Deixei o personal excitado: Me vinguei do meu marido!

Toda vez que a gente está junto, ele vê uma mulher com shortinho ou calça de academia e fica reparando e ainda tem a coragem de me dizer as vezes que tá “marcando” tudo. Resolvi dar o troco!!

Meu personal me disse que eu precisava fazer avaliação física pra acompanhar o resultado da evolução do meu corpo.. aí eu pensei em me vingar do meu esposo e assim eu fiz, não sei pq, mas fiz uma loucura que eu nem acredito..

Comprei uma calcinha que é aberta na frente, ela apenas tem o elástico e aperta bastante a minha ppka fazendo ela ficar bem inchada, como não tem pano na parte da frente ela cresce bastante.. Junto com um shortinho branco que eu tenho que fica quase transparente, fico bem “bucetuda” do jeito que meu marido gosta de ver.

Como a avaliação física é feita em uma sala privada, só eu e o personal, eu resolvi fazer isso pra deixá-lo excitado e me sentir vingada por todas as vezes que meu marido olha a ppka de outras..

Me vinguei do corno do meu marido!

Cheguei na academia e disse: quero fazer avaliação hoje! O personal sorriu e disse, ok, troca de roupa e fica só de short e top ou biquíni na sala que em 15 minutos eu vou entrar pra fazer sua avaliação física.

Coloquei a calcinha que é aberta na frente, o shortinho branco e um top .

Ele entrou, abriu a minha ficha no computador, me mandou pesar e depois veio medir meus percentuais de gordura como é normal em toda avaliação física..

Mediu de cima pra baixo, quando ele se ajoelhou pra medir meu bumbum e minha coxa eu já estava bem excitada, e percebi que ele estava de olho na minha bucetinha, foi então que eu comecei a ficar mais excitada e me sentia uma puta praticamente colocando a buceta na boca do personal,

Ele se levantou e anotou as medidas, eu já estava com o coração acelerado e pegando fogo! Me deu uma vontade de fazer ele se ajoelhar dnv pra olhar de perto outra vez , e pronto, pensei rápido e disse: queria te pedir uma coisa mais fico sem graça!

Ele: me diz , não precisa ter vergonha.

Eu: Tenho uma gordurinha localizada e gostaria que você olhasse de perto e me passasse algum exercício mais localizado..

Ele: tudo bem, me diz aonde?

Eu: Fica na posição que você estava antes de joelho, vou apontar pra você pq fico sem graça.

Ele se ajoelhou e ficou com o olho diretamente na minha bcta e me perguntou: aonde é ?

Apontei pra minha bucetinha e olhei pra ele.

Ele sorriu e disse: esse exercício não pode ser feito aqui na academia, somente em ambiente privado..

Acabamos a avaliação, troquei de roupa e treinei e depois fui pra casa, chegando em casa pegando fogo!!

Fui abraçar meu marido e ele me disse: me deixa assistir o jogo . Me banhei, coloquei uma roupa e deitei. Me masturbei quatro vezes pensando em como meu Personal me desejou e aquelas mãos grandes e morenas chegaram bem perto da minha bucetinha apertada e rosinha.

Espero que vocês gostem, quero contar logo como eu errei achando que “treinar” com esse personal moreno e forte iria deixar minha bucetinha menos inchada e foi justamente o contrário..

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Fiz sexo com minha colega de serviço

Transei com minha colega de trabalho que é uma linda mulher gostosa que adora uma bom sexo amador de verdade. Sei que todos curtem contos pornográficos e tenho certeza que vão adorarem esse meu conto erótico com fotos amadoras. O dia em que transe com minha colega de serviço.

Tudo teve início em 2016, quando passei em um concurso público. Fui trabalhar em uma cidade com quase oito mil habitantes. Assim que comecei a trabalhar nessa empresa, reparei uma funcionária de corpo lindo, toda gostosa. Ela tinha seus 21 anos, 1.70 de altura, uma bunda de parar o trânsito, boca carnuda, olhar penetrante, um par de seios sem igual, enfim toda gostosona. Na época eu não tinha habilitação e todas às vezes que necessitava fazer alguma viagem, eu tinha que pedir alguma outra pessoa pra me levar. Tinha vezes que ficava até sem graça de ficar sempre importunando as pessoas. Meu patrão me chamou e me disse pra tirar férias e aproveitar e tirar a CNH foi o que fiz.

Tirei as férias e corri atrás de tudo. Quando voltei das férias tinha habilitação e não precisava mais importunar as pessoas. Certo dia estavam todos da equipe no lanche conversando e no meio da conversa rolou um papo sobre sacanagens. Eu então disse que não tinha coisa melhor do que chupar uma buceta em especial quando e melzinho escorrer na boca. Nesse momento vi minha colega de serviço no canto do refeitório, ela ficou toda vermelha e deu uma leve mordida nos lábios, isso me deixou louco de tesão. Depois desse dia sempre nos reunimos e batíamos aquele papo descontraído e sempre com assunto envolvendo as safadezas.

Durante mais um dia de trabalho cheguei a empresa cedo e vi a safada toda sexy, de tirar o folego de qualquer homem. Fui direto pra minha sala liguei o computador e de repente quem entra na minha sala. Ela, estava usando um vestido preto colado ao corpo, um deslumbre total. Ela veio me perguntando se estava ocupado e se poderia levá-la na fazenda do chefe para assinar uns documentos. Eu como já era habilitado não perdi tempo. Peguei a chave do carro da empresa e partimos.

No caminho a estrada de terra cheia de buraco e lombadas o carro balançava muito e o seu vestido sempre dava aquela subidinha. Ela puxava pra baixo, e minha caceta ficou a viagem toda em tempo de explodir dentro da cueca, mas foi uma viagem sem muita conversa. Chegamos entregamos os documentos e logo retornamos.

No caminho de volta ela me pergunta sobre o assunto que tínhamos conversado na empresa. Eu nessa hora fingi que não sabia qual assunto que ela estava se referindo. Ela então disse meio sem graça que era sobre a chupada de buceta. Nesse momento meu pau ficou duro na hora. Eu respirei e então a respondi falando que era um das maravilhas do mundo ver um corpo retorcendo enquanto uma língua massageava e chupava uma bucetinha gostosa. Ela ficou toda vermelha e sem palavras. Foi então que eu percebi que ela disfarçadamente apertou os seios sem dizer uma palavra.

Fiz sexo com minha colega gostosa

Nisso ela pediu para passarmos na casa de um tio para pegar uma encomenda para sua mãe. Nesse momento começou a chover e fomos até a casa do tio dela. Fizemos todo o caminho em silêncio porém notei que ela olhava para minhas pernas disfarçadamente. Chegando na casa de seus tios não tinha ninguém, todos tinham ido a cidade. Ela então pega o celular e liga pra seu tio,perguntando onde estava a encomenda de sua mãe. Do outro lado o cara disse que iria demorar na cidade e que a chave estava debaixo do tapete. Nós então entramos e fomos a cozinha pegar a encomenda, mas chegando lá, ela abaixou pra pegar a encomenda e o seu vestido subiu aparecendo uma pequena parte de sua bunda fiquei alucinado com aquela vista.

Decidi ajudá-la e nesse momento passei por trás dela e esfreguei meu cacete em sua bunda. Ela rapidamente se virou e disse que nunca tinha sido chupada direito por um homem e que ficou dias só pensando naquelas palavras que tinha dito no lanche. Eu então fui mais fundo e perguntei:

– Seu namorado nunca te chupou?

Fiz sexo com minha colega de serviço

Transei com minha colega de trabalho que é uma linda mulher gostosa que adora uma bom sexo amador de verdade. Sei que todos curtem contos pornográficos e tenho certeza que vão adorarem esse meu conto erótico com fotos amadoras. O dia em que transe com minha colega de serviço.

