultar é lógico, tenho 34 anos, na verdade não sou casada no papel, mas moramos juntos já fazem 6 anos, e ao todo estamos juntos há 16, temos dois filhos pequenos, de 3 e 4 anos, sempre tivemos uma boa relação, e o que vou relatar aqui, não aconteceu por falta de amor ou carinho do meu marido, eu não procurei , jamais pensei em trair ele, então, isso simplesmente aconteceu.

Sou uma mulher normal, normal no sentido de que meu tipo físico não é de nenhuma modelo, tenho a pele branca, cabelos e olhos castanhos claros, cabelos ondulados até pra baixo dos ombros, 1,69 e altura 59kilos, seios pequenos, quadril largo, pernas grossas, e bunda grande, mas não daquelas grandes e redondinhas de academia.

Como falei, sempre tivemos uma boa relação, além de matrimonialmente falando, também somos bem resolvidos financeiramente, e temos nossa independência, meu marido é empresário, e eu trabalho em uma escola pública, na parte pedagógica, mas não sou professora, e assim, atuo em bastante contato com alunos ‘problema’, que são repetentes, ou que acabam passando dos limites com professores ou outros alunos., a grande maioria adolescentes, entre 16 e 18 anos.

Enfim, no ano passado, conheci um aluno que vinha tendo problemas de relacionamento, brigava com todo mundo, desrespeitava professores e por aí vai, até aí, nada além do que eu sempre via no meu dia a dia, acabamos nos conhecendo, conversando, e ele se mostrou um garoto agradável de se conversar, apesar do mau comportamento, era inteligente, e muito simpático, sabia conversar, e aos poucos, ele começou a frequentar minha sala, não apenas pra tratar dos problemas, mas pra conversarmos, e acabamos fazendo uma amizade.

Não sei se vcs sabem como é uma escola pública na prática? Como é o tratamento com os técnicos como eu? Os professores se acham Deuses, na maioria são doutores, e a gente, não é nada, mas com essas visitas desse aluno, e eu comecei a me sentir mais ‘importante’, e a gostar de conversar com ele, falamos sobre inúmeras coisas, e ele me contou principalmente da vida dele, de como é a família, ele mora com a mãe e dois irmãos, o pai abandonou eles, e logicamente ele por ser o mais velho, acabou meio que assumindo esse papel, sendo o ‘homem da casa’, criando muito mais experiência do que parecia ter.

Em uma dessas conversar, ele me contava sobre como o pai dele agredia ele e os irmãos, mas então chegou outros alunos com problemas, e tivemos que interromper nossa conversa, e foi quando ele pediu pra eu adicionar ele no Skype, pra podermos continuar o assunto mais tarde.

Eu acabei adicionando ele , e depois de uns dias nos cruzamos online e começamos a conversar, e assim fomos conversando, e ele aos poucos se aproximava de mim, e com o tempo, passou a me elogiar, falar que eu era inteligente, e também uma mulher bonita, e eu passei a gostar daquilo

Até que um dia conversando com ele, ele começou a pedir uma foto minha, disse que adoraria me ver produzida, maquiada, que eu não me produzia na escola, eu falei que não, que não iria mandar, ele disse que entendia, mas que só queria me ver de um jeito diferente, e depois de quase uma hora de papo, ele me convenceu e eu mandei

Ele me elogiou muito, falando que eu era linda, uma mulher charmosa, e eu me senti bem com aquilo, então uns dias depois, novamente nos encontramos no Skype, isto em um sábado, e então depois de um pouco de conversa, ele me mandou uma foto, de uma cachoeira, um lugar coisa mais linda, eu conheço o lugar, e ele falou que estava lá com uns amigos, e pouco depois, me mandou uma foto dele, de sunga, fiquei completamente sem jeito, e acabei cortando o assunto, mas confesso que fiquei com aquilo na cabeça, imaginando o que aquele garoto estava imaginando para ter me mandado aquela foto.

Dias depois, em uma noite durante a semana, meu marido saiu jogar com uns amigos, e eu entrei no Skype e fui conversando com o menino, não deu muito tempo e ele logo começou a me pedir foto novamente, até que mais tarde, isso já depois das 23hs, ele conseguiu me convencer a mandar uma foto de biquíni pra ele

Eu mandei, e novamente ele me elogiou, e falou q eu era gostosa, nossa, ler aquilo, sei lá, me ativou, mas logo meu marido chegou, e eu saí correndo do Skype.

Depois disso, nossas conversas ficaram mais frequentes, eu entrava quase toda noite, e sempre deixava brechas pra ele me elogiar, e em algumas desses vezes, novamente mandei fotos de biquíni pra ele, e aos poucos fomos falando sobre sexo, não fazer sexo, mas sobre nossas vidas sexuais, e ele me contou que já tinha tido várias experiências, até por ter crescido meio que sozinho, e ao pensar, concluí que aquele menino tinha mais experiências sexuais do que eu, com 34 anos.

Eu ficava curiosa com ele, e aquelas conversas me empolgavam, e eu já trabalhava pensando em chegar em casa e entrar no Skype pra falar com ele, mesmo que com o marido em casa, eu entrava, mas obviamente me controlava, e conversava discretamente com ele.

Então, novamente eu entrei em uma noite que meu marido foi pro futebol, e fiquei conversando com ele até quase meia noite, mandei várias fotos de biquíni, ele me elogiando, eu bebendo vinho, rindo e conversando com ele, e ele acabou me mandando fotos dele, de cueca, de bermuda, e eu fiz algo que há muitos anos não fazia, antes que meu marido chegasse, corri pro banho, e me masturbei, pensando naquele menino me elogiando, e em como estava sendo bom ser elogiada e desejada, pois no meu íntimo eu sabia, que aquele garoto estava me desejando.

Mas no dia seguinte eu refleti sobre aquilo tudo, e pra mim já era uma loucura, conversar com um menino, mandar fotos pra ele, e mais, me excitar com aquilo a ponto de ter me masturbado, confesso que no dia seguinte evitei ele, fechei minha sala, me senti envergonhada.

Mas ao chegar em casa, entrei no Skype e ele tinha deixado um recado, com uma foto dele de cueca, segurando o volume pro lado, parecendo levemente duro, e com uma pontinha aparecendo, e dizendo que ele tinha adorado o papo da noite anterior, e que se eu quisesse, ele estaria online novamente

Fiquei apreensiva com aquilo, mas não entrei no Skype, então no dia seguinte novamente evitei ele, mas a noite, não me contive, e enquanto o marido dormia, eu levantei, falei pra ele que ia concluir um trabalho, e fui pro PC falar com o menino.

Novamente mandei fotos, e ele me elogiou, bastante, me excitei e novamente comecei a me tocar, criei coragem e pedi pra ele me mostrar mais, mas ele não mostrava, ele mandava fotos, aos poucos, de bermuda, de cueca, as vezes fazendo volume, mas sempre se escondendo.

Os dias passaram, e vieram as férias de final de ano, e nós as vezes conversando, e confesso que eu me excitando com ele, e então, logo no começo do ano, aconteceu de meu marido viajar, como meus filhos também estavam em férias, despachei eles pra casa de minha mãe pra ficarem junto com os primos, e obviamente, decidi entrar no Skype, já disposta a me masturbar com ele novamente

Começamos a conversar, isso eram umas 19hs já, eu havia chegado da academia, nem tinha tomado banho, e entrei, comecei falar com ele, e caí na besteira de falar que meu marido havia viajado, ele começou a me atormentar, dizer que queria me ver com a roupa de academia, e eu já empolgada, fiz oq ele pediu, mostrei foto com a roupa de academia pra ele, e comecei a ficar ainda mais empolgada, e ele me provocando, mostrei as fotos de top e calça leggin, e então ele abriu a câmera dele, e foi me mostrando o corpo, sem camisa o sem vergonha, mexia no calção, e dizia que eu de leggin estava deixando ele excitado, eu pedi pra ver….e ele não mostrava, mas me provocava, e baixava a bermuda, mostrando a cueca, depois subia e dizia que não ia mostrar.

Assim ele foi me provocando, eu dizendo que nem tinha tomado banho, e ele então falou que antes de eu ir ele iria me mostrar…e foi baixando, mas não mostrava, ele puxava a bermuda e a cueca um pouco pra baixo, mostrava uma partezinha, e subia de volta, e então falou que se eu tava mesmo sozinha, ele podia me mostrar, era só eu deixar ele vir até aqui em casa

Gelei com aquilo, mas pensei, e falei que não, que ele era maluco em propor aquilo, e falei que eu ia sair e combinamos de falar depois.

Fui pro banho, eu estava quente, queria me tocar, mas também queria olhar ele, acabei me masturbando, mas não gozei, e isso só piorou as coisas, eu estava curiosa em ver ele, queria ver mais, saí do banho, e voltei pro computador, começamos nos falar, e pedi pra ele abrir a câmera, e ele falou que não, que ele tinha tomado banho, e que se eu quisesse, ele ia sair pra ir no mercado, e passaria correndo pela minha casa.

Fiquei pensativa lógico, mas falei que não, e ele se despediu, e disse q ia no mercado e depois me chamava, eu peguei uma dose de amarula e comecei a tomar, só de pijama pela casa, esperando ele voltar e conversarmos mais, então uns 20 minutos depois, me chamou denovo, e disse q tava perto da minha rua já, nessa hora eu tremi, ele falou q era pra eu deixar ele entrar rapidinho, eu pensei, muito, e acabei falando pra ele entrar, mas correndo, pra nenhum vizinho ver.

Eu assustada, abri o portão correndo, e fiz ele entrar rápido, pra ninguém ver, perguntei se a mãe dele não ia ficar preocupada se ele demorasse, e então ele me disse q não tinha problema, que ela tinha avisado ela que ia no mercado, e podia demorar uns minutos a mais.

Depois de conversarmos um pouco no hall de entrada de casa, eu fui indo pra sala, falei pra ele que eu tava vendo televisão, quando me virei pra ir, ele segurou na minha mão, e disse pra eu esperar, que ele não tinha vindo ali pra ver TV.

Eu tremi na hora, ele me segurando a mão, me fez virar pra ele, e em pé, no meio da entrada de casa, me puxou pra perto dele, e veio me beijar, eu não tive como segurar, e retribuí o beijo, logo estávamos colados nos beijando de língua, eu estava com um shortinho e blusinha de pijama, senti as mãos dele me abraçando, me tocando nas costas, enquanto nos beijamos em pé, ele me alisava as costas, e logo desceu pra minha bunda, o short era levezinho, facilitava pra eu sentir a mão dele apertando minhas adegas.

