Como me tornei um corno manso

Tenho 41 anos, minha esposa (Simone) tem 34, ela é morena clara, cabelos compridos, 1,67 uns 59 ou 60 kg. Seios de médios para grandes, porém firmes, coxas grossas, quadril largo, bunda bem avantajada, arrebitada, malha bastante. Bucetuda, com a buceta geralmente depilada. Ela realmente é aquele tipo de mulher que chama a atenção dos homens, pelo seu corpo e também pelo seu andar rebolativo.
Somos casados há 11 anos e de uns tempos para cá, comecei a ficar com vontade de ver minha mulher com outro homem na cama, de preferência bem-dotado. Não sou avantajado, tenho apenas 15 cm de pau e sempre que alugava filmes pornô, procurava por aqueles em que os atores são super-dotados, tanto no tamanho, como na grossura. Observava que minha esposa adorava assistir esses filmes e depois de assisti-los trepava muito melhor, com mais vontade.
Comecei a conversar com ela sobre isso, dizendo-lhe que tinha vontade de ver ela dando bem gostoso pra um homem pauzudo. No começo ela relutou, mas de tanto eu insistir ela acabou gostando da idéia e disse que se um dia pintasse uma chance, quem sabe…
Passei a incentivá-la a usar roupas bem justas e curtas, decotadas, pra provocar os outros. Só deixava que ela usasse calcinhas fio-dental, daquelas que ficam bem atoladas na bunda e que não cobrem quase nada da buceta. Quando saíamos, pedia que ela fosse na frente rebolando, só pra ver os outros olharem pra bunda da minha mulher, acho uma uma delicia ficar observando os outros olhando pra minha esposa, desejando-a.
Fiquei cada vez com mais vontade de ver ela fodendo com outro e tratei de fazer alguma coisa para que isso se tornasse realidade. Ela trabalha num banco e vivia me dizendo que um colega de trabalho dela sempre ficava elogiando-a, enfim, vivia cantando minha esposa. Uma amiga dela havia contado pra ela que ele (Renato) era bem dotado e que inclusive quando tinha saído com ele não conseguiu trepar direito devido ao tamanho e a grossura do pau dele.
Assim que ela acabou de me contar isso eu praticamente implorei pra ela que desse papo pra ele e que se estivesse afim, saísse com ele e metesse bem gostoso, porque essa era minha fantasia. Notei que os olhos dela brilharam, acho que ela já estava dando bola pra ele, mas queria uma aprovação de minha parte.
No dia seguinte ela me disse que o Renato a havia convidado pra saírem depois do trabalho e me perguntou o que eu achava. Eu lhe disse que era tudo o que eu queria e que ela fosse bem provocante pra não deixar essa oportunidade escapar. No dia seguinte ela foi trabalhar com uma blusinha super decotada, que deixava aparecer quase metade dos seus seios, sem sutiã, uma calça branca bem apertada, que realçava bem o bundão arrebitado e uma minúscula calcinha fio dental toda atolada na bunda, que aparecia por baixo da calça branca. Eu pedi pra ela que se acontecesse alguma coisa entre eles, se eles chegassem a trepar, eu queria que assim que acabassem, que ela voltasse pra casa sem tomar banho, pra me contar e mostrar o que ele tinha feito com ela. A noite fiquei esperando que ela voltasse. Lá pelas onze da noite tocou o interfone e fui atender, era ela que tinha chegado em casa de carona com ele, eu fui abrir a porta, ela deu tchau pra ele, ele abanou a mão pra mim, jogou um beijo pra ela, que entrou e eu lhe perguntei como tinha sido a noite deles. Ela me disse que eles tinham ido a um motel e que ela não tinha resistido e realmente acabou dando pra ele, disse que nunca tinha mamado tanto um pau como o dele, falou que o pau dele é como a amiga dela tinha contado, muito grande e grosso, que mal cabia na boca devido à grossura, como nos filmes que nos tínhamos assistido e que tinham trepado bastante, disse isso e me deu um beijo. Senti gosto de porra na boca da minha esposa, perguntei a ela se ele tinha gozado na sua boca e ela me disse que na volta pra casa ela veio mamando no pau dele até ele gozar novamente. Me perguntou se eu estava bravo por isso, eu disse que não, que estava adorando sentir gosto de pau de outro na boca da minha esposa querida.
Ela me abraçou e então tirou a roupa e ficou só de calcinha, me mostrando as marcas de chupadas que ele tinha deixado nos seios, no pescoço e no bumbum dela. Isso me deixou com um tesão danado. Como viu que eu estava com tesão, me perguntou se eu não queria ver como ele tinha deixado a bucetinha da minha esposa, não resisti e pedi pra ela tirar a calcinha. Ela deitou-se no sofá e pediu pra eu tirar sua calcinha, tirei rapidamente e tive uma visão maravilhosa da bucetinha dela, estava bem vermelha e muito inchada. Ela me pediu pra colocar os dedos e ver o estrago que ele tinha feito, comecei a passar os dedos e realmente estava bem larguinha e toda ensopada ainda. Perguntei a ela se tinha deixado ele gozar dentro, ela me disse que não queria, mas que na hora, com o pau dele todo atolado na buceta, empurrando tudo e tirando, ela não conseguiu resistir e pediu pra ele encher ela de porra pra ela mostrar pra mim quando chegasse em casa. Eu estava a mil, e ela me perguntou se eu estava contente de saber que minutos antes minha esposa tinha me corneado com um pauzudo, se eu estava feliz de saber que um pauzão de verdade tinha comido gostoso a bucetinha da minha esposa, eu disse que estava super feliz. Então ela me disse que ainda estava com tesão e me perguntou se eu teria coragem de chupar a buceta dela do jeito que ela estava, toda melecada. Não resisti e caí de boca, chupei muito, deixei a buceta da minha mulher completamente seca. Ela deitada no sofá, de pernas totalmente arreganhadas, empurrando minha cabeça contra sua buceta, me agradecendo por ter deixado ela meter com outro, dizendo que tinha adorado meter com um pauzudo e me mandando chupar sua buceta toda ensopada. Enquanto eu chupava ela ficava me chamando de corno manso e me falava que eu não sabia como ela tinha gostado de receber o pauzão do Renato inteiro na buceta e dizia que na próxima vez que fosse trepar com o Renato, queria que eu visse bem de perto….
Quando fomos deitar trepamos muito gostoso, só que a buceta dela estava bem larga, meu pau ficava flutuando, ela ria da situação e dizia que de agora em diante eu teria de me acostumar a comer a buceta dela assim bem larga, porque ela não iria mais se contentar apenas com meu pauzinho e não iria mais parar de me por chifres com homens pauzudos.
Foi assim que minha mulher começou a trepar com outro e fez de mim um corno manso muito feliz.