Tudo teve início em 2016, quando passei em um concurso público. Fui trabalhar em uma cidade com quase oito mil habitantes. Assim que comecei a trabalhar nessa empresa, reparei uma funcionária de corpo lindo, toda gostosa. Ela tinha seus 21 anos, 1.70 de altura, uma bunda de parar o trânsito, boca carnuda, olhar penetrante, um par de seios sem igual, enfim toda gostosona. Na época eu não tinha habilitação e todas às vezes que necessitava fazer alguma viagem, eu tinha que pedir alguma outra pessoa pra me levar. Tinha vezes que ficava até sem graça de ficar sempre importunando as pessoas. Meu patrão me chamou e me disse pra tirar férias e aproveitar e tirar a CNH foi o que fiz.

Tirei as férias e corri atrás de tudo. Quando voltei das férias tinha habilitação e não precisava mais importunar as pessoas. Certo dia estavam todos da equipe no lanche conversando e no meio da conversa rolou um papo sobre sacanagens. Eu então disse que não tinha coisa melhor do que chupar uma buceta em especial quando e melzinho escorrer na boca. Nesse momento vi minha colega de serviço no canto do refeitório, ela ficou toda vermelha e deu uma leve mordida nos lábios, isso me deixou louco de tesão. Depois desse dia sempre nos reunimos e batíamos aquele papo descontraído e sempre com assunto envolvendo as safadezas.

Durante mais um dia de trabalho cheguei a empresa cedo e vi a safada toda sexy, de tirar o folego de qualquer homem. Fui direto pra minha sala liguei o computador e de repente quem entra na minha sala. Ela, estava usando um vestido preto colado ao corpo, um deslumbre total. Ela veio me perguntando se estava ocupado e se poderia levá-la na fazenda do chefe para assinar uns documentos. Eu como já era habilitado não perdi tempo. Peguei a chave do carro da empresa e partimos.continua depois da publicidade

No caminho a estrada de terra cheia de buraco e lombadas o carro balançava muito e o seu vestido sempre dava aquela subidinha. Ela puxava pra baixo, e minha caceta ficou a viagem toda em tempo de explodir dentro da cueca, mas foi uma viagem sem muita conversa. Chegamos entregamos os documentos e logo retornamos.

No caminho de volta ela me pergunta sobre o assunto que tínhamos conversado na empresa. Eu nessa hora fingi que não sabia qual assunto que ela estava se referindo. Ela então disse meio sem graça que era sobre a chupada de buceta. Nesse momento meu pau ficou duro na hora. Eu respirei e então a respondi falando que era um das maravilhas do mundo ver um corpo retorcendo enquanto uma língua massageava e chupava uma bucetinha gostosa. Ela ficou toda vermelha e sem palavras. Foi então que eu percebi que ela disfarçadamente apertou os seios sem dizer uma palavra.

Fiz sexo com minha colega gostosa

Nisso ela pediu para passarmos na casa de um tio para pegar uma encomenda para sua mãe. Nesse momento começou a chover e fomos até a casa do tio dela. Fizemos todo o caminho em silêncio porém notei que ela olhava para minhas pernas disfarçadamente. Chegando na casa de seus tios não tinha ninguém, todos tinham ido a cidade. Ela então pega o celular e liga pra seu tio,perguntando onde estava a encomenda de sua mãe. Do outro lado o cara disse que iria demorar na cidade e que a chave estava debaixo do tapete. Nós então entramos e fomos a cozinha pegar a encomenda, mas chegando lá, ela abaixou pra pegar a encomenda e o seu vestido subiu aparecendo uma pequena parte de sua bunda fiquei alucinado com aquela vista.

Decidi ajudá-la e nesse momento passei por trás dela e esfreguei meu cacete em sua bunda. Ela rapidamente se virou e disse que nunca tinha sido chupada direito por um homem e que ficou dias só pensando naquelas palavras que tinha dito no lanche. Eu então fui mais fundo e perguntei:

– Seu namorado nunca te chupou?continua depois da publicidade

– Já sim mais ele não gosta. Diz que é meio nojento.

Nesse momento eu não resisti. A joguei em cima da mesa da cozinha e comecei a beijá-la. Seus lábios estavam em brasas, sua pele estava toda trêmula e quente, ela gaguejava e eu comecei a passar a mão sobre suas pernas. Fui subido até o encontro de sua bucetinha e quando cheguei nela me espantei. Ela estava sem calcinha, levantei o vestido e sua bucetinha estava chorando de excitação, toda depiladinha um encanto de buceta. Não perdi tempo e cai de boca, comecei a lamber toda aquela pepeka linda. Ela se contorcia e me empurava, mas segurei seus quadris e só língua e mais linguada, ela começou a gemer baixinho, e foi me puxando minha cabeça ao encontro da sua vulva, apertava suas coxas em minha cabeça e eu dando um trato que nunca tinha tido. Então me veio a mente:

– Vou levá-la ao delírio.

Ela foi aumentando o volume dos gemidos, então peguei um pano de prato e a entreguei para abafar os gemidos e não teve jeito era excitação demais. Enfiei um dedo em sua bucetinha e veio a jorrada de gozo em minha boca. Eu não parei, ela ficou em transe, seu corpo começou a tremer por total, e ela me dizia:

– Ai que delicia, não sabia que era tão gostoso assim. Me chupa mais vai, que deliciaaaaa. O corno do meu namorado não tem coragem de fazer isso comigo, não para, tá gostoso demais que língua gostosa, continue por favor.

Fiquei ali me deliciando naquela bucetinha e via seu corpo todo se retorcendo, então tirei meu pau pra fora e coloquei em sua boca, ela começou a mamar feito uma louca, e tornou a dizer que nunca o namorado tinha feito isso tão gostoso.Fiquei com o dedo acariciando seu clitóris e ela teve outro gozo. Nesse momento ela mordeu meu pau, que dor gostosa. Ela continuou me punhetando e me chupava loucamente, então eu disse que iria gozar em sua boca, não aguentei e jorrei todo gozo em sua boca. Ela não não engoliu mas lambuzou todo meu pau com minha porra quente. Nos arrumamos, pegamos a encomenda e fomos embora. Porém chegando a certa altura a chuva começou forte e não se enxergava nada a nossa frente. Tive que encostar o carro, esperando que a chuva desse uma aliviada. Ela disse que foi incrível o que tinha ocorrido na casa do tio e queria mais.

Nesse momento meu cacete ficou na hora e ela veio e abriu minha calça colocou-o pra fora e começou a punhetar e deu uma gostosa sugada. A safada então veio e passou sua perna sobre mim e encaixou sua bucetinha na minha pica que a essa altura estava enxarcada de tesão e foi deslizando sua bucetinha apertadinha na minha rola.

– Come gostoso essa bucetinha, coloca essa pica gostosa dentro de mim pois meu namorado agora será um corninho. Vai fode gostoso vai safado.

E meti naquela bucetinha linda e molhada de tesão. Eu metia forte até ela se contorcer toda no banco traseiro do carro. Coloquei meu dedo na entrada de seu cuzinho, ela se desviou olhando pra trás. Eu porém não recuei e continue flexionando, nesse momento o seu corpo começou a se retorcer mais, sua bunda num vai e vem frenético, engolindo cada centímetro de minha rola. Segurei-a pelos cabelos e ela pegou minha mão e direcionou meu polegar ao cuzinho apertado me dizendo:

– Me fode, coloca o dedo no meu cuzinho enquanto fode minha xoxotinha e me faz gozar de novo.

Dei várias estocadas fortes e então ela me disse que iria gozar, veio outra jorrada de gozo sobre o banco do carro que ficou todo molhado e ela me dizia:

– Que delíciaaaaa, que delíciaaaaa, não para, ohhh que delícia.

Nesse momento não aguentei mais, e disse a ela que iria gozar.

– Goza meu gostoso, goza na bucetinha dessa putinha que tanto tu desejou, enche ela com essa porra gostosa e quente.

Eu então gozei como nunca, enchi aquela buceta de porra! Logo depois ficamos ali abraçados por algum tempo, nos ajeitamos, e fomos embora. Chegando no serviço corri pra minha sala quando meu celular toca chegando uma mensagem.

Muito obrigada pela transa gostosa, espero que tenhamos mais viagens assim. Ah adorei também o seu dedinho.