Eu parei o beijo, me afastei um pouco, e falei pra ele parar, que aquilo era , que tínhamos passado dos limites, ele sorriu, e falou que era pra eu ficar relaxada, que ele só ia me mostrar o que tinha prometido, eu tremi e falei que não, que era melhor ele ir embora, que não podia fazer aquilo

Ele parado em pé me olhando, falou que tudo bem, mas que ele estava ali pra me mostrar o que eu tinha ficado curiosa no Skype, e mesmo eu falando que não podia, que já era tarde, que alguém podia ter visto ele entrar em casa, ele apenas riu, e me falou que se alguém viu, ,não ia saber oq ele estava fazendo ali dentro, e que eu tinha pedido tanto no Skype, então era a oportunidade pra olhar ele, eu não sabia o que dizer, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele segurando na bermuda, foi puxando ela pra baixo, logico que meus olhos desceram, foi inevitável

Ele puxou a bermuda e ficou com a cueca no meio do caminho, e viu que eu tava olhando, deu um passo pra frente, pegou denovo na minha mão, e falou que era pra eu ficar tranquila, e aproveitar pra olhar pra ele, enquanto ele me olhava, pôs minha mão na borda da cueca dele, e com a mão dele sobre a minha foi puxando pra baixo, devagar, e eu encarando e olhando ele ficando nu, em pé na minha frente, forçando minha mão pra baixo puxando a cueca dele, e logo o pau dele veio pra fora, matando a minha curiosidade, era um belo pau, moreno, com pele, nada assim descomunal, mas grande, maior que o marido, e principalmente mais grosso, e com a cabeça completamente melada.

Eu olhei…encarei ele, sem falar nada, ele ainda segurando a minha mão que estava na borda da cueca, tirou ela e levou em direção ao pau dele, eu estava fora de mim, nem contestei, e deixei, segurei nele, aquela sensação, de segurar um pau diferente, mais grosso, estava quentinho, ele me olhando, nos aproximamos e nos beijamos denovo

Eu beijei ele com mais vontade que na primeira vez, e minha mão entre nós dois, segurando o pinto dele, eu apertava, sentindo ele mais grosso e duro a cada segundo, ele com as duas mãos livres, passou pelas alças da minha blusinha, e derrubou elas, fazendo minha blusinha descer pro meio da barriga, revelando meus seios, que apesar de pequenos, estavam demonstrando como eu tava arrepiada

O beijo de língua se transformou em beijos dele no meu pescoço, eu já tava arrepiada, fiquei ainda mais, sem tirar a mão do pau dele, que eu já sentia quase duro, e eu já não evitava fazer movimentos leves palhetando ele

Ele desceu a boca do pescoço e abocanhou um peito meu, sem tirar as mãos da minha bunda, meus seios são pequenos, então logico que cabia tudo na boca dele, ficou assim um tempo, e a mão na minha bunda foi pra borda do shortinho, e só senti ele puxando pra baixo,,,,e o pau dele escapando da minha mao

Eu falei pra ele parar, que não podíamos ir adiante, ele não falou nada, me virou de costas pra ele, e me puxou contra o corpo dele, eu com o shortinho abaixado até as coxas, ele disse que não ia fazer nada demais, que só queria se esfregar em mim

Eu estava nervosa com aquilo, mas sabia que devia isso a ele, e então puxei ele pra sala, e enquanto caminhava, tirei meu shortinho, e fui puxando ele, eolhando o pau dele, como era lindo, chegamos na sala, eu falei pra ele que não podia penetrar, que era só pra esfregar, e fiquei de costas pra ele, ele atras, colocou o pau entre minhas coxas, e ficou esfregando!

Ele esfregou um pouco, e falou pra eu me ajeitar no sofá, falei que não, que não ia transar com ele, que aquilo já era demais ele falou pra então pelo menos deixar ele gozar, eu falei pra ele se masturbar, mas pra não demorar muito.

Ele insistiu, falou que já que estava ali, podíamos ir até o final, falei que não, que eu não iria trair o meu marido, e nessa hora já tinha me virado de frente pra ele, conversando, ele de bermuda abaixada, e eu sem shortinho, e com a blusinha pra baixo dos seios .

Ele falou pra eu deixar de ser medrosa, e pegou na minha mão e novamente levou até o pau dele, e disse pra olhar como estava duro, e novamente nos aproximamos, frente a frente, e a mao dele desa vez tocou na minha pepeka

Eu não aguentei e comecei a punhetar ele, no início leve, depois mais rapido..acelerando, então ele pediu pra eu punhetar ele de costas, ele queria gozar em cima da minha bunda, eu olhei pra ele, e vi que ele não ia desistir, e então virei, ainda segurando no pau dele e puhetando

Eu masturbava ele, as vezes parava, e colocava o pau dele entre minhas coxas, esfregando em mim, fazendo ele sentir como eu tava melada, e com a outra mao eu mesma me tocava, ficando mais louca ainda

As vezes eu esfregava ele na porta da minha bucetinha, estava molhada demais, deixava a cabeça dele molhada tbm, e depois voltava a punhetar ele, ele segurando na minha bunda, dizendo que eu era linda, que era gostosa, e eu lógico adorando ouvir aquilo, ficando louca, queria gozar com aquilo.

Então eu fui pra frente, e me escorei na parede da lareira que temos na sala, e puxei ele perto de mim, eu me esfregava, ora com o dedo, ora com o pau dele, estava alucinada, com aquela esfregação, e puxei ele, encaixando, e forcei o quadril pra trás, ele percebeu e forçou o dele pra frente, fazendo entrar o pau na minha bucetinha.

Soltei um gemido, senti cada centímetro dele dentro de mim, fiquei louca, e ele começou a mexer, mesmo eu não querendo que aquilo continuasse, não conseguia parar, eu me alisava e ele enfiava, não demorou nem 3 minutos e eu começei a gozar com ele fazendo isso, tive que ir pra frente, e sair do pau dele, fiquei completamente trêmula.

Me afastei dele….com um sentimento de culpa….olhei pra ele…..ele sorrindo, com o pau melado, minha buceta tinha deixado ele todo babado, e ele se punhetando, pediu pra continuar, falei que não….que já tinhamos feito demais, e ele falou que tbm merecia gozar, e pediu pra eu pelo menos punhetar pra ele, e eu realmente sabia que ele estava certo, e era justo que ele gozasse tbm, então me aproximei, e segurei no pau dele, e voltei a punhetar pra ele

Ele começou a falar que eu era gostosa, que ele tava louco, que tinha adorado enfiar na minha buceta, que queria mais, eu falando que não, mas sabendo que ele tinha razão, tinha sido gostoso, estava ficando acesa com aquilo denovo

Ele insistiu que queria enfiar denovo, eu falei que não, que aquilo era loucura, que nem devia ter acontecido, ele disse q não importava, que queria gozar comigo, e pediu pra eu virar pra ele gozar no meu bumbum, eu ate pensei em virar denovo, mas eu imaginei q ele ia começar a esfregar denovo, e eu não aguentaria sem deixar ele enfiar, então falei que não, que era pra ele gozar nos meus seios

Apesar dos protestos dele, eu me agachei na frente dele, e fiquei eu mesma punhetando pra ele, sei bem que existia o risco de que se deixasse ele se masturbar, iria direcionar a gozada pro meu rosto…então eu mesma continuei pra evitar isso

Ele passou a mão no meu cabelo, falou que eu era linda, e pediu pra eu dar um beijo no pau dele, falei q não, é disse pra ele gozar logo, ele insistiu, falou q era só um beijo, eu ri do jeito dele, parei a punheta , puxei a pele do pau dele pra trás, sebnti aquele cheiro de excitação subir, e dei um beijo nele, na cabeça um beijo de alguns segundos, o suficiente pra sentir o gostinho de melado dele, ele riu..e eu continuei a masturbar ele…..que começou a gemer, e eu senti q ele começou a tremer e ficar ofegante

Quando eu senti ele ofegante, aproximei meu corpo do pau dele, e quando punhetava estragava a cabeça dele nos meus seios, ele gemeu, e eu logo senti ele gozando, espirrando os jatos nos meus seios

Ele rindo, mexendo no.pau, e eu ainda ali agachada sentindo o cheiro dele, do esperma dele, me levantei, dei um selinho nele, e fui no lavabo pegar papel. Me limpei e alcancei pra ele limpar o pau dele, , e então falei pra ele que ele tinha que ir, e que jamais alguém na escola podia desconfiar disso…ele falou q lógico, mas que tinha adorado, e pediu se nos veríamos denovo, eu falei que não sabia, e que era tarde, praticamente expulsando ele de casa, ele se vestiu e foi.

Espero que tenham gostado dessa primeira parte, e que comentem o que acharam, vou adorar ler, e responder cada um dos comentários.

Decidi dividir em capítulos, para não ficar longo e exaustivo pra quem lê.

Beijos

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Primeiro anal

Olá a todos, este é o meu primeiro conto (dependendo do feedback, o último). Sou de Manaus-Am, por razões óbvias, irei mudar nomes, porque aqui em Manaus, todo mundo é ex de todo mundo.

Devido a quarentena, faculdade parada, trabalho parado, confinamento em casa, mente desocupada, acabei descobrindo este site e me deliciei com vários relatos. Muitos deles maravilhosos e ricos em detalhes, agradeço alguns autores por me proporcionar maravilhosas punhetas.

Conto digitado pelo celular, perdão por alguns erros.

Vamos aos fatos.

O fato narrado aconteceu em Novembro do ano passado (2019), estou compartilhando ele agora pelo fato de conhecer este site esses meses e por que foi algo marcante pra min.

Tenho 22 anos e sou industriário (trabalhador da indústria) do polo industrial de Manaus, fazia um curso técnico em uma escola técnica federal de Manaus, com duração de 2 anos, já estava em meus últimos meses e no fim do cursos. Havia feito muitas amizades com pessoas boas e maravilhosas. Entre elas, Thaís, (fictício) 19 anos, uma moreninha de 1,60mtrs de altura, por volta de uns 50kg, a típica baixinha moreninha, peitos pequenos iguais a uma maçã, bunda média, redonda e carnuda, cabelos encaracolados, dona de um olhar penetrante e uma boquinha carnuda e muito gostosinha, totalmente virgem, enfim, uma delícia de ninfeta.

Pais evangélicos, mais não daqueles muito controladores, atentos as atitudes da filha, mas, bastante mente aberta e legais. Ela tinha sim suas obrigações com eles, mais em alguns quesitos eram liberais com ela.

Eu sou branco, 1,77mtrs de altura e 90kg, gordo, 15 cm normal, nada grande avantajado como lí em alguns relatos (Sad), olhos e cabelos castanhos.

Nós dois conversávamos bastante, tínhamos muito em comum, eu e ela adoramos o mundo da tecnologia e games, animes e etc (nerd e geek). Fazíamos muitos trabalhos da escola juntos, devido ao meu trabalho, as vezes me “escorava” nela para obtenção de notas. Com o passar do tempo, notei que ela era a pessoa que eu mais conversava e consequentemente, por ela ser um pouco tímida e eu ser seu grande amigo, notei que ela me via com outros olhos. Suas mensagens era diárias perguntando sobre o meu dia e meu trabalho. Na escola, não desgrudavamos. Minhas saídas paras festas noturnas costumava incomodar ela, sentia ciúmes de eu ficar alguém.

Eu nunca fui um pegador ao longo dos meus 22 anos de vida, eu tive apenas 3 namoradas, na média de 2 anos cada relação e infelizmente nenhuma delas me permitiu me deliciar num belo anal. Com ao qual eu vinha cada dia, mês e ano me alimentando pelo porno e me saciando nas punhetas. Me perguntando quando iria ser o dia em que eu finalmente iria encher um cú de esperma.