Continuar lendo

Iniciando o corno do meu marido.

Sou Giuly, uma morena gostosa como podem ver na foto.Tenho 29 anos, 5 anos de casada. Meu marido sempre me diz que tenho um rabo delicioso e, que é pouco um homem só aproveitar de suas delicias. Sempre resisti a idéia de me entregar a outro homem mas, ele está cada vez querendo mais ver minha buceta arregaçada por outro pau que não seja o dele.

Neste ultimo fim de semana, pela primeira vez comecei a pensar com interesse no assunto e me excitava muito com a idéia.

Chamei meu marido e disse que a partir daquele momento ele estaria iniciando o seu desejo de ser corno. Sem entender nada, foi fazendo o que eu queria e, preparamos tudo para tirar algumas fotos(duas anexas). Fui fazendo poses, tirando a roupa e dixando ele fotografar à vontade, minha bunda, peitos e bocetinha.

Ao final estavamos com tanto tesão que ele quiz me chupar, mas neste dia só de ele tocar a lingua no meu grelinho já comecei a gemer e, ele sentindo o meu tesão, começou a enfiar um dedo no meu cuzinho(adoro!). Gozei desesperadamente e depois fiz nele um delicioso boquete. Quando senti sua pica latejar em minha boca me preparei e não deixei cair nenhuma gota de porra engolindo tudinho.

Depois disso, falei que ia postar as fotos na NET,para saber a opinião sobre a qualidade do meu rabinho.Com isso ele ficou novamente muito exitado e fodeu minha buceta com muito prazer fazendo ela ficar escorrendo porra por um bom tempo. Aguardo comentários e sugestões sobre como fazer meu marido, futuro corno, feliz.

Continuar lendo

Deixei o personal excitado: Me vinguei do meu marido!

Toda vez que a gente está junto, ele vê uma mulher com shortinho ou calça de academia e fica reparando e ainda tem a coragem de me dizer as vezes que tá “marcando” tudo. Resolvi dar o troco!!

Meu personal me disse que eu precisava fazer avaliação física pra acompanhar o resultado da evolução do meu corpo.. aí eu pensei em me vingar do meu esposo e assim eu fiz, não sei pq, mas fiz uma loucura que eu nem acredito..

Comprei uma calcinha que é aberta na frente, ela apenas tem o elástico e aperta bastante a minha ppka fazendo ela ficar bem inchada, como não tem pano na parte da frente ela cresce bastante.. Junto com um shortinho branco que eu tenho que fica quase transparente, fico bem “bucetuda” do jeito que meu marido gosta de ver.

Como a avaliação física é feita em uma sala privada, só eu e o personal, eu resolvi fazer isso pra deixá-lo excitado e me sentir vingada por todas as vezes que meu marido olha a ppka de outras..

Me vinguei do corno do meu marido!

Cheguei na academia e disse: quero fazer avaliação hoje! O personal sorriu e disse, ok, troca de roupa e fica só de short e top ou biquíni na sala que em 15 minutos eu vou entrar pra fazer sua avaliação física.

Coloquei a calcinha que é aberta na frente, o shortinho branco e um top .

Ele entrou, abriu a minha ficha no computador, me mandou pesar e depois veio medir meus percentuais de gordura como é normal em toda avaliação física..

Mediu de cima pra baixo, quando ele se ajoelhou pra medir meu bumbum e minha coxa eu já estava bem excitada, e percebi que ele estava de olho na minha bucetinha, foi então que eu comecei a ficar mais excitada e me sentia uma puta praticamente colocando a buceta na boca do personal,

Ele se levantou e anotou as medidas, eu já estava com o coração acelerado e pegando fogo! Me deu uma vontade de fazer ele se ajoelhar dnv pra olhar de perto outra vez , e pronto, pensei rápido e disse: queria te pedir uma coisa mais fico sem graça!

Ele: me diz , não precisa ter vergonha.

Eu: Tenho uma gordurinha localizada e gostaria que você olhasse de perto e me passasse algum exercício mais localizado..

Ele: tudo bem, me diz aonde?

Eu: Fica na posição que você estava antes de joelho, vou apontar pra você pq fico sem graça.

Ele se ajoelhou e ficou com o olho diretamente na minha bcta e me perguntou: aonde é ?

Apontei pra minha bucetinha e olhei pra ele.