Depois desse dia, sempre nos encontramos pelos corredores da empresa e agimos como se nada tivesse acontecido. Logo compartilho com todos vocês como comi seu cuzinho pela primeira vez. Espero que tenham gostado do conto erótico de como transei com minha colega gostosa.

A seguir algumas fotos amadoras de sexo nossas.

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Seduzido pela mãe do meu amigo

Esse relato é real, e vou contar como fui seduzido pela mãe do meu melhor amigo, que vou chamar de Rodrigo, aqui. O meu nome é Cleiton, tenho 20 anos hoje, sou magro, branco, 1,75 de altura, cabelos lisos e pretos, e aparento ter menos do que minha idade real, por isso sofri um bocado pra conseguir mulher na época dos 18 anos. As garotas da minha idade sempre queriam aqueles caras mais velhos, e eu acabava ficando na maior seca ou me contentava em pegar as garotas que não eram tão bonitas.

Nunca me imaginei pegando uma mulher mais velha, nunca tinha pensado sobre o assunto, apesar que as vezes via cada coroa bonita da porra pelas ruas. O Rodrigo é um amigo que conheci na época da escola, e ele morava com o pai, já que a mãe dele era casada e tinha ido morar com o marido em outro estado. Nunca tinha conhecido ela, pois ele sempre viajava para passar as férias onde ela morava, então eu só havia visto a coroa dele por fotos que ele mostrava.

Depois de um tempo a coroa se separou e resolveu voltar pra cá, onde ficaria perto do filho e tudo mais. Meu amigo ficou empolgadão, disse que a mãe dele era super moderna, diferente do pai dele que sempre foi mais rígido. Quando ficou tudo pronto e ela veio pra cá, fui conhecer a mãe dele durante um almoço perto da nossa faculdade. Eu fiquei impactado com o corpo da mulher. Apesar de ter uns 50 anos, ela ainda tava super gostosa, coxas grossas, cabelos longos e loiros, pele bronzeada, seios grandes que pude perceber que eram silicone, e uma cintura perfeita.

Nessa hora mudei todos meus conceitos, cumprimentei a dona Luciana, mas ela me deu logo bronca pelo dona, disse pra eu ficar a vontade e chamar ela só pelo nome. O almoço foi animado, notei que ela não tirava os olhos de mim, e nem eu conseguia tirar dela. A mulher além de gata, é divertida e cheirosa. No fim do almoço ela disse que tava bem feliz do filho dela ter um amigo tão maduro ao lado. Fiquei feliz com o elogio e fiquei naquela tara por ela. Sempre dava um jeito de perguntar ao Rodrigo sobre a mãe dele, até que ele tirou uma brincadeira.

-Ih cara, se você tiver a fim da minha mãe é bom pular fora hein? ela não gosta de moleque não hahahaha.

-Sai fora mano, só achei sua mãe gente boa!

A gente começou a zoar, fomos pra aula e no meu celular recebi a ligação de um número estranho. Quando atendi era a mãe do Rodrigo. Tomei um susto danado, a coroa disse que queria conversar comigo pra fazer uma surpresa para o filho, mas que eu não poderia contar nada pra ele sobre isso. Até aí beleza, mas ela queria que eu fosse na casa dela, e na hora marcada apareci. Disse ao Rodrigo que tinha um compromisso qualquer e fui até lá crente que ela tava preparando algo pra ele.

Chegando lá estranhei a roupa dela. A mulher tava só de shortinho, daqueles de academia e uma blusinha bem colada ao corpo. Dava pra ver pelo short, sua buceta toda marcada e bem inchadinha, era difícil tirar os olhos daquele capuzão de fusca. Ela sorria com cara de safada, como se esse fosse o efeito que quisesse causar mesmo.

Ela me pediu pra sentar, disse que queria comprar um presente para o filho e não sabia o que era. Na hora saquei que tudo aquilo era só uma desculpa pra eu ir até lá. Ela me ofereceu uma cerveja, não tinha o hábito de beber, mas pra não fazer feio aceitei. Comecei a dar um gole, e depois da primeira latinha, ela começou a passar a mão no meu braço, na minha perna. Ela tava querendo. Apesar de tímido, eu passei a mão de volta na mãe do meu amigo.

-Eu gostei de você no primeiro dia que te vi, acredita?

-Eu também goostei muito da senhora.

-Opa! vamos parar de me chamar de senhora? a gente tá se dando tão bem, você tá até de pau duro.

Ela botou meu pau pra fora e começou a chupar. Fiquei sem reação, só consegui relaxar e curtir essa gata mamando na minha rola. A boca dela é uma delícia, a mulher é safada pra caralho. Ela me olhava com aquele jeito de puta, engolia meu cacete e eu ficava com a cabeça do pau latejando de vontade.

-Que pica gostosa, deixa eu passar o dia todo chupando.

-Chupa com vontade, engole meu pau!

Ela começou a lamber a cabeça da minha pica, me deixou bem excitado e eu não aguentei mais.

-Preciso te comer agora, não tô aguentando!

-Vem cá, então!

Me aproximei dela, tirei a roupa da gostosam vi seus peitos enormes pularem na minha direção, depois fui tirando o resto, o shortinho, a calcinha e logo vi ela completamente nua e toda gostosa. Ela também tirou minhas roupas, a gente se abraçou, beijamos gostoso e ela ia pegando no meu pau e eu apertando aquela bunda gostosa, metendo a mão dentro e estimulando o cuzinho dela com meus dedos. A safada gemeu bem gostoso, agarrou meu pau, ficou na punheta, até que joguei ela na cama, fiz ela abrir bem aquelas pernas e me ajoelhei diante da sua buceta toda melada.

Comecei a chupar e ela foi me ensinando como gostava. Nunca vi uma sensação tão boa, enfiar a língua numa buceta é realmente uma delícia. Ela gemeu e se contorceu todinha, então percebi que estava no caminho certo. Tentei não parecer apressado, embora minhas bolas já estivessem doendo de tesão. Ela logo me puxou pra cima dela e com cara de safada pediu pra eu meter. Subi em cima da coroa, encaixei meu pau e começamos um vai e vem bem safado.

Ela me apertava com as pernas, arranhava minhas costas, chegava até a doer, meu pau entrava muito gostoso na sua buceta apertada. Entrava bem fundo, eu tava louco de tesão.

-Que buceta gostosa, caralho! quero enfiar minha pica todinha!

-Aaaaiii, faz assim que eu fico louca, me fode assim vai, mete esse pau gostoso no fundo da minha bucetinha.

Comecei a meter mais forte, ela gemia, me mordia, me xingava de filho da puta e outros nomes sacanas. Não aguentei avisei que ia gozar desse jeito e foi uma delícia sentir minha porra escorrendo pela buceta dela. Enchi ela de porra mesmo. Ficamos agarradinhos namorando sem roupa como um casal, até que meu pau ficou duro novamente e ela me deixou comer aquele cu delicioso.

Meti no cu dela até deixar a coroa arrombada, ela ficou de quatro rebolando e gemendo, falava que tava doendo mas não queria parar. Gozei gostoso pra ela, foi um tesão. Deixei o cu da mãe do meu amigo arrombado, comi ela outra vez nesse mesmo dia e o Rodrigo nem sonha que volta e meia eu pego a mãe dele.

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Primeira experiência lésbica com a amiga do bairro

Sou a Carolina e vou contar como tive minha primeira experiência lésbica, e foi com uma amiga da minha rua, que apesar de ter a mesma idade que eu (18 anos) já era bem mais experiente no assunto. Eu nunca me imaginei perdendo a virgindade com uma mulher, mas a Júlia, minha amiga, sempre foi bastante curiosa e volta e meia dormia aqui em casa, a gente fazia uma noite só de garotas, uma pintando as unhas da outra, conversando sobre os garotos bonitos que estudavam com a gente, tudo normal de qualquer jovem.