Ao contrário dela, eu não conseguia sentir nenhum sentimento por ela, ao não ser pela amizade e pelo tesão de querer foder ela (tinha uma paixão mal resolvida).

Em um final de semana conversando, ela tomou coragem e se declarou pra min. Conversamos sobre seus sentimentos e sobre os “meus”. Ela me disse que me amava e passava o dia todo pensando em min. Caímos no assunto sexo, trocamos nudes, conversamos obscenidade e pude perceber o quanto ela era gostosíssima e quão burro eu seria se deixasse essa oportunidade passar. Adquirimos muita intimidade durante os meses passados.

Na segunda acordei pensando nela e no seu corpinho gostoso, me deliciei numa bela punheta e pensei.

“- Nunca tive uma virgem, tem uma louca por min, gostosinha, não irei perder a oportunidade.”

Na terça acordei atrasado para a escola e havia uma prova (trabalhava no segundo turno 15h às 23h então estudava de manhã) então fui com o carro do meu pai pra escola. Tivemos o dia normal eu e ela, conversamos e etc, começou uma chuva bem forte perto do final da aula, então disse:

” – Thaís eu vim de carro hj, quer uma carona até o terminal #?”

Thaís: ” – Sim, está chovendo muito, não tenho sombrinha, pelo visto vai custar a passar e eu vou me molhar todinha até eu chegar na parada.”

Seguimos até o carro.

Thaís: “- acordou atrasado hj de novo?”

Eu: ” – sim, tinha muita produção ontem e acordei quebrado.”

Thaís: ” – imaginei, vc não me respondeu.”

Eu: ” – não é porque eu não te respondi que eu deixei de pensar em vc”

Ela começou a rir e olhou nos meus olhos. Passei a mão nas suas coxas gostosas até próximo a sua virilha.

Eu: ” – Vc é maravilhosa, perfeita, inteligente, o corpos mais gostoso que eu já vi, seu cheiro, sua boca me deixam alucinado.

Peguei sua mão e levei até meu cacete.

Eu: ” – olha o estado que vc me deixa, as suas fotos nuas mostram que essa farda esconde muita coisa.”

Avançamos um ao outro e nos beijamos loucamente, nossa, que boca, que lábios, bem molhadinhos, queria sugar a energia dela a todo custo. Mãos apalpando tudo que eu tinha direito, nos seios da ninfeta virgem, na bunda e o pau pulsando debaixo das calças.

Nos recompomos, pois estávamos no estacionamento da instituição ainda e seguimos, estava sem dinheiro pra motel, pois os últimos trocados havia posto gasolina no carro e queria tirar a virgindade dela no meu quarto.

Mais é claro que não deixaria ela sair “ilesa” dali.

No caminho de casa, tinham um conjunto habitacional em construção, muitas ruas desertas e com a chuva o lugar era perfeito pra uma pegação.

Estacionei em um lugar deserto e começamos a pegação.

Botei ela no meu colo e beijei sua boca maravilhosa e gostosa, sentindo cada pedacinho dos seus lábios carnudos, enquanto uma mão se deliciava nos seus seios e os outra na sua bunda. Tirei sua blusa, seu sutiã e mamei deliciosamente nos seios, redondos, durinhos, iguais a uma maçã, chupava com muita vontade.

Thaís: “- AAAAAAAAH Q GOSTOSO, HUUUUUUUM”

Abaixei o banco do passageiro, tirei sua calça, já dominado pelo tesão, tirei sua linda calcinha e apreciei/admirei sua linda bucetinha, com pequenos lábios vaginais, ela com as duas mãos no rosto, acho que por vergonha. Cai de boca, chupei sua linda buceta e massageava seus seios, involuntariamente ela pressionava minha cabeça contra seu sexo, levantou o quadril e rebolava na minha boca.

Os gemidos da ninfeta dentro do carro eram abafados pela forte chuva que caia lá fora, acelerei os movimentos no seu grelo, sugava seus lábios e néctar. Seus gemidos foram ficando mais altos.

Thaís: “- AAAAAAAH, AAAI Q GOOOOOSTOS, PFVR, NAAAAAAAO PAAAAARA, SSHHHHHHHHH AAAAAAAAAHHHHHH HUUUUUUUUUUUUUUMM”

A ninfeta havia gozado, me deliciei até a última gota do seu néctar dos deuses. Enfim, pude apreciar sua cara de satisfação.

Mas,era minha vez, me sentei, tirei minha calça e liberei meu cacete, duríssimo, com a cabeça brilhosa com o pré-gozo. Balancei pra novinha minha caceta pra ela:

Eu: “- Vem, vem mamar teu homem, chupa essa piroca, vem sentir o gosto do teu macho.”

Ela ficou de 4 no banco do passageiro, com os pezinhos um em cima do outro e o rabo gostoso pra cima, nossa q visão. Segurei meu pau pela base, segurei ela pelos cabelos e mandei engolir.

Sem muita experiência, seus dentes roçavam um pouco em min, lhe dei instruções do que fazer e ela foi acertando. Diversas vezes nossos olhos se cruzavam, minha cara de satisfação não negava a sorte que eu estava tendo e ter uma ninfeta gostosinha me mamando, sua boca quente e molhada me davam um prazer indescritível, forçava a cabeça dela para baixo para tentar engolir o máximo do meu membro, subia babando mais. Estava me segurando ao máximo para não acabar e secar minhas bolas.

Já estava no limite daquela visão.

Subi o banco do passageiro e avancei pra frente os dois bancos deixando um pequeno espaço na parte traseira.

Eu:”- Fica de 4 aqui, fica de joelho no assoalho e deita o teu rostinho aqui no banco, empina esse cúzão.”

Tive a melhor visão, totalmente exposta, o rabo pra cima suas preguinhas virgem, seu rabo piscando e sua buceta ensopada brilhando.

Não resistir, cai de boca novamente, revezando entre o cú e a buceta. Com atenção especial no rabão, eu estava decidido que ela não sairia dali sem tomar pica no cú, eu iria estrear aquele cú e eu finalmente iria satisfazer minha vontade de encher um rabo com meu esperma.

Chupava, metia um dedo, babava bem, deixei bem lubrificado. Quando meus dedos e minha língua entravam sem resistência.

Finalmente, eu iria enfim, saciar minha vontade de comer um rabão. Após anos de punheta, minha vez tinha chego, nada iria atrapalhar aquilo.

Botei as mãozinhas dela pra trás, abrindo bem as bandas da bunda, queria ver e entrar todo. Melei a minha pica e mirei no seu cú.

Thaís:”- HUUUUUUUUUUUUUUMM, SHHHHSHHSHHHHHHHH AAAAAAAAR”

Quando encostei a cabeça no cú e pressionei, sentir uma descarga elétrica percorrer por toda a minha espinha, foi sensacional.

Forcei bem e a cabeça passou.

Thaís:”- AAAAI AIAIAIIAI, CALMA, DEVAGAR, PORFAVOR. DEVAGAR.”

Retirei meu membro, salivei bastante o cú e meu pau e forcei de novo.

Com uma mão eu segurava a base, com a outra passei em volta da barriga dela, massageando seu sexo, para relaxa-lá mais.

Thaís:”- AAAAAAAAAAH, ISSOOOOOOO, NOSSA, Q GOSTOSO, PRFVR DEVAGAR, BEM DEVAGARINHO”

Foi difícil atender esse pedido, nossa Sra, minha vontade era de literalmente, cravar minha estaca e enfiar tudo de uma vez. Mais alí eu teria todo o tempo do mundo para saciar aquilo que eu tanto quis.

Fui descendo e empurrando devagarinho, sentindo centímetro por centímetro daquele cú, quente, apertadíssimo, vendo meu pau literalmente ser mastigado. Uma sensação única, revirei meus olhos, não podia acreditar, finalmente. E que cú meus amigos. Tive que me segurar pra não me deleitar na hora. Parei por alguns minutos para me recompor, deixar a vontade de gozar passar e claro, pra ela se acostumar tbm.

Logo voltei a empurrar e finalmente, eu estava todo atolado dentro da novinha. Meu membro pulsava, eu sentia seu rabo macio e carnudo na minha virilha. Estava maravilhado com aquilo, na sorte que eu estava tendo, na visão que eu tinha. Sensacional.

Eu:”- AAAAAAH TOMA PICA NO CÚ SUA RABUDINHA, AAAAAH Q GOSTOSO, PUTAQUEOARIU FINALMENTE EU TÔ COMENDO UM RABÃO.”

THAIS:”- ISSO, ISSOOO SSHHHHHHHHHHH AH QUE GOSTOSO, NOSSA, QUE GOOOOOSTOSO”.”

Eu nao conseguir ia resistir por muito tempo, eu estava me esforçando muito, tudo contribuía para o meu gozo. O som da chuva, o carro exalando a sexo, literalmente cheirando a sexo, o balançar do carro, uma novinha gostosinha submissa a minha vontade. Eu estava no paraíso e no meu limite.

Socava fundo e com força, o som era maravilhoso

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

THAÍS:”- AAAAAI, ISSO, NAO PAAAARA, TA MUITO BOM”

EU:”- EU VOU GOOOZAR, FINALMENTE, EU VOU ENCHER TEU CÚ DE PORRA, AAAAAAAAAAAH Q DELICIIIIIIIIIIIIIAIIAIAAAAAA.”

FINALMENTE. FINALMENTE. Eu havia feito um anal e que anal. Com a piroca toda dentro eu sentir meu esperma sair, sentir minha alma sair na última gota de esperma, sentir aquele rabo maravilhoso drenar toda energia vital do meu corpo, aquele rabo gostoso, maravilhoso, quente, apertado.

Ela estava freneticamente massageando a buceta, quando ela finalmente gozou pela segunda vez, comigo atolado no seu rabo.

Thaís:”- AAAAAAAAAH SSSSHSHHHHHHH HHH HUUUUUUUM.”

Estávamos exaustos, suados, plenamente satisfeitos. Ali não era e nem local para tirar sua virgindade da buceta, com mais conforto e outro local eu faria aquilo.

E assim foi a melhor experiência que eu tive até hj. Desculpe se ficou muito longo.

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Sexo na quarentena – Meu cunhado dotado arrombou meu cuzinho

A pandemia desse vírus está causando um desastre jamais visto. A TV e internet só falando nisso. Em isolamento, o jeito é ler contos aqui no site. Que acaba aumentando a libido e vontade de transar. Infelizmente, não dá para estocar amantes. Principalmente para casada como eu, com marido que não é de bater ponto em casa, com casos extraconjugais confirmados.

Ainda bem que tem o irmãozinho do meu esposo, com quem tenho um caso secreto. Com tanto desejo e vontade que até me fez aposentar o vibrador, meu companheiro de muitos anos. Ultimamente, o garoto que vive com meus sogros, sem aulas na faculdade, vem todos os dias em casa. Quando ninguém está vendo, ele me agarra, fica encoxando, engatando como um cachorro tarado tentando pegar uma cadela no cio.