Ele sorriu e disse: esse exercício não pode ser feito aqui na academia, somente em ambiente privado..

Acabamos a avaliação, troquei de roupa e treinei e depois fui pra casa, chegando em casa pegando fogo!!

Fui abraçar meu marido e ele me disse: me deixa assistir o jogo . Me banhei, coloquei uma roupa e deitei. Me masturbei quatro vezes pensando em como meu Personal me desejou e aquelas mãos grandes e morenas chegaram bem perto da minha bucetinha apertada e rosinha.

Espero que vocês gostem, quero contar logo como eu errei achando que “treinar” com esse personal moreno e forte iria deixar minha bucetinha menos inchada e foi justamente o contrário..

Continuar lendo

A esposa linda do meu cliente

Meu apelido desde moleque é John.

Atualmente tenho trinta e uns anos.

Tenho 1,75 e peso 74 kg. Cabelos e olhos castanhos, tenho o corpo atlético e gosto muito de esporte. A parte que mais curto em meu corpo é o meu pênis. As garotas também. Ele não é muito grande e nem pequeno, 18 cm mas o charme está no seu formato. Glande bem robusta e um bocadinho grosso na extensão.

O que narro a seguir aconteceu de verdade nos seus mínimos detalhes.

Eu trabalho como programador de sistema freelancer.

Fui selecionado por uma empresa de software a instalar um programa para um cliente na cidade de Maringá – PR

Geralmente quando faço deslocamentos para outra cidade as despesas correm por conta do cliente. Hotel, refeição, etc…. Porém, estava havendo vários eventos na cidade no período que cheguei e os hotéis estavam todos lotados.

O cliente que havia contratado o serviço era um casal que possuía uma micro empresa.

Seus nomes (fictícios) eram Artur, 30 anos e Gabriela, 25 anos.

Eu levaria de 3 a 5 dias para implantar o sistema que eles haviam comprado.

O casal acolheu-me em sua residência por não haver possibilidade de me hospedar em hotéis.

A princípio eu fiquei contrariado mas não havia outra possibilidade, a não ser que adiássemos a implantação do programa, mas como eu já me encontrava na cidade eu acabei aceitando.

O quarto era bem confortável e eles muito simpáticos, me deixaram bem a vontade.

A Gabriela, sua esposa, era de uma beleza singular. Corpo bem torneado, seios bem firmes se destacando na sua camiseta. Cintura fina, deixando o sua bundinha empinada. Seu rosto possuía uma combinação perfeita entre orelhas, nariz, lábios e maçãs do rosto. Tudo em volta de uma cabeleira negra e ondulada.

Não tinha quem não olhasse mais de uma vez pra ela.

O meu trabalho se daria em duas etapas. Implantaria o programa no pc de sua residência e nos pcs do escritório.

Antes de começar eu pedi licença para tomar um banho, depois vesti uma bermuda e uma camiseta. Maringá é uma cidade muito quente queria ficar a vontade.

Geralmente quando uso calça ou bermuda apertada o volume do meu pau fica bem destacado.

Comecei a trabalhar primeiro no escritório, eram dois computadores que formariam uma rede com o pc na residência.

Arthur pediu pra sua esposa me levar até o local enquanto ele faria umas visitas comerciais naquela tarde.

O escritório ficava a 20 minutos da residência, Gabriela retirou seu carro da garagem e pomo-nos a caminho. Enquanto dirigia ela contava-me um pouco sobre sua cidade, que era muito arborizada e se destacava pelo agronegócio.

Numa curva a esquerda que ela entrou rápida demais, ela foi reduzir a marcha e pegou no meu joelho, ao invés do câmbio. Ela pediu desculpas e ficou envergonhada. Pra amenizar eu lhe disse que é normal nosso corpo ir na direção contrária da curva, fazendo-nos errar o câmbio.

Fiquei a tarde toda sozinho implantando o sistema. Gabriela voltou a sua residência.

No final da tarde o Arthur veio me buscar. Aquela seria a primeira noite que iria dormir em sua casa. Confesso que sou um bocado tímido nessas ocasiões mas eles eram muito simpáticos e me deixaram bem a vontade.

Me contaram parte de seu relacionamento, quando se conheceram, noivaram e casaram.

Também contei parte da minha vida pra descontrair e deixar o ambiente mais agradável.

Gabriela estava usando uma bermuda bem colada ao corpo, era difícil ter que desviar meus olhos toda vez que ela se levantava. Arthur me ofereceu uma dose de whisky que eu recusei mas aceitei uma cerveja.

Percebi que o Arthur tomou várias doses e se não fosse sua esposa ele teria tomado mais.

Fui dormir aquela noite pensando no corpo da Gabriela, que morena linda e gostosa.

Fiquei com inveja do Arthur.

No dia seguinte logo pela manhã eu e o Arthur fomos pro escritório e continuei implantando o sistema até a hora do almoço. Como o Arthur saiu em visita comercial sua esposa veio me buscar para almoçar na casa deles.

Sentamos a mesa e Gabriela perguntou se eu queria tomar uma cerveja eu agradeci mas recusei. Ela perguntou-me se eu não tenho o hábito de beber todos os dias, eu disse que aprecio cerveja mas no fim de semana.

Ela então me confidenciou que o Arthur bebe todas as noites e não tem limites.

Que eles já haviam se separado uma vez por esse motivo. Eu não sabia o que dizer então fiquei apenas ouvindo-a se queixar.

As vezes cruzávamos os olhares mas nada que me desse esperanças de mudar o rumo da conversa e tentar uma sedução. Mas mantinha uma esperança por que ela é deliciosa demais.