Um dia fiquei a fim de um carinha do colégio, mas comentei com a Júlia que tinha medo de ficar com ele, pois eu não sabia beijar, e esse garoto já tinha ficado com várias outras garotas que estudavam com a gente, então a insegurança bateu com força em mim. A Jú disse que ia me ajudar, só não sabia como, mas ela perguntou se poderia dormir na minha casa, respondi que sim e nos despedimos.

Quando a noite chegou ela bateu na porta, um dos meus pais atendeu e ela subiu para o meu quarto. Começamos a conversar sobre o Ricardo, garoto que eu estava gostando, e acabamos deitando juntinhas na cama. Enquanto a gente conversava, minha amiga me olhava de um jeito diferente, era um olhar de desejo. Ela se aproximou aos poucos e disse que ia me ensinar como agir quando ficasse com o Ricardo. De repente senti ela encostar mais perto e beijar minha boca.

Fiquei muito nervosa, mas minha reação foi de relaxar e corresponder ao beijo como eu conseguia. Nessa hora sentir coisas que nunca imaginei, meu coração começou a bater mais forte, senti meu corpo arrepiar e minha calcinha foi ficando encharcada. Interrompi o beijo nervosa e perguntei se ela estava louca. Ela me respondeu que sempre teve vontade de fazer isso e era uma forma de me ensinar.

Disse que estava com sono e me virei ficando de costas para ela. De repente senti ela se aproximar, fiquei nervosa mas confesso que estava gostando dessa experiência nova. Senti seus seios encostando em minhas costas e logo em seguida suas mãos passearam pelo meu corpo, passando pelos ombros, descendo, até que ela alcançou meu bumbum e começou a massagear. Nossa! fiquei louca de tesão, tava estranhando muito as reações do meu corpo. Ela colocou a mão por dentro do meu short e da minha calcinha e sua mão entrou em contato direto com minha pele.

Ela apertava minha bunda, acariciava e ia me deixando cada vez mais molhadinha. Discretamente dei uma empinadinha pra facilitar o contato, e ela encostou no meu ouvido, começou a sussurrar o quanto aquilo tava gostoso, e que tava sentindo o quanto eu estava molhada. Ela passou a beijar meu pescoço, minha orelha, causando arrepios e sensações deliciosas. Ela me fez virar e voltamos a nos beijar gostoso. Ela acabou tirando minha roupa, me deixou só de calcinha, e começou a chupar meus peitinhos.

Perguntei se ela já tinha feito isso antes, ela disse que uma vez. Ela continuou me chupando, deixando meus biquinhos tesos e foi descendo pela minha barriga e chegou na minha bucetinha. Ela me fez abrir as pernas, afastou minha calcinha e não demorou pra meter a língua no meu clitóris. Ela chupou bem gostoso, fez movimentos que foram me deixando cada vez mais excitada.

Ela me chupou gostoso por um bom tempo, logo depois ela levantou, ficou meio que deitada em cima de mim e introduziu dois dedos na minha bucetinha. Confesso que ardeu um pouco mas era uma sensação super gostosa. Ela me pediu pra abrir mais as pernas e relaxar. Começou a dedilhar gostoso, fiquei com vergonha do tanto que gemi. Quando ela tirou os dedos tinha um pouco de sangue, nada demais, então levantei e fui tomar um banho com ela e a putaria continuou debaixo do chuveiro.

Voltamos pra cama e ela disse que tinha uma surpresa. Tirou da bolsa um vibrador, mandou eu ficar de quatro e começou a colocar ele na minha entradinha. Eu gemi mais ainda e fiquei louca, toda minha vergonha tinha ido embora e quando ela enfiou aquele negócio em mim, comecei a rebolar e gemer igual uma putinha. Ela enfiava e me beijava gostoso por várias partes do meu corpo. Acabei sentindo aquela onda de prazer tomando conta de mim e foi assim que tive meu primeiro orgasmo, na minha primeira relação sexual.

Foi um prazer muito intenso. Pelo resto da noite minha amiga me ensinou muitas coisas, acabei me descobrindo bissexual e hoje mesmo casada, eu e meu marido adoramos chamar minhas amigas pra fazer uma sacanagem com a gente.

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A esposa linda do meu cliente

Meu apelido desde moleque é John.

Atualmente tenho trinta e uns anos.

Tenho 1,75 e peso 74 kg. Cabelos e olhos castanhos, tenho o corpo atlético e gosto muito de esporte. A parte que mais curto em meu corpo é o meu pênis. As garotas também. Ele não é muito grande e nem pequeno, 18 cm mas o charme está no seu formato. Glande bem robusta e um bocadinho grosso na extensão.

O que narro a seguir aconteceu de verdade nos seus mínimos detalhes.

Eu trabalho como programador de sistema freelancer.

Fui selecionado por uma empresa de software a instalar um programa para um cliente na cidade de Maringá – PR

Geralmente quando faço deslocamentos para outra cidade as despesas correm por conta do cliente. Hotel, refeição, etc…. Porém, estava havendo vários eventos na cidade no período que cheguei e os hotéis estavam todos lotados.

O cliente que havia contratado o serviço era um casal que possuía uma micro empresa.

Seus nomes (fictícios) eram Artur, 30 anos e Gabriela, 25 anos.

Eu levaria de 3 a 5 dias para implantar o sistema que eles haviam comprado.

O casal acolheu-me em sua residência por não haver possibilidade de me hospedar em hotéis.

A princípio eu fiquei contrariado mas não havia outra possibilidade, a não ser que adiássemos a implantação do programa, mas como eu já me encontrava na cidade eu acabei aceitando.

O quarto era bem confortável e eles muito simpáticos, me deixaram bem a vontade.

A Gabriela, sua esposa, era de uma beleza singular. Corpo bem torneado, seios bem firmes se destacando na sua camiseta. Cintura fina, deixando o sua bundinha empinada. Seu rosto possuía uma combinação perfeita entre orelhas, nariz, lábios e maçãs do rosto. Tudo em volta de uma cabeleira negra e ondulada.

Não tinha quem não olhasse mais de uma vez pra ela.

O meu trabalho se daria em duas etapas. Implantaria o programa no pc de sua residência e nos pcs do escritório.

Antes de começar eu pedi licença para tomar um banho, depois vesti uma bermuda e uma camiseta. Maringá é uma cidade muito quente queria ficar a vontade.

Geralmente quando uso calça ou bermuda apertada o volume do meu pau fica bem destacado.

Comecei a trabalhar primeiro no escritório, eram dois computadores que formariam uma rede com o pc na residência.

Arthur pediu pra sua esposa me levar até o local enquanto ele faria umas visitas comerciais naquela tarde.

O escritório ficava a 20 minutos da residência, Gabriela retirou seu carro da garagem e pomo-nos a caminho. Enquanto dirigia ela contava-me um pouco sobre sua cidade, que era muito arborizada e se destacava pelo agronegócio.

Numa curva a esquerda que ela entrou rápida demais, ela foi reduzir a marcha e pegou no meu joelho, ao invés do câmbio. Ela pediu desculpas e ficou envergonhada. Pra amenizar eu lhe disse que é normal nosso corpo ir na direção contrária da curva, fazendo-nos errar o câmbio.

Fiquei a tarde toda sozinho implantando o sistema. Gabriela voltou a sua residência.

No final da tarde o Arthur veio me buscar. Aquela seria a primeira noite que iria dormir em sua casa. Confesso que sou um bocado tímido nessas ocasiões mas eles eram muito simpáticos e me deixaram bem a vontade.

Me contaram parte de seu relacionamento, quando se conheceram, noivaram e casaram.

Também contei parte da minha vida pra descontrair e deixar o ambiente mais agradável.

Gabriela estava usando uma bermuda bem colada ao corpo, era difícil ter que desviar meus olhos toda vez que ela se levantava. Arthur me ofereceu uma dose de whisky que eu recusei mas aceitei uma cerveja.

Percebi que o Arthur tomou várias doses e se não fosse sua esposa ele teria tomado mais.

Fui dormir aquela noite pensando no corpo da Gabriela, que morena linda e gostosa.

Fiquei com inveja do Arthur.