Uma coisa que ele sempre cobiçou foi meu cuzinho. Que ainda é virgem, já que quando meu marido tentou, a dor ou meu medo, sei lá, foi tão aterrador que nunca mais deixei. Com Pedrinho, irmão do meu marido então, nem pensar. Seu falo tem a forma de berinjela invertida, grossa na ponta e já dói só de pensar aquilo entrando no meu fiofó.

Para quem já leu meus outros relatos, sabe que tenho 31 anos, alta, castanha clara com cabelos tingidos ora de loira, ora de ruiva. Marido 15 anos mais velho e dois filhos. A empresa do meu esposo deu férias coletivas e para ele, está sendo sendo insuportável ficar em casa. Coisa que deve estar acontecendo em muitos lares.

Como foram confirmados alguns casos em nossa cidade, meus sogros que estão no grupo de risco, resolveram se isolar mais na chácara que temos no município vizinho, bem menor e por enquanto, ainda livre de contaminação. Meu marido adorou a ideia, já que junto com o pai, estão ampliando a casa. Como esquecemos várias coisas em casa, fiquei de ir buscar. Meu marido então, mandou que seu irmãozinho fosse junto para me ajudar. Tadinho, nem sabe o que está facilitando.

Mal chegamos, já fomos pelados para a cama, onde mãos e bocas trabalharam sem parar um no outro. Após essas preliminares, lá estava eu, deitada de costas, pernas abertas, pronta para receber meu cunhadinho dentro de mim. Ele já veio todo tarado, enfiando a vara grossa, que desliza raspando nas minhas carnes íntimas, enchendo a perseguida de forma justa, esticando a pele da entrada ao máximo.

Se durante anos, usei um consolo de borracha, ter Pedrinho como amante foi muito melhor. Senti-lo dentro de mim, de forma pulsante, com calor humano e seu corpo grudado no meu, proporcionou bons orgasmos e satisfação sexual. Como estava acontecendo agora, uma vez mais. Ele metendo com vontade e eu embaixo, aparando suas estocadas, a bocetinha esfolada pelo entra e sai. Ambos respirando alto, pulmões à toda em busca do ar para tamanha cópula.

Como sempre, fomos para a segunda fase. A de eu buscar novos orgasmos sendo possuída de quatro. Ter ele metendo por trás, possibilita que seus dedos possam manipular meu grelho, causando uma onda de choques genitais. Invariavelmente, com gozos infinitos. Acabei chegando a um clímax tão forte que me deixou mole, exausta. Nem percebi quando o safadinho estava enfiando o dedo indicador no meu cuzinho.

Já fez isso outras vezes e na hora, minha vontade foi de como sempre, mandar ele parar com aquilo. Todavia, senti algo diferente, esquisito. Relaxei e deixei que continuasse. O cunhado iniciou um puxa empurra agora até prazeroso. Confiante pela falta de reação de minha parte, ousou mais, colocando agora dois dedos. Eu ali quieta, imóvel, tomada por novas sensações, deixando ele avançar.

– Berta, deixa eu comer teu cuzinho, deixa.

– Ah, não Pedrinho. Não quero, dói demais!

– Ah, Berta, só um pouquinho. Se eu colocar, já gozo em seguida. Deve ser gostoso demais!

– Tá louco, Pedrinho. Teu pinto é grosso demais. Isso nem entra aí atrás!

– Entra sim, Berta. Olha, vamos tentar assim. Eu fico parado e você vem por cima controlando, tá bom? Se doer você mesmo para. Tá bom?

O garoto foi até a cozinha e trouxe um monte de margarina na mão esquerda. Com a mão direita, ficou passando no pinto, deixando ele todo melecado. Com certeza, já tinha planejado isso mentalmente. Veio untando margarina gelada no meu cuzinho também, empurrando para dentro com a ponta do dedo. Deitou de costas na cama e chamou:

– Vem!

Como fiquei indecisa, pensando se ia ou não, ele repetiu o chamado:

– Vem! Não tenha medo! Muitas mulheres fazem e gostam.

Ainda cheia de dúvidas, coloquei as pernas em volta do seu quadril, e fui descendo. Pedrinho segurava a ¨berinjela¨, mantendo apontada para cima. Quando a ponta rombuda encostou no anelzinho, a piscadela no cu foi instintivo. Fui sentando, sentindo o cilindro grosso forçando a entrada. Baixei um pouco mais e a esticada das pregas ardeu. Algo suportável que não impediu que eu continuasse. Até que a cabeçorra entrou!

Uau! Foi uma fisgada de dor. Parei até de respirar, os ombros retesaram. Todo pavor voltou. Fiquei imobilizada e pensei em desistir. Tudo que pensei na hora foi que era pura besteira o que estava fazendo. Se outras mulheres faziam ou não era problema delas. Se as atrizes pornôs aguentavam verdadeiros monstros no rabo, para mim tanto fazia como fez. O cu que estava sendo invadido era meu. E estava doendo!

Parar foi bom. Fez me acostumar com a invasão, além da dor ter diminuído bastante. Pisquei o fiofó e senti algo totalmente novo. De estar com o cu totalmente preenchido. Diferente de quando a gente evacua. Ao sentar mais, a coisa entrava ao invés de só sair. Mesmo arfando, passei a descer mais e mais. O cunhadinho por baixo, empurrava o quadril para cima, fazendo com que sua berinjela entrasse mais e mais. Ficamos assim, nessa brincadeira que laceava meu cuzinho virgem.

Eu já subia e descia com vontade. Até a dor era prazerosa. Com as mãos, tocava siririca enquanto me empalava na vara do garoto. Ele me empurrou e só percebi o que ele queria ao já termos mudado de posição. Eu novamente de quatro, com travesseiros no ventre. Pedrinho me enrabando de quatro, por trás, na posição de macho dominante. Isso permitia que ele metesse fundo, o que me deixava até com falta de ar. Acabei gemendo em agonia, ao ser sodomizada de forma animalesca.

– Que cu gostoso! Ahh, que cu apertado! Quente, ahh, quente, gostoso, gostoso ahh, demais!

Pedrinho resfolegava grudado nas minhas ancas. Eu sentia dor mas também, que um orgasmo estava a caminho. Fiquei tocando o grelo freneticamente, até que ele chegou. Forte, intenso como nunca senti. Tudo embaixo piscou. Desabei trazendo junto Pedrinho, engatado em mim. Eu ali esborrachada como uma boneca inflável e ele, metendo, metendo e metendo. Foi quando a dor ficou forte, insuportável. Passei a gritar para ele parar, para ele tirar. Para minha sorte, ele então gozou. Ejaculou sem parar, enchendo minhas tripas de gala. Soltou todo seu peso em minhas costas. O falo grosso enterrado até o fundo das minhas entranhas.

Minha primeira reação foi fazer força, como estivesse evacuando. Sim, eu estava cagando a ferramenta dele. Que continuava dura e ia sendo expulsa do meu cuzinho judiado. Ao ir ao banheiro, senti melhor a dor. Que me fez andar meio de lado. No espelho vi o estrago. Um buracão como jamais eu tinha visto…

Doeu sim. Mas foi incrivelmente prazeroso. No momento, não quero repetir. Mas com certeza, vou fazer de novo. Quem sabe com alguém com um pinto mais fino…

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Mulher casada da minha igreja

Tinha uma mulher casada da minha igreja que a gente sempre conversava de boa, nome dela era Fabiana até que as conversas foram ficando quente e começamos ter intimidade, falar muita sacanagem, trocas fotos e até chamada de vídeo.

Uma quinta-feira que era meu aniversário, eu tava dando uma volta na rua, e trocando mensagem com ela, dai ela disse que tava saindo pra buscar uma pizza que tinha pedido, na hora já pensei na maldade.

Perguntei se ela náo tava afim de se encontrar comigo e me dar um presente de aniversário, nem que fosse dar uns beijos, ela relutou porque disse que as filhas estavam esperando a pizza, e que não ia dar.

Nisso eu tava com meu carro atrás do dela, mandei uma mensagem e disse: “Me segue” a danada me seguiu mesmo, levei ela em um loteamente novo que tinha na época.

Chegando lá começamos nos beijar, ela com pressa, mas tava muito bom, coloquei a mão por baixo da saia dela e senti a calcinha toda molhada enquanto beijava, não pensei duas vezes, baixei a calcinha dela e sentei ela no capô e comecei chupar aquela buceta, ela gemia gostoso de mais, e ela era muito gostosa e safada. Do nada ela levantou dizendo que precisava ir embora.

Fomos nos beijar pra se despedir e ficamos um bom tempo beijando, dei aquela puxada na cintura e comecei apertar a bunda e fazer movimentos, dei uma afastadinha e abri minha calça discretamente, nisso peguei a mão dela e coloquei no meu pau, ela só deu uma olhada safada pra mim e tascou um belo beijo, antes que eu tivesse qualquer reação ela abaixou e começou me chupar,

Que boquete foi aquele, o melhor da minha vida, ela chupava com tanta vontade… nisso ela parou por um instante subiu e começou me beijar enquanto me punhetava, não peesi a oportunidade, levantei a sai dela, abaixei a calcinha e encostei ela no carro, ela se virou dizendo que precisava ir embora, mas eu tasquei um beijo que ela ficou desconcertada, virou e disse mete logo que eu não aguento mais.

Que foda foi aquela, uma rapidinha, mas uma das melhores foda da minha vida.

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Conto erótico professora gostosa fode com nerd cacetudo

Oi tudo bem pessoal? Depois de muito tempo lendo os relatos eróticos de várias pessoas decidi compartilhar a minha aqui. Me chamo Rafael e hoje irei relatar com todos vocês o dia em que eu acabei transando com minha professora da faculdade. Minha professora é bem jovem, morena, com corpo tatuado, peitos siliconados, bumbum empinado, bem depiladinha toda gostosinha.

Enfim a gente sempre teve uma certa intimidade e eu sabia que ela era solteira. Eu também sou solteiro e sempre tive tesão e vontade de transar com ela. Acontece que ela nunca tinha me dado alguma demonstração de que eu teria chances. Em uma sexta feira a noite fiquei por último e decidi conversar com ela até que para minha surpresa ela me perguntou se eu tinha planos para aquela hora. Eu disse que não e ela então me perguntou se eu queria conhecer um barzinho novo que abriu perto da escola. Ela disse que iria ela e algumas amigas e amigos e eu então não vi nada demais e decidi ir. Chegamos no barzinho e lá tinha alguns amigos dela. Ficamos nesse local por umas duas horas porém eu quase não bebi, fiquei mais na coca. Ela por sua vez bebeu bastante e ficou visivelmente embriagada.

Ela bem soltinha acabou falando pra mim que sempre sentiu tesão por mim. Me disse que sempre foi afim de ficar comigo porém sempre esperou que eu tomasse a iniciativa e eu nada fiz. Educadamente ela me chamou de fraco kkkk mais isso pouco importa. Chamei ela pra irmos embora e ela toda assanhada me abraçou e assim saímos do local. Assim que entramos no carro não é que ela mudou completamente seu comportamento! Ela sorriu olhou pra mim e disse:

– Gostou do meu showzinho?