Restante do dia correu normal, a noite ficamos de prosa mais uma vez e o marido dela bebericou muitas doses de whisky, quando Gabriela percebeu que ele já estava falando mole ela cochichou no seu ouvido pra ele parar.

No dia seguinte eu comecei ia instalar o programa no pc da residência e foi preciso comprar umas peças de acessórios e aumentar a memória. O trabalho já estava quase terminado.

Era uma sexta feira e o casal costumava se reunir com amigos pra relaxar e tomar umas.

Eles me convidaram e eu pra não ficar sozinho na residência deles aceitei.

Chegamos numa espécie de mansão com característica de chácara de um casal de amigo deles, o som ambiente e muitos comes e bebes estavam rolando solto.

Era um pessoal muito divertido e logo me deixaram a vontade.

Haviam muitas garotas bonitas desacompanhadas no ambiente e com frequência eu notava uns olhares, meio que disfarçados, na minha cintura. Porém meus olhos tinha apenas uma direção… Gabriela.

Depois que a bebida começa a fazer efeito as tirações de sarros mais ousadas começaram aparecer. Um grupinho de amigos do Arthur perguntou a ele se ele tinha arrumado um amante pra sua esposa, porque ele não dava mais no coro. Eu estava na roda.

Puts… eu não sabia onde enfiar a cara. Morri de vergonha, mesmo me sentindo a vontade, eu não tinha toda essa intimidade nem com eles nem com o casal. Gabriela veio em meu socorro, ela depositou sua mão em meu ombro e confirmou que era verdade. Fez isso pra que a brincadeira fluísse sem mal estar.

Ufa… respirei aliviado.

Porém, uma das garotas parabenizou ela, dizendo que ela estava bem servida, apontando o dedo para o meu pau.

Eu que estava me recompondo do primeiro susto agora fiquei ruborizado.

Todos caíram na gargalhada de novo e eu ri também mas, morrendo de vergonha de novo.

Depois dessa brincadeira eu cai na dança com as meninas que estavam sozinhas.

Uma me cantou na cara dura. Eu estava me divertindo muito e notei que a Gabriela me secava como se estivesse meio enciumada. Quando acabou a música ela veio em nossa direção e pediu pra amiga que era pra parar de dar em cima do amante dela. Agora ela iria dançar comigo. Sorrimos todos pela sua brincadeira e passamos a dançar.

Ela fitou-me nos olhos e perguntou se eu estava me divertindo. Acenei que sim com a cabeça. Mas lhe disse que poderia ser melhor se fosse eu o seu companheiro. Arrisquei.

Senti uma breve alegria iluminar seu rosto mas ela advertiu que se ficássemos muito tempo juntos, eles pensariam que estaria rolando algo mesmo entre nós.

Entendi o recado, ela não queria se expor e nem expor o marido, mas senti que ela havia deixado uma brecha. Era questão de oportunidade pra tê-la em meu braços.

Continuei me divertindo, participando de rodas de bate papo até as duas da manhã.

E foi por essa hora que o Arthur já não conseguia mais parar em pé, enxugou todas, fez a maior mistureba de bebida. Gabriela dessa vez não ficou controlando o marido, deixou ele entornar todas.

Foi então que ela me procurou e me deixou a par da situação. Me prontifiquei a leva-lo até o carro mas antes nos despedimos do pessoal. O rosto do seu marido estava vermelho e suado.

Não falava coisa com coisa. Coloquei ele deitado no banco de trás e rumamos sentido sua residência. No caminho trocamos alguns olhares diferentes dos até então e ela fez questão de errar a marcha algumas vezes, levando sua mão até o meu pau.

Por minha vez, depositava minha mão no seu joelho e voltava pra trás deslizando sobre sua coxa desnuda.

Assim que chegamos, ela me ajudou a puxar seu marido que estava inerte num sono profundo.

Depositamos ele na cama e ela passou a desnudá-lo para que ele ficasse mais a vontade.

Eu falei que iria tomar um banho mas antes, puxei-a pro corredor e beijei aquela boca deliciosa. Senti ela desabar sobre meu corpo gemendo baixinho com a respiração acelerada. Desci com uma mão acariciando suas costas até chegar na sua bundinha gostosa e segurei um seio com a outra.

Ela empurrava seu corpo contra o meu como se quisesse atravessá-lo. Beijava muito sua boca, chupava sua língua e sussurrava em seu ouvido que ela era muito gostosa e que eu queria transar com ela.

Foi difícil sair daquele enlace, Gabriela não me soltava. Ela queria ser fodida ali mesmo no corredor mas estávamos suados demais. Antes… eu queria explorar seu corpo inteiro com a minha língua.

Liguei o chuveiro e deixei a água me dar aquela sensação gostosa de frescor. Gabriela tomava banho ao mesmo tempo na suíte do casal.

Assim que terminei fui pro meu quarto coloquei apenas uma cueca de algodão e esperei…

Depois de uns 15 minutos sinto a maçaneta rodar e aparecer aquele vulto de um mulherão em chamas numa minúscula camisola branca. Ela veio ao meu encontro e se deitou por cima de mim buscando minha boca com a sua.

Estava ardente e gemia baixinho a cada toque dos meus dedos em seu corpo. Eu precisava domá-la de forma que ela não me puxasse logo para penetrar-lhe. Queria desfrutar aquele corpo com minha boca primeiro.

Não levei minha mão de imediato em sua bucetinha, fui beijando sua boca lentamente pra desacelerar um pouco. Acariciava somente suas costas falando baixinho no seu ouvido que ela era a mulher mais linda e gostosa que eu já vira.