No dia seguinte logo pela manhã eu e o Arthur fomos pro escritório e continuei implantando o sistema até a hora do almoço. Como o Arthur saiu em visita comercial sua esposa veio me buscar para almoçar na casa deles.

Sentamos a mesa e Gabriela perguntou se eu queria tomar uma cerveja eu agradeci mas recusei. Ela perguntou-me se eu não tenho o hábito de beber todos os dias, eu disse que aprecio cerveja mas no fim de semana.

Ela então me confidenciou que o Arthur bebe todas as noites e não tem limites.

Que eles já haviam se separado uma vez por esse motivo. Eu não sabia o que dizer então fiquei apenas ouvindo-a se queixar.

As vezes cruzávamos os olhares mas nada que me desse esperanças de mudar o rumo da conversa e tentar uma sedução. Mas mantinha uma esperança por que ela é deliciosa demais.

Restante do dia correu normal, a noite ficamos de prosa mais uma vez e o marido dela bebericou muitas doses de whisky, quando Gabriela percebeu que ele já estava falando mole ela cochichou no seu ouvido pra ele parar.

No dia seguinte eu comecei ia instalar o programa no pc da residência e foi preciso comprar umas peças de acessórios e aumentar a memória. O trabalho já estava quase terminado.

Era uma sexta feira e o casal costumava se reunir com amigos pra relaxar e tomar umas.

Eles me convidaram e eu pra não ficar sozinho na residência deles aceitei.

Chegamos numa espécie de mansão com característica de chácara de um casal de amigo deles, o som ambiente e muitos comes e bebes estavam rolando solto.

Era um pessoal muito divertido e logo me deixaram a vontade.

Haviam muitas garotas bonitas desacompanhadas no ambiente e com frequência eu notava uns olhares, meio que disfarçados, na minha cintura. Porém meus olhos tinha apenas uma direção… Gabriela.

Depois que a bebida começa a fazer efeito as tirações de sarros mais ousadas começaram aparecer. Um grupinho de amigos do Arthur perguntou a ele se ele tinha arrumado um amante pra sua esposa, porque ele não dava mais no coro. Eu estava na roda.

Puts… eu não sabia onde enfiar a cara. Morri de vergonha, mesmo me sentindo a vontade, eu não tinha toda essa intimidade nem com eles nem com o casal. Gabriela veio em meu socorro, ela depositou sua mão em meu ombro e confirmou que era verdade. Fez isso pra que a brincadeira fluísse sem mal estar.

Ufa… respirei aliviado.

Porém, uma das garotas parabenizou ela, dizendo que ela estava bem servida, apontando o dedo para o meu pau.

Eu que estava me recompondo do primeiro susto agora fiquei ruborizado.

Todos caíram na gargalhada de novo e eu ri também mas, morrendo de vergonha de novo.

Depois dessa brincadeira eu cai na dança com as meninas que estavam sozinhas.

Uma me cantou na cara dura. Eu estava me divertindo muito e notei que a Gabriela me secava como se estivesse meio enciumada. Quando acabou a música ela veio em nossa direção e pediu pra amiga que era pra parar de dar em cima do amante dela. Agora ela iria dançar comigo. Sorrimos todos pela sua brincadeira e passamos a dançar.

Ela fitou-me nos olhos e perguntou se eu estava me divertindo. Acenei que sim com a cabeça. Mas lhe disse que poderia ser melhor se fosse eu o seu companheiro. Arrisquei.

Senti uma breve alegria iluminar seu rosto mas ela advertiu que se ficássemos muito tempo juntos, eles pensariam que estaria rolando algo mesmo entre nós.

Entendi o recado, ela não queria se expor e nem expor o marido, mas senti que ela havia deixado uma brecha. Era questão de oportunidade pra tê-la em meu braços.

Continuei me divertindo, participando de rodas de bate papo até as duas da manhã.

E foi por essa hora que o Arthur já não conseguia mais parar em pé, enxugou todas, fez a maior mistureba de bebida. Gabriela dessa vez não ficou controlando o marido, deixou ele entornar todas.

Foi então que ela me procurou e me deixou a par da situação. Me prontifiquei a leva-lo até o carro mas antes nos despedimos do pessoal. O rosto do seu marido estava vermelho e suado.

Não falava coisa com coisa. Coloquei ele deitado no banco de trás e rumamos sentido sua residência. No caminho trocamos alguns olhares diferentes dos até então e ela fez questão de errar a marcha algumas vezes, levando sua mão até o meu pau.

Por minha vez, depositava minha mão no seu joelho e voltava pra trás deslizando sobre sua coxa desnuda.

Assim que chegamos, ela me ajudou a puxar seu marido que estava inerte num sono profundo.

Depositamos ele na cama e ela passou a desnudá-lo para que ele ficasse mais a vontade.

Eu falei que iria tomar um banho mas antes, puxei-a pro corredor e beijei aquela boca deliciosa. Senti ela desabar sobre meu corpo gemendo baixinho com a respiração acelerada. Desci com uma mão acariciando suas costas até chegar na sua bundinha gostosa e segurei um seio com a outra.

Ela empurrava seu corpo contra o meu como se quisesse atravessá-lo. Beijava muito sua boca, chupava sua língua e sussurrava em seu ouvido que ela era muito gostosa e que eu queria transar com ela.

Foi difícil sair daquele enlace, Gabriela não me soltava. Ela queria ser fodida ali mesmo no corredor mas estávamos suados demais. Antes… eu queria explorar seu corpo inteiro com a minha língua.

Liguei o chuveiro e deixei a água me dar aquela sensação gostosa de frescor. Gabriela tomava banho ao mesmo tempo na suíte do casal.

Assim que terminei fui pro meu quarto coloquei apenas uma cueca de algodão e esperei…

Depois de uns 15 minutos sinto a maçaneta rodar e aparecer aquele vulto de um mulherão em chamas numa minúscula camisola branca. Ela veio ao meu encontro e se deitou por cima de mim buscando minha boca com a sua.

Estava ardente e gemia baixinho a cada toque dos meus dedos em seu corpo. Eu precisava domá-la de forma que ela não me puxasse logo para penetrar-lhe. Queria desfrutar aquele corpo com minha boca primeiro.

Não levei minha mão de imediato em sua bucetinha, fui beijando sua boca lentamente pra desacelerar um pouco. Acariciava somente suas costas falando baixinho no seu ouvido que ela era a mulher mais linda e gostosa que eu já vira.

Ela abriu os olhos e me disse que nunca desejou ninguém assim na vida dela. Eu sai debaixo dela virando seu corpo pra que ela assumisse o meu lugar. Ao seu lado voltei a beijar sua boca e fui acariciando seus seios com minha mão.

Comecei descer minha boca pela sua orelha, lambendo seu interior, descendo pro seu pescoço até chegar nos peitos e chupá-los. Revezava minha boca gulosa chupando um pouco de cada, depois apertei-os para que os bicos ficassem juntos e alternava minhas lambidas entres eles.

Sentia ela gemer baixinho como se estivesse gozando escondido. Fui descendo minha boca pela sua barriga lambendo cada centímetro dela. Parei com a minha língua no seu umbigo e penetrei-lhe várias vezes com a ponta da minha língua.

Antes de ir para o seu ventre eu me ajoelhei no meio da cama, peguei seus dois pés e levei até minha boca, deixando-a com as pernas para o ar. Comecei a beijá-los bem de levinho e depois lambia.

Eu olhava pro seu rosto e via-o contorcido com a boca entreaberta, deixando escapar suspiros de tesão da sua garganta. Uma imagem pra nunca mais esquecer. Ela é linda demais.

Fui seguindo lambendo toda extensão da sua perna até chegar com a minha boca no meio das suas coxas. Mesmo com a iluminação fraca do abajur pude ver que Gabriela tinha uma vagina bem feitinha. Os seus pequenos e grandes lábios combinavam em proporções deixando ela estufada pra fora.

Comecei a beijar e lamber o finalzinho de sua coxa em conjunção com sua bunda. Passava a língua nas dobrinhas macias. Gabriela acusava com gemidos mais intensos o tesão que minha língua proporcionava-lhe, ao lamber toda essa região.