Caralho eu olhei bem pra ela sem acreditar no que estava acontecendo. Foi quando ela me disse que não estava bêbada aquilo tudo era apenas pra não dar na cara. E antes que eu falasse algo ela me deu um beijo suave e gostoso que me deixou de pau duro na mesma hora. Abracei seu corpo e senti seu perfume gostoso enquanto beijava aquela boca macia e gostosa. Rapidamente liguei o carro e saímos do local indo direto pra um motel. Assim que chegamos fui direto pro chuveiro e ela veio atrás. Ali tomamos um banho quente e gostoso onde beijei e chupei todo aquele corpinho gostoso que ela tem.

Transei com minha professora safada

A peguei no colo e a levei pra cama onde ela se deitou e tive uma visão linda de todo seu corpo nu. Seus seios lindos, seu corpo todo perfeito e aquele olhar de safada que mexe comigo. Não perdi tempo e fui logo beijando todo seu corpo começando por sua boca e fui descendo bem devagar beijando seu pescoço fazendo com que ela se contorcesse toda de tesão. Quando cheguei em sua barriguinha dei leves mordidas e notei quando ela gemeu e pediu pra que eu chupasse sua bucetinha. Não perdi tempo e fui direto em sua pepeka gostosa. Ela estava perfeitinha, toda cheirosinha e bem molhadinha de tesão. Passei então a língua bem devagar por toda sua buceta e quando cheguei em seu clitóris ficando passando a língua em volta e brincando com ele. Fiquei por uns cinco minutos chupando sua bucetinha gostosa.

Foi quando ela pediu pra que eu a fodesse gostoso. Eu já estava com pau duro, latejando de tesão e bem pedi pra que ela me chupasse. Naquele tesão todo tudo oque eu queria era penetra-la bem gostoso. Pedi pra que ela ficasse de quatro e assim a gostosa fez. Nossa ela tinha uma bunda linda, toda empinadinha e bem gostosa. Tudo ficou ainda mais gostoso quando ela toda empinada olhou pra trás e disse:

– Vai safado, me fode vai, soca esse pau gostoso em mim vai.

Não pensei duas vezes e coloquei meu pau duro na portinha da sua buceta. Fui forçando bem devagar até que senti todo meu cacete socado dentro daquela xoxota quente e gostosa. Passei a socar com ainda mais força quando ela passou a gemer mais alto pedindo pra que eu metesse tudo em sua bunda gostosa. Aquela mulher nua sabia realmente como foder gostoso. Eu metia em sua buceta, puxava seus cabelos e dava tapas em sua bunda gostosa a fazendo gemer algo de prazer. A safada gemia e pedia a todo momento que eu metesse com força de verdade. A muito tempo eu não fodida uma bucetinha gostosa e molhada como aquela. Não demorou muito quando ela deu uma gozada deliciosa enquanto eu empurrava meu cacete todo em sua bunda linda.

Pouco tempo depois dela gozar eu pedi pra que ela sentasse e galopasse gostoso na minha rola. Não deu outra, a safada rebolava demais sempre gemendo alto e querendo que eu socasse até o talo. Acabei não me aguentando e falei que iria gozar. Foi quando a safada se colocou de joelhos na minha frente e eu então dei um banho de porra em seu rostinho de lerda. Ela sorriu e disse que aquela tinha a transa que ela precisava. Desde esse dia pra cá nos tornamos bons amantes e transamos sempre que podemos. Espero que tenham curtido pois logo terei mais um conto erótico professora sacana que sabe como meter gostoso.

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Rapidinha no capô do carro

Me identificarei como Eliseu.

Sou um cara normal, 167m, 77kg, corpo de gente que adora uma cervejinha no final de semana.
A alguns anos me relaciono de forma casual consensual com alguém que irei chamar de Alexandra.
Uma mulher de seus 1,75m, branca, cabelos pretos, boca grande e lábios deliciosos. Carnuda e gostosa.

Ela é grande amiga de uma grande amiga e isso nos tornou grandes amigos também. Hoje fazemos parte de um grupo de amigos que vez ou outra nos encontramos. 99% das vezes que isso acontece, eu e Alexandra transamos.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Já somam quase 6 anos que esse sexo acontece. Entre idas e vindas, desentendimentos e frustrações, hoje temos a nossa situação bem resolvida. Eu moro no Rio e ela em outro país sul-americano. Mesmo com essa distância, sempre que dá nos encontramos e é praticamente impossível evitar o desejo do nosso sexo.

Eu e ela temos uma química muito forte. Desde o beijo até a última gozada. Além de tudo, temos gosto pela sacanagem e por um sexo safado. O que torna a química mais forte e os desejos ainda maiores.
Gostamos na cama de praticamente tudo igual. O sexo com tons de perversidade e um alto grau de safadeza nos define muito bem.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Temos diversas situações pra relatar. A que trago hoje é de uma vez que reuni esse grupo de amigos aqui na minha casa.
Eu estava voltando de 2 anos morando em outro estado, longe do Rio. A Alexandra morava no Rio ainda e veio também.
Foi uma época que eu andava saudoso dos nossos hábitos aqui e sentia falta do calor das nossas mulheres também. Sentia muita falta dos beijos quentes e do sexo gostoso que tinha com Alexandra.

A gente não precisava combinar nada. Ela chegaria e entre trocas de olhares, bebidas, risadas e conversa, a gente já sabia que a noite terminaria em sexo.

Essa vez tinha um ingrediente especial: saudade. Além da vontade de sempre, uma pitada de saudade daquela boca e daquela buceta me enlouquecia.

Ela chegou junto com alguns amigos e tratamos de botar o papo em dia. Foi um dos dias que menos consegui disfarçar a vontade que estava dela. No meio da resenha, já estava sentado do lado dela, meio que abraçado com ela. A gente já sabia como a noite iria terminar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A resenha foi acabando e os amigos indo embora. Ela ficaria pra ir embora mais tarde, como sempre, éramos os últimos.

Como estava recém chegado ao Rio de novo, estava na casa da minha mãe e aquele dia, era uma das noites que não iríamos pra motel.

A gente se pegava em qualquer lugar. Temos uma infinidade de fodas no meu carro. Ela acompanhou todas as trocas de carro que fiz e fudemos gostoso dentro de todos eles.

Quando todos foram embora e ficamos a sós, sem necessidade de conter a vontade, nos entregamos aos beijos safados que a gente dava. Era gostoso, molhado. Meu pau fica duro na hora. Não consigo beijá-la sem acariciar sua buceta, mesmo por cima da roupa ou metendo dois ou três dedos nela, brincando com o grelinho, bem gostoso.
Não foi diferente. A gente se beijava e se tocava com tesão. Eu na buceta dela e ela no meu pau.
O clima de putaria entre nós é a coisa mais deliciosa que existe.

Eram por volta de 23h e a gente estava se pegando na porta da minha casa, encostado no carro do meu inquilino, da casa de trás. A casa é no final de uma rua fechada e essa hora, não tinha mais ninguém na rua. Mas a probabilidade de ser visto ali era bem grande, o que aumentava ainda mais o tesão dessa brincadeira.

Entre os beijos safados e a sacanagem que a gente fazia, eu já estava chupando seus peitos enquanto ela me batia uma punheta e gemia no meu ouvido.
Eu amo aqueles peitos. Adoro senti-la cavalgando de frente pra mim, enquanto esfrego minha cara nos peitos dela. Chupo, lambo, mordo os mamilos e gozo gostoso pensando neles.
Eu já estava louco de tesão chupando os peitos dela, quando ela se abaixa e engole meu pau, sem pestanejar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ela chupa um pau como poucas. É disparado um dos 3 melhores boquetes que já ganhei na vida. Eu adoro o boquete dela.
Meu pau estava latejando na sua boca e ela não parava de chupar. Chupava me olhando, com aquela cara de puta que só ela sabe fazer. Ao mesmo tempo, falava umas putarias gostosas que me enlouquecem.

A gente estava na rua e tínhamos consciência disso. Mas, o tesão falou mais alto. Coloquei ela sobre o capô do carro do inquilino, puxei sua calcinha pro lado e meti de uma vez só, o meu pau naquela buceta. Que já estava ensopada de tanto tesão.
Eu metia com vontade, ela mandava meter mais. Eu alternava tapas gostosos naquela cara de safada, coisa que a gente adora, com puxões de cabelo e beijos safados.

O sexo entre a gente é sempre intenso e daquela vez não era diferente. Estar na rua, com chances de ser visto, deixava tudo ainda mais gostoso e safado, do jeito que a gente ama fuder.

Fizemos ali, na rua, uma rapidinha gostosa que infelizmente foi interrompida por um portão abrindo e a gente tentando se recompor, antes do flagrante.

Ela precisava ir. Trocamos mais alguns beijos e terminamos a noite imaginando a gozada que, dessa vez, não conseguimos dar. Mas, que daríamos com juros no próximo encontro.
Coisa que conto, numa próxima oportunidade.

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Sexo no parque: no piquenique há sobremesa

– Não vai beber o vinho? Daqui a pouco vai virar vinagre na sua mão, Carlos.

– Eu vou. Só não consigo parar de olhar para você.

Assim estava o nosso delicioso piquenique no parque com poucas pessoas naquela tarde. Lara me fascinava. Pele branca como a neve, olhos bem penetrantes, uma boca linda. Vez ou outra eu passeava com a mão pelos seus cabelos naturalmente lisos, e ela deixava seu rosto para que minha mão e meus dedos passeassem por ele. Meu coração batia forte a cada vez que ela me olhava, cada vez que seus dedos cruzavam com os meus, cada vez que ela citava o meu nome. Eu tentava deixar minha mente no momento, mas era praticamente impossível. Minha mente sempre partia para uma visão de nós dois em um altar. Sim. Eu queria me casar com aquela mulher, e eu estava criando coragem para puxar as alianças.

Ela notou que eu estava nervoso. Já tínhamos um bom tempo de namoro. Tempo o bastante para conhecermos um o jeito do outro. Ela me olhava e passava com a mão no meu rosto tentando descobrir o que eu queria dizer. Eu me negava, baixava o rosto, tímido, nervoso. Nunca tinha me visto tão nervoso assim! Nem na minha primeira vez eu tinha ficado dessa forma. A pressão me tomava o peito. Engoli o vinho de uma vez só que estava na taça, me ajoelhei na frente dela e ela tomou um susto.

Eu nunca tinha ficado bêbado tão rápido daquela forma. Cacei a caixa aveludada do meu bolso e ela me olhando sem entender realmente nada do que acontecia. Quando eu a tirei e ela viu, notei que a respiração dela também tinha completamente mudado. Ela estava desenfreada, os olhos olhando para minhas mãos e sempre evitando os meus, minhas pernas bambas, ela com a taça de vinho quase para derrubar todo o líquido e eu, abrindo a caixa, disse:

– Lara, casa comigo?

Ela simplesmente desmoronou em lágrimas e eu também. Eu, tremendo, tirei o anel da caixa azul de veludo e o coloquei em seu dedo. Ela, me olhando, com os olhos clareados pelas lágrimas, me disse:

– Você quer isso mesmo, Carlos…

– Quero! E quero muito! Casa comigo?

– Caso! Caso hoje e caso sempre!