Ela abriu os olhos e me disse que nunca desejou ninguém assim na vida dela. Eu sai debaixo dela virando seu corpo pra que ela assumisse o meu lugar. Ao seu lado voltei a beijar sua boca e fui acariciando seus seios com minha mão.

Comecei descer minha boca pela sua orelha, lambendo seu interior, descendo pro seu pescoço até chegar nos peitos e chupá-los. Revezava minha boca gulosa chupando um pouco de cada, depois apertei-os para que os bicos ficassem juntos e alternava minhas lambidas entres eles.

Sentia ela gemer baixinho como se estivesse gozando escondido. Fui descendo minha boca pela sua barriga lambendo cada centímetro dela. Parei com a minha língua no seu umbigo e penetrei-lhe várias vezes com a ponta da minha língua.

Antes de ir para o seu ventre eu me ajoelhei no meio da cama, peguei seus dois pés e levei até minha boca, deixando-a com as pernas para o ar. Comecei a beijá-los bem de levinho e depois lambia.

Eu olhava pro seu rosto e via-o contorcido com a boca entreaberta, deixando escapar suspiros de tesão da sua garganta. Uma imagem pra nunca mais esquecer. Ela é linda demais.

Fui seguindo lambendo toda extensão da sua perna até chegar com a minha boca no meio das suas coxas. Mesmo com a iluminação fraca do abajur pude ver que Gabriela tinha uma vagina bem feitinha. Os seus pequenos e grandes lábios combinavam em proporções deixando ela estufada pra fora.

Comecei a beijar e lamber o finalzinho de sua coxa em conjunção com sua bunda. Passava a língua nas dobrinhas macias. Gabriela acusava com gemidos mais intensos o tesão que minha língua proporcionava-lhe, ao lamber toda essa região.

Apoiei meus dois cotovelos ao lado do seu corpo de forma que sua bucetinha ficasse ao alcance da minha boca e passei a lamber bem devagarzinho, começando desde o seu ânus e subindo até o seu grelinho.

Gabriela gemeu mais alto tentando abafar o som em sua garganta e tremia todo o corpo.

Sua vagina era muito deliciosa a ponto de eu colocar toda ela em minha boca e ficar lambendo e pressionando os lábios. Comecei a repetir esse movimento e senti que Gabriela iria gozar.

Fiz esse mesmo movimento mais acima, colocando minha boca no seu grelinho e comecei lamber bem forte.

Ela agarrou minha cabeça com as duas mãos puxando-a pra si e explodiu num gozo intenso, gemendo alto.

Mantive minha boca no seu grelo pra prolongar o máximo o seu orgasmo.

Nunca chupei uma buceta antes na minha vida como o fiz com Gabriela.

Levantei meus olhos pro seu rosto e ela me olhava com uma expressão de gratidão.

Fui direto pra sua boca e beijamos ardentemente.

Depois que ela recuperou o fôlego ela me disse baixinho que era a vez dela de me dar prazer.

Pensei no marido dela dormindo no quarto ao lado. Ele é que deveria estar desfrutando daquele corpo maravilhoso da sua esposa. Mas o destino conspirou a meu favor aquele noite.

Eu voltei a ficar de barriga pra cima mas antes puxei ela e disse que o prazer que eu senti ao vê-la gozar fora mais intenso que muitos orgasmos que já provei.

Ela me deu um selinho nos lábios e um sorrisinho sapeca e começou mordiscar meu peito e lamber meus mamilos. Não tem como negar, a mulher alheia é ainda mais gostosa.

E Gabriela tinha algo de especial que é difícil descrever em palavras.

Ela foi descendo sem pressa, estava caprichando como eu havia feito com ela.

Foi varrendo com sua língua úmida e agitada até chegar com ela no enorme volume que estava sob a cueca. A cabeça por ser robusta deixava sua forma marcada na cueca e ela a colocava na sua boca mesmo por cima da cueca.

Encheu ela de beijinhos e depois subiu pra me dar um beijo e falou no meu ouvido que todas as garotas na festa queriam estar no lugar dela naquela hora. Deu outro selinho e voltou e começou enfiar a língua pela lateral da cueca, de forma que conseguia dar lambidinhas na glande.

Quando ela puxou a cueca abaixo ele saltou pra fora, ficando colado na barriga. Ela começou a lambê-lo de baixo pra cima e depois passou a lamber só a cabeça. Desceu uma mão até a base e puxou-o de encontro aos lábios… e depois abocanhou.

E começou fazer um vai e vem com sua boquinha, deixando ele penetrar até o limite que cabia nela. Eu custava a acreditar que aquela boca que tanto me encantara no primeiro dia, estava agora acariciando meu pau.

Se eu não tivesse tomado algumas cervejas eu teria gozado na hora. Mas eu tinha total controle do meu tesão.

Pedi pra ela sentar-se em cima dele e colocar sua língua na minha boca, estava doido pra sentir meu pau pulsando dentro da buceta dela. Ela encaixou e soltou um gemido forte, meu pau entrou e ocupou todo o interior daquela buceta suculenta.

Agarrei seus peitos com as mão e recebi sua língua na minha boca e deixei meu pau fazer o resto do trabalho. Depois peguei-a pelas costas e virei o seu corpo pro colchão sem deixar o meu pau sair da sua grutinha.

Fiquei por cima num papai e mamãe controlando as bombadas e vendo ela se contorcer toda.