Apoiei meus dois cotovelos ao lado do seu corpo de forma que sua bucetinha ficasse ao alcance da minha boca e passei a lamber bem devagarzinho, começando desde o seu ânus e subindo até o seu grelinho.

Gabriela gemeu mais alto tentando abafar o som em sua garganta e tremia todo o corpo.

Sua vagina era muito deliciosa a ponto de eu colocar toda ela em minha boca e ficar lambendo e pressionando os lábios. Comecei a repetir esse movimento e senti que Gabriela iria gozar.

Fiz esse mesmo movimento mais acima, colocando minha boca no seu grelinho e comecei lamber bem forte.

Ela agarrou minha cabeça com as duas mãos puxando-a pra si e explodiu num gozo intenso, gemendo alto.

Mantive minha boca no seu grelo pra prolongar o máximo o seu orgasmo.

Nunca chupei uma buceta antes na minha vida como o fiz com Gabriela.

Levantei meus olhos pro seu rosto e ela me olhava com uma expressão de gratidão.

Fui direto pra sua boca e beijamos ardentemente.

Depois que ela recuperou o fôlego ela me disse baixinho que era a vez dela de me dar prazer.

Pensei no marido dela dormindo no quarto ao lado. Ele é que deveria estar desfrutando daquele corpo maravilhoso da sua esposa. Mas o destino conspirou a meu favor aquele noite.

Eu voltei a ficar de barriga pra cima mas antes puxei ela e disse que o prazer que eu senti ao vê-la gozar fora mais intenso que muitos orgasmos que já provei.

Ela me deu um selinho nos lábios e um sorrisinho sapeca e começou mordiscar meu peito e lamber meus mamilos. Não tem como negar, a mulher alheia é ainda mais gostosa.

E Gabriela tinha algo de especial que é difícil descrever em palavras.

Ela foi descendo sem pressa, estava caprichando como eu havia feito com ela.

Foi varrendo com sua língua úmida e agitada até chegar com ela no enorme volume que estava sob a cueca. A cabeça por ser robusta deixava sua forma marcada na cueca e ela a colocava na sua boca mesmo por cima da cueca.

Encheu ela de beijinhos e depois subiu pra me dar um beijo e falou no meu ouvido que todas as garotas na festa queriam estar no lugar dela naquela hora. Deu outro selinho e voltou e começou enfiar a língua pela lateral da cueca, de forma que conseguia dar lambidinhas na glande.

Quando ela puxou a cueca abaixo ele saltou pra fora, ficando colado na barriga. Ela começou a lambê-lo de baixo pra cima e depois passou a lamber só a cabeça. Desceu uma mão até a base e puxou-o de encontro aos lábios… e depois abocanhou.

E começou fazer um vai e vem com sua boquinha, deixando ele penetrar até o limite que cabia nela. Eu custava a acreditar que aquela boca que tanto me encantara no primeiro dia, estava agora acariciando meu pau.

Se eu não tivesse tomado algumas cervejas eu teria gozado na hora. Mas eu tinha total controle do meu tesão.

Pedi pra ela sentar-se em cima dele e colocar sua língua na minha boca, estava doido pra sentir meu pau pulsando dentro da buceta dela. Ela encaixou e soltou um gemido forte, meu pau entrou e ocupou todo o interior daquela buceta suculenta.

Agarrei seus peitos com as mão e recebi sua língua na minha boca e deixei meu pau fazer o resto do trabalho. Depois peguei-a pelas costas e virei o seu corpo pro colchão sem deixar o meu pau sair da sua grutinha.

Fiquei por cima num papai e mamãe controlando as bombadas e vendo ela se contorcer toda.

Que rostinho lindo ela fazia, quando dava umas fincadas forte, ela já gemia antes, sabendo o que eu iria fazer. Senti sua respiração e os gemidos acelerarem e comecei a bombar forte sem parar e ela gritou de prazer novamente. Fincou suas unhas nas minhas costas puxando-me pra beija-la e abafar seus gritinhos.

Diante de uma cena tão deliciosa eu também gozei dentro dela.

Me apoiei com os cotovelos e ergui um pouco meu tórax e fiquei beijando e lambendo todo seu rosto. Depois cai do seu lado e ficamos com nossos olhos nos curtindo.

Ela abraçou meu corpo de lado e enfiou seu rosto no meu pescoço. Eu me virei de encontro a ela e puxei todo seu corpo para um longo abraço. Perguntei a ela se estava saciada ela balançou a cabeça que sim… mas depois ergueu a cabeça me olhando nos olhos e balançou que não. Rimos juntos bem baixinho e nossas bocas se encontraram de novo.

– John… eu quero mais. – sussurrou no meu ouvido.

– Olha Gabriela, infelizmente…. eu também quero continuar fodendo seu corpinho, brinquei.

Abracei ela de novo e desci com minhas mãos pela sua bunda pra massagear sua bucetinha toda encharcada.

Fiz pressão com um dedo em seu anelzinho e senti ela fincar as unhas nas minhas costas.

Voltei a fazer pressão de novo e levei unhadas novamente.

– Ora, ora… a deliciosa da Gabi tem mais um pontinho g no corpo.

Ela riu gostoso acenando a cabeça que sim.

Como aquela região estava toda lubrificada pelo líquido que desceu da xaninha, eu passei a forçar bem devagar a entrada de um dedo naquele buraquinho.

Ela movimentou o quadril como se rebolasse pro dedo entrar mais fácil.

Ele estava quente mas apertadinho. Fiquei fazendo um vai e vem pra deixar seu esfíncter relaxado.

– Gabriela, tem certeza que você quer que eu coma o seu cuzinho também? Ele é muito apertadinho e a cabeça do meu pau pode te causar dor.

– John, eu gosto de sentir dor. Curto muito quando meu marido come o meu cu.

– Mas e se doer muito e você gritar e acordar seu marido.

– Ele não vai acordar, fica tranquilo. Se eu não aguentar eu te falo. Mas eu quero muito esse pauzão no meu cu. Já deixei ele limpinho pra você. Eu sempre desejei um pau mais grosso que do meu marido. Fica tranquilo.

Pedi pra ela chupar o meu pau e ficar deitada ao alcance de minha mão na sua bunda.

Ela se curvou de modo a alcançar meu pau com sua boca e empinou a bundinha do meu lado direito.

Voltei a sentir aquela boca gostosa me chupando e continuei dedando seu buraquinho.

Quando consegui enfiar dois dedos achei que já estava bom. Puxei ela pra cima e pedi pra ficar de 4. Ela me atendeu e inclinou até ficar com os peitos colado na cama, empinando o máximo que pode sua bundinha pra cima.

Que visão linda Gabriela me proporcionou naquele momento. A sua buceta entre as polpas da sua bunda ficava mais estufada e suculenta ainda. Eu passei a chupar o seu cuzinho e alternava minha língua também em toda sua bucetinha carnuda.

Quando ela viu que eu ia me posicionar pra penetrar, ela me mostrou um tubinho de KY que havia trazido. Então eu coloquei meu pau naquela xota molhada e passei a fazer um vai e vem devagar enquanto lubrificava o buraquinho.

Para um bom comedor de cu existe uma técnica infalível, você pode até ser bem dotado mas precisa muita paciência.

Mesmo com um pau meio robusto, já comi muito cu em SP e interior.

Pedi pra Gabriela ficar com o corpo bem relaxado e coloquei a cabeça na entrada do seu cuzinho. A desproporção da cabeçona com seu anelzinho era realmente de assustar.

Mas ai vai a técnica. Você força um pouquinho até ela sentir dor, depois recua. Espera uns 10 segundos pra esfíncter relaxar e volta a fazer pressão de novo e puxa pra fora. E vai repetindo até o buraquinho dela lacear e engolir a cabeça.

Como Gabriela fazia sexo anal com seu marido não foi difícil. Quando ela sentiu a cabeça passar doeu bastante, eu vi a expressão no seu rosto. Eu fiquei paradinho até ela começar a movimentar a bunda pra engolir mais e só aí eu comecei a cadenciar um movimento de vai e vem. Conforme ela relaxava mais eu aumentava a velocidade.