Beijamo-nos como se fosse à primeira vez. A abracei forte, e ela também. Nossos lábios não se desgrudaram um minuto. Nossas línguas se cruzavam de forma harmoniosa, um buscando ao outro. Não éramos mais duas pessoas, mas sim apenas um sentimento escancarado e gostoso. Não paramos de nos beijar nem com os primeiros pingos de água anunciando a chuva que estava por vir. Minhas mãos a acariciavam o rosto de leve, e secava suas lágrimas que se confundiam com as gotas de chuva.

A chuva apertava e as pessoas corriam para sair da chuva. Como não tinha onde se esconder, a grande maioria foi embora, enquanto nós dois nos mantivemos por lá. Pouco nos preocupávamos com a roupa encharcada, com o que trouxemos que estava se molhando por completo, com a chuva que batia forte. No mundo apenas existia eu e ela.

Nossos beijos com a chuva iam ficando cada vez mais gostosos. De tempos parávamos de beijar e olhávamos um ao outro, mas nada falávamos. Apenas voltávamos a beijar, e de forma cada vez mais quente, porém amorosa. Como se fossemos um feito para o outro. Nossos corpos colados, minha mão envolvendo a mão dela, minha outra mão a acariciando o rosto. O tempo parecia ter parado para nós dois naquele momento. O tudo tinha se transformado em nada. O céu, a chuva, a grama, tudo era completamente nosso, como se tivesse sido feito para nós dois naquele momento.

Comecei a lhe acariciar o corpo. Aquela chuva me chamava a isso. Minha mão passeava pela sua pele molhada, mas quente. Ela fazia o mesmo, passando a mão pelo meu peito e me amassando a camiseta. Meus dedos lhe acariciavam os braços, o pescoço, passavam pelos seios. Deixei meus dedos pincelando seus seios de forma leve e delicada. Ela me beijava o pescoço, como que querendo mais da minha mão. Ela queria sentir o meu corpo tanto quanto eu queria sentir o dela.

A chuva, severa, não dava descanso, nos deixando a sós na grama em cima da toalha pesada que trouxemos. Eu estava amando aquele momento, e também com muito tesão pela minha noiva. Depois de uma última pincelada com os dedos pelo seu seio molhado, enchi minha mão. Ela suspirou, e me beijou forte a boca, me mordendo de leve os lábios abraçando-me forte. Eu a massageava leve, sem pressa, sentindo seu seio macio na minha mão, com o bico já intumescido.

Ela me acariciava o peito, e me beijava a boca, o pescoço, me mordiscava a orelha. Estávamos em um momento de luxuria mascarado pelo amor que estávamos sentindo um pelo outro. Ela me abraçava forte, me desejando. Um desejo forte que eu também estava tendo por ela. Eu fui a deitando sobre a toalha toda molhada pela chuva e me deitando por cima dela. Os pingos de água batiam nas minhas costas de forma severa, mas pouco me preocupava. Encaixado entre suas pernas continuei beijando sua boca e a acariciar seus seios. Ela me acariciava o rosto para tentar secar a água, mas em vão. A chuva parecia um enorme chuveiro sobre nossas cabeças. Já mal víamos coisa alguma ao nosso redor. Só mesmo a árvore que estava bem próxima a nós.

As carícias continuavam para dentro de sua blusinha, e ela permitia, sentindo minha mão quente tocando sua pele quase na mesma temperatura. Seus olhos se fechavam com as minhas carícias. Ela me abraçava querendo mais da minha mão, e eu queria mais daquele corpo delicioso da Lara. A desejava. Minha amiga, minha namorada, minha amante, minha esposa, minha mulher.

Puxei a sua blusinha e ela a tirou por completo, ficando apenas de soutien. Eu, me levantando um pouco, tirei minha camiseta e também a joguei de lado, voltando a beijá-la com vontade. A vontade aumentava, a volúpia crescia, eu já estava bem excitado pelo momento, pela forma como as coisas estavam acontecendo, e ela idem.

Tirei-lhe o soutien e comecei a mamar em seus seios. Foi uma delícia sentir a pele molhada pela chuva na minha boca. Ela sentia minha língua quente de encontro com o seu mamilo enrijecido e se contorcia, me abraçava forte, me acariciava a cabeça me chamava de meu amor. O que eram carinhos leves transformavam-se em carícias mais que sensuais, quentes, pecaminosas.

Eu mexia minha pélvis contra a dela, e ela correspondia aos movimentos. Minha boca não parava um minuto em seus seios, e ela gemia alto, querendo mais e mais. Eu já louco de tesão com aquela chuva gelada batendo no meu corpo quente, fui descendo e beijando seu corpo inteiro, até chegar entre suas coxas. Quando cheguei fui retirando a sua calça, e ela, cooperando sempre, me ajudou a tirar mais rápido. Conforme eu ia tirando, eu lhe beijava a coxa, a panturrilha, seus pés. Sentia seu corpo por completo na minha boca ávida.

Quando tirei toda sua calça, me deparei com seu corpo que recebia todas as gotas de chuva vestindo apenas a pequena calcinha. Voltei-me a ela, e por cima da calcinha a beijava, lambia, mordia. Brincava com seu sexo por cima do fino pano. Ela me apertava a cabeça com as pernas, me acariciava, se acariciava, queria tirar a calcinha para me sentir por completo e eu não deixava. Apenas brincava com sua xoxotinha molhada pela chuva, pela excitação e pela minha boca.

Depois de um bom tempo de brincadeiras deixei que tirasse a calcinha. Ela rapidamente a tirou, mas antes de eu continuar com a minha boca a chupando gostoso, ela me deu um beijo longo. Depois disso nós olhamos nos olhos, testa colada a testa, e ao mesmo tempo falamos:

– Eu amo você.

Aquilo nos fez escorrer lágrimas, mas não de tristeza, e sim de felicidade. Ela, sorrindo se deitou novamente na grama, e eu, completamente realizado com o momento, me encaixei novamente entre suas pernas e comecei a desbravar sua deliciosa xoxotinha com a língua. Lara se contorcia, gemia, aproveitava cada segundo, como eu também estava aproveitando. Os pingos de água naquele momento pareciam desaparecer nos nossos corpos. Eu já não os sentia, e ela também não. Estávamos nós dois no meio de um universo de sensações deliciosas.

Depois de muito sentir aquele mel delicioso da minha mulher, ela quis me retribuir as caricias. Pôs-me de pé abaixou a minha calça e começou a me chupar. Mas me chupava devagar, longe de ser algo completamente despudorado. Acariciava-me as bolas, beijava meu pênis, fazia questão de senti-lo inteiro com a sua boca. Ajoelhada a minha frente acariciava-me a barriga, as coxas, sempre muito carinhosa, como sempre.

Eu delirava com aquilo. Tinha escolhido completamente certo a mulher para a minha vida toda. Ela, depois de me acariciar tão deliciosamente com a boca e com suas mãos, me chamou para o seu corpo, se deitando novamente. Deitei-me por cima dela, como se estivesse a protegendo das gotas de chuva que desciam como navalhas àquele momento. Encaixei-me entre suas coxas, e a penetrei.

Encaixamo-nos perfeitamente como que se realmente fôssemos um para o outro. Eu a penetrava de forma leve, cadenciada, e ela rebolava junto, para sentir meu pau inteiro dentro dela. Eu tremia de tesão e vontade por aquela mulher. Ela, quente, me abraçava forte, me beijando a boca, enquanto meu pau ia e voltava dentro dela. Nossa vontade. Nosso desejo. Nossa vida. Nada mais existia ali naquele momento tão sublime.

Sentei-me e ela veio ao meu colo. Sentada, rebolava no meu pau de forma deliciosa, sem parar de beijar a minha boca. Nossos corpos quentes unidos transformavam-se em apenas um. Nosso amor se traduzia naquela cena. Ela me envolvendo com as pernas e rebolando no meu colo. Minha boca se enchia nos seus seios. Ela jogava a cabeça sentindo minha boca e a chuva caindo por todo seu corpo. Nossos cadenciados movimentos nos faziam gemer alto. Gemidos esses abafados pela chuva forte.

Abraçados, nos mexíamos cada vez mais. Nosso gozo ficava cada vez mais próximo. Lara debruçava com a cabeça em meu ombro e rebolava cada vez mais. Eu me mexia também, sentindo meu gozo cada vez mais perto. Continuamos aquela deliciosa dança na chuva um encarando o outro. Eu via as gotas de chuva escorrendo pelo seu rosto, pingando nos seus seios que estavam colados ao meu peito. Aquilo estava tão quente e gostoso que não aguentamos, e ao mesmo tempo, nos apertamos muito mais forte e gozamos deliciosamente. Eu a enchi com meu leite quente e viscoso, e ela, rebolava para tirar cada vez mais.

Ficamos ali. Ela sentada no meu colo, com meu pau inteiro dentro dela, pulsando por aquela gozada tão gostosa. Ficamos nos encarando, aproveitando o momento tão delicioso que nos proporcionamos. Nossos corações batiam forte. As caras de desejo logo se transformavam em sorrisos por perceber o que tínhamos aprontado. Abraçamo-nos novamente:

– Te amo, Lara. Nunca vou te deixar. Jamais!

– Eu te amo, Carlos… Te amo como nunca amei homem algum.

Aquelas juras de amor me enchiam o peito de alegria. Vestimo-nos com aquelas roupas encharcadas mesmo e fomos para o carro. Felizes da vida e pouco nos preocupando com o fato de molhar o carro inteiro, iniciamos nossa volta para casa. Logo depois de pouco tempo de estrada, um clarão.

– O paciente está morrendo!

– Adrenalina! Preciso de adrenalina!

– Vamos lá! Três, dois, um, vai!

– Vamos rapaz! Fica com a gente!

Luzes passavam pela minha frente, mas eu não identificava o que era. Depois disso tudo apaguei de vez e me encontrei dentro de um hospital. Perguntei quantos dias eu tinha ficado por lá, me disseram que era a primeira vez que eu abria os olhos depois de uma semana. Olhei para os meus dedos e vi a aliança. A tirei e vi o nome Lara. Desorientado, levantei-me, sem rumo e parti a procurá-la no hospital, mas sem sucesso. Desesperado, sem conseguir pensar direito, acabei saindo de lá. Perguntava a todos lá dentro se tinham visto pela minha noiva. Sem sucesso por ninguém me passar informações, e apenas me lembrando dos últimos momentos que tínhamos passado junto, acabei saindo do hospital e peregrinei à sua procura na cidade.

Até hoje ainda a procuro, seja em outros braços, seja procurando por registros. Mantenho todos os recortes de jornal da época falando do acidente envolvendo meu carro, um ônibus e um caminhão por conta da fraca visibilidade. Desde então, mantenho a aliança no meu dedo. Minha mente, meu corpo, meu amor é apenas dela. E é com esse amor que ainda me lembro da data a qual adorávamos comemorar, que era seu aniversário.

Feliz aniversário, amor da minha vida. Esse cara aqui, apesar dos pesares, te ama e muito, e vai continuar te amando ETERNAMENTE.

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Transando no estacionamento com um desconhecido

Fui para uma festa e terminei aquela noite transando no estacionamento com um homem desconhecido que eu nunca tinha visto na vida.