Que rostinho lindo ela fazia, quando dava umas fincadas forte, ela já gemia antes, sabendo o que eu iria fazer. Senti sua respiração e os gemidos acelerarem e comecei a bombar forte sem parar e ela gritou de prazer novamente. Fincou suas unhas nas minhas costas puxando-me pra beija-la e abafar seus gritinhos.

Diante de uma cena tão deliciosa eu também gozei dentro dela.

Me apoiei com os cotovelos e ergui um pouco meu tórax e fiquei beijando e lambendo todo seu rosto. Depois cai do seu lado e ficamos com nossos olhos nos curtindo.

Ela abraçou meu corpo de lado e enfiou seu rosto no meu pescoço. Eu me virei de encontro a ela e puxei todo seu corpo para um longo abraço. Perguntei a ela se estava saciada ela balançou a cabeça que sim… mas depois ergueu a cabeça me olhando nos olhos e balançou que não. Rimos juntos bem baixinho e nossas bocas se encontraram de novo.

– John… eu quero mais. – sussurrou no meu ouvido.

– Olha Gabriela, infelizmente…. eu também quero continuar fodendo seu corpinho, brinquei.

Abracei ela de novo e desci com minhas mãos pela sua bunda pra massagear sua bucetinha toda encharcada.

Fiz pressão com um dedo em seu anelzinho e senti ela fincar as unhas nas minhas costas.

Voltei a fazer pressão de novo e levei unhadas novamente.

– Ora, ora… a deliciosa da Gabi tem mais um pontinho g no corpo.

Ela riu gostoso acenando a cabeça que sim.

Como aquela região estava toda lubrificada pelo líquido que desceu da xaninha, eu passei a forçar bem devagar a entrada de um dedo naquele buraquinho.

Ela movimentou o quadril como se rebolasse pro dedo entrar mais fácil.

Ele estava quente mas apertadinho. Fiquei fazendo um vai e vem pra deixar seu esfíncter relaxado.

– Gabriela, tem certeza que você quer que eu coma o seu cuzinho também? Ele é muito apertadinho e a cabeça do meu pau pode te causar dor.

– John, eu gosto de sentir dor. Curto muito quando meu marido come o meu cu.

– Mas e se doer muito e você gritar e acordar seu marido.

– Ele não vai acordar, fica tranquilo. Se eu não aguentar eu te falo. Mas eu quero muito esse pauzão no meu cu. Já deixei ele limpinho pra você. Eu sempre desejei um pau mais grosso que do meu marido. Fica tranquilo.

Pedi pra ela chupar o meu pau e ficar deitada ao alcance de minha mão na sua bunda.

Ela se curvou de modo a alcançar meu pau com sua boca e empinou a bundinha do meu lado direito.

Voltei a sentir aquela boca gostosa me chupando e continuei dedando seu buraquinho.

Quando consegui enfiar dois dedos achei que já estava bom. Puxei ela pra cima e pedi pra ficar de 4. Ela me atendeu e inclinou até ficar com os peitos colado na cama, empinando o máximo que pode sua bundinha pra cima.

Que visão linda Gabriela me proporcionou naquele momento. A sua buceta entre as polpas da sua bunda ficava mais estufada e suculenta ainda. Eu passei a chupar o seu cuzinho e alternava minha língua também em toda sua bucetinha carnuda.

Quando ela viu que eu ia me posicionar pra penetrar, ela me mostrou um tubinho de KY que havia trazido. Então eu coloquei meu pau naquela xota molhada e passei a fazer um vai e vem devagar enquanto lubrificava o buraquinho.

Para um bom comedor de cu existe uma técnica infalível, você pode até ser bem dotado mas precisa muita paciência.

Mesmo com um pau meio robusto, já comi muito cu em SP e interior.

Pedi pra Gabriela ficar com o corpo bem relaxado e coloquei a cabeça na entrada do seu cuzinho. A desproporção da cabeçona com seu anelzinho era realmente de assustar.

Mas ai vai a técnica. Você força um pouquinho até ela sentir dor, depois recua. Espera uns 10 segundos pra esfíncter relaxar e volta a fazer pressão de novo e puxa pra fora. E vai repetindo até o buraquinho dela lacear e engolir a cabeça.

Como Gabriela fazia sexo anal com seu marido não foi difícil. Quando ela sentiu a cabeça passar doeu bastante, eu vi a expressão no seu rosto. Eu fiquei paradinho até ela começar a movimentar a bunda pra engolir mais e só aí eu comecei a cadenciar um movimento de vai e vem. Conforme ela relaxava mais eu aumentava a velocidade.

Eu puxei ela pelos cabelos pra lhe dar um beijo e vi que ela estava gostando, sentindo muito prazer. Pra apimentar um pouco, passei dar uns tapas, de leve, na bundinha dela e arrisquei algo que nem todas as mulheres gostam de ouvir.

– Isso minha putinha linda e gostosa, rebola essa bunda gostosa pro seu macho.

– Assim… você quer que sua putinha rebola assim. Fala, é assim?

– Assim mesmo minha cadelinha. Senti o pau do seu macho bem no fundo do seu cu.

Ela rebolava e eu batia mais naquela bunda.

– Ohhhh John, fode sua putinha com esse pauzão gostoso. Eu quero que você me faça sofrer com seu pintão duro. Atola tudo John, por favor eu quero tanto…

Eu fiquei doido ouvindo ela pedir. Puxei ela pelos cabelos, queria beijar a boca dela e confessar que estava apaixonado. Mas assim que ela virou o rosto pra mim ela pediu pra mim cuspir na boca dela.