Eu puxei ela pelos cabelos pra lhe dar um beijo e vi que ela estava gostando, sentindo muito prazer. Pra apimentar um pouco, passei dar uns tapas, de leve, na bundinha dela e arrisquei algo que nem todas as mulheres gostam de ouvir.

– Isso minha putinha linda e gostosa, rebola essa bunda gostosa pro seu macho.

– Assim… você quer que sua putinha rebola assim. Fala, é assim?

– Assim mesmo minha cadelinha. Senti o pau do seu macho bem no fundo do seu cu.

Ela rebolava e eu batia mais naquela bunda.

– Ohhhh John, fode sua putinha com esse pauzão gostoso. Eu quero que você me faça sofrer com seu pintão duro. Atola tudo John, por favor eu quero tanto…

Eu fiquei doido ouvindo ela pedir. Puxei ela pelos cabelos, queria beijar a boca dela e confessar que estava apaixonado. Mas assim que ela virou o rosto pra mim ela pediu pra mim cuspir na boca dela.

Confesso que nunca tinha recebido um pedido desse antes e olha que já sai com cada cachorra quente pra caralho.

Eu fiquei mais doido ainda porque, esse pedido mostrou-me o grau de cumplicidade entre nós.

Salivei minha boca e cuspi de lado meio no rosto meio na boca e já dei um beijo em seguida.

Ela começou a esfregar o grelinho e gemer baixinho, sufocando a voz rouca cheio desejos.

– Fode meu cuzinho, fode. Bate na minha bunda. Caralho, meu cu tá doendo, mas eu to gostando John. Mete na sua putinha com força. Mete sem dó que eu gosto. Porra que delícia dar o cu pra você. Nunca fui fodida tão forte assim.

– Senti o pau do seu macho arrombando seu cuzinho cadelinha.

Agarrei a cintura dela e comecei a estocar meu pau naquele túnel apertado o mais forte que podia. Nessa altura não tava nem ai se o corno bêbado do seu marido nos escutássemos.

– Toma sua cadelinha, engole meu pau inteiro no seu cuzinho. Era desse jeito que você queria ser fodida, não era?

Senti Gabriela soluçar num choro baixinho. Pensei em diminuir a intensidade daquela foda mas estava enganado.

Gabriela realmente estava chorando de dor mas estava adorando, e quando começou a berrar pra eu não parar, percebi que estava gozando igual cadela no cio.

Foram muitos gritos entre choro e gemidos, porém, a expressão de tesão naquele rostinho suado deixou-me orgulhoso.

Assim que ela gozou eu puxei seus joelhos pra trás e fiz ela deitar e continuei bombando meu pau com força até gozar também.

Ela ficou um pouquinho mais agarrada a mim e depois me deu um beijo e foi pro seu quarto.

Por volta das 08 da manhã eu acordei eu fui terminar a instalação. Ela já estava acordada fazendo um café. Perguntei do seu marido e ela informou que ele só vai acordar lá pras 10 horas.

Puxei ela pra mim e dei um beijo bem gostoso. Ela correspondeu e apertou seu corpo no meu.

Mas disse pra pararmos de correr risco a toa.

Eu disse que ainda estava com vontade de fodê-la.

Ela disse que também estava e teve uma ideia, como minha pasta estava no carro do marido dela, nós podíamos descer e transar na garagem. Se ele acordasse daria pra ouvir a porta do banheiro ou a da cozinha se abrindo.

Ela foi pegar a chave do carro do marido e fomos nós pra garagem. Como corríamos contra o tempo não teve tempo de preliminar não. Eu tirei o pau pra fora e ela se agachou e começou a chupar.

Ele já estava meio duro foi rapidinho o contato daquela boca pra deixar no ponto.

Virei ela de costa e ela já puxou a calcinha de lado, estava molhadinha. Assim que encostei ela empurrou a bunda pra trás e encaixou. Agarrei os peitos dela por cima do sutiã mesmo e comecei a fodê-la.

Pra nós gozarmos rápido eu passei a bombar sem parar, mergulhava meu pau no fundo da xana dela e voltava. Senti que ela ia gozar puxei sua cabeça pra trás e tapei sua boca. Tremeu todo o corpo e gozou gostoso. Depois foi minha vez mas eu queria gozar na boca dela, era o único lugar que ainda não tinha recebido minha porra.

Falei baixinho no seu ouvido que o seu macho queria encher a boca da putinha dele de porra. Ela obedeceu na hora, se ajoelhou e começou chupar.

Gabriela sabia chupar como chupar um pau. Sua língua inquieta só parava de lamber a cabeça do meu pau quando ela tentava abocanhá-lo ou quando chupava minhas bolas.

O que me dava mais tesão era ver a baba que escapava de sua boca e caia no chão.

Quando comecei a gozar naquela boquinha quente e úmida ela não deixou escapar nenhuma gota de porra.

Ela olhava pros meus olhos com uma feição de felicidade estampada no rosto.

Que fome de rola sua boca tinha.

Pegamos minha pasta e voltamos para tomar café.

Por volta das 11 horas seu marido acordou numa ressaca braba.

Eu já tinha terminado o serviço, me despedi deles e cai na estrada.

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Doce vingança

Muitas vezes quando somos enganados preparamos aquela doce vingança, porque a mulher que imaginávamos, nos deu a volta, ou em termos populares nos passou a perna.

Eu costumo dizer que quando uma mulher te engana a melhor coisa a fazer é se fingir de desentendido e atacar na hora certa com a resposta a altura.

O rapaz era assim um cara do bem apaixonado, enquanto sua amada saia com vários homens quebrando seu coração todos os dias. Revoltado com a situação preparou uma doce vingança, fingia não saber, e fazia de conta que acreditava nela, enquanto ela toda feliz pensando que o enganava, ele se divertia com a situação.

Deixou de ter um coração mole e sonhador, agora era fera a espreita só esperando o momento certo. Um dia disse ele, usarei todas as fodas secretas dela a meu favor, e a sua cara de espanto, será a melhor parte, pensou que ia me fazer de bobo a vida inteira, coitadinha.

Sendo assim sua doce vingança baseava-se em um dia, chantagear sua amada a ponto de faze-la querer transar não mais por amor, mais sim para ser submissa, ou vazava todas suas tramóias. Por muito tempo o rapaz esperava, planejava, até o dia da sua felicidade.

Porém a sorte estava do seu lado, pois a sua amada, começou a sentir um tesão enorme por ele, quando descobriu o quanto ele se esforçou por saber quem ela era realmente. Os dois se encontraram um dia, beijos, abraços, e uma transa cheia de amor, tesão, e fantasias.

O que era para ser uma vingança tornou-se amor, os dois passaram a namorar. Outro dia vi o rapaz chateado, perguntei o que houve a vagabunda, está soltando a marmita de novo pra fora, devia ter a chantageado, e depois pulado fora, pois eh não adianta para algumas mulheres o pau dos outros é sempre melhor do que o seu.

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Segredinhos das evangélicas

Não podemos banalizar existem evangélicas sérias essas eu admiro e respeito, mas o relato a seguir desvenda o mundo secreto das falsas evangélicas.

Primeiramente uma falsa evangélica vai na igreja não para orar ou adorar a Deus, mas sim para arrumar marido ou namorado, isso porque a religião só permite sexo se casar, então as falsas evangélicas pensam mais em sexo do que as que se dizem putinhas.

É fácil identificar porque geralmente elas ficam sorrindo do nada, usam saias coladinhas e salto alto, algumas até são mais ousadas e abusam dos decotes e mini saias.

Sua intensão é só uma arrumar um marido ou namorado para liberar os seus desejos pois estão quase explodindo de tesão. Algumas tem tanto tesão que acabam saindo com os pastores ou membros da sua igreja não consegue esperar para fazer do jeito que a religião permite.

Masturbação para elas é normal geralmente acontece na hora do banho se acariciam enfiam os dedinhos na bucetinha e gozam imaginando homens.

