Minha primeira transa com uma mulher

Olá, eu me chamo Stefanny, tenho 24 anos e o que aconteceu comigo faz muito pouco tempo, então decidi contar aqui para vocês como começou a minha aventura lésbica com uma “amiga”.

Eu tinha terminado uma relação de anos com um cara e resolvi passar um bom tempo sozinha para curar as feridas, mas isso não foi nada fácil já que eu era e ainda sou super viciada em sexo, daquelas que se masturba várias vezes no dia, que já acorda com tesão e até no trabalho eu ficava louca de vontade de sentir um pau gostoso penetrando na minha buceta, que a essa altura, tanto tempo sem foder, já devia ter ficado bem apertadinha novamente.

O meu noivo Luiz acabou terminando comigo nas vésperas de morarmos juntos, por causa de uma mulher, que é bem feia diga-se de passagem, nem se compara a mim modéstia a parte, mas eu sempre fui uma mulher que procurou se cuidar e a genética me ajudou bastante, eu malho todos os dias e atraio muitos olhares onde passo, mas depois da decepção com meu noivo eu fiquei decidida a não querer ninguém, mas foi só por um tempo.

Conheci um cara chamado Ariel que era bastante filho da puta e mentiroso, comida geral depois vinha no meu apartamento só pra me comer e caia fora, então acabei me fechando para os homens rs mas recentemente resolvi baixar um aplicativo de paqueras e acabei conversando com muitos caras, mas um dia uma mulher veio no meu perfil e deixou um recado, fiquei intrigada e fui fuçar o perfil dela, confesso que nunca me senti atraída por mulheres, meu negócio sempre foi rola mesmo, mas aquela mulher tinha uma cara de safada, alguma coisa que não sei explicar direito, então respondi a mensagem e no dia seguinte ela leu e começamos a conversar.

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A primeira vez que fui corno

Minha esposa Joana e eu, somos casados por 12 anos. No começo nossa vida sexual costumava ser muito quente, cheia de aventuras, mas com o tempo as coisas foram ficando cada vez mais mornas. Ela é uma bela morena de 36 anos, cabelos negros e um corpo escultural que chama a atenção de outros homens na rua.

Eu sempre tive a fantasia de minha mulher com outro homem. Eu procurava ler sobre isso na internet, nos sites pornô e em revistas, mas nunca tive coragem de falar isso para minha esposa, até um dia em que estávamos fazendo sexo nas raras vezes que rolava e comentei sobre minhas fantasias com ela.Quando a gente tava transando senti que minha esposa não ficava muito animada então resolvi propor uma brincadeira e pedi que ela imaginasse outro caralho penetrando na sua boceta, que ela imaginasse que era outro homem ali fodendo com ela e não eu.

A Joana entrou no clima da brincadeira e notei que ela ficou bem mais molhada e empolgada com a transa. Ela começou a me beijar apaixonadamente e me puxava mais pra junto dela para poder sentir meu pau entrando todo naquela boceta que a essa altura já estava encharcada de tanto tesão. Não resisti e meti com força na minha safada, que gemia gostoso e me olhava de um jeito bem sexy. Essa foi uma das melhores noites de sexo que tivemos e depois quando estavamos juntos na cama conversando, perguntei se ela toparia realizar essa brincadeira de verdade.

Ela respondeu com um ‘talvez’ que me encheu de esperança e perguntou se eu tinha alguém em mente.

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A mesa de poker

Eu estava voltando para casa depois de uma noite não muito empolgante de sexta-feira. Mesma balada, mesmas músicas, pessoas e cantadas de sempre. Algumas conversas e risadas me distraíram até quase o amanhecer, nem sei por que, demorei tanto para voltar para casa.

Passei em frente a um estabelecimento, que eu nem sabia o que era direito. Já havia visto alguma movimentação de homens ali, pensei que fosse uma zona, mas nunca vi mulheres então, não fazia ideia e agora não havia mais ninguém pela rua.

Vi que a luz estava acesa e havia um homem arrumando as coisas lá dentro, barulho de arrastos de cadeiras, então ele sai com as alguns cinzeiros e esvazia-os nos vasos de plantas da calçada. Por que ele faria isso? Isso poderia fazer mal às plantas, não? Mas ok.

Foi exatamente na hora que eu passei e aquela cinza levantou e eu senti aquele cheiro bom, cheiro de charuto e cigarro, eu nem sei por que eu gosto tanto desse cheiro, eu nunca fumei, nem sei como é, mas eu amo esse cheiro, mais até do que cheiro de gasolina.

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O som do tesão

O som do tesão

Aquele tesão repentino, que vem com força total nas horas mais inapropriadas. Estava no meio do expediente e não conseguia mais se concentrar em nada. Era aquela risada gostosa dele. Estava ouvindo aquelas músicas que ele havia cantado para ela um dia e lembrou da risada safada que ele dava quando queria atentar ela. Sentia sua buceta pulsando e não via a hora de sair dali e ir para casa atrás daquela voz que tanto mexia com ela.

Tentou ligar para ele, sem sucesso. Ele devia estar ocupado, naquela correria diária que era seu trabalho. Estava cada vez mais ansiosa. Nem esperou dar seu horário. Dez minutos antes já estava correndo para casa. Não via a hora de ouvi-lo e senti-lo.

Não houve tempo para cumprimentos ou perguntas de como havia sido o dia de ambos. Ele estava sentado no sofá zapeando a programação da TV quando ela entrou em casa. Mal teve tempo de pensar e ela já tirou o controle de sua mão, subiu em seu colo e o agarrou. Sentia sua boca na dele. O calor de seu corpo era tanto que ele podia sentir através de suas roupas. Seu tesão era mais do que evidente. Nunca havia visto ela assim. Rapidamente seu pau endureceu. Ela percebeu e rebolava em cima dele. Pressionava seu corpo sobre o dele. Queria senti-lo mais e mais.

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