Rapidinha no capô do carro

Me identificarei como Eliseu.

Sou um cara normal, 167m, 77kg, corpo de gente que adora uma cervejinha no final de semana.
A alguns anos me relaciono de forma casual consensual com alguém que irei chamar de Alexandra.
Uma mulher de seus 1,75m, branca, cabelos pretos, boca grande e lábios deliciosos. Carnuda e gostosa.

Ela é grande amiga de uma grande amiga e isso nos tornou grandes amigos também. Hoje fazemos parte de um grupo de amigos que vez ou outra nos encontramos. 99% das vezes que isso acontece, eu e Alexandra transamos.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Já somam quase 6 anos que esse sexo acontece. Entre idas e vindas, desentendimentos e frustrações, hoje temos a nossa situação bem resolvida. Eu moro no Rio e ela em outro país sul-americano. Mesmo com essa distância, sempre que dá nos encontramos e é praticamente impossível evitar o desejo do nosso sexo.

Eu e ela temos uma química muito forte. Desde o beijo até a última gozada. Além de tudo, temos gosto pela sacanagem e por um sexo safado. O que torna a química mais forte e os desejos ainda maiores.
Gostamos na cama de praticamente tudo igual. O sexo com tons de perversidade e um alto grau de safadeza nos define muito bem.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Temos diversas situações pra relatar. A que trago hoje é de uma vez que reuni esse grupo de amigos aqui na minha casa.
Eu estava voltando de 2 anos morando em outro estado, longe do Rio. A Alexandra morava no Rio ainda e veio também.
Foi uma época que eu andava saudoso dos nossos hábitos aqui e sentia falta do calor das nossas mulheres também. Sentia muita falta dos beijos quentes e do sexo gostoso que tinha com Alexandra.

A gente não precisava combinar nada. Ela chegaria e entre trocas de olhares, bebidas, risadas e conversa, a gente já sabia que a noite terminaria em sexo.

Essa vez tinha um ingrediente especial: saudade. Além da vontade de sempre, uma pitada de saudade daquela boca e daquela buceta me enlouquecia.

Ela chegou junto com alguns amigos e tratamos de botar o papo em dia. Foi um dos dias que menos consegui disfarçar a vontade que estava dela. No meio da resenha, já estava sentado do lado dela, meio que abraçado com ela. A gente já sabia como a noite iria terminar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A resenha foi acabando e os amigos indo embora. Ela ficaria pra ir embora mais tarde, como sempre, éramos os últimos.

Como estava recém chegado ao Rio de novo, estava na casa da minha mãe e aquele dia, era uma das noites que não iríamos pra motel.

A gente se pegava em qualquer lugar. Temos uma infinidade de fodas no meu carro. Ela acompanhou todas as trocas de carro que fiz e fudemos gostoso dentro de todos eles.

Quando todos foram embora e ficamos a sós, sem necessidade de conter a vontade, nos entregamos aos beijos safados que a gente dava. Era gostoso, molhado. Meu pau fica duro na hora. Não consigo beijá-la sem acariciar sua buceta, mesmo por cima da roupa ou metendo dois ou três dedos nela, brincando com o grelinho, bem gostoso.
Não foi diferente. A gente se beijava e se tocava com tesão. Eu na buceta dela e ela no meu pau.
O clima de putaria entre nós é a coisa mais deliciosa que existe.

Eram por volta de 23h e a gente estava se pegando na porta da minha casa, encostado no carro do meu inquilino, da casa de trás. A casa é no final de uma rua fechada e essa hora, não tinha mais ninguém na rua. Mas a probabilidade de ser visto ali era bem grande, o que aumentava ainda mais o tesão dessa brincadeira.

Entre os beijos safados e a sacanagem que a gente fazia, eu já estava chupando seus peitos enquanto ela me batia uma punheta e gemia no meu ouvido.
Eu amo aqueles peitos. Adoro senti-la cavalgando de frente pra mim, enquanto esfrego minha cara nos peitos dela. Chupo, lambo, mordo os mamilos e gozo gostoso pensando neles.
Eu já estava louco de tesão chupando os peitos dela, quando ela se abaixa e engole meu pau, sem pestanejar.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ela chupa um pau como poucas. É disparado um dos 3 melhores boquetes que já ganhei na vida. Eu adoro o boquete dela.
Meu pau estava latejando na sua boca e ela não parava de chupar. Chupava me olhando, com aquela cara de puta que só ela sabe fazer. Ao mesmo tempo, falava umas putarias gostosas que me enlouquecem.

A gente estava na rua e tínhamos consciência disso. Mas, o tesão falou mais alto. Coloquei ela sobre o capô do carro do inquilino, puxei sua calcinha pro lado e meti de uma vez só, o meu pau naquela buceta. Que já estava ensopada de tanto tesão.
Eu metia com vontade, ela mandava meter mais. Eu alternava tapas gostosos naquela cara de safada, coisa que a gente adora, com puxões de cabelo e beijos safados.

O sexo entre a gente é sempre intenso e daquela vez não era diferente. Estar na rua, com chances de ser visto, deixava tudo ainda mais gostoso e safado, do jeito que a gente ama fuder.

Fizemos ali, na rua, uma rapidinha gostosa que infelizmente foi interrompida por um portão abrindo e a gente tentando se recompor, antes do flagrante.

Ela precisava ir. Trocamos mais alguns beijos e terminamos a noite imaginando a gozada que, dessa vez, não conseguimos dar. Mas, que daríamos com juros no próximo encontro.
Coisa que conto, numa próxima oportunidade.

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