Confesso que nunca tinha recebido um pedido desse antes e olha que já sai com cada cachorra quente pra caralho.

Eu fiquei mais doido ainda porque, esse pedido mostrou-me o grau de cumplicidade entre nós.

Salivei minha boca e cuspi de lado meio no rosto meio na boca e já dei um beijo em seguida.

Ela começou a esfregar o grelinho e gemer baixinho, sufocando a voz rouca cheio desejos.

– Fode meu cuzinho, fode. Bate na minha bunda. Caralho, meu cu tá doendo, mas eu to gostando John. Mete na sua putinha com força. Mete sem dó que eu gosto. Porra que delícia dar o cu pra você. Nunca fui fodida tão forte assim.

– Senti o pau do seu macho arrombando seu cuzinho cadelinha.

Agarrei a cintura dela e comecei a estocar meu pau naquele túnel apertado o mais forte que podia. Nessa altura não tava nem ai se o corno bêbado do seu marido nos escutássemos.

– Toma sua cadelinha, engole meu pau inteiro no seu cuzinho. Era desse jeito que você queria ser fodida, não era?

Senti Gabriela soluçar num choro baixinho. Pensei em diminuir a intensidade daquela foda mas estava enganado.

Gabriela realmente estava chorando de dor mas estava adorando, e quando começou a berrar pra eu não parar, percebi que estava gozando igual cadela no cio.

Foram muitos gritos entre choro e gemidos, porém, a expressão de tesão naquele rostinho suado deixou-me orgulhoso.

Assim que ela gozou eu puxei seus joelhos pra trás e fiz ela deitar e continuei bombando meu pau com força até gozar também.

Ela ficou um pouquinho mais agarrada a mim e depois me deu um beijo e foi pro seu quarto.

Por volta das 08 da manhã eu acordei eu fui terminar a instalação. Ela já estava acordada fazendo um café. Perguntei do seu marido e ela informou que ele só vai acordar lá pras 10 horas.

Puxei ela pra mim e dei um beijo bem gostoso. Ela correspondeu e apertou seu corpo no meu.

Mas disse pra pararmos de correr risco a toa.

Eu disse que ainda estava com vontade de fodê-la.

Ela disse que também estava e teve uma ideia, como minha pasta estava no carro do marido dela, nós podíamos descer e transar na garagem. Se ele acordasse daria pra ouvir a porta do banheiro ou a da cozinha se abrindo.

Ela foi pegar a chave do carro do marido e fomos nós pra garagem. Como corríamos contra o tempo não teve tempo de preliminar não. Eu tirei o pau pra fora e ela se agachou e começou a chupar.

Ele já estava meio duro foi rapidinho o contato daquela boca pra deixar no ponto.

Virei ela de costa e ela já puxou a calcinha de lado, estava molhadinha. Assim que encostei ela empurrou a bunda pra trás e encaixou. Agarrei os peitos dela por cima do sutiã mesmo e comecei a fodê-la.

Pra nós gozarmos rápido eu passei a bombar sem parar, mergulhava meu pau no fundo da xana dela e voltava. Senti que ela ia gozar puxei sua cabeça pra trás e tapei sua boca. Tremeu todo o corpo e gozou gostoso. Depois foi minha vez mas eu queria gozar na boca dela, era o único lugar que ainda não tinha recebido minha porra.

Falei baixinho no seu ouvido que o seu macho queria encher a boca da putinha dele de porra. Ela obedeceu na hora, se ajoelhou e começou chupar.

Gabriela sabia chupar como chupar um pau. Sua língua inquieta só parava de lamber a cabeça do meu pau quando ela tentava abocanhá-lo ou quando chupava minhas bolas.

O que me dava mais tesão era ver a baba que escapava de sua boca e caia no chão.

Quando comecei a gozar naquela boquinha quente e úmida ela não deixou escapar nenhuma gota de porra.

Ela olhava pros meus olhos com uma feição de felicidade estampada no rosto.

Que fome de rola sua boca tinha.

Pegamos minha pasta e voltamos para tomar café.

Por volta das 11 horas seu marido acordou numa ressaca braba.

Eu já tinha terminado o serviço, me despedi deles e cai na estrada.

Continuar lendo

Doce vingança

Muitas vezes quando somos enganados preparamos aquela doce vingança, porque a mulher que imaginávamos, nos deu a volta, ou em termos populares nos passou a perna.

Eu costumo dizer que quando uma mulher te engana a melhor coisa a fazer é se fingir de desentendido e atacar na hora certa com a resposta a altura.

O rapaz era assim um cara do bem apaixonado, enquanto sua amada saia com vários homens quebrando seu coração todos os dias. Revoltado com a situação preparou uma doce vingança, fingia não saber, e fazia de conta que acreditava nela, enquanto ela toda feliz pensando que o enganava, ele se divertia com a situação.

Deixou de ter um coração mole e sonhador, agora era fera a espreita só esperando o momento certo. Um dia disse ele, usarei todas as fodas secretas dela a meu favor, e a sua cara de espanto, será a melhor parte, pensou que ia me fazer de bobo a vida inteira, coitadinha.

Sendo assim sua doce vingança baseava-se em um dia, chantagear sua amada a ponto de faze-la querer transar não mais por amor, mais sim para ser submissa, ou vazava todas suas tramóias. Por muito tempo o rapaz esperava, planejava, até o dia da sua felicidade.

Porém a sorte estava do seu lado, pois a sua amada, começou a sentir um tesão enorme por ele, quando descobriu o quanto ele se esforçou por saber quem ela era realmente. Os dois se encontraram um dia, beijos, abraços, e uma transa cheia de amor, tesão, e fantasias.