Lá estava eu, sentada encostada na árvore perto de um parque abandonado, eu estava com fones de ouvido, ouvindo uma música qualquer. Eu estava de calça lycra bem apertadinha e um top cropped azul, que só tapava meus seios e deixava parte de minha barriguinha chapada de fora.

Estava frio, eu tinha acabado de voltar de uma festa, na qual teve uma briga com que estragou tudo! Dois caras tinham se atacado pois estavam querendo ficar com uma puta, a puta foi embora e deixou os caras na confusão, todos foram embora e os caras ainda estavam brigando.

Vi que o cara mais alto, forte e bonito, tinha machucado o sobrecílio e que estava saindo uma pequena quantidade de sangue. Já eram 05:30 da manhã e eu continuava ali, terminando minha garrafa de vodka que se encontrava pela metade. Vi um rapaz se aproximando, perambulando, quase caindo no chão frio.

Ele se aproximou e sentou-se perto de mim, eu permanecia com meus olhos fechados, e logo senti a garrafa sendo tomada de mim. Abri meus olhos e encontrei o cara da festa, gostoso e só, tomando a minha garrafa de vodka. Ele se levantou e me chamou pra cima, estendendo sua mão pra mim e logo me puxando. Ele me levou até seu carro, muito bonito na verdade. Entramos e ele começou a acelerar.

As ruas estavam desertas, oque fez com que ele fosse ainda mais rápido. Só diminuiu a velocidade, depois que chegamos a um motel longe da cidade, mas… um motel?

Ele adentrou e se identificou no portão, esperando as chaves da suíte presidencial, eu estava confusa, e perguntei a ele oque estávamos fazendo ali, ele ficou calado, é claro!

Desceu do carro e mandou eu descer também, desci e fiquei de pé. Ele disse que queria foder comigo, eu me neguei e entrei no carro, ele me puxou pra fora e me imprensou contra o capô do carro, fazendo seu pênis que já dava sinais , roçar em mim.

Transando no estacionamento

Soltei um leve gemido e senti seus beijos em meu pescoço, logo senti ele abaixando o zíper de meu cropped, que se encontrava na frente, logo revelando meu sutiã roxo. Ele jogou minha peça de roupa dentro do seu carro e fechou a porta, eu me neguei a entrar e ele não relutou.

Apenas continuou a me beijar ferozmente e a apertar meus seios por cima do sutiã. Sentia seus beijos em meus ombros, pescoços e bem acima de meus seios. Senti sua mão deslizando em minha cintura, e indo rapidamente em minha bunda, apertando-a com força e me puxando pra si, me entreguei totalmente, queria ficar transando no estacionamento.

Ele arrancou meu sutiã rapidamente e me sentou no capô do seu carro, que já amaçava um pouco com nosso peso. Apertou meus seios e os chupou fortemente, me fazendo gemer e morder meu lábios. Eu puxava seus cabelos e gemia cada vez mais, as vezes ele esfregava seus dedos por cima de minha calça na minha buceta úmida.

O safado parou de chupar meus seios e foi dando chupões por todo meu corpo, até chegar na barra de minha calça lycra, as arrancou e me acariciou por cima de minha calcinha, rendada e roxa. Abri minhas pernas e sentia seus dedos levemente me acariciando por cima daquele tecido. Ele puxou minha calcinha para o lado e penetrou seus 2 dedos em meu buraco, logo socando-o fortemente , me fazendo contrair e gemer alto.

O estacionamento se encontrava vazio, então não me preocupei nem um pouco em gemer loucamente, que nem uma cachorra, não me importei se alguém ia ver a gente transando no estacionamento.

Senti sua língua úmida correr sobre minha buceta, molhada e cheirosa, já imaginei que ia acabar transando no estacionamento. Ele lambia e me chupava deliciosamente, abria minha buceta com a outra mão e as vezes levava elas em meu seio, pra apertar cada um.

Dei um gemido alto e me contorci no capô do seu carro, gozando em seguida, sentindo minha buceta latejar e o meu líquido escorrer em minhas pernas, ele chupou o resto do meu gozo e compartilhou ele comigo, me dando um belo de um beijo.

Saí do capô do carro e abaixei toda sua roupa, chupei sua cabeça da pica e ele me puxou pra cima pelos cabelos, sussurrou alguns xingamentos e me mandou ficar de quatro. Obedeci, calada, senti sua saliva percorrer por meu buraco traseiro, o lubrificando e de vez em quando, ele ainda dava umas chupadinhas ali, oque me levava a loucura, eu segurei no capô do seu carro e empinei minha bundinha em seu rosto, vi ele se levantar e alinhar a cabeça do seu pau em meu buraco, logo adentrando o mesmo. Ele dava leves entocadas em meu cuzinho, sentia meu cu engolir cada vez mais o brinquedo daquele cara de beleza majestosa e seu pau me socava com cada vez mais força, dando chupões e mordidas em minhas costa.

Ele entocava cada vez mais forte, eu gemia ainda mais alto, arranhando a tintura de seu carro e gemendo, gemendo que nem uma vadia arrombada. E era isso que eu era, uma vadia arrombada. Ele gozou junto comigo e me fez chupar todo o seu pau, sentir nossos gostos junto, e limpar ele todinha. Até agora , eu não sabia qual era seu nome, e se duvidar, nem saberia…

O gostoso me colocou de frente, e chupou meus seios, mordendo seus bicos e as vezes apertando um lado enquanto chupava o outro.

Senti seu pau ereto novamente, e já fui abrindo minhas pernas, já me encontrava sentada no capô. Ele pediu pra que eu cuspisse na cabecinha e logo fiz, depois senti seu pau batendo em minha buceta, sem que penetrasse. Ele roçava e eu puxava seus cabelos, arranhava seus ombros, senti ele penetrar com força, sem nem se quer avisar, senti uma mistura de dor e prazer, rebolei contra seu pau, me contorcendo no capô.

Enquanto ele dava entocadas fortes, eu sentia suas bolas de encontro com parte de minha bunda, levei minha mão até meu grelo, me acariciando ali, soltando gritos cada vez mais altos, gemidos e palavrões escapavam da minha boca, eu me masturbava com um lado da mão, e o outro apertava meus seios, enquanto o meu outro seio, era tomado pela boca daquele cara gostoso.

O cara era feroz, ágil, eu sentia muito tesão. Me contorcia e sentia minha buceta contrair seu pau, movimentava meus dedos com mais força e apertava meus seios, logo chegou meu orgasmo, e ele só entocava com mais força, sem dó nenhuma, aquilo estava me rasgando e eu já não aguentava mais, esperei ele gozar em mim sem nenhuma ação, só senti seu gemido rouco e seu líquido escorrendo em minhas pernas.

Nos vestimos e ele me entregou a chave do quarto de motel, falou que se eu quisesse, poderia descansar ali, e se mandou. Nunca mais o vi, que loucura, saí para uma festa e terminei transando no estacionamento com um desconhecido, mas não me arrependo, foi muito bom.

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Gozou dentro da minha buceta branquinha

Sou a Amanda, transei com um cara que conheci no Tinder e ele gozou dentro da minha buceta branquinha deixando ela toda suja com sua porra. Conto todos detalhes abaixo.

Conheci este gato no Tinder como falei, nisto fomos para o Whatsapp e conversamos por uma semana, até que certo dia do nada ele aparece no meu Whatsapp me convidando para ir pra sua casa assistir filme, era uma sexta de chuva, eu estava em casa sem nada para fazer então decidi que ia.

Raspei minha buceta pois sabia que o que ele queria na verdade era sexo, eu logicamente iria sabendo, por isso me preparei antes, deixando lisinha, do jeito que os homens gostam.

Terminei o meu banho, fiquei cheirosa e fui para lá, quando cheguei o safado abriu a porta para mim e eu me deparei com ele vestido apenas com um short de jogar bola que dava para ver que ele estava sem cueca e de pau duro, aquilo já mexeu com meus pensamentos e ele foi além, já me levou direto para o seu quarto.

Gozou dentro

Quando entramos no quarto dele, ele me colocou na parede e me deu um beijo bem forte, de modo que seu pau duro ficou roçando na minha xoxota, eu safada que sou meti a mão e senti a pica dele, era bem grande e grossa, ele gostou e botou para fora do short para eu poder apalpar melhor.

Fiquei masturbando ele e ele me beijando por alguns minutos até que enfim ele me levou para sua cama, tirou a minha roupa e chupou a minha buceta com gosto, deixando ela bem molhadinha, ele passava a língua no meu clítoris e enfiava dois dedos dentro, eu gemia alto e ele fazia com mais força.

O safado chupou até que eu não me aguentei mais e falei para ele me foder que eu queria aquela pica dentro de mim, ele sorriu na hora, e já foi empurrando sua pica dentro de mim sem camisinha e nem nada.

A pica dele era muito gostosa, era tão grande que eu sentia ela batendo no meu útero, deixei ele me comer naquela posição por alguns minutos e depois falei que ia sentar.

Na sentada eu acabei com ele, fiquei sentando com força batendo minha bunda nas coxas dele até que ele gozou dentro de mim, me deixando cheia de sua porra, ele ficou um pouco nervoso depois que o tesão passou achando que eu poderia engravidar por ele ter gozado dentro mas acalmei ele falando que tomava remédio.

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Fiz sexo com minha colega de serviço

Transei com minha colega de trabalho que é uma linda mulher gostosa que adora uma bom sexo amador de verdade. Sei que todos curtem contos pornográficos e tenho certeza que vão adorarem esse meu conto erótico com fotos amadoras. O dia em que transe com minha colega de serviço.

Tudo teve início em 2016, quando passei em um concurso público. Fui trabalhar em uma cidade com quase oito mil habitantes. Assim que comecei a trabalhar nessa empresa, reparei uma funcionária de corpo lindo, toda gostosa. Ela tinha seus 21 anos, 1.70 de altura, uma bunda de parar o trânsito, boca carnuda, olhar penetrante, um par de seios sem igual, enfim toda gostosona. Na época eu não tinha habilitação e todas às vezes que necessitava fazer alguma viagem, eu tinha que pedir alguma outra pessoa pra me levar. Tinha vezes que ficava até sem graça de ficar sempre importunando as pessoas. Meu patrão me chamou e me disse pra tirar férias e aproveitar e tirar a CNH foi o que fiz.

Tirei as férias e corri atrás de tudo. Quando voltei das férias tinha habilitação e não precisava mais importunar as pessoas. Certo dia estavam todos da equipe no lanche conversando e no meio da conversa rolou um papo sobre sacanagens. Eu então disse que não tinha coisa melhor do que chupar uma buceta em especial quando e melzinho escorrer na boca. Nesse momento vi minha colega de serviço no canto do refeitório, ela ficou toda vermelha e deu uma leve mordida nos lábios, isso me deixou louco de tesão. Depois desse dia sempre nos reunimos e batíamos aquele papo descontraído e sempre com assunto envolvendo as safadezas.