Quer ser um mestre em identificar uma falsa evangélica aqui vão as dicas para você ser um expert no assunto. Primeira dica sorri do nada, segunda dica usa salto alto saia coladinha e um decotinho, terceira dica, estão sempre em grupinhos batendo papo, quarta dica olham pra vc com carinha de safada, quinta dica estão sempre com celular na mão.

Provavelmente muitas pessoas sabem disso mas acobertam porque imagina não é gostoso estar cercado de garotas assim safadinhas camufladas de evangélicas até os pastores gostam. Porém as que são sérias merecem respeito, mas essas falsas que são santinhas do pau oco, o que merecem é uma boa foda para gozar gostoso e assumir suas fantasias mais enlouquecidas.

Uma falsa evangélica nem o Diabo quer porque uma hora é santa outra hora é puta confundiu o Diabo então ele chega para Deus e diz Deus assim não dá ela não sabe se é puta ou se é santa nem para levar para o inferno vai dar.

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Minha esposa e o motorista – Conto de corno

Sou casado a um bom tempo, no inicio foi uma maravilha, muito tesão e todo de um casal recém casados.

O tempo foi passando e ficamos na rotina, minha mulher linda, gostosa, bumbum grande, coxas grossas e buceta bem apertadinha, gosta de shortinho, seios bicudos, lindos, sou louco de ciúmes dela…

Fomos morar numa cidade do interior quando chegou uns amigos de uma outra cidade para passar uns dias na casa de seus pais. Foi ai que a  (minha esposa) foi la com eles, onde e conheceu um rapaz  que se encantou por ela…

A nossa amiga falou pra oeste rapaza que ela é casada e logo ele ficou indiferente, sabendo que não tinha chances.

A minha esposa chegou em casa e me falou que a nossa amiga lhe contara que o rapaz tava afim dela, não dei ouvidos, mas vi que a minha esposa passou a frequentar a casa de nossa amiga mais vezes e sempre de shortinho e de blusinha top sem sutiã, com os bicos dos seios bem visíveis.

A noite minha esposa só faltava me matar de tanto tesão…

Notei que ela fantasiava o cara e isso a deixava louca de tesão, vendo isso acontecer, me aproximei dele e fiz amizade, o convidei pra pescar e fomos, eu a minha esposa e o rapaz. La no rio o cara colocou uma sunga apertada e causou um volume e eu olhava a safada da minha esposa como reagia, ela só faltava pular em cima do cara, mas se contia..

Voltamos a noite e o rapaz foi dormir lá em casa no quarto de hóspede e deixei ela a vontade, quando fomos dormir ela me atacou, estava toda melada de tanto tesão, transei com ela e fingi dormir, ela saiu devagarzinho e foi no quarto verificar se o rapaz dormia e sai atrás sem ela perceber, e lá dava pra vez pela janela quando ela começou beijar o rapaz que e de repente a abraçou e começaram a transar, ela gemia e era uma loucura.

Quando treparam bastante eu voltei para o quarto sem ninguém perceber e fingi dormindo. Ela chegou, cansada e deitou se ao meu lado e dormiu.

Pala manha, quando acordamos, ela ficou de calcinha e com uma camisa minha, aparecendo a silhueta dos seios e o bumbum, um tesão de mulher…

Sentei a mesa pra tomar o café e o rapaz também chegou, perguntei pra ele; o que achava dela?

Ele respondeu; uma mulher bonita.

Sem que ela soubesse, falei pra ele que gostaria de ver ela transando com outro homem, ele falou;

Nunca tinha visto um homem querendo ver a esposa transando com outro. Depois chamei ela e disse; Amor você poderia abrir a blusa, e ela fingindo vergonha ficou toda vermelha e disse; aqui? Agora?

Falei; sim, pra nosso amigo ver como você é linda.

Ela obedeceu e falei pra ele, tira o short, ele desconfiado ficou calado. eu falei; só estamos nós aqui e ninguém vai ficar sabendo. Ele tirou o short e vim um pau que tinha uns 22 cm e uns 10 cm de grossura.

Pedi que ela fosse e secasse naquele pau e ela foi, olhei aquilo todo entrando nela, os seios dela estavam duros de tesão e eu fiquei excitado e comecei me masturbar.

Depois daquele dia ele ficou trabalhando pra mim e morando aqui em casa.

Ate hoje ele esta com nós fudendo minha linda esposa.
Chupando a bucetinha dela e comendo o rabinho dela.

A unica exigência minha é que os amigos nossos não saibam.

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Fim de Semana em Ilhabela

Minha esposa fará 41 anos, Negra, 1,80m, pernas longas e torneadas, seios médios, bunda redondinha, apesar do tamanho dela ela tem uma bucetinha apertadinha…
Anteriormente tínhamos participado de uma festa de casamento onde minha deliciosa esposa havia sido comida pelo dono do sítio onde havia sido realizada a festa, depois de comer minha esposa o nosso novo amigo J. nos convidou para sua casa de praia em Ilhabela.

Estávamos ansiosos em chegar no lugar, saímos cedo de São Paulo, e pelo caminho J. nos ligou pois estava ansioso em possuir minha negra novamente, dessa vez sem pressa, por um fim de semana inteiro.

Chegando no endereço que J. havia passado, ficamos admirados pois sua casa mais parecia uma mansão Hollywoodiana, uma vista maravilhosa para o mar incluindo uma enorme piscina com borda infinita, deixamos nossas coisas no quarto reservado por J. com uma bela varanda também com vista para o mar. Como ainda era manhã, J. nos recepcionou com um belo café da manhã, tinha empregados para cada função, mas eles sempre discretos quase não se notava a presença deles.
Minha esposa estava lindíssima, trajava uma saia indiana e blusa de alcinha, e uma sandália baixinha, que destacava seu lindo pezinho, J. então disse que havia comprado alguns presentes para minha esposa, e que estavam em nosso quarto estavam em ordem para que ela utilizasse de acordo com a numeração nas caixas, nossa confesso que a curiosidade bateu forte em saber o que J. havia planejado para o fim de semana. Enfim la foi minha esposa para o quarto enquanto continuávamos a tomar o café da manhã, de repente, ela aparece com uma saída de banho branco, e por baixo um biquíni minúsculo, também branco e uma sandália muito parecida com a da festa de casamento, (presentinhos para ela), nossa como ficou gostosa minha negra naqueles trajes, J. ficou sem palavras por um instante e falou para ela ficar à vontade na piscina aquecida.

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Transei com a minha vizinha lésbica

Vou contar minha primeira experiência lésbica pra vocês, me chamo Stefanny, tenho 25 anos, sou morena, cabelos negros, 1,65 de altura e um corpo todo trabalhado na academia.

Sempre gostei de rola, adoro sentir um pau grande e grosso entrando na minha xaninha gostosa e sempre deixei os homens loucos com meu grelo saliente, isso me deixava constrangida quando era mais nova, mas quando vi que essa peculiaridade do meu corpo me trazia muito prazer, comecei a relaxar.

Eu namoro a muito tempo o Bruno, a gente tem uma vida sexual ótima e sempre curtimos ver filmes pornô juntos, e o tipo que ele mais curte é de lésbicas e já tinha dado indiretas várias vezes que adoraria me pegar e pegar outra mulher ao mesmo tempo, mas como sou muito ciumenta achei melhor não dar moral pra essa fantasia dele.

Comecei a ficar cada vez mais curiosa com esse tipo de vídeo e ficava toda molhada vendo aquelas mulheres lindas chupando a boceta da outra e gemendo de um jeito sensual, até estranhei, já que sempre fui feminina e nunca pensei em passar nem perto de uma boceta.

Tinha uma vizinha nova aqui do prédio que tinha fama de bissexual e comecei a reparar mais nela, as vezes ela chegava com uma garota e as duas pareciam muito íntimas e me peguei várias vezes pensando nas duas trepando, se chupando e me dava muito tesão a ponto de eu tocar várias siriricas numa noite até minha xaninha ficar toda assada, mas o importante era gozar.

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