O que era para ser uma vingança tornou-se amor, os dois passaram a namorar. Outro dia vi o rapaz chateado, perguntei o que houve a vagabunda, está soltando a marmita de novo pra fora, devia ter a chantageado, e depois pulado fora, pois eh não adianta para algumas mulheres o pau dos outros é sempre melhor do que o seu.

Continuar lendo

Minha esposa e o motorista – Conto de corno

Sou casado a um bom tempo, no inicio foi uma maravilha, muito tesão e todo de um casal recém casados.

O tempo foi passando e ficamos na rotina, minha mulher linda, gostosa, bumbum grande, coxas grossas e buceta bem apertadinha, gosta de shortinho, seios bicudos, lindos, sou louco de ciúmes dela…

Fomos morar numa cidade do interior quando chegou uns amigos de uma outra cidade para passar uns dias na casa de seus pais. Foi ai que a  (minha esposa) foi la com eles, onde e conheceu um rapaz  que se encantou por ela…

A nossa amiga falou pra oeste rapaza que ela é casada e logo ele ficou indiferente, sabendo que não tinha chances.

A minha esposa chegou em casa e me falou que a nossa amiga lhe contara que o rapaz tava afim dela, não dei ouvidos, mas vi que a minha esposa passou a frequentar a casa de nossa amiga mais vezes e sempre de shortinho e de blusinha top sem sutiã, com os bicos dos seios bem visíveis.

A noite minha esposa só faltava me matar de tanto tesão…

Notei que ela fantasiava o cara e isso a deixava louca de tesão, vendo isso acontecer, me aproximei dele e fiz amizade, o convidei pra pescar e fomos, eu a minha esposa e o rapaz. La no rio o cara colocou uma sunga apertada e causou um volume e eu olhava a safada da minha esposa como reagia, ela só faltava pular em cima do cara, mas se contia..

Voltamos a noite e o rapaz foi dormir lá em casa no quarto de hóspede e deixei ela a vontade, quando fomos dormir ela me atacou, estava toda melada de tanto tesão, transei com ela e fingi dormir, ela saiu devagarzinho e foi no quarto verificar se o rapaz dormia e sai atrás sem ela perceber, e lá dava pra vez pela janela quando ela começou beijar o rapaz que e de repente a abraçou e começaram a transar, ela gemia e era uma loucura.

Quando treparam bastante eu voltei para o quarto sem ninguém perceber e fingi dormindo. Ela chegou, cansada e deitou se ao meu lado e dormiu.

Pala manha, quando acordamos, ela ficou de calcinha e com uma camisa minha, aparecendo a silhueta dos seios e o bumbum, um tesão de mulher…

Sentei a mesa pra tomar o café e o rapaz também chegou, perguntei pra ele; o que achava dela?

Ele respondeu; uma mulher bonita.

Sem que ela soubesse, falei pra ele que gostaria de ver ela transando com outro homem, ele falou;

Nunca tinha visto um homem querendo ver a esposa transando com outro. Depois chamei ela e disse; Amor você poderia abrir a blusa, e ela fingindo vergonha ficou toda vermelha e disse; aqui? Agora?

Falei; sim, pra nosso amigo ver como você é linda.

Ela obedeceu e falei pra ele, tira o short, ele desconfiado ficou calado. eu falei; só estamos nós aqui e ninguém vai ficar sabendo. Ele tirou o short e vim um pau que tinha uns 22 cm e uns 10 cm de grossura.

Pedi que ela fosse e secasse naquele pau e ela foi, olhei aquilo todo entrando nela, os seios dela estavam duros de tesão e eu fiquei excitado e comecei me masturbar.

Depois daquele dia ele ficou trabalhando pra mim e morando aqui em casa.

Ate hoje ele esta com nós fudendo minha linda esposa.
Chupando a bucetinha dela e comendo o rabinho dela.

A unica exigência minha é que os amigos nossos não saibam.

Continuar lendo

A primeira vez que fui corno

Minha esposa Joana e eu, somos casados por 12 anos. No começo nossa vida sexual costumava ser muito quente, cheia de aventuras, mas com o tempo as coisas foram ficando cada vez mais mornas. Ela é uma bela morena de 36 anos, cabelos negros e um corpo escultural que chama a atenção de outros homens na rua.

Eu sempre tive a fantasia de minha mulher com outro homem. Eu procurava ler sobre isso na internet, nos sites pornô e em revistas, mas nunca tive coragem de falar isso para minha esposa, até um dia em que estávamos fazendo sexo nas raras vezes que rolava e comentei sobre minhas fantasias com ela.Quando a gente tava transando senti que minha esposa não ficava muito animada então resolvi propor uma brincadeira e pedi que ela imaginasse outro caralho penetrando na sua boceta, que ela imaginasse que era outro homem ali fodendo com ela e não eu.

A Joana entrou no clima da brincadeira e notei que ela ficou bem mais molhada e empolgada com a transa. Ela começou a me beijar apaixonadamente e me puxava mais pra junto dela para poder sentir meu pau entrando todo naquela boceta que a essa altura já estava encharcada de tanto tesão. Não resisti e meti com força na minha safada, que gemia gostoso e me olhava de um jeito bem sexy. Essa foi uma das melhores noites de sexo que tivemos e depois quando estavamos juntos na cama conversando, perguntei se ela toparia realizar essa brincadeira de verdade.

Ela respondeu com um ‘talvez’ que me encheu de esperança e perguntou se eu tinha alguém em mente.

Continuar lendo
Fechar Menu