Durante mais um dia de trabalho cheguei a empresa cedo e vi a safada toda sexy, de tirar o folego de qualquer homem. Fui direto pra minha sala liguei o computador e de repente quem entra na minha sala. Ela, estava usando um vestido preto colado ao corpo, um deslumbre total. Ela veio me perguntando se estava ocupado e se poderia levá-la na fazenda do chefe para assinar uns documentos. Eu como já era habilitado não perdi tempo. Peguei a chave do carro da empresa e partimos.

No caminho a estrada de terra cheia de buraco e lombadas o carro balançava muito e o seu vestido sempre dava aquela subidinha. Ela puxava pra baixo, e minha caceta ficou a viagem toda em tempo de explodir dentro da cueca, mas foi uma viagem sem muita conversa. Chegamos entregamos os documentos e logo retornamos.

No caminho de volta ela me pergunta sobre o assunto que tínhamos conversado na empresa. Eu nessa hora fingi que não sabia qual assunto que ela estava se referindo. Ela então disse meio sem graça que era sobre a chupada de buceta. Nesse momento meu pau ficou duro na hora. Eu respirei e então a respondi falando que era um das maravilhas do mundo ver um corpo retorcendo enquanto uma língua massageava e chupava uma bucetinha gostosa. Ela ficou toda vermelha e sem palavras. Foi então que eu percebi que ela disfarçadamente apertou os seios sem dizer uma palavra.

Fiz sexo com minha colega gostosa

Nisso ela pediu para passarmos na casa de um tio para pegar uma encomenda para sua mãe. Nesse momento começou a chover e fomos até a casa do tio dela. Fizemos todo o caminho em silêncio porém notei que ela olhava para minhas pernas disfarçadamente. Chegando na casa de seus tios não tinha ninguém, todos tinham ido a cidade. Ela então pega o celular e liga pra seu tio,perguntando onde estava a encomenda de sua mãe. Do outro lado o cara disse que iria demorar na cidade e que a chave estava debaixo do tapete. Nós então entramos e fomos a cozinha pegar a encomenda, mas chegando lá, ela abaixou pra pegar a encomenda e o seu vestido subiu aparecendo uma pequena parte de sua bunda fiquei alucinado com aquela vista.

Decidi ajudá-la e nesse momento passei por trás dela e esfreguei meu cacete em sua bunda. Ela rapidamente se virou e disse que nunca tinha sido chupada direito por um homem e que ficou dias só pensando naquelas palavras que tinha dito no lanche. Eu então fui mais fundo e perguntei:

– Seu namorado nunca te chupou?

Fiz sexo com minha colega de serviço

Transei com minha colega de trabalho que é uma linda mulher gostosa que adora uma bom sexo amador de verdade. Sei que todos curtem contos pornográficos e tenho certeza que vão adorarem esse meu conto erótico com fotos amadoras. O dia em que transe com minha colega de serviço.

Tudo teve início em 2016, quando passei em um concurso público. Fui trabalhar em uma cidade com quase oito mil habitantes. Assim que comecei a trabalhar nessa empresa, reparei uma funcionária de corpo lindo, toda gostosa. Ela tinha seus 21 anos, 1.70 de altura, uma bunda de parar o trânsito, boca carnuda, olhar penetrante, um par de seios sem igual, enfim toda gostosona. Na época eu não tinha habilitação e todas às vezes que necessitava fazer alguma viagem, eu tinha que pedir alguma outra pessoa pra me levar. Tinha vezes que ficava até sem graça de ficar sempre importunando as pessoas. Meu patrão me chamou e me disse pra tirar férias e aproveitar e tirar a CNH foi o que fiz.

Tirei as férias e corri atrás de tudo. Quando voltei das férias tinha habilitação e não precisava mais importunar as pessoas. Certo dia estavam todos da equipe no lanche conversando e no meio da conversa rolou um papo sobre sacanagens. Eu então disse que não tinha coisa melhor do que chupar uma buceta em especial quando e melzinho escorrer na boca. Nesse momento vi minha colega de serviço no canto do refeitório, ela ficou toda vermelha e deu uma leve mordida nos lábios, isso me deixou louco de tesão. Depois desse dia sempre nos reunimos e batíamos aquele papo descontraído e sempre com assunto envolvendo as safadezas.

Durante mais um dia de trabalho cheguei a empresa cedo e vi a safada toda sexy, de tirar o folego de qualquer homem. Fui direto pra minha sala liguei o computador e de repente quem entra na minha sala. Ela, estava usando um vestido preto colado ao corpo, um deslumbre total. Ela veio me perguntando se estava ocupado e se poderia levá-la na fazenda do chefe para assinar uns documentos. Eu como já era habilitado não perdi tempo. Peguei a chave do carro da empresa e partimos.continua depois da publicidade

No caminho a estrada de terra cheia de buraco e lombadas o carro balançava muito e o seu vestido sempre dava aquela subidinha. Ela puxava pra baixo, e minha caceta ficou a viagem toda em tempo de explodir dentro da cueca, mas foi uma viagem sem muita conversa. Chegamos entregamos os documentos e logo retornamos.

No caminho de volta ela me pergunta sobre o assunto que tínhamos conversado na empresa. Eu nessa hora fingi que não sabia qual assunto que ela estava se referindo. Ela então disse meio sem graça que era sobre a chupada de buceta. Nesse momento meu pau ficou duro na hora. Eu respirei e então a respondi falando que era um das maravilhas do mundo ver um corpo retorcendo enquanto uma língua massageava e chupava uma bucetinha gostosa. Ela ficou toda vermelha e sem palavras. Foi então que eu percebi que ela disfarçadamente apertou os seios sem dizer uma palavra.

Fiz sexo com minha colega gostosa

Nisso ela pediu para passarmos na casa de um tio para pegar uma encomenda para sua mãe. Nesse momento começou a chover e fomos até a casa do tio dela. Fizemos todo o caminho em silêncio porém notei que ela olhava para minhas pernas disfarçadamente. Chegando na casa de seus tios não tinha ninguém, todos tinham ido a cidade. Ela então pega o celular e liga pra seu tio,perguntando onde estava a encomenda de sua mãe. Do outro lado o cara disse que iria demorar na cidade e que a chave estava debaixo do tapete. Nós então entramos e fomos a cozinha pegar a encomenda, mas chegando lá, ela abaixou pra pegar a encomenda e o seu vestido subiu aparecendo uma pequena parte de sua bunda fiquei alucinado com aquela vista.

Decidi ajudá-la e nesse momento passei por trás dela e esfreguei meu cacete em sua bunda. Ela rapidamente se virou e disse que nunca tinha sido chupada direito por um homem e que ficou dias só pensando naquelas palavras que tinha dito no lanche. Eu então fui mais fundo e perguntei:

– Seu namorado nunca te chupou?continua depois da publicidade

– Já sim mais ele não gosta. Diz que é meio nojento.

Nesse momento eu não resisti. A joguei em cima da mesa da cozinha e comecei a beijá-la. Seus lábios estavam em brasas, sua pele estava toda trêmula e quente, ela gaguejava e eu comecei a passar a mão sobre suas pernas. Fui subido até o encontro de sua bucetinha e quando cheguei nela me espantei. Ela estava sem calcinha, levantei o vestido e sua bucetinha estava chorando de excitação, toda depiladinha um encanto de buceta. Não perdi tempo e cai de boca, comecei a lamber toda aquela pepeka linda. Ela se contorcia e me empurava, mas segurei seus quadris e só língua e mais linguada, ela começou a gemer baixinho, e foi me puxando minha cabeça ao encontro da sua vulva, apertava suas coxas em minha cabeça e eu dando um trato que nunca tinha tido. Então me veio a mente:

– Vou levá-la ao delírio.

Ela foi aumentando o volume dos gemidos, então peguei um pano de prato e a entreguei para abafar os gemidos e não teve jeito era excitação demais. Enfiei um dedo em sua bucetinha e veio a jorrada de gozo em minha boca. Eu não parei, ela ficou em transe, seu corpo começou a tremer por total, e ela me dizia:

– Ai que delicia, não sabia que era tão gostoso assim. Me chupa mais vai, que deliciaaaaa. O corno do meu namorado não tem coragem de fazer isso comigo, não para, tá gostoso demais que língua gostosa, continue por favor.

Fiquei ali me deliciando naquela bucetinha e via seu corpo todo se retorcendo, então tirei meu pau pra fora e coloquei em sua boca, ela começou a mamar feito uma louca, e tornou a dizer que nunca o namorado tinha feito isso tão gostoso.Fiquei com o dedo acariciando seu clitóris e ela teve outro gozo. Nesse momento ela mordeu meu pau, que dor gostosa. Ela continuou me punhetando e me chupava loucamente, então eu disse que iria gozar em sua boca, não aguentei e jorrei todo gozo em sua boca. Ela não não engoliu mas lambuzou todo meu pau com minha porra quente. Nos arrumamos, pegamos a encomenda e fomos embora. Porém chegando a certa altura a chuva começou forte e não se enxergava nada a nossa frente. Tive que encostar o carro, esperando que a chuva desse uma aliviada. Ela disse que foi incrível o que tinha ocorrido na casa do tio e queria mais.

Nesse momento meu cacete ficou na hora e ela veio e abriu minha calça colocou-o pra fora e começou a punhetar e deu uma gostosa sugada. A safada então veio e passou sua perna sobre mim e encaixou sua bucetinha na minha pica que a essa altura estava enxarcada de tesão e foi deslizando sua bucetinha apertadinha na minha rola.

– Come gostoso essa bucetinha, coloca essa pica gostosa dentro de mim pois meu namorado agora será um corninho. Vai fode gostoso vai safado.

E meti naquela bucetinha linda e molhada de tesão. Eu metia forte até ela se contorcer toda no banco traseiro do carro. Coloquei meu dedo na entrada de seu cuzinho, ela se desviou olhando pra trás. Eu porém não recuei e continue flexionando, nesse momento o seu corpo começou a se retorcer mais, sua bunda num vai e vem frenético, engolindo cada centímetro de minha rola. Segurei-a pelos cabelos e ela pegou minha mão e direcionou meu polegar ao cuzinho apertado me dizendo:

– Me fode, coloca o dedo no meu cuzinho enquanto fode minha xoxotinha e me faz gozar de novo.

Dei várias estocadas fortes e então ela me disse que iria gozar, veio outra jorrada de gozo sobre o banco do carro que ficou todo molhado e ela me dizia:

– Que delíciaaaaa, que delíciaaaaa, não para, ohhh que delícia.

Nesse momento não aguentei mais, e disse a ela que iria gozar.

– Goza meu gostoso, goza na bucetinha dessa putinha que tanto tu desejou, enche ela com essa porra gostosa e quente.

Eu então gozei como nunca, enchi aquela buceta de porra! Logo depois ficamos ali abraçados por algum tempo, nos ajeitamos, e fomos embora. Chegando no serviço corri pra minha sala quando meu celular toca chegando uma mensagem.

Muito obrigada pela transa gostosa, espero que tenhamos mais viagens assim. Ah adorei também o seu dedinho.

Depois desse dia, sempre nos encontramos pelos corredores da empresa e agimos como se nada tivesse acontecido. Logo compartilho com todos vocês como comi seu cuzinho pela primeira vez. Espero que tenham gostado do conto erótico de como transei com minha colega gostosa.

A seguir algumas fotos amadoras de sexo nossas.

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